4 de junho de 2026

Brasileiros poderão ingressar na Universidade de Coimbra com a nota do Enem

Sugerido por Mário de Oliveira

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Da Agência Brasil

 
Estudantes brasileiros poderão ingressar na Universidade de Coimbra, em Portugal, com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O exame passa a ser aceito este ano para os candidatos a vagas de graduação. É a primeira vez que uma instituição estrangeira utiliza o Enem como critério de seleção.
 
A Universidade de Coimbra aceitará os resultados do Enem de 2011, 2012 e 2013 e dispensará os brasileiros dos exames portugueses, que, até o mês passado, eram obrigatórios pela legislação do país. As notas no exame terão pesos diferentes de acordo com o curso ao qual o estudante pretende ingressar. No site da instituição, está uma tabela com os pesos das pontuações.
 
A Universidade de Coimbra é a instituição portuguesa de ensino superior mais antiga. No ano passado, foi incluída na lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Cerca de 23 mil estudantes estão matriculados na instituição. Desses, mais de 2 mil são brasileiros.

 
O vice-reitor da universidade, Joaquim Ramos de Carvalho, explica que o Enem é o primeiro exame internacional a ser aceito pela instituição como critério de seleção. A universidade deu prioridade pela alta procura de brasileiros. Segundo ele, a instituição estuda aceitar também o Gao Kao, uma espécie de Enem chinês.
 
“Temos acompanhado a evolução e o sucesso do Enem. Prova disso é o número de universidades brasileiras que aceitam o exame como forma de ingresso. São instituições que respeitamos muito”, diz Carvalho. Ele acrescenta: “O Enem tem qualificações equivalentes [às exigidas pelos os exames portugueses]. Consideramos que podemos aceitar sem necessitar passar por prova”.
 
Segundo o Ministério da Educação (MEC), o uso do exame pela universidade portuguesa “esta é mais uma prova da consolidação do Enem como critério republicano de acesso ao ensino superior”.
 
No Brasil, o Enem seleciona estudantes para instituições públicas de ensino superior pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições particulares, pelo Programa Universidade para Todos (Prouni). Além disso, é pré-requisito para obter um financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e para o intercâmbio acadêmico pelo Ciência sem Fronteiras.
 
Em 2013, mais de 5 milhões de candidatos fizeram o exame. Neste ano, o Enem poderá ser aplicado nos dias 8 e 9 de novembro. O edital ainda não foi divulgado.

Redação

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9 Comentários
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  1. IV AVATAR

    26 de abril de 2014 9:04 pm

    Midia escravista esconde

    Não vai dar no JN

  2. Pachecão

    26 de abril de 2014 9:36 pm

    E o que muda ?  Absolutamente

    E o que muda ?  Absolutamente nada, a não ser o fato que os burguesinhos que tem grana para fazer um belíssimo segundo grau na escola privada e para se bancar por alguns anos estudando na Europa não precisarão mais prestar exames específicos em Portugal. Ora, pois.

    1. Ivan de Union

      26 de abril de 2014 10:54 pm

      Ce eh chato assim de nascenca

      Ce eh chato assim de nascenca ou ce chupou limao?

      E voce viu o “i” sumido do outro post agora ou quer que eu desenhe?  Ou voce acha que eu deixo passar uma acusacao de “ignorancia em duas linguas”?

      Teje marcado eternamente, ok?

      1. Pachecão

        27 de abril de 2014 3:17 am

        Achei.
        I de ignorante, de

        Achei.

        I de ignorante, de idiota, de imbecil, de ivan, …

  3. anarquista sério

    26 de abril de 2014 10:57 pm

    ”’
    Brasileiros poderão

    ”’

    Brasileiros poderão ingressar na Universidade de Coimbra com a nota do Enem

       É MESMO,É? CARACAS!!!!!!!!!!!!!!

      Mesmo os dentistas formados na USP foram execrados.

           Que dirá do falido,inepto ,tumultuado e  cômico Enem?

              VAI QUE É TUA HADDAD!!!!!!!!!!!!

  4. Marcelo Macêdo

    27 de abril de 2014 12:30 am

    Se são burgueses ou não que

    Se são burgueses ou não que vão usufruir dessa determinação da Universidade de Coimbra, não me parece o mais importante nesse momento. O que vale é a simbologia por trás disso: QUEM APOSTOU CONTRA O ENEM, VAI DIZER O QUE AGORA?

    P.S.: Sugiro àquele magistrado das terras de Iracema a entrar com uma liminar, cancelando a decisão da universidade portuguesa. Isso é o mínimo que espero do digno representante do judiciário brasileiro. Caso ele perca a causa em uma instância inferior, que a leve ao nosso Supremo. Seria demais ver aquele que “matava no peito” casos como esse, sendo o relator do processo e, para completar, o “amigo daquele banqueiro”, o revisor. E se as coisas dessem errado, que o voto de minerva na mão do “super-herói” – o paladino da justiça – resolveria o problema. Ora, pois!

  5. Ex-combatente

    27 de abril de 2014 2:51 am

    Valeu, Lula! Valeu PT!

    Valeu, Lula! Valeu PT!

  6. Luis Carlos Gonçalves de Oliveira

    27 de abril de 2014 3:55 am

    Estudar o que na Universidade

    Estudar o que na Universidade de Coimbra ? A pior das Universidades Federais do Brasil ainda é melhor que a Universidade de Coimbra. Ótimo para o ENEM e uma inutilidade para o ensino no Brasil. Um estudante que decide estudar em Portugal deve arcar com todas as despesas e não deve ter direito a bolsa de estudos paga com o dinheiro do contribuinte.

  7. alexis

    27 de abril de 2014 10:07 am

    Nem tão bonzinhos assim

    Acho meritório e fala bem do Brasil e da sua estratégia educacional e social para cursar nível superior.

    Porém, não acho que seja apenas um reconhecimento ou bondade do Governo de Portugal. Haverá reciprocidade e abertura de mercado para profissionais portugueses e, por extensão, no futuro, para a comunidade européia. Portugal tenta fazer o seu dever de casa perante o restante da Europa. Não é novidade na estratégia global de colonização; 500 anos atrás os portugueses levaram também aos filhos de caciques brasileiros para estudar por lá, e eles voltaram de terno e gravata, trocando frutas e ouro brasileiro por bugigangas.

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