19 de junho de 2026

Crescem as exportações de produtos tecnológicos, por Luís Nassif

O maior grupo é o de aeronaves, mas há volume expressivo em Máquinas e Equipamentos Elétricos e em Produtos Farmacêuticos e Medicamentos.
Portal Gov

Visto como participação nas exportações totais, houve uma queda nos produtos de intensidade tecnológica, mas devido ao aumento expressivo das exportações de commodities.

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Na análise das exportações em si, tem havido um forte crescimento das exportações desse grupo.

O maior grupo, ainda, é o de aeronaves, mas há volume expressivo em Máquinas e Equipamentos Elétricos e em Produtos Farmacêuticos e Medicamentos.

Os dois grupos em franca expansão são a exportação de aeronaves e Máquinas e Aparelhos Elétricos.

No grupo Máquinas e Equipamentos Elétricos entram motores e geradores, transformadores, indutores e bobinas, acumuladores e baterias, equipamentos de iluminação e máquinas e equipamentos industriais, entre outros.

As empresas que mais exportam são a Weg, Romi, Cunnings Brasil e as empresas do Vale da Eletrônica, de Santa Rita do Sapucaí.

Já em relação aos laboratóirios, além de medicamentos há exportação de soros e vacinas, produtos naturais.

É importante notar que, apesar da capacidade de produção e exportação, o Brasil ainda importa cerca de 90% da matéria-prima necessária para a produção de medicamentos e vacinas, o que evidencia uma dependência significativa de insumos internacionais.

Os maiores exportadores são oi Laboratório Cristália, a Eurofarma e o Instituto Butantã.

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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5 Comentários
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  1. mar11cos

    12 de março de 2025 10:47 am

    Bom dia, Nassif
    Esses dados têm como fonte a plataforma do https://comexstat.mdic.gov.br/pt/home ?

    Dentro da proposta do GGN de criar mais conteúdo de inovação, poderíamos explocar mais esses dados e assim simular cenários. Estou a disposição. Abraços!

  2. Escuderie Le Coq

    12 de março de 2025 11:01 am

    É bom avançar na pesquisa e saber:

    O quanto desse material é elaborado, ou seja, fruto de domínio de tecnologia nacional.

    Ou se estas exportações são meras montagens em nosso país, para aproveitar assimetrias cambiais, e as criminosas isenções fiscais.

    No caso do avião, as partes principais não são produzida aqui, nem a tecnologia de bordo, nem as turbinas, a Embraer é quase uma montadora.

    Fármacos, quase o mesmo, pois as patentes não são brasileiras.

    Enfim, sem responder a tais questões, não é auspicioso comemorar muito.

    1. Jeancarlo Pacheco

      12 de março de 2025 3:46 pm

      Pelo menos já um começo, vc n acha ?
      E daqui um pouco novos investimentos apareceram e novas descobertas brasileiras, por que damos um povo bem capais, não é atoa que exportamos muitos cientistas e engenheiros Samis capais só falta a Eliete brasileiro deixar o Brasil se desenvolve, e deixar o Lula trab, que iremos exporta muita tecnologia se os dep e senadores deixar

      1. Escuderie Le Coq

        12 de março de 2025 8:07 pm

        Infelizmente a questão é grana.
        Posição relativa na geopolítica mundial.

        O seu comentário confirma isso, que tem grana leva os cérebros.

        Ponto.

        O programa espacial da NASA Gemini, das naves Apollo e do pouso na lua eram um desastre, assim como o programa nuclear estadunidense.

        Tudo andou com gente de fora.

        Daí, com o tempo, essas cabeças importadas deixaram o seu legado por lá.

        Em um país onde um pós doc ganha 20,30 mil, no máximo, e um juiz concurseiro, que mal sabe escrever ou falar, 70, 80, 100 mil, e pior, um jogador de futebol, um tipo de asno bípede ganha 1 milhão por mês, a ciência não irá a lugar algum.

  3. Paulo Mori

    12 de março de 2025 3:57 pm

    Poderia mudar para kids mimados ou kids mal educados. Talvez…

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