4 de junho de 2026

Temer diz que Reforma da Previdência é para Brasil não virar Rio

 
Jornal GGN – “Se eu chegar ao fim do governo nessas condições [aprovação das reformas], e tenho quase que absoluta certeza que chegarei, a única coisa que quero é ser reconhecido pela história. Quero ser recordado pelo serviço que faço ao meu país”, disse o presidente Michel Temer.
 
A declaração em entrevista à rádio CBN foi em referência às reformas Trabalhistas e da Previdência, da qual defende que seja aprovada pelo Congresso “da forma como está”. Em tom de advertência, disse que a medida evitará que o país se transforme em estados com graves situações financeiras, como o Rio de Janeiro.
 
Apesar de estar firme na defesa de que o projeto seja aprovado sem modificações, deu sinal verde para possíveis alterações, em discussão com o Legislativo. Disse que haverá discussão da proposta de emenda à Constituição “até onde pudermos”.
 
“O governo mandou aquilo que acha necessário para que o Brasil não se transforme… Vou citar aqui, com toda a liberdade, porque já está já devidamente publicizado, não é? Que é a história do Rio de Janeiro, a história do Rio Grande do Sul, a história de Minas Gerais”, disse.
 
“Estados que estão passando por grandes dificuldades, exata e precisamente em função do fenômeno previdenciário. Então o Brasil não pode, daqui a quatro, cinco anos, transformar-se numa figura como está acontecendo com os estados brasileiros”, completou.
 
“Haverá objeções, observações lá no Congresso (à reforma)? Haverá, e é natural que haja. Nós precisamos dialogar, não é? E vamos até onde pudermos”, afirmou ao colunista Jorge Bastos Moreno, no programa Moreno no Rádio.
 
Cunha e poder
 
Também na entrevista, Temer negou que o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) tenha influência no seu governo. Questionado se será “mordido pela mosca azul do poder” afirmou que queria apenas ser “reconhecido como quem prestou um serviço pelo país” e negou as possibilidades de se candidatar à reeleição em 2018.
 
Sobre Cunha, Moreno recordou das críticas do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), de que Cunha estaria ocupando um espaço na gestão Temer, pelas indicações ministeriais. “Absolutamente não existe [influência]. Imagine se o Eduardo Cunha, que está distante, pode influenciar alguma coisa aqui? Não tem influência nenhuma”, negou.
 
Também tentou amenizar possível dissidência com o Congresso, após as críticas de Renan. Afirmou que o senador tem dialogado permanentemente com o governo. “Tenho certeza de que ele vai continuar nos ajudando. Vai nos ajudar na aprovação das reformas. Tenho certeza que nossa relação vai continuar sólida”, seguiu.
 
 

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

21 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Ivan de Union

    10 de março de 2017 10:52 pm

    Como eu ja disse ontem…  eu

    Como eu ja disse ontem…  eu so sinto vergonha de ler noticias do Brasil ultimamente.

  2. SamuZLSP

    11 de março de 2017 12:22 am

    Vão entregar o dinheiro das

    Vão entregar o dinheiro das nossas aposentadorias para os especuladore e rentistas de toda espécie. 

  3. Júnior Sertanejo

    11 de março de 2017 1:09 am

    Alguma notícia mais nova do
    Alguma notícia mais nova do emperucado exótico gozador,para quebrar a rotina.?

  4. Danilo pro

    11 de março de 2017 1:14 am

    temer é um bandidinho meia

    temer é um bandidinho meia boca, laranja ele e sua gangue de verdadeiros tubarões. véinho babaca, rola bostas, com aquela mulherzinha, papel deprimente. tenho dó de seus filhos. o que sofre alguém q tenha um pai assim. É muita humilhação.

    a “alegria” na lancha sem licitação no passeio do carnaval, mostrava tudo. Um desâmino, uma tristeza, nem sol tinha. Gente amórfa, parece que sem alma.

  5. andre rs t

    11 de março de 2017 7:24 am

    1- Quando meu irmão faleceu,

    1- Quando meu irmão faleceu, foi uma luta para se aposentar pelo INSS, pois a prefeitura para a qual ele trabalhava recolhia as contribuições mas não as repassava ao INSS. Isso acontece em todos os municipios deste pais.

    2- Ha uma grande roubalheira na área dos Regimes Proprios de Previdência, seja no ambito dos municipios, estados ou união. A parte patronal não é paga. Prefeitos metem a mão mesmo.

    3- Militares contribuem com muito pouco, tipo 1.5% para que dependentes tenham pensão vitalicia.  

    4- Não há compensação financeira entre os 3 regimes: municipio, estado e união.

    4- Nunca deveriam ter permitido que municipios, mesmo Estados, tivessem regimes próprios de previdência, pois a falta de fiscalização é flagrante, os gestores fazem o que querem com o dinheiro do servidor.

    5- Mesmo apos se aposentar, os servidores publicos da União pagam contribuição para a previdencia. 

    Onde está mesmo o problema, heim. Os militares não serão incluidos na reforma

  6. andre rs t

    11 de março de 2017 7:34 am

    Muita gente não sabe, mas os

    Muita gente não sabe, mas os servidores federais pagam previdencia, e também o próprio custeio para a saúde

     

    https://crpsjuntasderecursos.wordpress.com/2016/06/20/governo-temer-intervem-na-geap-e-justica-suspende-reducao-do-reajuste/comment-page-1/

  7. andre rs t

    11 de março de 2017 7:39 am

    Quem deveria a contribuição previdencia simplesmente não paga

    ” Esse é o caso da cobrança de dívidas das quais a Previdência é credora. Dos R$ 375 bilhões de dívida ativa, a Receita Federal estima que R$ 100 bilhões têm chance entre média e alta de serem pagos. “Não é um montante qualquer. Ele pode ter um impacto sobre o fluxo de caixa muito grande, inclusive para fazer transições “, afirma o sociólogo Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Diesse.

     

    (…)

    A revisão das isenções para entidades filantrópicas, categoria na qual se enquadram ONGs e igrejas, por exemplo, é uma proposta que poderia gerar um fluxo contínuo de caixa para a Previdência. O aumento estimado na arrecadação seria de até R$ 11 bilhões —o valor total das isenções concedidas em 2015.

     

    Outra medida positiva, na avaliação de Marconi, seria o fim da desoneração das exportações do agronegócio, hoje isentas de contribuição previdenciária. Só em 2016, o governo deve deixar de arrecadar R$ 6,6 bilhões por causa disso, ou 0,1% do PIB, segundo projeção da Receita.”

     

     

    Proposta de centrais sindicais não é suficiente para cobrir rombo no INSS

    Por Fernanda Perrin Folha de São Paulo 14-10-2016

     

    Propostas apresentadas pelas centrais sindicais para cobrir o rombo nas contas da Previdência Social poderiam garantir uma arrecadação extra de cerca de R$ 115,3 bilhões por ano, segundo estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) As entidades sugeriram ao governo medidas como o fim da desoneração para exportações agrícolas e a tributação de jogos de azar, cuja legalização ainda está em debate no Congresso Nacional.

    Embora relevante, esse valor seria insuficiente para cobrir um ano de déficit da Previdência, que deve atingir neste ano quase R$ 150 bilhões. “A proposta do Dieese é importante para você ter um tempo para negociar a reforma, mas ela não resolve a sustentabilidade do sistema no longo prazo”, diz o economista Nelson Marconi, da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EESP).

    Um dos problemas é que algumas das medidas propostas teriam efeito pontual, sem gerar receita continua.

    Esse é o caso da cobrança de dívidas das quais a Previdência é credora. Dos R$ 375 bilhões de dívida ativa, a Receita Federal estima que R$ 100 bilhões têm chance entre média e alta de serem pagos. “Não é um montante qualquer. Ele pode ter um impacto sobre o fluxo de caixa muito grande, inclusive para fazer transições “, afirma o sociólogo Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Diesse.

    Seria um alívio para o caixa da Previdência, observa Marconi, mas com efeito temporário e sem resolver o desequilíbrio das contas no longo prazo, que tem crescido com o envelhecimento da população e o aumento da sua expectativa de vida. O mesmo vale para o leilão de imóveis da Previdência fora de uso.

     

    O mesmo vale para o leilão de imóveis da Previdência fora de uso. Segundo o Dieese, o governo afirma que há 3.485 propriedades nessa situação.

     

    Não há estimativa de quanto poderia ser arrecadado dessa forma nem daquilo que poderia ser economizado com a venda desses imóveis. Ainda que o valor seja alto, seria uma receita pontual.

     

    A revisão das isenções para entidades filantrópicas, categoria na qual se enquadram ONGs e igrejas, por exemplo, é uma proposta que poderia gerar um fluxo contínuo de caixa para a Previdência. O aumento estimado na arrecadação seria de até R$ 11 bilhões —o valor total das isenções concedidas em 2015.

     

    Outra medida positiva, na avaliação de Marconi, seria o fim da desoneração das exportações do agronegócio, hoje isentas de contribuição previdenciária. Só em 2016, o governo deve deixar de arrecadar R$ 6,6 bilhões por causa disso, ou 0,1% do PIB, segundo projeção da Receita.

     

    As centrais também sugerem novas fontes de recursos para a Previdência, como o imposto sobre os jogos de azar, atividade que ainda depende de regulamentação do Congresso. Outra ideia em debate é a recriação da CPMF.

     

    O fim da aplicação da DRU (Desvinculação das Receitas da União), que libera o governo para gastar parte de suas receitas com outras despesas que não as obrigatórias destinaria mais R$ 61 bilhões aos aposentados, estima o Dieese.

     

    Mas o fim da DRU teria efeitos colaterais. É o cobertor curto. Se eu destinar isso só para a Previdência, continuo com uma série de outras despesas para controlar. Daqui a pouco, nem essa receita vai ser suficiente, diz Marconi

     

    PROPOSTAS PARA O INSS – Ideias dos sindicatos contra o rombo avaliadas por um economista

    https://www.anasps.org.br/gestao-da-geap-e-criticada-na-comissao-de-direitos-humanos-do-senado/

  8. andre rs t

    11 de março de 2017 7:51 am

    http://www.brasil247.com/pt/2

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/239497/Governo-Temer-atua-pelo-fim-da-Geap-Sa%C3%BAde-argumentos-e-interesses.htm

    A GEAP,  um plano de saúde e previdencia(peculio) dos servidores federais é mantido 100% por estes, tratando-se de fundação de direito privado, nao se tratando de fundação publica como imagina o governo TEmer, para se por a mão nos mais de 4 bilhões de reais relativos ao montante anual para a administração do sistema

  9. andre rs t

    11 de março de 2017 8:20 am

    A GEAP, entidade privada, foi

    A GEAP, entidade privada, foi tomada pelo usurpador, que a entregou nas mãos de partidos que apoiaram o golpe de Estado

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=6NJ1KbqQa_o%5D

  10. Fábio de Oliveira Ribeiro

    11 de março de 2017 9:50 am

    Faltou ele dizer o
    Faltou ele dizer o principal.
    Que o Rio de Janeiro é aquela bosta porque tem sido governado pelo PMDB.

  11. alexis

    11 de março de 2017 10:05 am

    Em compensação…

    Se ele não sair logo o Brasil inteiro vai virar Haiti.

  12. Marcos Oliveira

    11 de março de 2017 10:24 am

    RGPS x RPPS

    Sem querer, o Temer admite algo que, infelizmente, tem passado em grande parte desapercebido nas discussões: o grande problema da previdência é o regime público, e não o privado! Ora, o Rio não está falido por conta dos aposentados do INSS, até porque o último é federal – o problema é que o modelo de previdência de servidores públicos é absolutamente insustentável já há algum tempo, enquanto o RGPS poderia continuar solvente com alterações menores. O Funpresp, na União, apenas diminui o problema para o limite do RGPS, e não resolve a questão dos milhares de servidores que ainda estão nas regras antigas, com a expectativa de se aposentarem com rendimentos integrais, muitas vezes acima do limite de R$ 5,5 mil do RGPS.

    Para mim é absolutamente escandaloso que a esquerda não explicite essa questão, mas como ela tem uma relação mais do que “carnal” com os servidores públicos … o correto seria peitar o conflito entre gerações desde já e taxar progressivamente os servidores já aposentados com valores acima do limite do RGPS – uma versão socialmente mais justa do que o Rio de Janeiro tentou fazer ao impor 30% para todo mundo. Infelizmente, nem esquerda nem direita têm coragem de peitar as burocracias…

    1. andre rs t

      11 de março de 2017 12:04 pm

      Logo logo os servidores

      Logo logo os servidores publicos estarão pagando 50% dos seus vencimentos para o custeio da sua previdência e mesmo assim não resolver o problema, 

      “Os servidores públicos municipais, estaduais e federais também deverão ser atingidos pela reforma da Previdência (voltada, principalmente, para a iniciativa privada). Segundo uma fonte ligada ao grupo que trata do assunto, o governo federal estuda incluir nas mudanças a chamada “contribuição de alíquota especial” para a Previdência de todo o funcionalismo do país, cujo percentual passaria dos atuais 11% para até 20%.” (Extra)

      1. andre rs t

        11 de março de 2017 12:37 pm

        Várias Entidades já provaram

        Várias Entidades já provaram por A mais B que o problema do déficit da previdencia está no calote de empresas como Vale, itau e de governos que dão calote que atinge a cifra de meio trilhão de reais. Ai a Globo joga na boca do povo que a culpa é de quem paga pouco ou seja, 11 até 20% do salário base. Desta forma o defícit será eterno. Os municipios recolhem mas não repassam ao INSS. O Tesouro Nacional deveria assumir a previdencia de quem não paga, no caso os trabalhadores rurais e o amparo social para pobres e deficientes, despesas pagas pelos trabalhadores brasileiros. Já o seguro-desemprego tem natureza previdenciária e a contribuição para mante-lo deveria ir para o INSS. 

        1. Marcos Oliveira

          12 de março de 2017 12:18 am

          Aham …

          Entidades que, coincidentemente, são associações de servidores públicos – da Receita e do INSS, por exemplo. Óbvio que elas mantiveram absoluta isenção na condução dos seus estudos né? #SQN

          O fato é que HOJE já estamos na situação em que, para cada servidor aposentado, há aproximadamente 5 na ativa. Ora, para a conta “fechar” precisamos de 9 servidores ativos para cada aposentado. Com a curva demográfica atual, como que isso vai fechar um dia? Faça as contas por conta própria, não é muito difícil não…

  13. Fábio de Oliveira Ribeiro

    11 de março de 2017 10:49 am

    Também faltou o usurpador

    Também faltou o usurpador admitir que o olhar dele é tão distorcido quando o do seu dileto amigo e agenciador de propinas.

     

  14. andre rs t

    11 de março de 2017 12:08 pm

    Será que a culpa é mesmo dos servidores publicos

    Não me refiro aos servidores das Forças Armadas, mas os servidores civis pagam sua previdência, inclusive pagam depois que se aposentam. Se pagam sobre o teto do INSS, também se aposentam pelo teto do INSS. Onde mesmo está a culpa dos servidores públicos. 

    http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI212762,51045-Contribuicao+previdenciaria+do+servidor+publico

  15. andre rs t

    11 de março de 2017 12:40 pm

    Temer, cobra da Globo….vai

    Temer, cobra o que a Globo deve…vai

    O Globo teve até a sede penhorada, mas não paga dívida ao INSS para honrar aposentadorias

    Mesmo tendo como donos a família mais rica do Brasil, segundo a revista Forbes, a empresa do jornal “O Globo” e seu responsável, João Roberto Marinho, são réus em processo de execução fiscal por não pagar uma dívida ao INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) que se arrasta desde 1999.
     

     

    Para garantir o pagamento da dívida de R$ 3,7 milhões na época; em 12 de agosto de 1999 a 5a. Vara Federal do Rio de Janeiro penhorou o tradicional prédio sede do jornal, que fica na Rua Irineu Marinho, 35.
    A prédio ficou penhorado até 17 de outubro de 2013, quando O Globo depositou uma carta de fiança bancária para substituir o edifício como garantia, mas ainda não pagou a dívida, segundo a movimentação do processo que corre hoje na 11ª Vara Federal de Execução Fiscal do Rio de Janeiro.
    O curioso é que estas contribuições são necessárias para o pagamento de aposentadorias, e o jornal, em seus editoriais tem defendido o fim da política de aumentos reais do salário mínimo por aumentar as despesas do INSS. Estaria os editoriais advogando em causa própria? E será que os leitores aposentados de “O Globo” sabem desta dívida? Segundo decisão judicial, o montante da dívida atingia R$ 5,8 milhões na última vez que foi corrigida. Não custava nada a família Marinho, detentora de uma fortuna avaliada em mais de R$ 50 bilhões na revista Forbes, honrasse seus compromissos com os aposentados brasileiros. http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/05/o-globo-teve-ate-sede-penhorada-mas-nao.html

  16. jose carlos lima...

    11 de março de 2017 12:58 pm

    A receita para o Brasil não virar Rio

    Pro Brasil não virar rio é só acabar com a mamata do empresariado, aprovar leis proibindo o calote e as isenções dadas as mega-empresas: a Vale deve alguns bilhões de reais.  A Globo deve outra porrada. Troquem o disco da vitrola: tirem o Lula como foco e coloquem quem realmente prejudica este pais. Se as empresas, inclusive o agronegócio, não paga, o Brasil vira Rio mesmo.

  17. Juliano Santos

    11 de março de 2017 4:58 pm

    A crise do Rio é culpa dos

    A crise do Rio é culpa dos aposentados e pensionistas, que cismam em comer, comprar remédio e em ir num cineminha de vez enquando.

    Não é do extermínio da indústria do petróleo e naval, pelos moralistas lavajatenses. Muito menos do PMDB do Cabral e do Piciani com seus desvios de verbas, e de como lembrou o Jose Carlos Lima, isenções a torto e a direito, inclusive à Rede Globo, que não paga imposto. Seria a Globo uma igreja?

    Vamos pegar esse velhinhos e velhinhas! 

  18. jonas carvalho

    12 de março de 2017 12:36 am

    reconhecimento de temer

    Temer vai ser reconhecido pela historia como um dos golpistas de 2016 que violaram a Constituicao e deram um golpe parlamentar contra o Estado de Direito.Sera reconhecido como um usurpador que esta destruindo o Pais e fazendo o desmonte de nossas empresas publicas como a Petrobras,o BNDS, a Caixa Economica Federal, a EBC, o Banco do Brasil etc. e destruindo nossos institutos como a Previdencia Social ,a CLT e as Universidades Federais, tudo para beneficiar a iniciativa privada, o mercado, os bancos e rentistas. Este eh o reconhecimento que lhe reserva a historia….

Recomendados para você

Recomendados