Jornal GGN – A terceira reunião da CPI dos Pedágios na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) avaliou 13 novos requerimentos, na manhã desta quarta (21). Entre eles, os primeiros convites das oitivas. Está na esteira de depoentes o secretário Saulo de Castro Abreu, que conduz a titularidade da pasta de Logística e Transportes por indicação do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Saulo, em 2011, ameaçou revisões contratuais que poderiam reduzir o lucro das empresas que exploram os pedágios das rodovias estaduais em centenas de milhões de reais. O insucesso dessa revisão no âmbito administrativo empurrou a batalha para campo jurídico, sete anos depois.
Conforme noticiou o jornal Folha de S. Paulo no início dessa semana, o Estado entrou na justiça contra a SPVias, ViaOeste e Renovias, na tentativa de resgatar parte de R$ 1 bilhão que elas receberam indevidamente a partir de aditivos assinados com o sucessor de Alckmin no Palácio dos Bandeirantes, em 2006.
Saulo foi corregedor geral da administração do governo do Estado (1995-2000), presidente da Fundação Casa (2001) e Secretário da Segurança Pública (2002-2006).
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A CPI que investiga o preço dos pedágios no estado de São Paulo, por iniciativa do PT ainda em 2011, também aprovou o envio de uma remessa de documentos pela Artesp e ANTT. Os deputados também querem ouvir a diretora geral da Artesp, Karla Trindade e o professor do Departamento de Direito Público e Constitucional da Faculdade de Direito da USP, Floriano Marques Neto, sobre o tema tratado na Comissão.
Com maioria amplamente governista, a CPI dos Pedágios é a primeira que o PT conseguiu emplacar contra Geraldo Alckmin nos últimos anos. Por força de eleição interna, a investigação é presidida por Bruno Covas (PSDB), neto de um dos investigados, o ex-governador Mário Covas – que já enfrentou uma CPI dos Pedágios em 1999, mas com foco no modelo de concessão das rodovias e no emprego dos recursos arrecados. Bruno era secretário de Meio Ambiente de Alckmin.
Alckmin ainda emplacou outro ex-secretário na CPI: Davi Zaia (PPS), que deixou a Secretaria de Gestão Pública para disputar a eleição para deputado estadual este ano. Ele é relator da investigação.
A próxima reunião acontecerá na quarta-feira, dia 28.
Lionel Rupaud
21 de maio de 2014 8:36 pmO secretário Saulo de Castro Abreu
é a ligação dos esquemas Alkmin com os diversos sub-mundos que vivem da estrutura do estado de SP..
Aline C Pavia
21 de maio de 2014 9:07 pmEngavetador-geral
Quantas CPIs os tucanos já enterraram em SP?
Pelo levantamento do Mentor, do PT, são mais de 70. Uma a mais, uma a menos, e o paulista segue como o Jim Carrey em EdTV.
Julião
21 de maio de 2014 9:15 pmBruno Covas
Não foi o pai dele que iniciou esta maracutaia dos pedágios absurdos em São Paulo.
E mandam o rato tomar conta do queijo?
É muita cara de pau do Alckimin!
Maria Fulô
21 de maio de 2014 9:57 pmTá de brincadeira, né Nassif?
Tá de brincadeira, né Nassif? Um post para um assunto viciado desses? CPI de pedágios paulistas com o neto do Covas no comando? Mais seriedade com as postagens, por favor.
Mario Siqueira
21 de maio de 2014 10:03 pmEstá confuso
O redator da matéria que me desculpe, mas o texto está confuso.
Quem não conhece os fatos – como eu – fica sem entender quase nada. Tem inclusive data possivelmente errada: no 2º parágrafo aparece um “2011” seguido de um “sete anos depois” (2018 ?).