No acumulado de 12 meses até abril, as exportações para a China, em relação ao mesmo período do ano anterior, caíram de US$ 108,17 bilhões para US$ 91,98 bilhões, reduzindo a participação chinesa de 31,38% para 27,35%.
No mesmo período, as importações aumentaram de US$ 56,39 bilhões para US$ 69,88 bilhões, representando 20,78% das importações brasileiro.
O saldo comercial caiu de US$ 51,78 bilhões para US$ 22,1 bilhões
China continua sendo o maior destino das exportações brasileiras, seguido pela União Europeia e Estados Unidos.
E também o maior destino das importações brasileiras.
A queda de US$ 37,3 bilhões no saldo comercial brasileiro foi puxado por US$ 29,7 bilhões de queda no saldo comercial com a China.
Na base de tudo, a queda nas cotações de commodities.
Rui Ribeiro
9 de maio de 2025 1:50 pmQuer dizer que o recuo das exportações para a China se deve à redução da cotação das commodities, e não à redução da quantidade de commoditities exportadas?
Stalingrado
10 de maio de 2025 1:23 pmCom as tarifas da China contra os EUA em resposta às farifas dos EUA contra a China, a cotação das commodities na Ásia deveria subir ao tirar um competidor do mercado.
Rui Ribeiro
11 de maio de 2025 9:35 amO problema é o monopólio da demanda pela China. A lei da oferta e da procura funciona numa economia de livre concorrência tanto no que diz respeito à oferta quanto ã procura
Hermes
11 de maio de 2025 4:19 pmEterna fazenda.