Os Estados Unidos e seus aliados provavelmente vão garantir uma “posição de comando” sobre a China no futuro segmento de chips, onde duas cadeias de suprimentos deverão tomar forma, ao mesmo tempo em que a briga EUA-China em termos tecnológicos é a “ameaça mais significativa para a indústria de semicondutores”.
A afirmação é de pesquisa elaborada pela Integrated Insights, uma empresa de consultoria para empresas de tecnologia, em parceria com a Global Semiconductor Alliance, uma organização do setor.
Em linhas gerais, a pesquisa coloca a China “contra o mundo”, enquanto os Estados Unidos e seus aliados possuem “uma posição de comando”.
De acordo com a pesquisa, mais de 70% dos entrevistados previram que Washington e Pequim seguiriam erguendo barreiras à colaboração tecnológica, e quase 80% dos entrevistados esperavam que a indústria global fosse dividida em “duas cadeias de suprimentos separadas para atender aos respectivos mercados dos EUA e da China continental”.
Ao mesmo tempo, quase 40% dos executivos pesquisados disseram que planejavam concentrar seus recursos na cadeia de suprimentos alinhada aos EUA, enquanto 15% dos entrevistados disseram que priorizariam a alinhada à China.
A pesquisa destaca que até mesmo os entrevistados na China continental mostravam mais otimismo sobre as perspectivas para o ecossistema tecnológico dos Estados Unidos nas regiões do chamado Sul Global (como América Latina, Índia, Sudeste Asiático e Oriente Médio), com 84% apontando os EUA como o local mais atraente para os talentos do setor.
O estudo destacou ainda que 28% das empresas do setor de chips planejavam dividir seus negócios em cadeias de suprimentos separadas para atender aos mercados dos EUA e da China continental, enquanto 20% das empresas não estavam tomando nenhuma medida para “reduzir o risco” de suas cadeias de suprimentos.
O levantamento foi elaborado com base na pesquisa de mais de 130 líderes empresariais de semicondutores dos Estados Unidos, Europa, China continental, Taiwan e outras regiões.
Paulo Dantas
17 de agosto de 2024 11:15 amOs EUA iam investir uma baba para criar um planta no Arizona.
A vantagem dos EUA é que eles tem a tecnologia de como fazer.
Sergio Luiz Guedes Costa
18 de agosto de 2024 4:47 pmEo campo de batalha,só interessa a vitória é vençer,vençer e vençer eu venço sergioguedes.
Luis Silva
18 de agosto de 2024 9:58 pmA guerra hoje é tecnológica, nem os EUA vão invadir a China ou ao contrário. No máximo uma briguinha por Taiwan ou Irã.
Eles brigam mesmo é por dinheiro