Jornal GGN – O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou variação de 0,69% na terceira semana de maio, resultado 0,09 ponto percentual abaixo da taxa registrada na última divulgação, segundo levantamento elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Quatro das oito classes de despesa componentes do índice reduziram suas taxas de variação ao longo do período de pesquisa, sendo que a maior contribuição partiu do grupo Alimentação, que caiu de 1,05% para 0,81%. Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 2,35% para 0,91%.
Os outros grupos que perderam força no período foram Saúde e Cuidados Pessoais (de 1,39% para 1,08%), Transportes (de 0,52% para 0,42%), e Vestuário (de 0,78% para 0,45%). Nestas classes de despesa, os destaques partiram dos itens: artigos de higiene e cuidado pessoal (1,58% para 0,84%), automóvel usado (0,16% para -0,27%) e roupas (0,90% para 0,54%), nesta ordem.
Em contrapartida, os grupos que apresentaram acréscimo em suas taxas de variação foram Educação, Leitura e Recreação (de 0,16% para 0,63%), Despesas Diversas (de 0,56% para 0,74%), Habitação (de 0,73% para 0,74%), e Comunicação (de 0,14% para 0,18%). Para cada uma destas classes de despesa, os itens que se destacaram foram passagem aérea (de -7,75% para 5,84%), jogo lotérico (de 1,93% para 4,43%), tarifa de eletricidade residencial (de 2,95% para 3,29%) e pacotes de telefonia fixa e internet (de -0,03% para 0,16%), respectivamente.
Na avaliação por itens, os produtos que exerceram as principais variações positivas foram tarifa de eletricidade residencial (de 2,95% na segunda semana de maio para 3,29%), refeições em bares e restaurantes (de 0,62% para 0,63%), condomínio residencial (de 1,10% para 1,22%), tomate (de 0,91% para 8,87%) e plano e seguro saúde (estável em 0,71%). Na outra ponta, as principais variações negativas ficaram com alface (de -7,79% para -9,54%), laranja-pera (de -5,67% para -5,41%), aparelho de TV (de -1,33% para -1,62%), farinha de mandioca (de -7,51% para -12,34%) e batata inglesa (de 10,78% para -1,26%).
carlos afonso quintela da silva
23 de maio de 2014 2:39 pmQue tal o Brasil criar um
Que tal o Brasil criar um índice de inflação semelhante aos dos EUA, no qual alimentos e combustíveis não sejam incluídos. Acho que a imprensa ficaria sem casa para trabalhar!!!