4 de junho de 2026

IPC-S sobe 0,69% na terceira semana de maio

Jornal GGN – O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou variação de 0,69% na terceira semana de maio, resultado 0,09 ponto percentual abaixo da taxa registrada na última divulgação, segundo levantamento elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

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Quatro das oito classes de despesa componentes do índice reduziram suas taxas de variação ao longo do período de pesquisa, sendo que a maior contribuição partiu do grupo Alimentação, que caiu de 1,05% para 0,81%. Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 2,35% para 0,91%.

Os outros grupos que perderam força no período foram Saúde e Cuidados Pessoais (de 1,39% para 1,08%), Transportes (de 0,52% para 0,42%), e Vestuário (de 0,78% para 0,45%). Nestas classes de despesa, os destaques partiram dos itens: artigos de higiene e cuidado pessoal (1,58% para 0,84%), automóvel usado (0,16% para -0,27%) e roupas (0,90% para 0,54%), nesta ordem.

Em contrapartida, os grupos que apresentaram acréscimo em suas taxas de variação foram Educação, Leitura e Recreação (de 0,16% para 0,63%), Despesas Diversas (de 0,56% para 0,74%), Habitação (de 0,73% para 0,74%), e Comunicação (de 0,14% para 0,18%). Para cada uma destas classes de despesa, os itens que se destacaram foram  passagem aérea (de -7,75% para 5,84%), jogo lotérico (de 1,93% para 4,43%), tarifa de eletricidade residencial (de 2,95% para 3,29%) e pacotes de telefonia fixa e internet (de -0,03% para 0,16%), respectivamente.

Na avaliação por itens, os produtos que exerceram as principais variações positivas foram tarifa de eletricidade residencial (de 2,95% na segunda semana de maio para 3,29%), refeições em bares e restaurantes (de 0,62% para 0,63%), condomínio residencial (de 1,10% para 1,22%), tomate (de 0,91% para 8,87%) e plano e seguro saúde (estável em 0,71%). Na outra ponta, as principais variações negativas ficaram com alface (de -7,79% para -9,54%), laranja-pera (de -5,67% para -5,41%), aparelho de TV (de -1,33% para -1,62%), farinha de mandioca (de -7,51% para -12,34%) e batata inglesa (de 10,78% para -1,26%).

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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1 Comentário
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  1. carlos afonso quintela da silva

    23 de maio de 2014 2:39 pm

    Que tal o Brasil criar um

    Que tal o Brasil criar um índice de inflação semelhante aos dos EUA, no qual alimentos e combustíveis não sejam incluídos. Acho que a imprensa ficaria sem casa para trabalhar!!!

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