Após a alta do dólar nesta terça-feira (02), vista como uma reação do Banco Central ao governo Lula, interlocutores do presidente teriam alertado a ele para diminuir o tom das críticas, a fim de evitar uma nova reação, como a alta da inflação com a continuidade do aumento da moeda norte-americana.
O noticiário econômico desta terça concentrou-se no disparo da moeda norte-americana, superando R$ 5,70, como uma falta de atuação do BC, que poderia usar reservas internacionais para impedir o aumento.
O presidente do Banco Central, Campos Neto, tem se posicionado contra uma possível atuação no câmbio, aumentando ainda as especulações financeiras sobre o real e desvalorizando a moeda brasileira. Como consequência, há aumento da inflaçao e os preços dos produtos no Brasil aumentam.
Diante do cenário, o ministro Fernando Haddad, da Fazenda, e um grupo de economistas conversaram com o presidente Lula, neste final de semana, alertando para conter o tom das críticas a Campos Neto, com o objetivo de obter do Banco Central uma atuação para impedir o aumento da inflação.
A informação foi divulgada por Mônica Bergamo, nesta quarta (03). No encontro, segundo a nota, o presidente mostrou-se “indignado” com o movimento especulativo contra o seu governo. Os economistas teriam afirmado a Lula que, no lugar das críticas, o presidente deve atuar pela proteção econômica de forma discreta, preservando o salário mínimo, aposentadorias e benefícios sociais.
José de Almeida Bispo
3 de julho de 2024 12:07 pmQuerem calar Lula? Aliás, é isso que têm tentado fazer, desde 1979. Mas Lula não é Biden. Lembrem-se, hienas!
evandro condé
4 de julho de 2024 10:15 amUai, Lula não erra? The Superman.