Enviado por Demarchi
Da Carta Maior
A história de Gaza que os israelenses não contam
A história do direito de autodefesa de Israel é a de sempre. Mas como e por que, para início de conversa, há 1,5 milhão de palestinos apertados em Gaza?
Robert Fisk / The Independent – na Carta Maior
Pois bem, na tarde da última sexta-feira o saldo de mortos estava 110 a 0 a favor de Israel. Mas passemos para a história de Gaza que, a esta altura, ninguém vai contar. Trata-se da terra. Os israelenses de Sderot estão recebendo tiros de rojões dos palestinos de Gaza, e agora os palestinos estão sendo bombardeados com bombas de fósforo e bombas de fragmentação pelos israelenses. É. Mas e como e por que, para início de conversa, há, atualmente, um milhão e meio de palestinos apertados naquela estreita Faixa de Gaza?
As famílias deles, sim, viveram ali, não eles, no que hoje há quem chame de Israel. E foram expulsas – e tiveram de fugir para não serem todos mortos – quando foi criado o Estado de Israel.
E – aqui, talvez, melhor respirar fundo antes de ler – o povo que vivia em Sederot, no início de 1948, não era israelense, mas árabe palestino. A vila palestina chamava-se Huj. Nunca foram inimigos de Israel. Dois anos antes de 1948, os árabes de Huj até deram abrigo e esconderam ali terroristas judeus do Haganah, perseguidos pelo exército britânico. Mas, quando o exército israelense voltou a Huj, em 31 de maio de 1948, expulsaram todos os árabes das vilas… para a Faixa de Gaza! Tornaram-se refugiados. David Ben Gurion (primeiro premiê de Israel) chamou a expulsão de “ação injusta e injustificada”. Pior, impossível. Os palestinos de Huj, hoje Sderot, nunca mais puderam voltar à terra deles.
E hoje, bem mais de 6 mil descendentes dos palestinos de Huj – atual Sderot – vivem na miséria de Gaza, entre os “terroristas” que Israel mente que estaria caçando, e os quais continuam a atirar contra o que foi Huj.
A história do direito de autodefesa de Israel é a história de sempre. Hoje, foi repetida e a ouvimos mais uma vez. E se a população de Londres estivesse sendo atacada como o povo de Israel? Não responderia? Ora, sim. Mas não há mais de um milhão de ex-moradores de Londres expulsos de suas casas e metidos em campos de refugiados, logo ali, numas poucas milhas quadradas cercadas, perto de Hastings!
A última vez em que se usou esse falso argumento foi em 2008, quando Israel invadiu Gaza e assassinou pelo menos 1.100 palestinos (1.100 mortos palestinos, 13 mortos israelenses). E se Dublin fosse atacada por foguetes – perguntou então o embaixador israelense? Mas, nos anos 1970, a cidade britânica de Crossmaglen, no norte da Irlanda, estava sendo atacada por foguetes da República da Irlanda – e nem por isso a Real Força Aérea britânica começou a bombardear Dublin em retaliação, matando mulheres e crianças irlandesas.
No Canadá em 2008, apoiadores de Israel repetiram esse argumento fraudulento: e se o povo de Vancouver ou Toronto ou Montreal fosse atacado com foguetes lançados dos subúrbios de suas próprias cidades? Como se sentiriam? Não. Os canadenses nunca expulsaram para campos de refugiados os habitantes originais dos bairros onde hoje vivem.
Passemos então para a Cisjordânia. Primeiro, Benjamin Netanyahu disse que não negociaria com o ‘presidente’ palestino Mahmoud Abbas, porque Abbas não representava também o Hamas. Depois, quando Abbas formou um governo de unidade, Netanyahu disse que não negociaria com Abbas, porque ‘unificara’ seu governo com o “terrorista” Hamas. Agora, está dizendo que só falará com Abbas se romper com o Hamas – quando, então, rompido, Abbas não representará o Hamas…
Enquanto isto, o grande filósofo da esquerda israelense, Uri Avnery – 90 anos e, felizmente, cheio de energia – ataca a mais recente obsessão de seu país: a ameaça de que o ISIS se mova para oeste, lá do seu ‘califato’ iraquiano-sírio, e aporte à margem leste do rio Jordão.
“E Netanyahu disse”, segundo Avnery, que “se não forem detidos por uma guarnição permanente de Israel no local (no rio Jordão), logo mostrarão a cara nos portões de Tel Aviv”. A verdade, claro, é que a força aérea de Israel esmagaria qualquer ‘ISIS’, no momento em que começasse a cruzar a fronteira da Jordânia, vindo do Iraque ou da Síria.
A importância da “guarnição permanente”, contudo, é que se Israel mantém seu exército na Jordânia (para proteger Israel contra o ISIS), um futuro estado “palestino” não terá fronteiras e ficará como enclave dentro de Israel, cercado por território israelense por todos os lados. “Em tudo semelhante aos bantustões sul-africanos” – diz Avnery.
Em outras palavras: nenhum estado “viável” da Palestina jamais existirá. Afinal, o ISIS não é a mesma coisa que o Hamas? É claro que não é.
Mas Mark Regev, porta-voz de Netanyahu, diz que é! Regev disse à Al Jazeera que o Hamas seria uma “organização terrorista extremista não muito diferente do ISIS no Iraque, do Hezbollah no Líbano, do Boko Haram…” Sandices. O Hezbollah é exército xiita que está lutando dentro da Síria contra os terroristas do ISIS. E Boko Haram – a milhares de quilômetros de Israel – não ameaça Tel Aviv.
Vocês entenderam o ‘espírito’ da fala de Regev. Os palestinos de Gaza – e esqueçam as 6 mil famílias palestinas cujas famílias foram expulsas pelos sionistas das terras onde hoje está Sederot – são aliados das dezenas de milhares de islamistas que ameaçam Maliki de Bagdá, Assad de Damasco ou o presidente Goodluck Jonathan em Abuja.
Sim, mas… Se o ISIS está a caminho para tomar a Cisjordânia, por que o governo sionista de Israel continua a construir colônias ali?! Colônias ilegais, em terra árabe, para civis israelenses… na trilha do ISIS?! Como assim?!
Nada do que se vê hoje na Palestina tem a ver com o assassinato de três israelenses na Cisjordânia ocupada, nem com o assassinato de um palestino na Jerusalém Leste ocupada. Tampouco tem algo a ver com a prisão de militantes e políticos do Hamas na Cisjordânia. E nem o que se vê hoje na Palestina tem algo a ver com foguetes. Tudo, ali, sempre, é disputa por terra dos árabes.
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Robert Fisk é jornalista e escritor britânico premiado diversas vezes com textos sobre o Oriente Médio. É um dos poucos repórteres ocidentais que fala árabe fluentemente.
Bispo da Dama
17 de julho de 2014 12:55 pmNão digo nada
Enquanto não souber a opinião de Gunter Zibell.
Mas entenderei se ele não se pronunciar, afinal, pode ser que não existam gays na Palestina ou que holocausto só seja crime se aplicado contra judeus.
Fulvia
17 de julho de 2014 1:18 pmO engraçado e mais
O engraçado e mais contraditório é essa gente que se apresenta como porta-vozes de supostas minorias sofredoras e perseguidas, se colocar a favor de perseguidores e de quem impõe sofrimento aos outros. Não quero chegar ao ponto de lamentar que Hitler não tenha tido tempo para completar o serviço todo, e hoje estarmos livre de ter que assistir a cenas tão degradantes. Parece que o sofrimento estremo não ensinou nada a essa gente.
Jorge Rebolla
17 de julho de 2014 3:33 pmFulvia
Você é o protótipo do progressista… tão estupidamente manipulada que dá asco!
Jaime
17 de julho de 2014 9:21 pmContraditório e infeliz é
Contraditório e infeliz é “gente que se apresenta como porta-voz de supostas minorias sofredoras e perseguidas” se colocar a favor de grupos terroristas responsáveis pela morte de milhares de civis inocentes e ao invés de levantar a bandeira da paz, levantar a bandeira do ódio antissemita, pois chegar ao ponto de cogitar o que você disse sobre Hitler já mostra o lixo de pensamento que você tem.
Niltom
17 de julho de 2014 2:51 pmExcelente comentário !
Excelente comentário !
João Maria Fernandes de Sousa
17 de julho de 2014 12:59 pmOs judeus do Estado de Israel
Os judeus do Estado de Israel são tão ou até mais canalhas e assassinos do que os nazistas; é com a justificativa do holocausto (que todos sabemos que existiu de fato) que eles trucidam o povo palestino ganhando assim a simpatia do mundo todo para a sua “causa”, o tal “direito divino” a todo território do Oriente Médio.
E os EUA e a ONU fazem cara de paisagem… em alguns dias vão descobrir uma Ogiva Nuclear no Irã pra despistar a opinião pública (e publicada) mundial.
O Estado de Israel é ilegal (uma vez que se fundou com a invasão dos territórios palestinos), desumano e genocida.
Jorge Rebolla
17 de julho de 2014 3:13 pmvocê nasceu assim ou caiu de cabeça do berço?
A esquerdopatia aguda mostra-se em toda a sua esplendorosa ignorância e alienação.
Desde o estabelecimento do Estado de Israel morreram menos árabes na disputa pela tal Palestina que somente neste anos nos confrontos na Síria ou no Iraque. Nos 66 anos de combates com os judeus a contagem dos mortos árabes é inferior a dos últimos seis meses na vizinha Síria ou no Iraque. (Palestinos são uma invenção dos demais países árabes para não concederem a condição de cidadão aos liderados pelos terroristas).
Então meu caro e estimado estúpido João Maria: faça-me o favor, tente comparar os fatos com base em dados e não meramente com a sua análise ideologicamente deturpada pelos anos de doutrinação e lavagem cerebral as quais foi submetido. Não existe diferença entre a sua reação ao presenciar o que ocorre e a interpretação que dela decorre da de uma cobaia estimulada. Você é uma criatura pavloviana que ainda não se conscientizou disso.
Alan Souza
17 de julho de 2014 4:28 pmPavlov estudou os cães
Direitopatia hidrofóbica é que combina mais com Pavlov, com reflexo condicionado…
Jaime
18 de julho de 2014 4:30 amComparação sem pé nem cabeça
João Maria,
O conflito entre árabes e israelenses matou 15.000 palestinos em 70 anos de conflito (e 35.000 árabes em guerras regionais), de uma população de 6 milhões de palestinos que cresce exponencialemnte. O número de judeus mortos é próximo de 4000 só em atentados terroristas e mais 12.000 nas guerras. Você quer comparar isso com um evento que dizimou 2/3 da população de judeus da Europa, isso é, 6 milhões deles, em meia década? Essa comparação não tem pé nem cabeça. O Estado de Israel não é ilegal e mutio menos genocida.
Fernando Antonio Moreira Marques
17 de julho de 2014 1:10 pmRoubo de Terra
Este argumento, verdadeiro por sinal, inviabiliza a existência de Israel. É o que propugnava o Irã, onde vivem em paz milhares de judeus.
Para Israel existir milhões de palestinos tiveram suas terras roubadas e foram expulsos, ficando parte esprimida na Faixa de Gaza, parte na Cisjordândia, outros tantos no Líbano e na Jordânia e muitos outros mundo afora numa diáspora dos tempos modernos.
Tudo isto para que os sionistas realizassem seus desejos. Pena que para torná-lo realidade tiveram que massacrar milhões de seres humanos. E o que é pior, conhecendo os árabes como conhemos, não terão paz, per omnia saeculum saeculorum…
Jaime
17 de julho de 2014 10:10 pmMetade da história
Fernando,
Essa é a metade da história, pois da mesma forma que árabes-palestinos foram desalojados, 800.000 judeus sairam ou foram expulsos de países árabes, porém foram absorvidos por Israel. Somente por isso não falamos hoje em refugiados judeus. Gaza pertencia ao Egito, a Cisjordânia à Jordânia. Porque esses países e a Síria não absorveram essa população de árabes-palestinos? Porque optaram por uma guerra e optaram por manter a população palestina como refugiados, além de rejeitar a partilha. Além disso, cabe lembrar que o número de palestinos mortos por árabes, no setembro negro e em outros conflitos, é maior do que o de mortos por Israel. Mas como eu já disse no comentário acima, isso tudo é irrelevante nas negociações entre as partes. O que é relevante é o que cada parte quer e o que está disposta a conceder. No momento, nenhuma das partes deixa isso claro. Sem falar que cada parte é dividida em muitos grupos. O Hamas que tem como objetivo destruir Israel e tem a prática de executar opositores palestinos é um represente legítimo do povo palestino?
Free Walker
17 de julho de 2014 1:49 pmChamar misseis M-302 com raio
Chamar misseis M-302 com raio de ação de 160 km de rojões demonstra desonestidade do articulista. Depois que começou esse conflito apenas 1200 “rojões” cairam em solo israelense, sorte que mais de 90% são bloqueados pelo Iron Dome….
Eis um rojão….
Alan Souza
17 de julho de 2014 2:38 pmPois é…
Pena que os palestinos não tem “Iron Dome”…
Mais de 200 mortos na Faixa de Gaza desde o início do conflito
(http://bit.ly/1mQUht3)
leonidas
17 de julho de 2014 4:26 pmSeria necesserio caso Israel
Seria necesserio caso Israel lançasse todos os dias foquetes contra a faixa de gaza sem que houvesse qualquer ataque de algum palestino em Tel Aviv…
Alan Souza
17 de julho de 2014 7:58 pmSabe o que é ruim?
Não dá nem pra você propor a canonização de Israel, já que eles são judeus…
Pois tentar, você bem que tenta!
leonidas
17 de julho de 2014 2:20 pmos pilantras de sempre em sua
os pilantras de sempre em sua campanha cinica difamatoria
Rojoes?
alguns desses rojoes pesam + de 250 kg!
Os terroristas do Hamaz nao matam inocentes as centanas por falta de meios.
matar inocentes sempre foi o forte do Hamaz.
O Hamaz nao esta nem ai com os palestinos, o objetivo dele é defender os ideias do Hamaz, matou palestinos do Fatah o quanto pode, aterroriza a populaçao civil palestina que ouse discordar dele.
O Hamaz é tudo aquilo e prega tudo aquilo que alguns Sem vergonhas ( nao ha outro nome ) que se dizem progressistas e o defedem , aqui no Brasil dizem ser a favor.
Falta de honestidade é “mato ” na argmentaçao desses caras.
O Hamaz usa o povo palestino deliberadamente, para ele quantos morrerem melhor, um corpo é uma propaganda politica maginifica , se de crianças entao melhor ainda!
Os tuneis por onde entram esses ” rojões ” de quase meia tonelada , por alguma razao inexplicavel nao foi usado para trazer medicamentos e alimentos…rs
Entao o Hamaz veiculava imagens de civis e crianças desnutridas, pois o Irã ( como aquele amigo que paga pinga mas nao lanche ) só manda armas, afinal o povo passando fome e s/ remedios gera empatia internacional né?
É só disso que se trata, Israel saiu da faixa de gaza de forma unilatarel e desde entao o Hamaz só fez chover ” rojoes ” para MATAR DE FORMA DELIBERADA QUALQUER PESSOA que estivesse em seu caminho, e isso ja tem 10 anos ou mais.
E impossivel para uma sociedade nao agir para resguardar a rotina civil de milhares de inocentes que sao atacados de forma deliberada apesar de sua condição de CIVIS
Isso esses canalhas nao falam, como sempre os mortos para eles só tem valia quando são do lado ao qual recaia suas simpatias criminosas…
Alan Souza
17 de julho de 2014 2:40 pmPois é…
Deve ser por isso que o Hamas já matou mais de 10 mil israelenses com seus foguetes…
(Até agora o placar está 202 para os bonzinhos-sofridos-atacados de-Israel X 1 para os canalhas-terroristas-comunistas-palestinos de Gaza…)
Jorge Rebolla
17 de julho de 2014 3:22 pmO teu desconhecimento é injustificável…
no comentário apenas os termos canalhas e terroristas estão corretos, embora tenha tentado utilizá-los ironicamente.
Existe uma grande diferença de atitudes entre judeus e árabes para que o número de vítimas seja desproporcional: Israel defende os civis, os líderes palestinos defendem-se com os seus.
P.S. Em quantos confrontos militares um lado avisa ao outro com antecedência sobre os locais que serão bombardeados?
Alan Souza
17 de julho de 2014 4:22 pmO que você chama de desconhecimento
É na verdade ideologia. A minha é a da paz, do lado oprimido. A sua é a da guerra, do opressor. Normal, para quem é da extremíssima direita como você…
(E é bom saber que lês o que eu escrevo. Agora já sei que lestes todas as cutucadas que eu dou do tipo “Rebolla passou por aqui?” nos posts que finges não ler…)
leonidas
17 de julho de 2014 4:41 pmNão é questao de
Não é questao de desconhecimento
Israel é uma naçao e o Hamaz um movimento terrorista que de forma deliberada age entre civis.
a analogia nao procede.
Alegar que uma naçao incorra em ilicito ao usar de seu arsenal para agir em defesa de seu povo , invocando uma suposta desproporção , é algo falacioso
O Hamaz dispoe de artefatos que pesam quase ( alguns ) meia tonelada , e se nao ha aprimoração tecnologica isso ´por sí só nao serve jamais para tentar desqualifcar essa ameaça.
Sobre aviso, voce novamente tenta equiparar lançamentos de grupos terroristas contra civis de forma deliberada e reiterada à revelia de haver caso de confrontação entre as parter, com as reações das forças de defesa contra os sitios desses lançamentos.
Desculpe colega, acho que suas colocações simplesmente nao procedem…
leonidas
17 de julho de 2014 4:29 pmO Hamaz tenta né?
Graças a
O Hamaz tenta né?
Graças a deus nao consegue, mas se dependesse de vontade, nao só 10 000 isralenses ( talvez ele ja tenha matado isso só de palestinos ) ele teria matado quando pudessem encontrar, incluindo ai gente como voce.
A menos que seja mulçumano devoto, se der as caras e se comportar na faixa de gaza do modo que faz aqui ou seja, ter religião diferente, consumir cerveja, ouvir musica ocidental e gostar de dar opiniao na net ) voce tambem vai para a cadeia ou pra vala viu experto? rs
Alan Souza
17 de julho de 2014 7:56 pmNossa…
Falou duas vezes na possibildiade da minha morte. Desejo inconsciente de me ver morto?
(Outro que é bom saber que me lê. Cutucadas do tipo “Leonidas já viu isso?” estão sendo lidas…)
prudêncio de araujo
17 de julho de 2014 3:07 pmPlaca da Pax Leônidas: Israel
Placa da Pax Leônidas: Israel 202 x 0 humanidade. Pô este cara nem cora! Ou será ele uma drone?
Jorge Rebolla
17 de julho de 2014 3:02 pmO estatuto do terrorista Hamas declara que seu objetivo é…
…DESTRUIR O ESTADO DE ISRAEL. Então aos judeus resta apenas se defender, quem diz o contrário é amante do terrorismo! Pessoas como Robert Fisk desprezam todos os dados e fatos, utilizam apenas a análise ideológica para justificarem as suas posições homicidas.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=5v5qrA76gZ0%5D
Tagutti
17 de julho de 2014 3:07 pmO mais triste de tudo é que
O mais triste de tudo é que os judeus, historicamente, sempre tiveram uma relação mais cordial e pacífica com os árabes do que com os cristãos. O sionismo, aliás, foi uma resposta a perseguição sofrida pelos judeus da Europa (Ashkenazi).
O que torna tudo isto uma bagunça aparentemente insanável não é só a pressão da extrema-direita israelense, mas também o interesse econômico e geopolítico das potências ocidentais (que, talvez com excessão dos EEUU, ironicamente sempre foram caldeirões de anti-semitismo) que tornaram este cenário viável.
Free Walker
17 de julho de 2014 3:20 pmFestas Juninas, passoca, pinhão, quentão e rojões
O Iron Dome em ação contra os rojões hamasianos…
https://www.youtube.com/watch?v=5uLXQJQQ6_c
Jorge Rebolla
17 de julho de 2014 3:30 pmEsqueci-me… de falar…
…nos comentários anteriores…
O safado que escreveu o artigo não disse que a guerra na declaração da independência do Estado de Israel foi iniciada pelos árabes. No dia seguinte ao ato os judeus foram simultanea e covardemente atacados pelo Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Arábia Saudita. Este Fisk é um autêntico esquerdopata… mente e manipula descaradamente. Um verdadeiro vermelho… um petista honorário.
Os judeus só não sofreram um novo genocídio em 1948 pois estavam escaldados pelo que ocorreu alguns anos antes na Europa. Resisitiram e venceram 5 países que tentavam assassiná-los coletivamente!
Heart
17 de julho de 2014 4:46 pmConvite a todos regressistas:
Convite a todos regressistas: Vão morar na palestina. No olho dos outros é refresco, né?
evandro condé de lima
17 de julho de 2014 5:13 pmQuem responde.
Os entendidos, dois dois lados, por favor me esclareçam: afinal, o lançamento de mísseis (ou o nome que quiserem dar) pelo Hamas se dá por lançadores em área urbana de Gaza?
leonidas
17 de julho de 2014 5:33 pmO Hamaz apoia quando ele
O Hamaz apoia quando ele mesmo nao dispara misseis
Ele se usa de locais 110% civis e o povo palestino se vê na maior parte dos casos coagido a ser cumplice nisso, pois se alguem se manisfetar contra o Hamaz na faixa de gaza pode ser preso ou sofrer algum tipo de ” acidente fatal ” ou executado mesmo a luz do dia como milhares de membros do fatah foram.
A ideia é exatamente usar alvos civis para atacar ou estocar municão e missies para através dos corpos de suas mulheres, crianças e idosos o Hamaz e seus cumplices alcançarem algum tipo de ” imunidade ” à retaliações.
Obvio que muita das açoes do exercito Israelenses são questionaveis quando nao criminosas, como ja houve relatos de taticas como quebrar a mao de pessoas envolvidas em disturbios, ou mesmo implodir residencia de familiares dos terroristas.
sao coisas erradas sobre as quais o peso da condenaçao interncaional e de todos é algo justo e completamente justificavel
Mas o que ocorre na realidade é o que parece ser solidariedade ao sofrimento humano ( e ai nao entra lado nenhum ) nao passe de apologia à grupos terroristas de gente mal intencionada que de modo deliberado ignora o que venha a ser o Hamaz e o que ele represente apenas para condenar Israel por ser uma nação historicamente aliada dos norte americanos…
joe
17 de julho de 2014 7:10 pmPor quê ninguém comenta o
Por quê ninguém comenta o massacre na Siria?
Por quê ninguem comenta as atrocidades cometidas pelos grupos muçulmanos na Nigéria?
Por quê não se condena todos os países árabes que cometem todos os tipos de atrocidades no oriente médio contra as mulheres,homossexuais ,minorias cristãs ,coptas,ortodoxos e demais etnias?
Por quê os defensores dos radicais palestinos não condenam o uso de escudos humanos ?
Desde o início do século passado mais de 2 milhões de judeus sefaradis foram expulsos dos países árabes- Oriente médio/Turquia e África- (Líbano,Siria,Yemem,Jordania,Egito,Marrocos,Tunísia,Líbia e outros).
Os nossos antepassados sairam com a roupa do corpo,ajudados apenas pela Cruz Vermelha. Tudo foi TOMADO. e nada foi devolvido.
A última expulsão dos judeus se deu no Governo Nasser, do Egito ,em 1956.
História que está se repetindo em pleno século XXI com a perseguição aos católicos e de outrar religiões que não Islamita.
Lembrem do velho texto: “Primeiro foram os judeus,depois os ciganos,depois os homossexuais,ortodoxos,maronitas,protestantes ,católicos ………… e assim pode chegar a sua vez e não teremos ninguém para reclamar.
Todas as grandes capitais européias estão assustadas com as ameaças dos radicais do Islã.
Só para encerrar este texto cabe lembrar que Israel é a ÚNICA DEMOCRACIA do Oriente Médio e que em seus 64 anos de existência é um dos paíse mais desenvolvidos do mundo.
Jaime
17 de julho de 2014 8:26 pmMas isso é irrelevante.
No contexto do artigo, cabe-se perguntar o porquê de Egito, Jordânia e Síria não terem acolhido os refugiados árabes-palestinos de 1948, assim como Israel acolheu todos os 800.000 refugiados judeus vindos de países árabes. Por um acaso fala-se em direito de retorno desses judeus e de seus descendentes aos seus países de origem? Não. Pois bem, Gaza poderia ser hoje uma cidade egípcia, a sua população ter plena cidadania e livre trânsito. Mas os países árabes optaram pela guerra em 1948 e optaram por manter a população palestina sob o status de refugiados.
Obviamente, que esse tipo de disussão do que poderia ou não ter acontecido é irrelevante e, pelo mesmo motivo, o artigo do Robert Fisk é irrelevante. O que é relevante é forçar os dois lados a aceitarem as concessões necessárias para a solução de 2 estados: os palestinos precisam colocar os grupos terroristas na ilegalidade, como em parte fez a ANP, e os israelenses precisam se retirar da maior parte da Cisjordânia. Fora isso, é chover no molhado.
Heart
17 de julho de 2014 11:55 pmRadicais palestinos? Não mesmo
Os judeus é que são os radicais aqui. Roubam até os impostos palestinos, não reconhecem o Estado Palestino e ainda por cima rouba os impostos dos palestinos.