15 de junho de 2026

Papelão é alternativa sustentável para garrafas de vinho

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Jornal GGN – Com exceção das rolhas e tampas, as garrafas de vidro usadas para o vinho permaneceram imunes à inovação durante séculos. Isso basicamente porque não há nada de errado com elas. Será? Um designer gráfico britânico resolveu desafiar o senso comum e criou um modelo de garrafa para vinhos feita de papelão. A nova marca, chamada Paperboy, tem embalagem feita de resíduos de papel industrial, que é 80% mais leve que o vidro, o que torna o produto mais barato de transportar e ainda biodegradável.

A ideia foi de Kevin Shaw, designer gráfico de uma empresa baseada em Londres. Ele criou o modelo para um cliente específico dos Estados Unidos. A embalagem é moldada a partir de pasta de papel e forrada com uma bexiga de plástico. De acordo com a empresa, as garrafas de papel oferecem outros benefícios para os bebedores de vinho, além de seu peso mais leve. O isolamento mantém o vinho mais refrigerado, não há risco de quebrar, e o papelão é mais fácil e mais eficiente para a reciclagem que o vidro.

A estimativa é que uma carga completa do vinho Paperboy em caminhões economiza aproximadamente 61 litros de diesel e impede 1.365 libras de CO2 de entrar na atmosfera, reduzindo o impacto do gás do efeito estufa. As garrafas de papel precisam de menos energia durante a fabricação, reduzindo 67% das emissões de carbono que a fabricação das garrafas de vidro. A garrafa do Paperboy vai ser comercializada por US$ 15, sendo a safra de 2012.

Com informações do Mashable.

Redação

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8 Comentários
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  1. Leonardo M. G.

    28 de abril de 2014 9:38 pm

    Uma única utilidade:

    Só vai servir pra vinhos de guarda. Explico: para vinhos jovens e de mesa, o Bag-in-Box é muito mais útil, pois é mais facilmente armazenável…

     

    Obs.: Mas quem gosta de tintos de guarda, facilmente vai optar pelo vidro, menos sensível à ação do tempo…

  2. Anarquista Lúcida

    28 de abril de 2014 10:29 pm

    Só resta saber se o contato com o plástico nao estraga o vinho

    Nao acrescenta toxinas ou nao interfere no gosto… 

  3. Jorge Nogueira Rebolla

    28 de abril de 2014 11:29 pm

    Se até a coca-cola em garrafa de vidro… é melhor!

    Façam o teste. Imaginem o vinho!

    Designer britânico e cliente americano… fyb

    1. Véio Zuza

      29 de abril de 2014 2:06 pm

      Em bom português:
      Em bom português: chinelagem!!!

  4. jc.pompeu

    29 de abril de 2014 12:55 am

    que papelão…mudar do vinho

    que papelão…mudar do vinho pra água.

  5. Roberto Takata

    29 de abril de 2014 6:12 am

    Claro que garrafa de papel

    Claro que garrafa de papel quebra. E fura. E molha.

    A garrafa de vidro, mais do que ser reciclada sem limites (coisa que papel não pode), pode ser reutiizada – lavou, tá nova (coisa que papel não pode).

    Façamos as contas. A redução da massa é de 1,365 libras ou 619,154g de CO2 por carga. O mundo produz anualmente 26.216.967.000 kg de vinho. Digamos que a carga seja de 1.000 kg por caminhão. Isso significa uma redução na emissão de 16.232.340 kg de CO2.

    Por garrafa reciclada, diminui 67% de emissão. Só que o vidro pode ser reutilizado um sem número de vezes. Só precisam ser substituídas as quebradas. Digamos que 30% das garrafas de vidro sejam recicladas: estão seria uma redução de 67%*30%=20,1%. Mas, os 70% das garrafas reutilizadas, significa que as de papel aumentam as emissões em: (100-67)%*70%=23,1%. No global, as garrafas de papel emitem 3% a mais de CO2 em sua produção.

    550g de CO2 são produzidas na fabricação de uma garrafa de vidro. 3% são 16,5 g por garrafa. Sendo necessárias 26.216.967.000 de garrafas, isso dá um montante de 43.257.995 kg de CO2 a mais emitidos.

    Deduzindo o valor economizado no tranporte: 27.025.655 kg *a mais* de CO2 são liberados com a adoção da garrafa de papel.

    []s,

    Roberto Takata

  6. Roberto Takata

    29 de abril de 2014 6:36 am

    Precisarei recalcular. São

    Precisarei recalcular. São 632 kg mm, não g. (Não são 21 litros, mas 230 litros.)

    []s,

    Roberto Takata

  7. Gerson Pompeu

    29 de abril de 2014 11:42 am

    Ordinário, marche!

    Já se vende vinho ordinário em Tetrapak há muito tempo. Novidade só o formato.

     

    Quanto a ser reciclável, tenho grandes dúvidas se é possível separar o papel do plástico para reaproveitá-los.

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