8 de junho de 2026

Marqueteiro de Aécio diz que desafio é torná-lo conhecido nacionalmente

Do Valor

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Por Marcos de Moura e Souza
 
O publicitário Paulo Vasconcelos, marqueteiro do senador Aécio Neves (PSDB-MG) em sua pré-campanha presidencial, encerrou ontem a primeira fase de seu trabalho para o tucano. Ele finalizou o programa de dez minutos que irá ao ar amanhã em rádio e TV e que mostrará com mais detalhes a trajetória de Aécio. É o último programa do horário gratuito antes de a campanha na TV começar, em meados de agosto.
 
Vasconcelos e sua equipe foram os criadores dos vídeos de 30 segundos exibidos nos últimos dias e que tiveram Fernando Henrique Cardoso como principal cabo eleitoral de Aécio. Foi a primeira vez, desde que deixou a Presidência em 2003, que FHC apareceu em inserções de campanha desse tipo.
 
Aos 53 anos, o publicitário mineiro está no comando da criação da campanha tucana desde fevereiro. Seu contrato vai até julho. Se agradar, fica para a campanha. Ele está longe de ser um guru de Aécio, papel que marqueteiros de outros candidatos pareceram assumir tamanha a influência que tinham nos rumos de campanhas.

Vasconcelos tem uma longa ficha de trabalhos com tucanos mineiros. E foi o pai de Aécio, Aécio da Cunha, quem o chamou para se envolver para valer pela primeira vez com marketing político. Aos 26 anos, o publicitário coordenou a comunicação da campanha, derrotada, do então senador Itamar Franco ao governo de Minas. Cunha era candidato a vice.

Antes de montar sua agência, a Vitória Comunicação Institucional, com escritórios em Belo Horizonte e em São Paulo, Vasconcelos trabalhou, de 1990 e 1995 na que considera sua “grande escola de propaganda”, a DNA Propaganda. Comprada por Marcos Valério em 1998, a agência caiu em desgraça quando mais tarde viu-se que virou peça de engrenagem do mensalão tucano e do mensalão petista.

Nesta entrevista ao Valor – a primeira à imprensa desde que assumiu o cargo – Vasconcelos diz que o desafio central é ajudar Aécio a tornar-se conhecido nacionalmente e que a imagem que parte do eleitorado já tem dele é de alguém com o carisma de Lula e a eficiência de FHC.

Esta é a segunda campanha presidencial de Paulo Vasconcelos. A primeira, em 19989, ele integrou a equipe que ajudou a catapultar, em poucos meses, o alagoano Fernando Collor de Melo dos 2% nas pesquisas para mais de 40% e para a vitória contra Lula.

A seguir os principais trechos da entrevista que Vasconcelos concedeu na sede da sua agência, em Belo Horizonte:

Valor: Que imagem do candidato Aécio Neves você espera conseguir projetar para o país?

Paulo Vasconcelos: É muito comum você ter governantes no Brasil afora que tenham tido em seus Estados uma boa avaliação. Isso é normal. O que aconteceu com Aécio [que governou Minas entre 2003 e 2010] foi uma coisa fora da regra. Um sujeito que tinha mais de 50 pontos de ótimo e bom e que durante todos os sete anos e meio de governo a pior avaliação que ele deve ter tido foi de 88% e a melhor, acima de 92%. Se metade dessa imagem puder ser levada para a sociedade está bacana demais. Minas é um Brasil multifacetado. Portanto raramente o que dá certo aqui não dá certo fora daqui. A imagem a se construir do Aécio é nenhuma. A dificuldade é exportar essa imagem.

Valor: Que imagem é essa, a de bom gestor?

Vasconcelos: O cara é eleito em 1986 com a maior votação do Brasil, depois é reeleito quatro vezes deputado federal. Das quatro, foi reeleito e era líder de seu partido, chega à Presidência da Câmara e faz uma gestão inédita. Devolve quase R$ 100 milhões no primeiro ano como presidente da Câmara dos Deputados, economiza, surpreende todo mundo. Depois, vira candidato a governador de Minas e vence no primeiro turno, coisa que nenhum candidato na história tinha conseguido. Pega um Estado quebrado, inventa um troço maluco que é o tal do choque de gestão. É eleito o governador mais bem avaliado do Brasil. Três anos depois se reelege com 77% dos votos válidos, ou seja de cada 100 mineiros, 13 não votavam nele.

Valor: Além do que ele fez em Minas, qual é a imagem pessoal que você espera projetar dele?

Vasconcelos: Não existe isso [de construir imagem]. Não existirá nunca mais a possibilidade de se eleger um Collor. Um político que for sentar-se na cadeira daqui para frente deverá ter uma extensa folha de serviços prestados.

Valor: Dilma Rousseff tinha isso quando foi eleita?

Vasconcelos: Talvez um pouco da fragilidade que a presidente enfrente hoje é porque ela não tinha essa folha corrida antes. Hoje as pessoas ficam um pouco inseguras, têm um voto gelatina, que vai e que volta, é justamente por isso. Ela não tem convencido as pessoas de sua capacidade de gestão porque a folha corrida é um pouco enxuta, pequena para o desafio que ela está enfrentando. E o contrário disso é a folha corrida do Aécio de outros que virão no futuro.

Valor: As intenções de voto na presidente Dilma caíram, as pesquisas apontam que os eleitores querem mudanças e mesmo assim Aécio não consegue subir. Por quê?

Vasconcelos: Ninguém conseguiria. Você não tem mídia. Só muda essa realidade quando você fala com a grande massa. A campanha de TV começa em agosto e você tem um blecaute até lá. Se você não falar com a classe trabalhadora como um todo, e essa tem horários mais rígidos, está na TV em horários especiais, você não fala com ninguém.

Valor: Dilma também era pouco conhecida em 2010. Lula ajudou a conquistar votos para ela. Aécio precisa de FHC e outros líderes tucanos para atraírem votos para ele?

Vasconcelos: É delicada sua pergunta porque corro o risco de ser indelicado com personagens que você citou. Mas vou dizer o seguinte: tanto a Dilma quanto o [Antonio] Anastasia [eleito governador de Minas pelo PSDB em 2010] aqui em 2010 tiveram seus Sputniks. Portanto todos os caciques do PSDB que puderem se somar a esse esforço de credenciar o Aécio serão sempre muito bem vindos, mas diria que no caso do Aécio isso é relativo. Porque todos eles têm o mesmo nível de conhecimento que tem o próprio Aécio. Uma coisa é você ter um cara com 92% de aprovação a outra coisa é você ter um sujeito que é conhecido. Fernando Henrique sai da presidência em 2002 e de lá para cá não participou de nenhuma campanha tucana.

Valor: Aécio se cercou de um time de pessoas que participaram em peso do governo FHC. Ele passa a imagem de novo tendo nomes que foram marca de um governo que teve seu início nos anos 90?

Vasconcelos: Acho que o novo é quem inova. Não é quem é jovem. Um paralelo entre o Steve Jobs e o Bill Gates: o Bill Gates durante muito tempo foi o velho e era muito mais novo do que o Steve. O Armínio [Fraga] não é nem novo nem velho. Ele atende a uma agenda de estabilidade e segurança, portanto vem com essa marca. E isso pode ser muito importante, mas não sei se o tempo todo essa será a maneira como o senador vai lidar com esse assunto. Na experiência mineira, ele foi muito inovador. Acho que quando chegar a hora o senador vai apresentar um time de inovadores. Ele gosta disso.

Valor: No período de campanha, o discurso deverá ser mais popular?

Vasconcelos: Acho que o discurso é o mesmo. O que ele precisa é ser mais detalhado, mais esmiuçado para que as pessoas compreendam a importância daquela crítica. Uma geração esteve longe da inflação e que hoje está topando levar 6% de inflação e achar que isso é possível. Ainda é difícil para alguém que viveu os dois mundos como ele tratar com certo alarmismo e causar um impacto grande em toda a sociedade. Para isso, ele precisa insistir mais, ser um pouco mais claro porque as pessoas não conseguem imaginar como isso pode fazer mal. Se você não parar de comprar, se você não puxar o freio de mão pode piorar. Tem uma geração inteirinha que foi estimulada ao contrário: vai porque de onde vem tem muito mais’. Tem um cenário que é muito ruim e é ruim que ele fique sem ter como explicar com mais clareza porque não tem tempo suficiente na TV.

Valor: Nessa pré-campanha, Aécio tem enfatizado bastante em suas declarações os problemas e as críticas ao governo Dilma. Na campanha, ele conseguirá atrair mais eleitores se se apresentar como Aécio light e em vez de insistir tanto nas críticas?

Vasconcelos: Nas pesquisas qualitativas que o partido fez agora, o eleitor enxerga o Aécio com o carisma do Lula e o discurso de eficiência do FHC. Quando você conta para as pessoas o trabalho que ele já fez e deixa ele ser como ele é, a sensação é essa. O Brasil nunca teve num período pré-eleitoral uma agenda tão complicada. Em 2006, quando o Lula foi reeleito, ninguém mais dizia ‘não vote no Lula por conta do mensalão’. A agenda era outra. E a agenda econômica não permitia ninguém naqueles dias grandes alertas. Agora, eu acho que o senador vive uma situação muito diferente. A Petrobras está derretendo, tem problemas na Eletrobras, em Suape, na Transnordestina, nas tarifas de energia represadas, a inflação, os financiamentos do BNDES, o porto de Cuba. Talvez a agenda o esteja empurrando para um discurso mais firme, de alguém que está alertando. Não tem como fugir dessa agenda. Não é uma eleição paz e amor.

Valor: As investigações sobre o cartel do metrô em São Paulo, o indiciamento do candidato de Aécio ao governo de MG, a renúncia do deputado tucano Eduardo Azeredo e o julgamento do mensalão mineiro limitarão na campanha do PSDB o uso do tema da corrupção?

Vasconcelos: É difícil responder mas nenhum desses temas têm a ver com o senador Aécio. Ele foi muito duro com essas questões quando ele foi gestor.

Valor: Se em algum momento na campanha, Aécio precisar tirar votos de Eduardo Campos (PSB) para se garantir num segundo turno com Dilma, qual poderá ser a estratégia para minar a candidatura de Campos e ao mesmo tempo manter um elo para um segundo turno?

Vasconcelos: Eu fiz três campanhas para o senador: duas para governador e uma para o Senado. Todas relativamente difíceis. Nunca gravamos um comercial, nunca produzimos uma peça, que tenha sido uma peça de desconstrução. Não é o jeito de Aécio de fazer política. A não ser fazendo uma análise de uma realidade.

Valor: Dois partidos mais identificados com bandeiras da esquerda estarão na disputa, PT e PSB, e o PSDB é o que mais representa um eleitorado mais à direita. É vantajoso a Aécio que se apresente como um candidato mais conservador, que fale a essa faixa do eleitorado?

Vasconcelos: Acho meio antigo esse negócio de direita e esquerda. E para mim, não tem nada mais de direita para mim do que tentar censurar a imprensa. E essa ideia não foi do DEM. Foi uma ideia do PT. Aliás essa lei não nasceu quando o DEM esteve lá, representado pelo Antonio Carlos Magalhães, como ministro das Comunicações.

Valor: Como funciona a estrutura do marketing da campanha?

Vasconcelos: Existe um conselho de trabalho. A expressão foi cunhada por eles. Mas é um modelo que sempre usei. Nunca fiz reunião com candidato sem colocar a turma que pensa em volta da mesa. Então todas as apresentações feitas ao senador desde que a gente chegou até agora, o time todo estava na sala: o Marcelo Arbex, que é redator e que tem um escritório de criação em São Paulo; o Guillermo Rafo, que é um cara de planejamento mais próximo a mim no dia a dia; o PC Bernardes, que deixou a presidência da África para estar conosco e é um criador; e o Paulo de Tarso, que é dono de uma agência no Rio, chamada Agência Nacional. A Andréa Neves [irmã de Aécio] também está no conselho. Ela é uma jornalista supercompetente e por coincidência é irmã do Aécio. Tem uma grande contribuição a dar. Formula bem, entende do que fala.

 

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  1. Jorge Luis

    16 de abril de 2014 12:32 pm

    Leva a imagem dele de

    Leva a imagem dele de helicóptero. Só cuidado com a PF.

  2. JB Costa

    16 de abril de 2014 12:45 pm

    No, no, no(in english): o

    No, no, no(in english): o maior desafio está na boca. Ou melhor dizendo, o que sai dela. 

    Conhecido nacionalmente ele já é. Desde que era apenas o “neto do Tancredo”, ainda imberbe, que se vê e ouve falar em Aécio Neves, ou “aecim” para os íntimos. Foi governador por duas vezes das “Gerais” e desde 2006 faz parte das listas de presidenciáveis. Foi presidente da Câmara dos Deputados e ora é senador. 

    Agora se me perguntarem a “produção” do dito cujo nesse tempo todo, respondo: I don’t know!

    1. Ivan de Union

      16 de abril de 2014 12:59 pm

      “Agora se me perguntarem a

      “Agora se me perguntarem a “produção” do dito cujo nesse tempo todo, respondo: I don’t know!”:

      Trairou Minas em favor do Rio de Janeiro em TODAS as votacoes importantes.

    2. DanielQuireza

      16 de abril de 2014 1:37 pm

      Então JB, e dizem que se

      Então JB, e dizem que se formou em economia. Nunca o vi falar nada sobre o tema, muito menos tecnicamente.

      Posso estar enganado, mas creio que as chances de Aécio, pelo menos agora em 2018,  são próximas de zero. Campos tem mais chances que ele, sem dúvida.

      Em um Governo Aécio haveria uma disputa entre Anastasia (casa civil) e Fraga (fazenda) para ver quem dominava, já que Aécio é muito fraco.

      Com o apoio da mídia e da banca, Armínio Fraga prevaleceria no Governo, creio eu.

  3. Mauro Segundo 2

    16 de abril de 2014 12:51 pm

    É só o marqueteiro colocar no

    É só o marqueteiro colocar no horário do PSDB aquele video do youtube do aecio no Bar Cervantes que ele vai ficar bem conhecido.

  4. Luiz de Souza

    16 de abril de 2014 12:55 pm

    Esta é fácil. É só pedir ao

    Esta é fácil. É só pedir ao FHC, Serra e Alkmin, brilhantes administradores, para apresentá-lo e dizer que ele é tão bom quanto eles! 

  5. MarFig

    16 de abril de 2014 1:11 pm

    Um político que não ê

    Um político que não ê conhecido nacionalmente, estando na política desde que nasceu, deputado estadual,  deputado federal, senador, governador de Minas, queridinho da goebbels, só pode ser porque nunca fez nada de importante pelo Brasil. Pergunta pro pessoal que frequenta as boates da noite carioca se sabem quem é ele.

    Agora, eu conheço esse senhor da terceira idade muito bem. É um velhaco, oportunista, ditador, narcisista, que se acha o príncipe eleito, com direito ao trono sem nunca ter feito nada, absolutamente nada de bom pelo Brasil. É um produto da mídia mineira, combalida, falida, que depende totalmente das verbas publicitárias governamentais. 

    Hoje ele tem o MP, o Judiciário, a mídia todos sob seu controle, aqui em Minas. Manda prender jornalista que mostra suas falcatruas, tenta censurar a internet, manda demitir os poucos jornalistas que ousaram enfrentá-lo.

     

    1. Lionel Rupaud

      16 de abril de 2014 1:19 pm

      Foi ainda presidente da Câmara dos Deputados

      mas até você que se interessa por política esqueceu, por que a contribuição dele á melhoria do funcionamento da Câmara dos Deputados e da nossa democracia foi…

      nula.

  6. Klaus BF

    16 de abril de 2014 1:12 pm

    Piadas e mais piadas!

    “…Aécio a tornar-se conhecido nacionalmente e que a imagem que parte do eleitorado já tem dele é de alguém com o carisma de Lula e a eficiência de FHC…”

    KKKKKKKKKKK! É bom que além de rir muito, nem perdi meu tempo lendo o resto da entrevista!

  7. anarquista sério

    16 de abril de 2014 1:20 pm

     
    Essa é fácil.
      Basta

     

    Essa é fácil.

      Basta mostrar o RJ .

  8. Iara G

    16 de abril de 2014 1:25 pm

    O Aécio pode não ser uma má

    O Aécio pode não ser uma má pessoa. Mas certamente será o candidato do PSDB mais difícil de vender no âmbito do Brasil. Motivo? Num país continental como o nosso, o PSDB sempre governou para a minoria. Este foi seu maior pecado político.Eles tem a mídia, mas e dai? Esta, a cada ano que passa se torna mais agrassiva, porque se nota mais fraca.

  9. DanielQuireza

    16 de abril de 2014 1:30 pm

    Havia uma piada sobre um

    Havia uma piada sobre um candidato a vereador na minha cidade:

     

    Os problemas de fulano, a respeito de sua candidatura, são apenas dois:

    Primeiro, ele não é conhecido.

    Segundo, quem o conhece não vota nele de jeito nenhum.

    heheheh

  10. ruyacquaviva

    16 de abril de 2014 1:33 pm

    Eu não encontro pessoas que

    Eu não encontro pessoas que desconhecem o Aécio. Todo mundo com quem eu falo, seja em casa, trabalho ou na rua, todos conhecem o Aécio como ex-governador de Minas e candidato do PSDB à presidência. Claro que não é uma pesquisa, é só uma experiência pessoal, espcífica dos lugares onde vivo e por onde passo. Mas é o que eu vejo.

    A grande maioria das pessoas com quem conversei citando o Aécio por algum motivo, não sabia que ele é senador, o que não me surpreende porque ele foi um dos senadores mais ausentes e inéptos desta legislatura.

    O que eu vejo é que as pessoas o conhecem, mas rejeitam o Aécio. Mesmo os mais renhidos tucanos que conheço não se empolgam com seu candidato e nunca o defendem, apenas atacam o PT sem falar nada de positivo sobre o seu candidato.

    Portanto minha percepção é contrária à do entrevistado. Acho que Aécio até é conhecido (pelo menos na capital paulista e nas cidades que visito no interior do mesmo estado), mas que sua imagem não está “construída”.

    Ajudaria se tivesse uma participção efetiva na Câmara durante seu atual mandato de senador, o que absolutamente não teve.

    Muita gente acha que associar-se ao FHC é uma escolha do Aécio, mas não é. Ele não tem o que mostrar por conta própria e o FHC, mesmo sendo amplamente rejeitado, é a única forma que o mineiro do Leblon para tentar construir um discurso eleitoral.

    A esperança dele recai totalmente sobre a mídia, que foi insuficiente para eleger os tucanos Serra e Alckmin em condições mais favoráveis do que as que Aécio encontra neste momento. É até possível que dê certo, mas não é nada provável. Ele tem que contar com o imprevisível. Vai ficar “catimbando” feito time perna de pau quando está tomando goleada de time bom, buscando uma oportunidade de virar o jogo com algum golpe publicitário de última hora (a chamada “bala de prata”), ou tentando melar o jogo se não conseguir inverter a situação.

  11. wendel

    16 de abril de 2014 2:01 pm

    Quem? Aécio………. ?

    Pelo que li até agora dos comentários, é unânime a rejeição ao dito cujo!

    Sobre a discordância dos argumentos do entrevistado, é óbvio que o mesmo so iria falar bem de seu cliente, mesmo porque a grana para fazer esta campanha deve ser bem vultuosa, então……

    Sobre o dito cujo, não há muito o que falar, exceto que o Baixo Leblon deve votar nele em peso, e seus amigos mais íntimos, que são chegados ao mesmo consumo também!!!

    Assim, vamos para a disputa com ele, PIG, FHC e STF, todos farinha do mesmo saco!!!

    Até a vitória!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  12. mcn

    16 de abril de 2014 2:11 pm

    Oh, dureza…

    Desafio é convencer o povo que o bebum, festeiro e rei do camarote mudou de vida e virou homem de bem, trabalhador e preocupado com os pobres.

    Outra coisa: essa história de que o Brasil precisa de um gerente é um tiro no pé e já afundou candidatos tucanos, no passado. Os 3 principais candidatos – Dilma, Aécio e Eduardo – são economistas e não administradores. Em tese, gestão é o que menos entendem. Quem acha que excelência em gestão é importante é especulador do mercado financeiro. É típico do pensamento tucano priorizar os meios e não os fins. Só para lembrar: gestão é meio, eficiência é meio, combate à corrupção é meio.

    O povo na eleição mira em resultados, ou seja, quer trabalho, dinheiro no bolso, saúde e paz. O desafio do Brasil, portanto, é reduzir as desigualdades sociais com desenvolvimento. Uma coisa atrelada à outra. Quem for capaz de convercer o povo de que consegue fazer isso leva a taça.

  13. CB

    16 de abril de 2014 2:14 pm

    Sugestão de grátis ao

    Sugestão de grátis ao marqueteiro do moço: explore a imagem do avô. A rede globo deve ter milhares de imagens desde a internação até os funerais que comoveram multidões. Porque a verdade é que sem o sobrenome Neves e sua associação com a imagem do avô, neste moço não passaria de vereador. Pobre do país que tem uma oposição sem candidato convincente e que em ano eleitoral está mais ocupada em bater nas portas de tribunais (até contra a internet) do que em apresentar suas propostas ao eleitorado. Não apresentam propostas não porque não as tenham, mas porque elas são péssimas para a nção mesmo. Então, marqueteiro, ressuscite a comoção provocada pela morte de Tancredo, é o que te resta.

    Aécio? Never!

    1. evandro condé de lima

      17 de abril de 2014 1:34 am

      E aproveitando, se reparamos

      E aproveitando, se reparamos bem ( e assim colabora a mídia) , Aécio parece que não tem pai nem mãe, apenas avô.

  14. Celio Mendes

    16 de abril de 2014 2:21 pm

     
    Vai ser dureza vender o

     

    Vai ser dureza vender o abominavel aécio das neves, criatura que há anos barbariza as montanhas de minas mas que prefere viver nas praias quentes do rio.

  15. CELSO ORRICO

    16 de abril de 2014 2:31 pm

    marqueteiro trabalhando..

    silêncio, marqueteiro de Aécio trabalhando..não pertubem..

     

     

     

  16. ruyacquaviva

    16 de abril de 2014 2:38 pm

    Impressionante como a

    Impressionante como a trollagem tucana do blog (cada vez mais numerosa e atuante, recebendo em breve o reforço de 9 mil “militantes digitais” que o Estadão disse que Aécio contratou) simplesmente não aparece para defender seu candidato.

    Parece que não tem mesmo argumento algum para defender o playboy do Leblon.

    A esta altura do campeonato (quer dizer, da eleição) era para os simpatizantes (e no caso do PSDB os empregados pagos para fingirem ser simpatizantes) estarem defendendo seus cndidatos, apresentando seus feitos, seus projetos e suas propostas. No entanto o exército de cabos eleitorais pagos pelos tucanos não faz nada disso, limitando-se a atacar o PT e o governo federal com mentiras.

    Isso é sintomático.

  17. Ronaldo Souza

    16 de abril de 2014 2:50 pm

    E Dilma e os ministros?

    Estamos falando de Aécio e Eduardo Campos, mas não estamos esquecendo de Dilma e o seu time? Dilma tem cometido erros grosseiros, que já irritam e preocupam, e agora Graça Foster foi um desastre.

    Desde quando a “turminha” que quer derrubar a Petrobrás está preocupada com números? Aí chega Dona Graça e diz: “Pasadena foi um mau negócio”.

    Não tem investimento, não tem Petrobrás bombando em extração de petróleo que resista a uma ffrase dessa.

    Independente do aspecto técnico, há que se ter o mínimo de habilidade política para quem é ministro. A incompetência de Graça Foster foi do tamanho do cargo dela.

    Se você tem como argumento a competência técnica e diz que foi incompetente, o que esperar daqui em diante?

    Qual será o tamanho da consequência?

    1. Galvão

      16 de abril de 2014 10:58 pm

      Repetindo o PIG

       

      Horas e horas de exposição. Perguntas e respostas sobre a Petrobras, e a indústria do petróleo; e você repete o PIG: pinça uma frase dentro de um contexto, para criticar a Graça Foster. 

  18. Ugo

    16 de abril de 2014 3:04 pm

    ajudando

    Prezado marqueteiro, Aécio é um diamante já lapidado não o estrague. Se posso sugerir algumas imagens para acompanhar o produto procure associa-lo a um bafômetro, o fhc o acompanha na foto tendo Clinton dois braços no ombro dele, um jaquetão com os logos petrobrax, p56, vale, não sem tempo o fator previdenciário com os dizeres: todo aposentado é um vagabundo etc. Marqueteiro do céu tens material para eleger dois presidentes ao mesmo tempo! 

  19. Gilson AS

    16 de abril de 2014 4:40 pm

    Torna o Aécio conhecido

    Torna o Aécio conhecido nacionalmente, faltando pouco mais de seis meses da eleição, acho muita pretensão do marqueteiro.

    Mas faço um desafio ao marqueteiro do Aécio.

    Dúvido torna-lo conhecido nos subúrbios e baixadas aqui do RJ. Principalmente entre os moradores dos morros e comunidade.

    Duvido que ela faça alguns moradores dessas localidade, bater no peito e dizer com orgulho que vai votar no Aécio Neves, candidato do PSDB.

    O Aécio nunca saiu em foto pública do lado de negros. Quem disse isto foi o Casar Maia.

    Dúvido que algum candidato sem os votos da classe C consiga se eleger.

  20. agincourt

    16 de abril de 2014 5:02 pm

    caymmicas

    “Marqueteiro de Aécio diz que desafio é torná-lo conhecido nacionalmente”…

    …E não somente nas noites cariocas.

    ………………………………..

    SÁBADO EM COPACABANA

    (Dorival Caymmi)

    Depois de trabalhar toda a semana

    Meu sábado não vou desperdiçar

    Já fiz o meu programa pra esta noite

    E sei por onde começar

    Um bom lugar para encontrar

    Copacabana

    Prá passear à beira-mar

    Copacabana

    Depois num bar à meia-luz

    Copacabana

    Eu esperei por essa noite uma semana

    Um bom jantar depois de dançar

    Copacabana

    Pra se amar um só lugar

    Copacabana

    A noite passa tão depressa

    Mas vou voltar lá pra semana

    Se eu encontrar um novo amor

    Copacabana

  21. Juliano Santos

    16 de abril de 2014 5:15 pm

    O marqueteiro disse: “Aécio

    O marqueteiro disse: “Aécio tem o carisma do Lula e a eficiência do FHC”

    Concordo 50%. Tem a “eficiência” do FHC de fato. E a “eficiência” tem nome inclusive, Armínio. E tem sobrenome, Arrocho. Quanto ao “carisma” do Lula, sem comentários

  22. Daniel A. Cavalcanti

    16 de abril de 2014 5:18 pm

    Não tem como, o helicóptero

    Não tem como, o helicóptero caiu.

  23. PauloBR

    16 de abril de 2014 6:06 pm

    Facinho

    Tornar o Aécio conhecido nacionalmente era uma tarefa muito fácil, mas a Polícia Federal preferiu se concentrar só no helicóptero…

  24. Wanderson Brum

    16 de abril de 2014 6:16 pm

    Exportação

    Eu sei é uma piada infame, mas….de Exportação e importação os Perillo entendem bem, vai ver é por isso que libertaram o pessoal lá do helicoptero empoeirado!  

  25. André Oliveira

    16 de abril de 2014 8:19 pm

    O marqueteiro é um

    O marqueteiro é um otimista.

    Nem o Aécio vai acreditar nessa. Aliás o calcanhar de aquiles da campanha do PSDB é que eles mesmos não acreditam em seu candidato.

  26. Jair Fonseca

    17 de abril de 2014 1:58 am

    Bota desafio nisso, fio!

    Bota desafio nisso, fio!

  27. Lucas A.

    17 de abril de 2014 6:37 pm

    #SouAécio

    Estamos com Aécio Neves. O único verdadeiramente capaz de colocar o Brasil de volta nos eixos. Tem o carisma do ex-presidente Lula e sem dúvida conseguirá reacender as chamas da esperança do nosso povo, tão desacreditado com a política de Dilma e seus companheiros.

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