
O dado novo é que o superávit com a China tem caído no acumulado de cada mês. Em agosto de 2024, o saldo de 12 meses estava em US$ 47 bilhões, 52,2% do saldo total. Em agosto de 2025 caiu para US$ 22,7 bilhões, 35,82% do saldo total.

O fluxo total (exportações + importações) manteve-se com pouca alteração, devido ao aumento expressivo das importações.

Já as exportações para os Estados Unidos passaram de US$ 34,45 bilhões para US$ 40,8 bilhões.


Mas o melhor desempenho das exportações foi para a Argentina, com saldo de US$ 4,5 bilhões.

Mesmo com a queda das exportações para China, as exportações totais, no acumulado de 12 meses, vêm crescendo sucessivamente nos últimos 6 anos.

Quando se analisa por subgrupos, a queda mais expressiva foi nas exportações de combustíveis e lubrificantes, cujo acumulado de 12 meses caiu de US$ 60,2 bilhões em agosto de 2024 para US$ 54,4 bilhões.

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