Sugerido por CEduardo
Da Agência Câmara
Minas e Energia debate situação da indústria do alumínio
A Comissão de Minas e Energia debate nesta quarta-feira (21) a situação da indústria do alumínio no Brasil. O debate foi proposto pelo deputado Geraldo Thadeu (PSD-MG). O parlamentar destaca que o Brasil é, sabidamente, um dos maiores produtores minerais de todo o mundo, e os produtos minerais representam uma parcela importante de nossa economia. No caso do alumínio, acrescenta, o Brasil detém a terceira maior reserva do mundo, sendo também o quarto maior produtor de bauxita e o terceiro maior produtor de alumina de todo mundo.
“Entretanto, nos últimos tempos, a situação dessa indústria, em nosso País, começou a tomar rumos preocupantes; prova disso é que a Albras, hoje controlada pelo grupo norueguês Norsk Hydro, que já chegou a empregar mais de dois mil trabalhadores, na década de 1980, hoje conta com cerca de 1200 empregados”, exemplifica.
Ele acrescenta que a Alcoa Alumínio, “uma das maiores empresas do Município de Poços de Caldas, em Minas Gerais, anunciou, recentemente, o fechamento de três linhas de produção de alumínio primário, em função do aumento de custos e da perda de competitividade de suas operações, e o número de funcionários a serem demitidos deve ficar entre 300 e 400, até o final do corrente mês de maio”.
Foram convidados:
– representante do Governo de Minas Gerais;
– representante do ministério de Minas e Energia;
– o presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), José Fernando Coura;
– o presidente-executivo da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), Adjarma Azevedo;
– representante da Alcoa Alumínio S.A.;
– representante da Votorantim Metais;
– o presidente da Hydro Brasil, Alberto Fabrini; e
– o representante do Sindicato dos Metalúrgicos de Poços de Caldas e região (Sindmetal).
O debate será realizado às 11 horas, no plenário 14.
basílio
22 de maio de 2014 3:05 pmOs motivos reais
Se alguém desejar saber os reais motivos e intenções da reunião dessa comissão parlamentar de minas e energia sugiro analisar e refletir considerando, entre outros, os seguintes fatores:
– Há muitos e muitos anos os paises desenvolvidos desmontaram suas usinas de alumínio transferindo-as (só o processo produtivo, não a propriedade) ao terceiro mundo uma vez que o processo produtivo é eletro-intensivo consumindo uma quantidade monstruosa de energia elétrica, além de poluidor.
– Através de lobies, promessas de desenvolvimento e etc. (prefiro não entrar em detalhes) obtiveram aqui energia elétrica extremamente subsidiada com recursos públicos, pagando uma tarifa várias vezes menor que os demais consumidores industriais ou residenciais.
– Nos últimos 30 ou 40 anos ocorreram alterações de monta, tanto na automação dos processos industriais e de produção, o que implicou redução de custos e de mão de obra, quanto na estrutura e na formação de preços do setor elétrico brasileiro.
Athos
22 de maio de 2014 3:28 pmAlguma coisa a ver ver com o
Alguma coisa a ver ver com o preço da energia?
Será que o administração setor energético não está afetando nossa economia?
Não lógico que não. Isso é invenção de anti petista.
lenita
22 de maio de 2014 5:07 pmSegundo um representante de
Segundo um representante de sindicato na TV da cidade :O preço do alumínio está baixo, então……… vamos diminuir a produção p/ aumentá-lo. Funcionários, ora que se danem! Eles são MULTINACIONAIS AMERICANAS (Alcoa) némemo?