Um novo jargão surge na boca dos que consideram as críticas ao modo como as chamadas manifestações vem sendo conduzidas como um sinal de governismo, um sinal de petismo, um sinal de peleguismo. “Bloc Governistas”, sim, isso mesmo. Uma tentativa canhestra de elevar ao mesmo patamar as críticas verbais, e na maioria das vezes fundamentadas, às ações de violência contra o patrimônio público e ao sentimento violento que nós remete aos tempos anteriores na caminhada em direção à civilidade.
Também, é interessante notar que não se tem noção de momento político igual no histórico do nosso país. As instituições, incluindo mídia e Judiciário, estão experimentando o mesmo grau de desconfiança fomentado por anos e nos de um direcionamento deliberado para o ódio à prática política. Esse contexto gera quadros de sinuca de bico, pois, na mentalidade dos da “fé certa” – que jamais assumirão suas derrotas – não há como ficar à vontade tendo a ideia de que estão e/ou foram manipulados para atender a interesses que eles julgam combater. Notem, é realmente uma bela engenharia demagógica conseguir manipular pessoas instruídas (maioria classe média) de modo que eles pensem estar fazendo algo de bom, isso não é para qualquer um e não se faz do dia para a noite.
A cólera é normalmente corrente naqueles que são contra argumentados, e no turbilhão de impropérios difíceis de serem escritos em espaço nobre como desse blog, um dos verbetes mais utilizados para ofender, vejam só, é a denominação “petista”. Na cabeça dos monocromáticos, da Direita e de todas as esquerdas, não há possibilidade para os sincretismos ideológicos, é preto no branco, são os azuis contra os vermelhos, é o bem contra o mal comunista. Não percebem, principalmente à esquerda calçada no messianismo de Freixo et al, que é perfeitamente possível a utilização de ideias provindas de toda a extensão do espectro político para o bem nacional.
Mas está se tornando perigoso, eu diria perigoso assumir-se petista depois que o PT na figura de Dilma, principalmente, passou a entender mais essa ideia de sincretismo e se desprender de dogmas. Isso foi a traição, a configuração do adultério petista aos seus antigos ideais segundo a esquerda infante. Bem, entendo que talvez os que afirmam que o PT se vendeu achassem que o partido fosse uma pedra resistente às intempéries do tempo e por isso não deveria mudar um pouco. Eles têm essa mesma fé em Freixo, a da pedra inalterável, recalcitrante. Pobres cabeças.
Saulo K.
23 de fevereiro de 2014 1:48 pmQue texto ruim… Até
Que texto ruim… Até prometia, mas tão mal escrito (faltam acentos, para começar), períodos longos que parecem não levar a lugar nenhum. O próprio texto não parece levar a lugar nenhum. Nassif poderia ler antes de publicar.
nilccemar
23 de fevereiro de 2014 2:47 pmMais estranho ainda é alguém
Mais estranho ainda é alguém dar-se ao trabalho de, numa exposição de ideias tão contundente, se arvorar a criticar somente o aspecto formal do texto. E ainda por cima mencionar a falta de acentos, sabendo que estamos no meio de uma adaptação à nova regra ortografica que, justamente, elimina todos acentos.
Lucinei
23 de fevereiro de 2014 4:43 pmPois é, Nilcemar. Eu sugiro
Pois é, Nilcemar. Eu sugiro sempre “pular o comentário”, já que não tem nada – sim, nada – a acrescentar.
nilccemar
23 de fevereiro de 2014 4:57 pmNada a acrescentar, no
Nada a acrescentar, no entanto, aparecem sempre contemplados com várias estrelinhas de mérito, como se fossem unanimente aprovados por todos.
Anarquista Lúcida
23 de fevereiro de 2014 8:39 pmClap, clap. Censurar linguag numa discuss d idéias é mediocridad
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Francy Lisboa
5 de março de 2014 6:06 pmQue burrico…dá zero pra mim
Que burrico…dá zero pra mim Sauuuuul!
Abs
Raí
23 de fevereiro de 2014 1:54 pmDe atirador de pedras, viramos…
O que muitos não entendem, na imaginária concepção de que o governo petista, ou governo Dilma está fazendo ou deixando fazer, é que antigamente, quando éramos oposição crítica embora propositiva, nós atirávamos pedras, em tudo aquilo que era contrária à nossa fromação política, e uma vez no governo, e tendo que conciliar as diversas facções internas do partido, e governar para um país, e não somente para os nossos militantes e eleitores, viramos vidraça, e passamos a ser alvos dos mais diversos tipos de atiradores, e desta vez, não somente de pedras, mas tambem de artefatos mortíferos, que não visam apenas a alternancia(saudável e desejável) do Poder Executivo, mas a desconstrução do que eles chamam de governança sindicalista e assistencialista.
Antonio C.
23 de fevereiro de 2014 2:11 pmComentário.
O estilo é bom, burocrático e sonolento. Não sem antes resvalar em mistificações, como em “ações de violência contra o patrimônio público e ao sentimento violento que nós (sic) remete aos tempos anteriores na caminhada em direção à civilidade.”
Acabei de assistir a um documentário sobre a morte recente de sindicalistas rurais do sul do Pará e gostaria de saber de qual grau de civilidade estamos tratando: da civilização escravocrata grega, do imperialismo europeu ou se da precarização do trabalho atual, com sua escravização mal ajambrada.
“Também, é interessante notar que não se tem noção de momento político igual no histórico do nosso país.” Sim, ela tem noção. E continua: “As instituições, incluindo mídia e Judiciário, estão experimentando o mesmo grau de desconfiança fomentado por anos e nos de um direcionamento deliberado para o ódio à prática política.” Pergunte a um garoto da periferia paulistana e ele dirá a mesma coisa, não acredita na justiça; mas este refrão existe há anos… “Notem, é realmente uma bela engenharia demagógica conseguir manipular pessoas instruídas (maioria classe média) de modo que eles pensem estar fazendo algo de bom, isso não é para qualquer um e não se faz do dia para a noite.” Isso não tem muito a ver com a imprensa, ela corrobora as injustiças sociais e políticas que os “instruídos de classe média” fazem o tempo todo; enfim, ela passa a carta de inocente aos algozes.
“A cólera é normalmente corrente naqueles que são contra argumentados, e no turbilhão de impropérios difíceis de serem escritos em espaço nobre como desse blog, um dos verbetes mais utilizados para ofender, vejam só, é a denominação “petista”.” Inventou-se a roda. Mas ela, em mais de um momento, vê a irritação como “ruim”. Incapaz de separar as iras à direita e à esquerda, coloca tudo no mesmo saco e desarma as vítimas. Mas a direita acha lindo. Morreu mais um sindicalista ao sul do Pará. Mas continuemos…
“Na cabeça dos monocromáticos (nota: ela não é monocromática), da Direita (nota: letra inicial maiúscula) e de todas (friso meu) as esquerdas, não há possibilidade para os sincretismos ideológicos (o que seria um capitalista de esquerda… não, nacional-socialismo também não serve…), é preto no branco, são os azuis contra os vermelhos, é o bem (direita ou não se ousa dizer seu nome?) contra o mal comunista. Não percebem (ela percebe), principalmente à esquerda calçada no messianismo (explique) de Freixo et al (ele é messiânico?), que é perfeitamente possível a utilização de ideias provindas de toda a extensão do espectro político para o bem nacional (isso sim, um exemplo claro de uma boa e velha ideologia!).”
“Mas está se tornando perigoso, eu diria perigoso assumir-se petista depois que o PT na figura de Dilma (personalização do poder? onde tá o povo?), principalmente, passou a entender mais essa ideia de sincretismo (ideia da autora à fórceps) e se desprender de dogmas (quais?). Isso foi a traição, a configuração do adultério petista aos seus antigos ideias segundo à esquerda infante (a esquerda infante é toda a esquerda, como escreveu acima? se quem se desprendeu dos dogmas não é infante, então, o PT não é de esquerda… tá ficando confuso isso).”
Acho que, neste domingo, lerei o texto do Lênin sobre a “doença infantil do comunismo”. Inclusive para me purgar desse post cheio de armadilhas, fios soltos e vazios. Bom domingo.
Anarquista Lúcida
23 de fevereiro de 2014 8:42 pmAntonio, é vc mesmo? (O jornalista do Rio) Custo a crer…
Vc está defendendo a violência nas manifestaçoes? Acho que deve ser outro Antonio…
alexis
23 de fevereiro de 2014 2:13 pmA reivindicação responsável
Existe uma luta responsável, com reivindicações e cobranças por parte de quem, de forma organizada e séria, apresenta-se como opção crível para implantar soluções exatamente calçadas no que é proposto e/ou reivindicado. O PT deu a sua luta nas ruas, durante muitos anos e, responsavelmente, chegou ao governo matando a cobra e mostrando o pau.
Pelo contrário, existe uma luta infantil e manipulada, da parte de quem, muitas vezes sem organização ou preparo suficiente, reclama apenas por reclamar, e reivindicam coisas utópicas que, numa mínima possibilidade de algum dia atingir o poder, este mesmo grupo sabe que não conseguiria nem começar a desenvolver as ações gritadas apenas no âmbito da rua. A direita utiliza todos esses grupos (essa é a esquerda que a direita gosta) para prejudicar a quem, mediante mandato popular, estiver no Governo, e não para propor soluções melhores. A direita não precisa de votos para mandar no Brasil, já o faz, embora em forma parcial.
Existem então duas opções para o Brasil: o poder democrático e popular, hoje representado pelo PT e aliados, e a direita conservadora e global, que utiliza estes grupos e a inveja e a dor de cotovelo de dirigentes frustrados e pequenos. Mudar o Brasil é a bandeira do PT e, se tiver apoio suficiente no congresso, este mandato popular poderá ser levado adiante em maior profundidade. Mudanças e melhorias são com Dilma mais forte, ganhando e levando.
nilccemar
23 de fevereiro de 2014 2:41 pmO Projeto Político do PSOL
Nunca soubémos nada sobre o projeto político do PSOL. Certa vez arguido na TV, Chico de Oliveira respondeu que o projeto do seu partido era criticar o PT. Ora, como pode uma agremiação político-partidária se unir em torno de tal projeto ? De quê perspectiva olham os que se propõem pura e simplesmente a criticar um outro partido ? Sequer enunciam, mesmo contando com intelectuais, teóricos, como este e agora Wladimir Safatle. Mesmo nesse limitadíssimo ideário político, também usam noção de crítica igualmente limitada. Criticar, à rigor, não seria só meter o pau em tudo, a crítica envolve o positivo e o negativo do objeto avaliado, como se vê na crítica de arte. Criticam as alianças feitas pelo PT, mas se omitem de fazer auto-crítica de que eles se safaram de estar no espaço político ocupado pela esquerda, ficando sempre de fora. Não deixaram outro recurso ao PT que aliar-se, pontualmente, com todos outros que se dispõem e se expõem ao poder formal institucional. Portanto, em seu projeto político, a crítica é exacerbada e a auto-crítica ausente. E é nesse desequilíbrio que se identificam tanto com o juiz dos petistas, JB.
Leo V
23 de fevereiro de 2014 4:25 pmMil vezes não.
O pressuposto
Mil vezes não.
O pressuposto do seu comentário Francy Lisboa, é furado, e por isso todo o resto.
Os governistas não criticam a maneira como as manifestações se dão. Sejamos hnestos, o que tem sido visto é a tentativa de criminalizar as manifestações, difamar e assassinar reputação de manifestantes. Leis antiterrorismo, ficar dizendo que são manipulados pela direita, golpistas, vãndalos e todo o resto não é crítica, é guerra. É tentativa de desqualificação e pura e simples criminalização.
O que vemos é bloc governismo sim. E os comentários neste site são um bom exemplo.
Anarquista Lúcida
23 de fevereiro de 2014 8:44 pmVc tem como garantir q nao sao manipulados pela direita?
E que sao vêndalos nao pode negar, está à vista de todos…
Só concordo com o fato de uma lei antiterrorista ser desnecessária, e na verdade um tiro no pé.
10 de fevereiro de 1980
23 de fevereiro de 2014 5:09 pmA revolta dos coxinhas ou the class media way of life
Há no texto um pequeno senão, uma ligeira discordância:
Supor que a classe média e estratos mais abastados possam ter uma concepção mais apurada da realidade e da política, seja por razões de escolaridade mais elevada, seja pelo pertencimento a faixa de conforto e consumos ditos menos populares. Isto é um equívoco.
Manipular a classe média é a coisa mais fácil do mundo, e desde que a noção de classes e de luta por hegemonia mereceram atenção e reconhecimento como categorias a serem estudadas, a classe média sempre foi considerada a prostituta das classes, depositária ao mesmo tempo do recalque-inveja dos valores dos ricos, e do ódio de classes a tudo que lembre pobreza, ainda que alguns dos seus integrantes tenham migrado dos andares mais baixos do prédio social, e por tal motivo, suscetíveis a qualquer incitação de sentimentos de manada, como qualquer outro grupo.
Lógico que também a classe média não é um todo monolítico, e ali existem setores mais antenados com esta ou aquela vertente política mais progressista ou “esclarecida”. Existem nuanças importantes, e contradições tão ou mais dramáticas que em outras classes sociais.
No entanto, o que vigora ali é um conservadorismo que mistura tons morais e anti-políticos, lugares-comuns econômicos, aversão a obrigação tributária, necessidade de exclusivismo, paranoia de segurança, patrimonialismo, e em alguns casos, racismo.
Tudo isto temperado com arrogância e indigência intelectual. É este o caldo que misturou a “revolta dos coxinhas”.
Desde muito tempo (talves desde 1961 até 1964) é a primeira vez que a conjuntura política nacional permitiu uma movimentação mais drástica dos pilares da desigualdade nacional, e sem medo de errar, pela natureza e origem distinta dos projetos de poder, aquele de Jango que foi abortado pelo golpe de 64, e o que se iniciou com Lula em 2002, há uma sensação generalizada de despertencimento da classe média do nicho de país que ela imaginou ter reservado eternamente para si.
Em 64, os ventos da Guerra Fria, o ativismo militar e a dispersão (NUNCA FRAGILIDADE) da base social de apoio de Jango em um país de 8 milhões de quilômetros desconectados entre si, dentre outros quesitos, permitiram a classe média assumir a vanguarda do movimento político que reivindicava recolocar as coisas no lugar que elas imaginavam ser o devido.
De certo modo, ironicamente, ou tragicamente, certos aspectos parecem se repetir, porém, outros não (felizmente).
Parte considerável da classe média chamada tradicional (aquela que precisou até reinventar novas abordagens sobre sua própria classificação, surpreendentemente pela lavra de teóricos governistas ou menos conservadores, como Jessé de Souza e Pochman) mantém-se dentro do espectro conservador que é transmitido de geração a geração.
Outra, se fragmenta em vários subgrupos do que se chama da esquerda “de raiz”, e talvez por isto mesmo, imóvel, incapaz de acompanhar a História e a dinâmica da sociedade.
Estes dois segmentos compartilham um ponto em comum, um alvo: as ações do governo e do PT.
Assim como acontecia em 64 com Jango, descontadas, como dissemos, todas as abissais diferenças entre Jango e os governos petistas.
No entanto, hoje, a cantilena dos setores médios soa bem mais anacrônica dada a impossibilidade fática de seus propagadores de impor suas agendas, ao contrário do cenário pré-golpe.
Não que golpes não sejam sempre um espectro sombrio sobre qualquer Democracia.
Mas o que inclina parcelas consideráveis da população a aderirem ou a se omitirem perante movimentos golpistas é a presença de um medo de tal tamanho que a impeça de enxergar ou intuir os propósitos de quem alimenta o pânico, a manipulação, a contrafação.
Este medo estava presente no ambiente de Guerra Fria, nas belicosidades que sacudiam o mundo desde a Europa (II Guerra), Coreia, Vietnam, Baía dos Porcos, crise dos mísseis e todas as dimensões dos conflitos no Oriente Médio entre o recém-criado Estado de Israel e as nações inimigas.
Hoje existem tais refregas geopolíticas, mas os motivos parecem bem mais explícitos: quase todo mundo é capaz de revelar sua compreensão sobre as agressões militares dos EEUU e seus acólitos como sendo motivadas por petróleo e pela primazia dos lobbies das “sociedades militares” e seu orçamentos sobre o cidadão comum.
Ainda que também sejam guerras também ideológicas, não há uma percepção ideológica que as legitime como causa dos conflitos.
Logo, ainda que os interesses estratégicos dos países ricos incidam sobre nossa política doméstica, muito mais por simbolismos (embora o caso de espionagem da NSA, por exemplpo, não seja o que chamamos de biombo ideológico), a disputa política entre os coxinhas classe média e o resto do país é por espaço, pela renda, pelas cidades, pela imperativa necessidade de transformar o Estado brasileiro em consagração da coisa pública, e não como balcão de privilégios.
E como vir a público dizer que se protesta porque não se concorda que todos tenham que ceder um pouco para que mais gente tenham um pouco mais não é fácil, recorrem a sofismas ou patacoadas morais.
O que os coxinhas estão a fazer nas ruas, sejam os midiotas ou os peters pans, é vociferar pela manutenção de seu “status social”.
Seria legítimo se:
– Dissem isto;
– E se de fato, estivessem ameaçados.
Nicolas Crabbé
23 de fevereiro de 2014 5:51 pmAté onde o sincretismo?
Quando o sincretismo significa entregar a Comissão de Direitos Humanos a um pastor evangélico ou a um deputado de extrema direita, quando significa aliar-se ao que tem de pior na política, como o Maluf e a família Sarney (e depois criticar o PSDB por aliar-se à dinastia ACM), quando significa adotar práticas ilegais, como o financiamento de campanhas e o loteamento de cargos, depois de ter passado sua vida criticando adversários quando faziam o mesmo, acho que deve-se esperar uma reação negativa.
Não que outros partidos sejam mais limpos ou tenham práticas melhores, é claro que não há virgens na política ; muitas dessas críticas são hipócritas quando partem de opositores que usam das mesmas práticas.
Ao ler o post e muitos dos comentários nesse blog, parece-me que qualquer crítica ao PT é considerada crime de lesa-pátria. Ataca-se o deputado Freixo e o PSOL por fazer o que o PT SEMPRE fez contra os partidos no poder quando era oposição. Agora que passou a ser situação e a adotar as mesmas práticas, fica melindrado que aliados de outrora façam essas críticas contra ele.
Infelizmente e cada vez mais os simpatizantes do PT têm-se tornado maniqueístas ao defender com unhas e dentes todos os atos cometidos pelo governo e o partido, mesmo os moralmente ou eticamente duvidosos, seja em no e da governabilidade ou do princípio que todos os outros fazem igual. Criticou, virou “coxinha”. Uma pena…
nilccemar
23 de fevereiro de 2014 7:16 pmfica melindrado que aliados
fica melindrado que aliados de outrora façam essas críticas contra ele A crítica é um exercício salutar, que sempre será bem recebido. Isto quando feita num contexto de debate de ideias, como o PT sempre fez. Não por debaixo dos panos, com máscaras, promovendo o caos e desordem social _ tão necessários propulsores do golpe _ para restaurar a ordem e a governabilidade. Não somos ingênuos, embora vocês se considerem uns suprassumos. Não enganam a todos com seus blábláblas, e o fazem cada vez menos: as máscaras estão caindo, e não são só as dos black blocks não.
Abdias
24 de fevereiro de 2014 1:37 amNunca vi petista respeitando
Nunca vi petista respeitando a opinião dos outros
lima.no.stress
23 de fevereiro de 2014 8:40 pmAí Saul K. O meio é a
Aí Saul K. O meio é a mensagem mano! O recado foi dado, com clareza e contundência. Essa turma da extrema esquerda é uma benção, para os reaças.