O clima extremo levou à Europa central e oriental uma churra torrencial que deixou ao menos 16 mortos em virtude dos alagamentos. A informação é do jornal The Guardian, que afirmou que a tempestade continua e que, na visão das autoridades, o pior ainda está por vir.
Os países mais afetados, até o momento, são República Checa, Polônia e Áustria. No primeiro pais, uma cidade de 15 mil habitantes foi inundada. Uma mulher se afogou e outras sete estão desaparecidas.
Na Áustria, dois idosos com mais de 70 anos se afogaram por causa das enchentes na região nordeste do país. Já a Polônia afirma que pelo menos dez pessoas morreram afogadas, entre elas, um cirurgião que retornava ao hospital.
Além dos três países, Hungria, Romênia (onde 6 morreram) e Eslováquia também foram afetadas. Todos estão deslocando milhares de habitantes, pois a tempestade Boris prossegue na região causando uma “catástrofe de proporções épicas”.
Na Áustria, mais de mil pessoas foram deslocadas, outros 25 mil estão isolados do mundo exterior. Doze represas se romperam na região, deixando milhares sem água e eletricidade.
Na República Tcheca, 12 mil foram retirados de suas residências até o momento. O aumento do rio Morava deixou 70% de uma cidade a 230 km da capital Praga praticamente submersa.
Os relatos são semelhantes ao que ocorreu em Rio Grande do Sul, no Brasil, quando uma tempestade que se estendeu por vários dias atingiu boa parte do estado e deixou inúmeros municípios alagados, com perdas humanas e estragos financeiros imensuráveis.
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