Especialmente nas décadas de 1990 e 2000, produzi mais de 70 seminários sobre temas nacionais. Infelizmente, apenas os últimos foram devidamente filmados. Quatro deles era sobre Tecnologia Militar, tema riquíssimo. Na época da licitação FX, dos jatos da Aeronáutica, conseguimos juntar representantes da francesa Dassault, da sueca Gripen, dos russos. Só faltaram os representantes americanos.
Em um dos seminários um dos apresentadores foi João Verdi de Carvalho Leite, fundador da Avibras e que a transformou em uma das principais empresas de tecnologia de defesa do mundo. A empresa tinha desenvolvido o Sistema de Lançadores Múltiplos de Foguetes Astros, utilizados por diversas forças armadas no mundo.
Também desenvolver aplicações para a área civil, como um sistema que pulverizava notas, se o carro forte de algum banco fosse atacado.
Orgulhava-se de dizer que Avibras era uma empresa de engenheiros. Aliás, no ano passado houve uma pequena reforma em casa, e o empreiteiro tinha sido engenheiro da Avibras. Começou como boy. Mas Verdi fazia questão que todo funcionário se formasse engenheiro.
Verdi faleceu em 2003, em um acidente automobilístico. E ficou uma grande questão no ar. Para a defesa nacional, não bastam aviões: são necessários armamentos. E a maioria dos armamentos fabricados no Ocidente contém peças produzidas nos Estados Unidos. E há um rígido controle por parte do Departamento de Estado.
Por isso, quando começou a discussão sobre o FX, parecia claro que caberia à Avibras a produção de armamentos. Verdi morreu, foi substituído por um filho desastrado, que colocou a empresa em risco. Agora, surgem chineses e australianos dispostos a adquiri-los.
Uma saída seria a União adquirir através de dois movimentos:
- Assume o controle da Avibras, zerando seu passivo.
- Aporta a Avibras na Embraer, recebendo ações da empresa em contrapartida.
Sob controle de uma empresa conhecida por sua excelência de gestão, e integrando o sistema de caças, o país poderá ter um núcleo de aviação de caça para competir com os grandes fabricantes mundiais. Seria um salto para a Embraer, a salvação da Avibras, e a consolidação da indústria de defesa no país.
José de Almeida Bispo
19 de julho de 2024 8:44 amE, sem armamentos próprio… É DOIS PASSOS PRA FRENTE; 2,1 PRA TRÁS. Bandido só teme força. Leis, tratados… são nada se não tiver permanentemente com o canhão de prontidão. Essa é a história da humanidade. Nada de piedosos apelos à democracia de Atenas vai mudar a desgraça de Midos. Negociação só com a certeza de dureza numa resposta a ataque sofrido. A CHINA, 15 ANOS ANTES DE COMEÇAR A FICAR RICA DE NOVO, EXPLODIU SUA BOMBA.
Angelo
19 de julho de 2024 1:27 pmPor mim a Embraer devia comprar a Avibas.
Porem a Avibras nao domina nada em relação a aeronaltica. Os unicos projetos que a Avibras tem é um missil de cruzeiro, os lançadores e de foguetes e um drone o Falcão que não se sabe muito.A Avibras domina a area de propulsao e combustivel solido; porem a Turbomachine que constroi as turbinas.
As areas da Avibras não sao de interesse da Embraer.
A Embraer devia comprar a Avibras não pela tecnologia, mas sim pra evitar que a China a compre, e os EUA sancionem a Embraer.
Porem não vai ser facil;esse playboy dono da Avibras esta tornando qualquer solução brasileira inutil. A justiça e o administrador judiccial precisariam obrigar Joao Brasil a entregar a Avibras pra uma empresa brasileira pelo valor bem baixo que é oque ela vale
Anônimo
19 de julho de 2024 4:08 pmConcordo plenamente
Marcelo Couto
19 de julho de 2024 5:16 pmEssa tua proposição é bem coerente!! Melhor do que vendermos para os chineses e australianos. A EMBRAER é uma excelente e bem administrada empresa. Só não gosto da ideia/mania que o PT tem de querer indicar presidente para algumas empresas como quis empurrar recentemente o Sr° Guido Mantega
José de Almeida Bispo
19 de julho de 2024 9:50 pmCorreção (II): Midos, não; Milos.
Anônimo
19 de julho de 2024 1:45 pm88
José de Almeida Bispo
19 de julho de 2024 9:47 pmCorreção: não é illha de Midos; e sim de Midos. Arrasada pela frota grega, em 415 a.C.. Peço desculpas.
João Alberto
20 de julho de 2024 10:06 amEsse é o.momento do gov. Federal, junto com a união. Assumir o papel de devesa do país.
Isso evita ficar nas mãos de outro país.
Marcos
20 de julho de 2024 11:36 amÉ engraçada preocupação com os funcionários ninguém tem 2 anos nessa situação e estão preocupados com a empresa.
Vladimir
19 de julho de 2024 9:39 amÉ só cortar a picanha,lagosta e outras farras destinadas à “defesa,além, é claro,do trabalho escravo dos meninos que são obrigados a servir,não ao país, mas ao oficialato, como pajens, empregados domésticos e outras atividades afins, todas,ligada à a defesa.
A Avibras não é somente uma porta da defesa da soberania do país mas,essencialmente, uma empresa que pode tornar-se indutora do desenvolvimento tecnológico.
Bartolomeu Fernandes Pimentel
19 de julho de 2024 12:11 pmO Brasil precisa desenvolver armamentos modernos,tem matéria prima,tem tecnologia,nada se venda para chinês ou americano,outra tem que desenvolver armas.nucleares.
Antônio de Pádua G.Souza
19 de julho de 2024 1:20 pmEstá na hora do Brasil deixar de ser quintal dos EUA e se impor como China,Índia,Coreia do Norte, França e outros que tem armas de ponta própria,como mísseis,bomba nuclear,porta-aviões,etc…Obs:Em uma guerra, o Brasil vai com carne,soja,milho,ferro e o invasor vem com foguetes, tanques, ogivas nucleares…
Angelo
19 de julho de 2024 1:39 pmSe fosse facil a Embraer ou outra empresa brasileira já tinha comprado. O problema deve ser esse playboy João Brasl, que deve ta cobrando um preço muito alem doque vale.
Ele deve ta querendo uns 3 bilhoes de dolares e a vista. Nem a Embraer tem todo esse dinheiro.
O governo precisa intervir, obrigar o João a entregar a Avibras pra uma empresa brasileira pelo preço certo, ou estatiza-la via BNDS, Caixa, MCTI, Exercito etc que são credores estatais
Souojotapontomarcelo
19 de julho de 2024 10:21 amO contexto mundial.vai se agravar muito seria melhor o Pais se fazer respeitar e se estruturar minimamente afinal somos um País continental,os euaa são trairas e vão vir pra cima com tudo,não podemos confiar nem na China veja q eles são a fábrica do mundo e compram fontes de energia pelo planeta q justamente servem às fábricas,nem a Russi.a confia tanto assim no seu parceiraço foi logo ter um acordo com a Coreia,interessante a China se tornar a fábrica do mundo e ter milhares de chineses esrudando ou terem esrudado nos euaa,existe um acordo entre eles isso é ctz,melhor nosso país se preparar e se proteger para o q virá,temos q ter sistemas próprios da internet para nao2 sermos espionados facilmente ou sermos cobaias da IA do face por exemplo,as eleições passadas não serviram de exemplo???
LUIZ ALBERTO C LIMA
19 de julho de 2024 11:15 amVerdi faleceu de acidente de queda de helicóptero. Trabalhei na Avibras entre 86 e 89 e tenho muito orgulho desta empresa. Espero que a diretoria encontre uma solução para a crise que está passando.
Rodrigo
19 de julho de 2024 11:22 amA avibras tem que desenvolver um sistema tipo Irondome de baixo custo. O Brasil precisa e seria um sucesso em vendas.
Denis
19 de julho de 2024 11:42 amParabéns, Nassif, pelo seu empenho em olhar pela indústria nacional de defesa! Parece que infelizmente o governo brasileiro, sob influência estrangeira, está com medo de salvar a Avibrás! O comandante Robinson Farinazzo também está nessa luta. Seria interessante unir esforços.
emir mica monteiro do nascimento me paisagem tropical
19 de julho de 2024 12:07 pmDeve ser melhor que comprar sucatas dos americanos…
evandro condé
19 de julho de 2024 12:30 pmSe me permite a pergunta, o que diria a Embraer?
Deuseles Barsanulfo Mocó
19 de julho de 2024 1:59 pmAté que enfim aparece um brasileiro de visão nacionalista e bem conhecido de todos, sobre a Avibras. Parabéns Luís Nassife. Deixar em mãos chinesas, é como dar o chicote ao torturador. Deuseles Barsanulfo Mocó. Advogado
CESAR ANTONIO FERREIRA
19 de julho de 2024 2:38 pmA Avibrás precisa ser estatizada. Isto é de entendimento geral, porém, tentar agregá-la a Embraer seria além duma impossibilidade, um erro.
Certa vez escrevi um comentário neste espaço que o senhor, caro jornalista Luís Nassif, achou por bem elevá-lo a categoria de postagem. Então, fui violentamente atacado, até com injúrias.
Pergunto-lhe: daquilo que fora dito por mim naquele texto de 2013, o que se tornou realidade?
Permita-me que lhe responda: tudo!
O programa Gripen “E” é uma dor de cabeça, não avança, está atrasado, encareceu, a aeronave não vende, ou seja, jamais atingirá a escala de produção prevista como necessária de ao menos 250 células produzidas e em vista deste fiasco a FAB planeja adquirir cerca de 32 células de F-16 da ANG (USA) para evitar o colapso dos seus esquadrões da aviação de caça.
No Brasil a Política de Defesa e a Política Industrial não andam de mãos dadas. Não há lugar para ingenuidade, voluntarismo e amadorismo.
Poderia dizer muito mais, sobre a indústria bélica nacional, das perspectivas dos nossos oficiais seniores, Generais, Brigadeiros e Almirantes, bem como da Política de Defesa Nacional, porém, não irei fazê-lo, pois o ambiente, como aprendi, é hostil.
Atenciosamente,
César A. Ferreira
(Ilya Ehrenburg)
Anônimo
20 de julho de 2024 12:56 amNão entendi sua colocação sobre os militares. Pra mim, pra tristeza da Nação, temos militares formados complexado-vira-latas, que apos bozzo, lambem as mãos, botas e tudo o mais dos americanos. Entreguistas! Fora os muitos corruptos…
Elcio mariano de barros
19 de julho de 2024 4:14 pmAs empresas de defesa devem ser totalmente nacional, e a AVIBRAs deve ser incluída junto com Embraer.
Isso é questão de segurança nacional.
O governo federal deveria intervir nesse assunto, pois isso é uma questão de segurança nacional.
Adriano Giuseppe
19 de julho de 2024 4:25 pmMuito interessante sua visão. Especialmente a incorporação pela Embraer.
Joao
20 de julho de 2024 3:53 pmPara tal, o nosso político deve deixar sua prática de ave de rapina. A construção de um projeto de pais composto por diversos temas é imprescindível que deverá ser supra partidário. Aquele que se propuser a governar deverá seguir o preestabelecido. Importante conscientizar o povo disso. Sonho!?
José Joaquim da Silva
19 de julho de 2024 5:05 pmA embraer não vai se meter e m empresas que fabricam missies e foguetes! Isso colocaram ela ma mira do departamento de defesa dos eua ! A única saída de salvar a Avibras é o governo federal estatizar a empresa salvando da falência ou a entrega da mesma à um grupo estrangeiro ! Infelizmente o governo Lula nao está dando a devida importância que a Avibras tem para segurança nacional
Anônimo
20 de julho de 2024 12:59 amCorreta sua ponderação. A Embraer seria destruída pelos EUA.
Jose Roberto
19 de julho de 2024 5:44 pmConcordo com Nassif, seria melhor a Embraer assumir a Avibras. Nada de capital estrangeiro.
evandro condé
19 de julho de 2024 6:12 pmEm tempo, salvo engano o exército comprando veículos militares italianos a serem fabricados aqui pela Iveco. Solução se não há, se acha.
Vilson Dalprà
19 de julho de 2024 9:13 pmCoerente sim essa ideia!
Da Silva
19 de julho de 2024 10:28 pmA Embraer e Brasil ela sim que tem que comprar Avibras tomar conta do que e nosso e o governo a poia, todos, estão de olho na Amazonas nossa força armadas de está modernisadas para garantir sua missão.
DIJAIR DE QUEIROZ LIMA
20 de julho de 2024 7:13 amAlém da Avibras, deve-se aumentar os gastos com a Defesa, todos os países estão fazendo. Deveria cobrar um percentual da exportação e exportação de minérios e do agronegócio, e destinar para investimentos para a Defesa, assim como faz o Chile.
ESTEVAM AROUCHE DE ALMEIDA PRADO
20 de julho de 2024 7:43 amInteressante passo para o desenvolvimento científico do País, buscando estabelecer pesquisas de ponta e descoberta de novas substâncias e princípios ativos na Amazônia.
WAGNER MORENO AGUILAR
20 de julho de 2024 9:04 amhttps://www.youtube.com/watch?v=GjgF1Z808OI
Wagner Moreno Aguilar
20 de julho de 2024 9:10 amGuilherme Boulos apresentou projeto de desapropriação da Avibrás por interesse público.
Guido von der Heyde
20 de julho de 2024 10:31 amE hora de investir na paz!!
Anderson Marcos da Silva
20 de julho de 2024 2:17 pmSe bora força para nossas empresas Avibras e Embraer vamos a luta povo Joseense e região
Adriano
20 de julho de 2024 4:00 pmBoa idéia conseguir um aporte financeiro ligando os ativos da Avibrás a EMBRAER ampliando as possibilidades de incrementar tecnologias e fortalecer as 2 empresas,conseguindo fundos para reestruturaçáo e inovaçāo através de apresentaçāo de projetos iñéditos no mundo
Marcelo
22 de julho de 2024 7:31 amVcs não devem saber…mas o que colocou a Avibras nessa situação foram gestores da Embraer contratados pelo JB.
Mario Del Ferro
24 de julho de 2024 10:12 pmVotem todos no projeto de lei pela Estatização da Avibras! Um passo de cada vez. Primeiro vamos proteger o que é nosso da cobiça gringa… há uma consulta popular ao projeto de lei no site da Câmara dos deputados
Mario Del Ferro
24 de julho de 2024 10:15 pmVotem todos favoravelmente pela Estatização da avibras. Um passo de cada vez. No momento querem tomar de nós nossa tecnologia!
https://www.camara.leg.br/enquetes/2450048/resultados