10 de junho de 2026

A expectativa sobre a participação do Brasil na Cúpula dos BRICS

Essa será a primeira reunião ampliada do bloco, após a entrada de novos membros. A expectativa é que a Cúpula anuncie outros parceiros
© Brics/Divulgação

A delegação brasileira, chefiada pelo chanceler Mauro Vieira, participa da 16ª Cúpula do Brics em Kazan, na Rússia, entre os dias 22 e 24 de outubro. Essa é a primeira reunião ampliada do bloco, com cinco novos países membros. 

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Formado até então por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o Brics recebeu neste ano o Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Egito. A expectativa é que a Cúpula anuncie novos parceiros.

Entre os temas que devem ser discutido pelo países membros na Rússia, está a maior cooperação política e financeira entre as nações, alternativas quanto a dependência do dólar, além do fortalecimento das instituições financeiras além do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. A crise no Oriente Médio também é pauta. 

Segundo a Rússia, que preside os Brics neste ano, 32 países confirmaram presença na cúpula em Kaza, sendo 23 chefes de Estado. Dos dez membros plenos, apenas o Brasil e a Arábia Saudita não vão enviar seus representantes máximos. 

No caso do Brasil, o ministro Mauro Vieira foi designado para representar o país depois que o presidente Lula (PT) sofreu um acidente doméstico, no sábado (19). Seguindo orientações médicas, o petista segue trabalhando em Brasília nesta semana e participará dos Brics por videoconferência.

Vale ressaltar que a participação do Brasil na Cúpula deste ano antecede seu comando no grupo. A partir de 1 de janeiro de 2024 o país vai presidir o bloco, com objetivo de aprofundar a discussão da reforma da “governança global” e o desenvolvimento sustentável, temas em que o Brasil já avançou na presidência do G20, este ano.

Com informações da Agência Brasil

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

2 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    21 de outubro de 2024 1:31 pm

    A imprensa noticia algo que ela quer que aconteça, colocando o agente do acontecimento contra a parede. Por exemplo, ela noticiou que o Lula atacaria a Venezuela no seu discurso na Onu. Lula não o fez. Agora a imprensa noticia que o Lula sinaliza contra a admissão da Venezuela no Brics. Mas ela não mostra qual é a sinalização do Lula.
    https://g1.globo.com/politica/blog/daniela-lima/post/2024/10/21/lula-sinaliza-que-brasil-sera-contra-ingresso-da-venezuela-no-brics.ghtml

  2. Jaime Biella

    21 de outubro de 2024 9:46 pm

    O título da matéria é “A expectativa sobre a participação do Brasil na cúpula dos BRICS” e se limita a fazer um breefing do evento. Nada, nenhuma infornmação, nenhum comentário sobre a “expectativa …”.
    A falta de atenção com os elementos mais básicos do jornalismo tá virando o normal.
    Lamentável!

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