5 de junho de 2026

MAN-SUP: Quando o orgulho nacional muda de bandeira, por Luís Nassif

Defesa não é apenas sobre armas — é sobre autonomia, poder de decisão, não depender de terceiros para proteger o que é nosso

Nesses tempos em que a palavra soberania entrou na ordem do dia, é importante recordar o caso MAN-SUP.

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Durante anos, o míssil MAN-SUP foi celebrado como um marco da engenharia militar brasileira. Fruto de uma colaboração entre a Marinha do Brasil e empresas nacionais, o projeto simbolizava mais do que poder de fogo: representava soberania, inovação e independência tecnológica. Era o Brasil dizendo ao mundo que podia — e queria — trilhar seu próprio caminho na defesa de seus interesses marítimos.

Mas esse símbolo de autonomia acaba de sofrer um duro golpe. A venda da SIATT, empresa responsável pela integração e engenharia do MAN-SUP, para o grupo estatal dos Emirados Árabes Unidos, representa mais do que uma transação comercial. É a transferência de uma tecnologia estratégica desenvolvida com dinheiro público para mãos estrangeiras. E isso precisa ser debatido com seriedade.

Tecnologia nacional, investimento público

O MAN-SUP não surgiu do acaso. Foi concebido com o objetivo de equipar a Marinha com um míssil antinavio de alta precisão, capaz de operar em ambientes hostis e resistir a contramedidas eletrônicas. Seu desenvolvimento envolveu sistemas de guiagem inercial com GPS, radar ativo, perfil de voo em baixa altitude e resistência a interferências — tudo isso com tecnologia brasileira.

Entre suas capacidades destacam-se:

  • Guiagem inercial com GPS para correção de trajetória em tempo real.
  • Radar ativo para busca e rastreamento de alvos móveis.
  • Perfil de voo em baixa altitude, dificultando a detecção por sistemas inimigos.
  • Resistência a contramedidas eletrônicas, mantendo precisão mesmo em ambientes hostis.

A SIATT, como contratante principal, foi a alma do projeto. Coordenou subsistemas, integrou componentes, adaptou o míssil às plataformas navais e firmou acordos estratégicos. E tudo isso com recursos públicos, com o apoio direto da Marinha.

A mudança de bandeira

A venda da SIATT (50%+1) ao EDGE Group, estatal dos Emirados Árabes, muda radicalmente o cenário. A tecnologia do MAN-SUP, antes sob controle nacional, agora está sujeita a interesses externos. O contrato prevê acesso à tecnologia por 10 anos, incluindo direitos de produção e exportação. Mas quem garante que esse acesso será usado em benefício do Brasil?

Essa transação levanta questões cruciais:

  • Onde está a proteção aos ativos estratégicos nacionais?
  • Como garantir que o investimento público não se torne lucro privado estrangeiro?
  • O Brasil está preparado para proteger sua soberania tecnológica?

O risco da dependência

O caso do MAN-SUP é emblemático. Mostra como a falta de uma política robusta de proteção à tecnologia nacional pode comprometer décadas de esforço e bilhões em investimento. A defesa não é apenas sobre armas — é sobre autonomia, sobre poder de decisão, sobre não depender de terceiros para proteger o que é nosso.

Se o Brasil quer ser protagonista em sua região e no mundo, precisa tratar sua indústria de defesa como um ativo estratégico. E isso começa por garantir que o que é desenvolvido aqui, com recursos daqui, permaneça sob controle daqui.

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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64 Comentários
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  1. Jose Carlos

    22 de setembro de 2025 11:08 am

    Não temos uma elite pensante
    E ai daquele que pensar num projeto nacional
    Os EUA vem de Lava Jato e volta o pais pra idade da pedra
    Antes do golpe eramos a 6a economia do mundo
    Veio o golpe e caimos pra 13a
    Se havia um plano de desenvolvimento com empreiteiras, industria de defesa e naval, tudo foi pro saco com a Lava Jato impulsionada pelas big techs, midia comercial e elite anti povo e anti desenvolvimento

    1. Eduardo Delgado

      22 de setembro de 2025 4:31 pm

      Colocação importante e muito pertinente do Nassif!

    2. Walter

      22 de setembro de 2025 10:12 pm

      Concordo com quase tudo.
      Cabe a seguinte pergunta: Quando houve golpe aqui no Brasil, senhor José Carlos?
      O que houve, sim, foi baderna.
      Se querem dizer que foi “gorpi”, então me digam o que foi que aconteceu em torno de 2016/2017 quando também um monte baderneiros quebraram muito mais do que em 2023 e não houve uma pessoa sequer sendo presa/punida.
      Fica a certeza de que as punições são SELETIVAS.
      Quem está contra o governo é punido e quem está a favor faz o que quer.
      E não me venham dizer que estou errado.
      SÃO FATOS. PONTO.

      1. Anônimo

        23 de setembro de 2025 7:47 am

        Só uma pergunta: quem era o poder 2016/2017?

      2. JOSE FERNANDES SOARES

        23 de setembro de 2025 8:04 am

        O golpe que o José Carlos se refere foi o dado por Sérgio Moro,destruind a indústria de base nacional, e o triste é que foi em troca de algums milhões de dólares, moral da história! o 8 de janeiro é filhinha em comparação com o golpe dado por Sérgio Moro

      3. Wellton

        23 de setembro de 2025 8:52 am

        Onde estão os videos dentro dos prédios dos poderes dessa suposta invasão vc diz “fatos” tem q ser comprovados

      4. Anônimo

        23 de setembro de 2025 9:22 am

        Vc está errado, mas não dá para exigir muito de bolsominions.

      5. Anônimo

        23 de setembro de 2025 9:08 pm

        Perfeito!!! E com esse nosso sistema eleitoral e político e o atual governo só nos leva a mais atraso tecnológico e de desenvolvimento geral!!! Lamentável!!!

      6. Jon do salgueiro

        24 de setembro de 2025 3:41 am

        Tá serto, Sertissimo.

      7. JOÃO WESLEY DA SILVA

        24 de setembro de 2025 6:16 am

        Na verdade, o golpe e a consequentemente derrocada brasileira começou quando puxaram o tapete da Dilma, pra que Temer pavimentar o caminho pra prisão de Lula e a consequente eleição de Bolsonaro… e nao é coincidência esta venda destes ativos pra grupos Árabes, que tambem compraram as refinarias e presentearam k presidente com diamantes… se investigarem, encontrarão mais provas…

      8. Vhpc

        24 de setembro de 2025 12:31 pm

        A mentira é falar meia verdade. Teve baderna em 2016 e 2017 mas não quebraram muito mais que 2023 não senhor foi todo mundo preso sim senhor e ninguém ficou fazendo campanha por anistia até envolvendo hostilidade de potência estrangeira. Larga de ser mentiroso. E pior quem começou o tumulto foi um pequeno grupinho de black blocks mascarados que provavelmente eram infiltrados aí sim infiltrados de verdade porque estavam mascarados né? E se não foram pegos é porque eram da própria polícia começando tumulto pra dispersar a manifestação. Não tinha ninguém pedindo ditadura nem golpe de Estado e sim diretas e direitos. Ah vá…

    3. James Rodriguez

      23 de setembro de 2025 7:52 pm

      Essa extrema esquerdopatia vai destruir o Brasil com ditadura e endividamento geral.

    4. Expedito Edvaldo da Rocha Ferreira

      24 de setembro de 2025 2:54 pm

      Discordo do seu ponto de vista. Não foi a lava jato que estagnou nossa economia e a nossa indústria, foi a corrupção desenfreada nos governos do PT que eu ajudei infelizmente a colocá-los no poder.

  2. Ernestogmv

    22 de setembro de 2025 11:41 am

    Até onde sei, sistema inercial dispensa GPS. Submarinos usam sistema de posicionamento inercial, já que embaixo d´água não há sinal de GPS.
    Mísseis com sistema inercial dispensam GPS.

  3. JotajosedoAFF.marcelo

    22 de setembro de 2025 11:59 am

    Esta é uma questão de segurança nacional,Lula precisa INTERFERIR,matar no peitone pagarno preço,se houver polêmica será bom oq reoercutiria e atentaria a sociedade para isto,ai.saberemos.quem é quem,seria muito.oositivo,precisamos saber quem são os.vendilhoes da pátria,NÃO HÁ CABIMENTO UM GOVERNO.VENDER A OUTRO.GOVERNO,olha Nassif,CTZ estamos sendo.sabotados desde o goloe na Dilma,já estamos.muito.fragilizados na troca da tecnologia de comunicação de cabo de cobre pela por sinal,aliás o.android lancou uma atualização permitindo o acesso via satélite a informações do celular,AFF !!!

  4. GalileoGalilei

    22 de setembro de 2025 1:17 pm

    O que esperar de quem se aliou com todas as forças a um presidente que orgulhosamente prestava continência à bandeira de um país estrangeiro?

    1. Roberto Pereira Machado

      22 de setembro de 2025 6:06 pm

      Não entendi. Isso está acontecendo agora.

      1. GalileoGalilei

        22 de setembro de 2025 10:45 pm

        Será que não fui claro ao conjugar todos os verbos no passado?

        1. luciano

          23 de setembro de 2025 6:50 am

          o Sr está certo, temos que investir na corrupção e nos seus interesses pessoais para sermos o país do futuro. Parabéns pela sua visão de futuro para o Brasil e principalmente para o seu umbigo.

          1. GalileoGalilei

            23 de setembro de 2025 10:27 am

            Já bebendo? Tão cedo pela manhã?

      2. GalileoGalilei

        22 de setembro de 2025 11:10 pm

        Desconsiderem a resposta que dei, pois entendi erradamente a proposição do Roberto Machado. Em consequência, a resposta adequada é a que darei a seguir: Mesmo que esses fatos estejam acontecendo agora, a mentalidade subserviente a um país estrangeiro, e que levou a eles, foi gestada no passado. E essa mentalidade não mudou, pois não se muda uma prática de décadas em apenas 3 anos.

    2. Carlos Rocha

      23 de setembro de 2025 1:12 pm

      NOS BRASILEIROS TEMOS QUE EXIGIR, A CRIAÇÃO DE NOSSA BOMBA ATOMICA, LOGO FALTARA RECURSOS MHNDO A FORA NOS TEREMOS,TODOS VÃO QUERER , OU CUIDADMOS OU SEREMOS COLONIZADOS.

  5. Moisés Oswaldo Ganacim

    22 de setembro de 2025 1:58 pm

    Tá na hora de pensar na bomba atômica brasileira.

    1. André Leal

      22 de setembro de 2025 10:34 pm

      Concordo !

  6. NIMBUS FOBUSDEIMUS

    22 de setembro de 2025 2:00 pm

    É o Brasil não tem para amadores, quanto foi que os governantes ganharam para liberar a venda todo contrato tem o seu “preço!

  7. Bueno

    22 de setembro de 2025 2:48 pm

    Muita gente fica rico enquanto país fica vulnerável. Política não é para amadores.

  8. Davi Ceschin da Silva

    22 de setembro de 2025 4:47 pm

    Diga isso ao presidente da República Nassif,ele é contra investimento nas forças armadas

    1. Walter

      22 de setembro de 2025 10:16 pm

      Corretíssimo sua colocação, senhor Davi Ceschin.

  9. Anônimo

    22 de setembro de 2025 6:38 pm

    O Presidente anterior se vendeu aos EUA…quer dizer: nos vendeu!!!

    1. Walter

      22 de setembro de 2025 10:18 pm

      Muito fácil falar, prove senhor anônimo.

  10. William Leão

    22 de setembro de 2025 6:44 pm

    Soberania. Como é frizado na reportagem essa palavra vem ganhando grande destaque acalorado recentemente, mas apenas de forma efêmera e superficial. Ela não está restrita à apenas armas de fogo, mas também estratégia, autonomia, investimento. Soberania ecológica, tecnológica, militar, científica, jurídica etc; essas áreas e muitas outras deveriam ser fortes pontos estratégicos para o país se consolidar como uma potência regional sul-americana (como a Austrália e Nova Zelândia que competem por tal influência na Oceania) e global também -como disse o autor. Porém, o que vemos no atual cenário do país, é uma polarização política ridículo, estúpida… Enquanto o crime organizado, facções criminosas, tráfico de drogas e a atuação de máfias estrangeiras dispara. E o que vemos ser pautado com urgência no Congresso? Canalhices como Pec da Blindagem e Anistia.

  11. SAULO

    22 de setembro de 2025 7:01 pm

    Brasil tinha que estatizar a Avibras, SIATT e deveria ter feito o mesmo com a Engesa e Bernatdini,o momento atual e é o ideal para fazer estas três últimas renasceram das cinzas.

    1. AMBAR

      23 de setembro de 2025 6:07 pm

      Seria ótimo se tivéssemos estabilidade política, mas muda o governo mudam os donos da nossa propriedade e até nós viramos propriedade alheia.

  12. William Clava

    22 de setembro de 2025 7:11 pm

    Soberania. Uma palavra que vem sendo muito repetida de forma acalorada recentemente, mas apenas como uma síntese efêmera e superficial. Como é enfatizado na matéria, soberania não é algo apenas voltado para armas de fogo. Tem haver com autonomia, estratégia e investimento. Soberania ecológica, tecnológica, militar, científica, jurídica etc; áreas de forte ponto estratégico para tornar o país uma potência regional sul-americana (como a Austrália e Nova Zelândia que competem por tal influência na Oceania) e global também -como disse o autor. Porém, para isso se sustentar é preciso política pública sólida e ativo ferrenho. Mas paralelamente, no cenário atual, com essa polarização política ridículo e estúpida, o Congresso pauta como urgência canalhices como Pec da Blindagem e Anistia enquanto a indústria nacional se fragmenta e crime organizado, facções, tráfico de drogas e atuação de máfias estrangeiras dispara no país.

  13. William Clava

    22 de setembro de 2025 7:30 pm

    Soberania. Uma palavra que vem sendo muito repetida de forma acalorada recentemente, mas apenas como uma síntese efêmera e superficial. Como é enfatizado na matéria, soberania não é algo apenas voltado para armas de fogo. Tem haver com autonomia, estratégia e investimento. Soberania ecológica, tecnológica, militar, científica, jurídica etc; áreas de forte ponto estratégico para tornar o país uma potência regional sul-americana (como a Austrália e Nova Zelândia que competem por tal influência na Oceania) e global também -como disse o autor. Porém, para isso se sustentar é preciso política pública sólida e ativo ferrenho. Mas paralelamente, no cenário atual, com essa polarização política ridículo e estúpida, o Congresso pauta como urgência canalhices como Pec da Blindagem e Anistia enquanto a indústria nacional se fragmenta e crime organizado, facções, tráfico de drogas e atuação de máfias estrangeiras disparam no país.

  14. Anônimo

    22 de setembro de 2025 11:24 pm

    “Soberania não se conquista proclamando-a, mas equipando as Forças. Caso contrário é soberania de fofoca”.

  15. Fernandes ribeiro da silva

    22 de setembro de 2025 11:58 pm

    É por isso é por ,outras que sempre seremos um país de terceiro mundo.

  16. CESAR ANTONIO FERREIRA

    23 de setembro de 2025 4:53 am

    Uai…?
    O governo Lula num é nacionalista?
    Um governo incapaz de estatizar a Avibrás… Por acaso impediria a aquisição da SIATT por um grupo estrangeiro.
    Digue aí!

    1. João Fonseca

      23 de setembro de 2025 9:17 am

      A venda já se concretizou ou é apenas uma intenção ? Depende de veto presidencial por envolver financiamento público ou é assunto exclusivo da esfera privada ? Em sendo vendida, existem salvaguardas temporais ou tecnológicas que protejam os interesses brasileiros (Marinha) ? Muitas questões não esclarecidas…
      Em tempo: o Brasil precisa, no mínimo, desenvolver turbinas com empuxo na faixa de 1 a 3 tf. Pequenas se comparadas às turbinas dos caças atuais, mas suficientes para equipar mísseis e pequenos aviões a jato.

  17. Paulo

    23 de setembro de 2025 6:39 am

    Gostaria q esses patriotas de mer.. tivessem essa mesma preocupação qdo venderam as refinarias e distribuidora de petróleo, coisa muito mais importante para soberania de um país do q uma fábrica de armas.

  18. Mauro Felipe

    23 de setembro de 2025 6:48 am

    E preciso levar estes fatos ao conhecimento público e mobilizar a opinião pública e abrir o debates

  19. Chico Neto

    23 de setembro de 2025 7:56 am

    Quer dizer que uma venda que ocorreu em 29 de setembro de 2023 é por culpa do Bolsonaro? Sinceramente não sei o que está acontecendo com nossa sociedade! Francamente!

    1. AMBAR

      23 de setembro de 2025 6:12 pm

      O que pega aí é o fato de que Bolsonaro tinha grandes intimidades com os emirados árabes, e a clareza de seus negócios com aquela nação têm suas consequências por tempo desconhecido, pretérito e futuro. Não nos esqueçamos dos sigilos centenários impostos naquele mandato e das lindas jóias com as quais o mandatário foi agraciado.

  20. Anônimo

    23 de setembro de 2025 8:02 am

    O exército não tá conseguindo pagar luz e água. Kkkkkkk

  21. José Antônio

    23 de setembro de 2025 8:14 am

    Por isso querem controlar as mídias, só fazer uma pesquisa que vão ver que a Avibras e a Embraer foram fundadas no Governo Militar, por engenheiros do ITA, Ozires Silva era o Responsável. A Avibras vendia mais de um Bilhão em materiais bélicos para vários países e pelo que lembro tbm foi protagonista do sistema Astros isso foi até 2022 quando por motivos de várias greves a empresa entrou em processo de falência, que perdurou até 2024 quando foram iniciadas tratativas de venda da maior parte da Avibras para uma empresa se não me engano Holandesa, que não prosperou e depois para uma empresa Chinesa, Norico que tbm foi rejeitada, e agora para essa empresa Árabe. Mas só Contrário dos comentários aqui estão colocando a culpa em Governo anterior, o que não é verdade, pois os maiores Cortes de Verbas no exército brasileiro foram feitos atualmente.

  22. ANGELO NICOLACI

    23 de setembro de 2025 8:33 am

    Desculpe Nassif, mas seu artigo esta completamente equivicado, a SIATT continua sendo brasileira e gerida por Brasileiros que estão comprometidos com os interesses nacionais. De jornalista para jornalista, te aconselho a procurar conversar com pessoal da SIATT afim de compreender como se dá essa parceria com a EDGE Group, pois é preciso termos responsabilidade como profissionais da informação, e buscar o maximo de fontes e dados antes de exprimir opinião, até porque nós somos canais de conhecimento e informação, não de sensacionalismo ou meios de manobra.

    Um forte abraço deste colega de profissão que atua a 16 anos na area de geopolitica e defesa, á frente do site GBN Defense, onde defendemos a nossa soberania e o crescimento de nossas capacidades.

    Angelo Nicolaci

    1. Luis Nassif

      23 de setembro de 2025 10:13 am

      Beleza. Estamos abertos a uma parceria.

    2. NunoFerreZ

      24 de setembro de 2025 3:54 pm

      Angelo, quanto à participação acionária, acredito sim que a SIATT (assim como a AEL) continue “brasileira”. Porém acho no mínimo ingenuidade não questionar a assimetria destas “parcerias”, seja SIAT/EDGE e, mais ainda, AEL/Elbit. Gostaria inclusive de ler sua análise sobre o Link-BR e soberania nacional. Sds

  23. Giovanni Inácio da Silva

    23 de setembro de 2025 9:47 am

    Bom dia!
    Eles tem dinheiro para investir,e temos que pensar grande e produzir com o dinheiro deles e nossa criatividade…outros projetos de defesa anti aeria,blindados, míssel hiperssonico anti navios,etc…

  24. Anônimo

    23 de setembro de 2025 10:05 am

    Está é uma situação que revela nossa desproteção e abandono em políticas vitais para nossa soberania e sobrevivência como potência média em meio a tubarões vorazes- ou poderes emergentes dotados de unidade e poder de comando- como os Emirados.

  25. ASA

    23 de setembro de 2025 10:11 am

    Isso acontece no desgoverno do Lala!!! hahahaha…

  26. Anônimo

    23 de setembro de 2025 10:15 am

    Achei uma boa reportagem mas ficou faltando informações que gerou a celeuma, foi proposital ou descuido?

  27. Anônimo

    23 de setembro de 2025 12:30 pm

    O Brasil, não possui, mercado para tecnologia militar, nem uma empresa vive de patriotismo, e tem mais uma, tecnologias nesta área, são superadas de tempos e tempos, a associação com outras empresas é essencial, para que possamos acompanhando a evolução das tecnologias de pontas, quem sabe a construção de míssil terra ar de longa distância, que são caríssimos, míssil ar ar de longa distância,

  28. Carlos Rocha

    23 de setembro de 2025 1:16 pm

    O BRASIL COM TABTA RIQUESAS NATURAIS, SERÁ A SALVAÇÃO DO MUNGO NAS PRÓXIMAS DECADAS,TELIS QYE DAZER NOSSAS BOMBAS ATOMJCAS, OU SEREMOS INVADIDOS, CO CORDAM??

  29. Milton

    23 de setembro de 2025 3:25 pm

    Toda as empresas de defesa faliram ou entregaram as mãos estrangeiras, nada no Brasil é brasileiro, so pesquisar, até a base de Alcântara nao é do Brasil,nunca lançamos se quer um foguete, os políticos, querem ter trabalho infelizmente
    Poderíamos ser uma potência,mas

  30. Vicente Chrisóstomo

    23 de setembro de 2025 3:59 pm

    Caríssimos, NÃO, para esse congresso inimigo do povo. Na próxima eleição vamos votar em candidatos progressistas comprometidos com as políticas sociais e projetos que tragam independência e soberania ao nosso país.

  31. S.Jorge

    23 de setembro de 2025 5:38 pm

    O Brasil deve se preocupar com sua defesa que venda armas, mas não suas fábricas de armas serem entregues aos estrangeiros. O presidente Lula deveria brecar esta venda da maioria acionária de 51% para um país estrangeiro. Se não nossa soberania ficará relativa ou pior, vilanizada.

  32. SIDNEI

    23 de setembro de 2025 8:29 pm

    Pergunta importante a ser esclarecida: quando foi realizada essa transferência de “bandeira”? Na gestão de qual governo?…

  33. JOAO CARLOS HOHL ABRAHAO

    23 de setembro de 2025 11:01 pm

    A mesma coida acontece comvas pesquisas cientificas no Brasil,onde nao temos protecoes e garantias para revrrter valores socoais e evolução financeira

  34. Marcus Magalhães.

    24 de setembro de 2025 1:18 am

    O controle da tecnologia custeada e desenvolvida pelo povo brasileiro deve, invariavelmente permanecer sob o poder do Brasil. Como cidadão brasileiro, declaro ilegal o repasse do controle dessa tecnologia. Somente o povo brasileiro pode alterar essa propriedade, devendo portanto ser submetida a questão a avaliação, com larga exposição pública.

  35. Ricardo

    24 de setembro de 2025 7:15 am

    A ganância por mais dinheiro é o que acaba com o Brasil, uma tecnologia dessa não deveria está saindo do país para simplesmente ir para o outro.
    Ter boa relação com os países é crucial mas a tecnologia tem que ficar aqui dentro não se compartilhar esse tipo de coisa , pois poder ser um calcanhar de Aquiles para nós próprios.

  36. Cidadão sem cidadania

    24 de setembro de 2025 1:17 pm

    O Brasil tem presidente, mas não tem estadista, está claro ,Lula vive de discurso, mas na hora da briga, o caro presidente fica no alto da montanha fingindo que não é presidente, tudo será doado com Lula ou Tarcísio, se alguém ainda acha que Lula é um estadista, está doutrinado até o último fio de cabelo.

  37. Carlos

    24 de setembro de 2025 7:16 pm

    E, ainda, tivemos um almirante mula trazendo jóias dos países árabes…precisamos saber como foi esse negócio.

  38. Sallan

    30 de setembro de 2025 9:22 pm

    Essa matéria contém uma razoável quantidade de desinformação! Recomendo aos leitores, que pesquisem fontes da SIAT ou Marinha para esclarecer os fatos!

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