10 de junho de 2026

Moraes é acionado na Justiça dos EUA por empresa de Trump e rede social que querem blindar Allan dos Santos

Plataformas americanas se recusam a cumprir ordem de Moraes, que determinou exclusão permanente das contas de Allan dos Santos das redes sociais
Alexandre de Moraes, ministro do STF. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, foi acionado na Justiça dos Estados Unidos pelo Rumble, uma plataforma de vídeos onde o blogueiro extremista Allan dos Santos atua desde que deixou o Brasil por causa das investigações contra o gabinete do ódio bolsonarista. Além do Rumble, a empresa Truth Social, que pertence a Donald Trump, também move a mesma ação contra Moraes.

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O jornalista Glenn Greenwald, um dos defensores mais estridentes do artigo da constituição americana que defende a liberdade de expressão, assina a reportagem da Folha de S. Paulo desta quarta (19) que conta o processo armado contra Moraes. Greenwald também tem um canal no Rumble e faz transmissões ao vivo na plataforma.

Segundo a matéria, as empresas buscam na Justiça americana frear decisões sigilosas de Moraes que obrigam o Rumble a excluir permanentemente a conta de Allan dos Santos. A Truth Social entrou na briga alegando que decisões que “censuram” o Rumble também prejudica a rede de Trump.

“Além de buscar uma decisão que declara a ordem de Moraes ilegal sob a legislação americana, o processo também faz com que Apple e Google sejam impedidos de seguir qualquer determinação do ministro de remover os aplicativos do Truth Social e do Rumble de suas lojas virtuais. Além disso, solicita um julgamento com júri para avaliar a validade das conclusões feitas pela empresa contra Moraes”, descreveu Greenwald.

“A decisão da empresa de mídia de Trump de se juntar ao Rumble no processo contra Moraes indica claramente que a nova administração americana poderá comprar uma briga contra as ordens do ministro”, acrescentou o jornalista.

Para a cúpula do Rumble, Allan dos Santos, que é investigado no Brasil por propagar fake news e atacar as instituições, tem plena liberdade de expressão nos EUA, protegida pela Primeira Emenda. Allan reside legalmente nos EUA e como o país não entende que ele cometeu crimes de opinião na internet, ele não será extraditado para o Brasil.

Redação

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2 Comentários
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  1. AMBAR

    20 de fevereiro de 2025 11:33 am

    Parece que para alcançar o gengivão só mesmo uma poderosa baiana de turbante branco, invocando seu nome nas matas, cachoeiras e encruzilhadas para encomendar seu destino junto ao seio do Olavo. Boa viagem. Se precisar, acendo umas velas pretas de 7 ou mais dias. Afff!
    Convocar um incidente diplomático para proteger um cadelo desses. ´Ta de brincadeira.
    No mais, o viúvo VerdeValdo já deu o que tinha que dar. Tem mais é que esquecer o Brasil.

  2. Paulo Couto Teixeira

    20 de fevereiro de 2025 9:21 pm

    PAU NELE, XANDÃO!
    VIVA A CHINA!

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