21 de junho de 2026

PMDB propaga oposição na Câmara para tumultuar PT

Jornal GGN – Palácio do Planalto é derrotado por “blocão” na Câmara. Esse foi o resultado de uma agenda tumultuada ontem (11), marcada por críticas à Presidente Dilma Rousseff pelo PMDB, tentativa de ministros de reverter o conflito da aliança, e propagação da tomada oposicionista na criação de uma comissão externa, para investigar denúncias de pagamento de propina a funcionários da Petrobras.

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Por 267 votos a favor, 28 contra e 15 abstenções, os deputados votaram pela aprovação da comissão que analisará as denúncias de irregularidades relacionadas à Petrobras. De acordo com a bancada de oposição, funcionários da empresa teriam recebido propina da holandesa SBM Offshore, que aluga plataformas flutuantes a companhias petrolíferas.

A oposição comemorou o apoio do PMDB, de base aliada ao governo. “É fundamental a aplicação do Congresso Nacional na fiscalização dessas coisas que aparecem e que dizem respeito a denúncias graves, como esta contra a Petrobras, que é um patrimônio do povo brasileiro”, disse o líder do PSDB, Antonio Imbassahy (BA).

Segundo o líder do PT, Vicentinho (SP), o Ministério Público da Holanda apresentou indicações de que não há envolvimento da Petrobras no caso e que a intenção da base oposicionista é “dar um passeio naquela cidade”. Os deputados devem ir ao país acompanhar as investigações.

Antes do resultado da votação, os ministros Aloizio Mercadante, da Casa Civil, e Ideli Salvatti, de Relações Institucionais, tentaram nos bastidores minimizar a situação. Eles conversaram com as cúpulas do PR, PROS, PP, PDT e PTB. Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, os ministros estavam negociando concessões aos parlamentares.

O deputado José Guimarães (PT-CE) também tentou convencer que a comissão não fosse criada. Ele fez um apelo à tribuna para que a briga política não interfira no trabalho da Câmara. “É preciso separar o que é divergência política do caminho que pode trazer prejuízo ao país”.

A briga do PMDB com o PT teve ponto central o isolamento do líder na Casa, Eduardo Cunha (RJ), com as negociações do partido governista, desde que se tornou o porta-voz da ala peemedebista insatisfeita com as alianças estaduais e com a reforma ministerial de Dilma.

O fato ocorreu, principalmente, depois que a presidente se encontrou com integrantes do PMDB, excluindo convite a Eduardo Cunha. A reunião foi marcada por críticas a Dilma e a Michel Temer, que é presidente licenciado do PMBD, mas acusado de privilegiar interesses do governo. Cunha também tem desavenças com o presidente do PT, Rui Falcão.

Diante do embate, a bancada do PMDB na Câmara reforçou no início da tarde de ontem (11) uma ameaça de rebelião contra o Palácio do Planalto, o que se concretizou na noite do Plenário. O partido assumiu que votaria contra interesses do Planalto.

Além da comissão para investigar supostas irregularidades na Petrobras, o partido também apoia a convocação do ministro da Saúde, Arthur Chioro, para responder questionamentos sobre o programa Mais Médicos.

Também devem comparecer hoje (12) à Câmara os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, para falar sobre o que o governo tem feito para apurar as denúncias referentes à Petrobras.

Com informações da Agência Brasil e Folha de S.Paulo.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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  1. IV AVATAR

    12 de março de 2014 2:49 pm

    As duas caras de Eduardo Cunha

    Com um amigo desse quem precisa de inimigos? 

    Entenda como funciona a oposição “extraoficial” de Eduardo Cunha

    Oficialmente, lidera o PMDB para aprovar os projetos de interesse do governo. Extraoficialmente trabalha para que esses projetos não sejam aprovados

    Daniel Quoist

     Renato Araújo / ABr

     

     
    Qualquer pessoa minimamente interessada em política sabe o poder de destruição que tem uma personalidade beligerante quando assume uma função, digamos, de liderança.   
    É o caso do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
    Oficialmente é o líder da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados, o segundo maior partido da base aliada que dá sustentação ao governo Dilma no Congresso.
    Extraoficialmente é o criador de problemas por excelência: está em contínua queda de braço com a presidenta ou com seus prepostos da mesma base aliada.
    Oficialmente deveria liderar a bancada do PMDB para aprovar os projetos de interesse do governo.
    Extraoficialmente trabalha exatamente para que esses projetos sejam derrotados e, sempre que possível, que sejam derrotas clamorosas, ruinosas, barulhentas.
    Oficialmente deveria estar alinhado com a principal figura do PMDB na atualidade, o vice-presidente Michel Temer.
    Extraoficialmente é quem mais cria problemas para o nº 2 da República que, vira e mexe, tem que ir se explicar perante a presidenta Dilma, e gastar imensa energia para apagar os sucessivos focos de incêndio criado pelo correligionário carioca.
    Oficialmente deveria manter um mínimo de cooperação e de urbanidade com o partido da presidenta, o PT, e somar esforços com este para produzir matéria legislativa que traduza em ações concretas o plano de governo oferecido à população nas eleições de 2010.
    Extraoficialmente comporta-se como macaco em loja de louças, fustigando o presidente do PT, Rui Falcão, infernizando a vida do vice-presidente da Câmara, André Vargas, ironizando e desqualificando os diversos ministros de Estado que, por acaso, sejam petistas de carteirinha.           
     
    Leia também: PMDB ameaça rebelião por não ter ganho mais ministérios
     
    Oficialmente deveria trabalhar para abater no nascedouro os escândalos ‘fakes’, artificiais, forjados por uma Oposição capenga para desgastar a imagem do governo junto à população e que sempre contam com a extrema boa vontade de uma mídia tradicional empenhada ela mesma em ter incontestável protagonismo de oposição ao governo.
    Extraoficialmente é incansável em fazer articulações para desmobilizar a bancada do PMDB em defesa do governo e em promover factóides que coloquem água no moinho para a criação de Comissões Parlamentares de Inquéritos (CPI), que tanto podem ser sobre a Copa 2014, a Petrobrás, o papel do Itamaraty na crise da Venezuela, as brechas no Mais Médicos, os riscos de apagão, o descontrole da inflação, os empréstimos a Cuba, o uso de aviões da FAB. Ou seja, tudo que poderia ser rapidamente esclarecido acionando as instituições competentes e que existem exatamente para isso, como a Advocacia-Geral da União, a Controladoria Geral da União, a Procuradoria Geral da República, o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, o Itamaraty, o Ministério da Saúde, o Ministério da Fazenda, o BNDES, o Ministério das Minas e Energia.
    Oficialmente deveria defender dos ataques de uma oposição – sem bandeiras e sem discurso – o governo em que seu partido ocupa a vice-presidência, mantêm em sua órbita de atuação 5 ministérios e milhares de cargos de segundo, terceiro e quarto escalões, incluindo vistosas diretorias em estatais do porte do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Petrobras, CHESF, DNIT.
    Extraoficialmente se entrega de corpo e alma a apoiar convocação de ministros de Estado, propostas pelo consórcio PSDB-DEM-PPS, com o objetivo básico de gerar desgaste para o governo, que tanto pode ser político, quando de imagem, midiático.
    Oficialmente deveria ter uma atuação de líder nos tradicionais moldes que privilegiam a transparência, a sinceridade, o senso de agregação em torno de um ideário ou de uma causa e que prefira a proatividade ao invés do desmesurado reacionarismo.
    Extraoficialmente faz questão de atuar nos bastidores, nas articulações que minem, avariem e enfraqueçam a capacidade do governo federal de apresentar iniciativas legislativas condizentes com o anseio da maioria dos brasileiros que elegeu o PT para lhe governar desde as eleições de 2010.
    Oficialmente deveria encorajar o surgimento (e fortalecimento) de crescentes pontos de convergência entre os lideres (e suas respectivas bancadas) que integram o imenso arco de partidos que apoiam o governo.
    Extraoficialmente trabalha para potencializar as insatisfações individuais dos deputados, exigir de maneira truculenta o pagamento de emendas parlamentares, ridicularizar (sempre que possível) presidentes de partidos que dão suporte ao governo, criar as condições para criar facções, blocos e similares que atravanquem de vez a ação do governo no Congresso.
    Oficialmente deveria buscar interlocução preferencial com o governo a que serve e para o qual foi designado líder de bancada, a começar com o azeitamento das comunicações com a presidenta da República e o alinhamento consensual com o vice-presidente da República, fomentar diálogo fácil com demais lideranças do PT e do PMDB, abrir canais de conciliação com lideranças oposicionistas.
    Extraoficialmente é imbatível em torpedear esses canais de comunicação, utilizando as redes sociais para mostrar contrariedade, desaprovação, desaforos e frustrações com os rumos do governo, de seu partido e do partido do governo.
    Oficialmente deveria blindar o governo de crises artificiais, crises que têm como objetivo prioritário diminuir o imenso apoio político que a presidenta angariou para se lançar a uma campanha reeleitoral com todos os ingredientes para ser vitoriosa ainda no primeiro turno das eleições majoritárias de outubro de 2014.
    Extraoficialmente se comporta mais oposicionista que os líderes de bancadas oposicionistas como Antonio Imbassahy (PSDB), Mendonça Filho (DEM), Beto Albuquerque (PSB) e Rubens Bueno (PPS).
    Feitas estas considerações, algumas perguntas que exigem urgentes respostas:
    1. Além dele próprio, a quem mais serve o líder peemedebista Eduardo Cunha?
    2. Quem, nos bastidores, mantêm o deputado Cunha na liderança do PMDB?
    3. Será que o PMDB nacional é incapaz de ver o que o Brasil todo vê: Eduardo Cunha é a pessoa menos indicada para as funções de líder de bancada governista?
    4. Qual é a pauta de reivindicações do deputado carioca pendente de aprovação do Planalto?
    5. Ter um ministério ‘para chamar de seu’?
    6. Conseguir a nomeação de meia dúzia de afilhados para ocupar diretorias de importantes empresas estatais?
    7. Apoio do governo para voos eleitorais de maior envergadura em sua base política no Rio de Janeiro?
    8. Sentimento de frustração com a atuação política de lideranças de seu próprio partido (Michel Temer – Henrique Eduardo Alves – Valdir Raupp – José Sarney – Renan Calheiros)?
    9. Ter protagonismo de líder oposicionista visando concorrer como vice de Aécio Neves ou em caso de rompimento de Marina Silva com o PSB, fazer dobradinha com seu xará Eduardo Campos?
    10. Por que é tão difícil para o PMDB destituí-lo da liderança de sua bancada na Câmara? http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Entenda-como-funciona-a-oposicao-extraoficial-de-Eduardo-Cunha-/4/30453

     

    1. mcn

      12 de março de 2014 3:28 pm

      Cunha é o Severino Cavaltante
      Cunha é o Severino Cavaltante de Dilma. O novo rei do baixo clero. O chefe dos tais 300 picaretas.

  2. carlosc

    12 de março de 2014 3:03 pm

    Este ano vai ser muito

    Este ano vai ser muito duro.

    Esta turma é insaciável.

    Hoje, já aprovaram solicitação do PSDB para a Graça Foster prestar esclarecimentos sobre a Petrobras.

    Quem precisa de aliados assim? Melhor reduzir o número de Ministério e defenestrar parte  desta corja.

     

  3. Hansel

    12 de março de 2014 3:11 pm

    Na minha modesta opinião a

    Na minha modesta opinião a missão do Cunha é arrastar o PMDB para o ninho tucano e para ele não faz a mínima diferença se isto é bom ou ruim para o PMDB.

  4. Edsonmarcon

    12 de março de 2014 3:19 pm

    joguinho

    Se a oposição comemora isso, é porque esquenceu quem é o PMDB

     

    O PMDB é um partido-prostituta (*), que sempre fica com quem pagar mais.

     

    E o governo sempre pode pagar mais. Seja ele qual for.

     

    O PMDB está fazendo beicinho para ver se consegue aumentar o michê.

     

     

     

    (*) Não tenho nada contra as honestas prostitutas.

    1. aliancaliberal

      13 de março de 2014 12:14 am

      Não Edson elas estão

      Não Edson elas estão  preocupados em não perder o ponto pq tem garota nova querendo tirar o lugar delas na próxima eleição.

  5. Juliano Santos

    12 de março de 2014 3:28 pm

    Desde que o PMDB colocou esse

    Desde que o PMDB colocou esse cara para ser líder na câmara mostrou que está afim de sacanear o governo. A Dilma tem que partir com tudo para se livrar desse estorvo. Aproveitando que poucos danos esse cara pode causar no momento. O que pode surgir dessa comissão para investigar a Petrobrás? Um mensalão 2? No máximo pegar um ou outro funcionário corrupto qye serão demitidos. E para investigar o “Mais Médicos”?

    A Dilma tem que aproveitar que é caxias e por isso não tem telhado de vidro em relação a corrupção, e mandar ver. Esse Cunha e seus chantageadores farão barulho e espuma. Mas tem que ser agora, porque do nada o pig pode cavar até achar alguma coisa com potencial de desgastar o governo mais do que essa palhaçada de agora. E quanta mais próximo das elições pior

    1. Ivan de Union

      12 de março de 2014 3:39 pm

      “A Dilma tem que partir com

      “A Dilma tem que partir com tudo para se livrar desse estorvo”:

      Dilma tem que se virar eh com OS ELEITORES PRIMEIRO.  Dilma tem que ter a contabilidade de quantos projetos eles sabotaram nos ultimos anos, do comeco ao fim.  E tem que o dizer PARA OS ELEITORES DELA.

      Esses idiotas tao brincando com fogo. Que se queimem.

      1. Lucinei

        12 de março de 2014 7:48 pm

        Ivan e Juliano,
        vou repetir

        Ivan e Juliano,

        vou repetir meu comentário a outro post sobre o assunto.

        A Dilma já passou do tempo (agora perto de eleições fica mais complicado) de dizer para uns e outros “a porta da rua é a serventia da casa: vá para oposição; fora do governo!”. Eu escolheria PR. Traz mais dor de cabeça que estabilidade. Serviria de exemplo para os demais.

        Afinal, para quê ter uma “base” tão ampliada se não pode contar com ela pra nada? Devia se contentar com uma menor um pouquinho; é até mais fácil de negociar, de acomodar. Mas, não: tá mais preocupada com a oposição; acha que assim vai anular a oposição… Acaba não conseguindo nem um nem outro.

         

    2. Carl Pardal

      13 de março de 2014 12:26 am

      É por aí…

      É por aí…

  6. CB

    12 de março de 2014 3:30 pm

    Eu acho que deveria ser

    Eu acho que deveria ser formada uma aliança PSDB/PMDB/Democratas. Não seria legal os medalhistas de ouro, prata e bronze na disputa pelo maior número de políticos cassados andarem de braços dados? Seria uma boa chance para que o eleitorado separasse o joio do trigo, uma ótima chance de saber em quem não votar para combater a corrpução. E além disso esta conversa de investigar a Petrobrás tem como objetivo criar algo que se oponha ao escândalo do Trensalão, também com ramificações na Europa. Puxa, a qual “investigação” será que o pig dará mais destaque em seus nojentos telejornais e manchetes, à do Trensalão tucano ou esta armada contra a Petrobrás?

    Tá doido, é de dar muito nojo.

  7. Alberto Villela

    12 de março de 2014 3:35 pm

    Em reciprocidade

    Como prova de suas boas intenções, agora o Alckmin vai liberar sua bancada para aprovar a criação de CPIs na Assembléia Paulista, assim o escândalo do Metrô poderá ser investigado.

  8. Gavião

    12 de março de 2014 3:47 pm

    Oposição Sadia… Será?

    Se o PMDB fizer birra demais, é capaz dele criar uma situação de paralisia no Congresso.

    Sei lá, mas acho que tem alguma coisa errada quando, pra um partido eleito conseguir tocar o seu projeto de governo adiante, é necessário ficar fazendo concessões e alianças com políticos chantagistas como esses do PMDB.  Nessas votações no Congresso ideologia é o que menos importa, a única coisa em que eles estão interessados é conquistar mais espaço no “jogo democrático do poder”.  E o pior é que o sistema de governo que temos atualmente favorece totalmente este tipo de comportamento.

  9. Guigo Barros

    12 de março de 2014 3:52 pm

    Interessante.

    Até gente que não vota na Dilma/PT está ao lado dela. O PMDB consegue ser o partido mais rejeitado de todos!

     

    No placar da enquete iG (validade relativa), a coisa estava assim (12:50 de 12/03):

    – dar um chute no traseiro (do PMDB): 2567

    – ceder uns carguinhos (para o PMDB): 111

    – levar (o PMDB) em banho-maria: 99

     

    Acho que a tal vitória de ontem, foi de Pyrro. Melhor para todos os nós: que o PMDB encolha muito nas próximas eleições!

     

     

     

    1. Paiva

      12 de março de 2014 5:28 pm

      Se a enquete foi nestes

      Se a enquete foi nestes termos, não é enquete séria.

  10. Luciano Prado

    12 de março de 2014 3:56 pm

    PMDB não é um partido político, é outra coisa.

    Fundamentalmente o que o PMDB quer é “grana”. No fundo é isso. Os pmdebistas sempre agiram assim. Todos estão no mesmo barco, inclusive Henrique Alves, Renan Calheiros e Michel Temer. Não enganam ninguém.

    Sempre agiram pensando nos “projetos” pessoais. O país que se exploda.

    Conheço, por exemplo, como Henrique Eduardo Alves “trabalha”. Quando mais jovem tentei um financiamento junto a Caixa Econômica Federal para aquisição da casa própria. Não era fácil, os recursos eram escassos.

    A família Alves dominava órgãos federais no Rio Grande do Norte como até hoje o faz. Tudo passa pelas mãos dos Alves. Dominam o Estado até hoje. A Caixa inclusive.

    Tentei por anos a fio o tal financiamento. Possuía os requisitos exigidos há época para me habilitar: conta na Caixa, renda compatível com o financiamento, nome limpo. Até a entrada de 20% do valor do imóvel eu possuía.

    Não bastava. O critério de seleção era feito nas “audiências” realizadas nos escritórios políticos onde o infeliz ia beijar a mão do coronel e implorar pelo tal financiamento. Ou outros “pleitos”, como eles chamavam essa chantagem.

    Sempre foi assim que o PMDB, através dos seus políticos agiu. Utilizando-se da máquina do Estado para “negociar” com o eleitor e ganhar voto.

    Desde então retirei essa praga das possibilidades de voto.

    Nessa “sociedade” o interesse dominante é a grana, o pessoal.

    O Rio Grande do Norte, por exemplo, é um Estado dominado por Alves e Maia e o que se escuta e ler sobre o Estado é vergonhoso.

    Essa gente não fez absolutamente nada pelo Estado. O pouco realizado se deu com recursos do governo federal.

    Qualquer partido que governe com o PMDB deve ter em mente que estarão lidando com gente da mais baixa estatura política.

    Nada do que estou dizendo é novo. Todos sabem, mas é preciso repetir a exautão..

     

     

     

     

  11. Claudio.SJ

    12 de março de 2014 4:07 pm

    Tucano cara de pau

    Esse “FDP” tucano Antonio Imbassahy fala que a Petrobrás é um patrimônio do povo brasileiro. Esse imbecil ainda tem a coragem de falar isso, sendo que o seu partido, PSDB, vendeu as estatais a troco de moedas podres, roubando o próprio povo brasileiro.

    É muita cara de pau né? É safadeza sem limites….

     

  12. Vantuil Barbosa Filho

    12 de março de 2014 4:11 pm

    ai ai ai ai, tá chegando a hora…

     que venha logo as eleições, bem que deveria vir primeiro que a Copa, o Brasil sairia ganhando de goleada, ao mandar esse PMDB, junto com as oposiçoes, para o quinto do infernos. Escreve ai; o PT, vai arrebentar nessas eleiçoes.

  13. Fulvia

    12 de março de 2014 4:11 pm

    E pensar que esse estrago

    E pensar que esse estrago todo partiu de uma certa figura proeminente do pmdb do RJ, em ato de vingança pelo fato do Planalto não ter endossado a candidatura de um sujeito tido como Sasquatch ou Yeti como queiram.

  14. Alberto Santos Neto

    12 de março de 2014 4:19 pm

    Base Aliada?

    É isto que chamam de base aliada?
    O PMDB, desde o governo Lula, esvaziou o poder do Presidente (a), para ter sempre as rédeas nas mãos. Será que vale a pena tanta submissão, só para manter uma Presidência da República sem poder, e que cede ao primeiro sinal de cara feia, do PMDB, da mídia, dos banqueiros, dos industriais, etc…

     

  15. Vantuil Barbosa Filho

    12 de março de 2014 4:54 pm

    Esse PMDB, está entalado na garganta,

    na garganta dos brasileiros, quem nem sabem o porque; 08 anos de mandato de Paulo Artung, e mais 04 anos do Casagrande(PSB), o estado do ES, patina no desenvolvimento, em 12 anos, esses dos partidos PMDB/PSB não criou um único emprego que se pode dizer que foi criado por eles, vivem as custas do desenvolvimento promovido pelo governo federal, o ES em 12 anos, apesar de varios incentivos federais, nossos deputados, que já sabem tem a demais o estado e senadores, não atraíram nenhum investimento que rendesse empregos mais rentáveis e,ou que atraísse o desejo de nossos jovens, principalmente os rapazes a estudas e ter uma profissão, que não seja um eletricista predial, um mecânico de automóvel, um operador de telemarkt, um garçom, um auxiliar da construção civil, um motorista de Õnibus, um jogador de futebol; A CETURB, paga um dos melhores salários do ES, que já é baixo já pensou onde vai parar isso? Então, eu acho que o tal do Cunha do PMDB, está fzendo um favor enorme ao peitar a Dilma, só assim, quem sabe o povo do meu atrasado ES, tenha uma nova visão sobre seus representantes, aquem a décadas os enganas e troco de nada.

  16. alexis

    12 de março de 2014 4:59 pm

    Governar ou manter-se no governo?

    O eleitor deve entender que o projeto de nação que possa ter na sua cabeça precisa de Presidente para executar e de Deputados e Senadores para legislar. A política é a arte de Governar. Para o PMDB, a política é a arte de se manter dentro do governo, qualquer que este seja. Governar tem ônus e bônus, o PMDB somente quer os bônus. O povo merece o que hoje tem, mas, precisa ter e merecer muito mais do que isso. Hoje o PT ganha, mas não leva. Somente um povo mais esclarecido poderá resolver esta situação.

     

  17. drigoeira

    12 de março de 2014 5:24 pm

    O PT está junto do PMDB e pronto…

    Para nós aqui da periferia, mandar o PMDB pros quintos do inferno seria facim facim.

    Mas lembrem da crise do Senador Sarney, o Lula deu chancela política a ele. Vai acontecer o mesmo junto do PMDB neste momento. Esperem e verão.

  18. Gilberto .

    12 de março de 2014 5:28 pm

    O Marco Civil também está atrás desta história

    A real intenção de Eduardo Cunha e do grupo do PMDB que ele lidera, é emperrar ou modificar o Marco Civíl da Internet para atender os provedores.

    Para conseguir o que quer, cria todo tipo de desgaste ao governo.

    Vejam um resumo desta história neste comentário do Sakamoto, do final do ano passado: http://bit.ly/1hzofR5

  19. JB Costa

    12 de março de 2014 5:37 pm

    Desde quando esse partido

    Desde quando esse partido  fisiologista, patrimonialista, chantagista e oportunista pensou, ou pensa, no Brasil? 

    Por esse comportamento do PMDB se vê as imensas dificuldades que é se governar na dependência de outros partidos. Para  alguns é fácil, basta boa vontade do governo e do PT para promover mudanças. 

    Ora, se com toda a benevolência possível, já flertando com a barganha pura e simples, o governo tem imensas dificuldades para aprovar matérias dadas como não polêmicas, imaginem aquelas que vão de encontro a interesses ou posicionamentos bem firmados., sejam de origem econômicos, religiosos ou mesmo só políticos. 

    Para finalizar: piada, piada mesmo é a desse deputado do PSDB, partido entreguista, com essa apologia hipócrita à Petrobrás chamando-a de “patrimônio do povo brasileiro”. Pois era esse patrimônio que eles queriam doar ao modo que fizeram com a Vale do Rio Doce e o sistema de telefonia do país. 

     

  20. marcelooliveira

    12 de março de 2014 5:39 pm

    Eduardo morde e Michel

    Eduardo morde e Michel assopra… É sempre asssim em ano de eleições: saem à caça de mais e mais e mais “espaço”…O PT e o Brasil precisam se livrar dessa corja de chantagistas fisiológicos. Chega! Basta! 

  21. DUDE

    12 de março de 2014 5:48 pm

    PARA MIM, É O FIM! PERDI A ESPERANÇA!

    Com o PMDB na oposição, o governo Dilma terminou. E mesmo que Lula venha e se coloque como candidato,infelizmente, o povo brasileiro, mesmo o  elegendo, mesmo elegendo, se  for o caso, a Dilma, não irá votar nos candidatos da base confiável do PT, ou seja, aqueles  que seguiram a orientação do líder do PT, no episódio.

    Podem eles todos,inclusive, simularem, com os factóides e etc da mídia,  a cassação do mandato presidencial.

    Infelizmente, vou votar na Dilma, ou no Lula, e em todos os candidatos da base confiável do PT, mas não tenho mais ilusões. Os políticos foram se afastando. A traição do PSB foi marcante. Agora, chegou a hora do PMDB, que parece que tem planos para se coligar com outros partidos. Talvez o PSDB, quem sabe o PSB.

    Eles farão daqui a alguns dias uma pesquisa e pronto.

    A única esperança é que o povo acorde. Mas isto, infelizmente, com o veneno pigal está muito dificil de compreender.

    Perdi a esperança!

  22. JorgeLuis

    12 de março de 2014 5:54 pm

    Que o PT dê ao PMDB o que é

    Que o PT dê ao PMDB o que é do PMDB: um belo PMDB (Pé no Meio Da Bunda).

  23. Franbeze

    12 de março de 2014 5:54 pm

    Em parte é culpa da Dilma e do Lula

    pois ambos mantiveram ministros extremamente incompetentes como o Zé da Justiça, o Mercadante e o (hi)Bernardo das comunicações. As vezes acho que o (hi)Bernardo faz parte do PiG. 

  24. Marco André

    12 de março de 2014 6:21 pm

    Voto em legenda

    O maior patrimônio do PT é sua legenda. Porém, a enorme maioria dos eleitores acredita que é necessário votar em um nome; um indivíduo. Nunca se viu campanha intensa para fortalecer uma maioria, um partido, que estimulasse o voto em legenda. A prioridade sempre foi aos candidatos.

    Inaceitável o PT abrir mão de seu maior legado.

     

  25. Antonio Carlos Silva - RJ

    12 de março de 2014 8:33 pm

    Só com uma ampla reforma

    Só com uma ampla reforma política nos livraremos de trastesiguais a este nos parlamentos .

    Aliás reforma política e uma profunda revisão nas concessões de rádios e TV´s, pois este sujeito e muitos outros comparsas que também atuam na política, são eleitos utilizando as concessões públicas pra fazer politicagem .

    Há uma corja de líderes evangélicos que empesteam as TV’e abertas e emissoras de rádio para fazerem campanhas políticas .

    Todos sabem disso, a nossa democracia ainda não está plena, temos uma democracia manca .INFELIZMENTE !!

    1. Antonio Carlos Silva - RJ

      12 de março de 2014 8:53 pm

       
      Comemoração do aniversário

       

      Comemoração do aniversário do grande inspirador deste traste e de dezenas de outros gafanhotos que estão incrustados na Câmara Federal, Senado e nas Assembléias Legislativas de todo Brasil . .

      [video:http://youtu.be/q3xD5fIWpUg%5D

       

      1. Antonio Carlos Silva - RJ

        12 de março de 2014 8:59 pm

         
        É importante ressaltar, que

         

        É importante ressaltar, que infelizmente, o Everaldo Pereira já teve passagem pelo PT, candidatando-se a vereador .

        Mas a gafanhotagem é ampla é generalizada . UMA NOJEIRA !!

      2. Fulvia

        13 de março de 2014 12:04 am

        Esse homúnculo do EC também é

        Esse homúnculo do EC também é religioso, pertence a igreja evangélica sara nossa terra.

  26. Fellix Silva

    12 de março de 2014 11:40 pm

    Dilma, troca o Bernardão pelo

    Dilma, troca o Bernardão pelo Requião, que você faz desse limão uma limonada!

  27. aliancaliberal

    12 de março de 2014 11:59 pm

    Conclusão, o que é ruim para

    Conclusão, o que é ruim para o PT é bom para o Brasil.

    Quem tem medo de uma CPI da petrobrás?

  28. O barqueiro de Hades.

    13 de março de 2014 1:02 am

    Vamos atirar a primeira pedra.

    Mais e mais trololó.

    O que mais me assusta não é o Eduardo Cunha ou a birra do PMDB, nada disto.

    Muito menos a possibilidade de uma apuração sobre a Petrobras.

    O que me assusta, de verdade, é o discurso anti-política que leio por aqui.

    Ora pilordas, todos os sistemas representativos contam com algum tipo de Eduardo Cunha. É a figura do “facilitador”, aquele que “azeita” os acordos, que aproxima “perfis incompatíveis”, enfim, que serve ao sistema capitalista como aglutinador dos esforços para manter os mandatos dentro do previsto.

    Todos estes sistemas enfrentam pequenas e grandes crises sazonais, que não raro emperram seu funcionamento, como aconteceu na recente e atabalhoada eleição na Itália, ou com o problema do orçamento dos EEUU, que paralisou parte do seus serviços públicos.

    E em todos estes estamentos estará o Eduardo Cunha, incômodo (mas necessário) como uma imagem no espelho.

    Por isto Eduardo Cunha foi escalado para dizer as “verdades inconvenientes” ao PT, porque ele mesmo é uma “verdade inconveniente”.

    O tom do PMDB se acirra a cada quadriênio, tanto para demarcar seu campo como garantidor da governabilidade, simbolicamente representado no cargo de vice-presidente, como para manter sua capilaridade nacional com acordos regionais que mantenham sua força nos estados e municípios.

    Este ano o tom vai subir, porque o PMDB está com cacife menor nos estados.

    Não pode mais impor acordos, como fez no RJ, por exemplo.

    Não tem capital político algum em MG, SP, ES, RS ou outros estados importantes. Sua dimensão no Nordeste está minguando.

    O próprio PT está se transformando ele mesmo em seu próprio centro. O PSD de Kassab está à espreita. O PSB, ou boa parte dele, volta em breve, depois de levar a surra que se anuncia, rachando ao meio.

    E aí fica o pessoal daqui vocalizando o apocalipse, ou desancando o PMDB e Eduardo Cunha.

    A Petrobras não é nenhum santo graal. Querem investigar? Ótimo, que o façam.

    Alguém aí imagina que o PMDB vá sair da aliança com este governo? E permanecendo o PMDB, como parece óbvio, vocês acham que o seu fôlego na “CPI” dura mais que duas semanas e uma conversa mais “dura” da presidenta com as lideranças?

    Pois é…

    As perspectivas colocadas no plano estratégico da estatal estão muito além das querelas parlamentares, o setor de petróleo, pelo que se observa nos resultados de  2013 das 4 grandes e outras menores, aponta que há um realinhamento, ou melhor, uma redução das margens de lucro para investir em novas tecnologias e campos recém-descobertos, como é o caso do Pré-Sal.

    De resto, esta história de administração ruim, de propina, ou de “incompetência” é só dor de cotovelo do pessoal que aplaudia a gestão “petrobrax”, aquele que afundava plataformas com gente dentro.

    Os esperançosos de que o PMDB será a redenção para o nanismo da oposição correm o sério risco de ficar pendurados na broxa.

  29. agincourt

    13 de março de 2014 1:39 am

    aliança programática

    Nonada. É só um ligeiro,  grotesco e previsível contencioso “programático” entre o  PT e seus aliados progressistas.

    Um ministeriozinho aqui, uma secretaria acolá; e tudo se resolve.

    (E que não se descarte a criação de mais um ou dois ministérios.)

    Nada mais enfadonho que a política de Pindorama.

    Bocejante Macunaíma: “Ai! que preguiça.”

    Já dizia Barbosão:

    “Nós temos partidos de mentirinha. Nós não nos identificamos com os partidos que nos representam no Congresso, a não ser em casos excepcionais. Eu diria que o grosso dos brasileiros não vê consistência ideológica e programática em nenhum dos partidos. E tampouco seus partidos e os seus líderes partidários têm interesse em ter consistência programática ou ideológica. Querem o poder pelo poder.”

    1. O barqueiro de Hades.

      13 de março de 2014 3:35 am

      Ultra-esquerda: O cocô do cavalo do dublê do bandido…

      …que não entrou no filme.

      PQP, alguém que recorre a barbosa para traçar um panorama sobre os partidos brasileiros nem merece atenção.

      O problema é este meu masoquismo.

      “Aliança programática”, “consistência ideológica”, “retidão teórica”…fala sério, é para rir este troço?

      Bem, é para levar o livrinho vermelho de Mao?

      Ou a coerência progamática nos nacional-socialistas?

      Coesão é isto aí.

      De resto, em cada canto deste mundão, o aparato partidário segue, mais ou menos, o mesmo tipo de roteiro, seja na Itália que junta Beppe Grilo com Berlusconi e os socialistas, na Alemanha, ou enfim, nos EEUU, onde democratas conservadores se juntam a republicanos para travar o governo que julgam “de esquerda” (delírio).

      Por lá, rigidez programática só o Tea Party (ou talvez nem eles).

      No entanto, o que interessa, de verdade, a boa e velha luta de classes continua lá (seja na Groelândia seja na Bolívia), o que não quer dizer que a classe desprivilegiada seja representada a contento (eu concordo).

      Os beócios não enxergam que tudo que os golpistas desejam é a disseminação desta cantilena de “sistema político fisiológico, partidos de negócio, falta de coesão programática”. Aí que está o ovo da serpente.

      É preciso que alguém grite nos ouvidos destes idiotas: A DEMOCRACIA MAIS IMPERFEITA É MELHOR DO QUE QUALQUER DITADURA!

      Mas eu receio que este pessoal só sabe conviver em Democracia quando ela lhes favorece. E por isto mantêm-se como um quase nada político.

       

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