Sugerido por Leandro_O
Do Brasil de Fato
Por Geledés
“Não vou sujar minha mão com uma raça ruim”, disse australiana presa por racismo em Brasília
Em um salão de beleza no DF, mulher não quis ser atendida por uma manicure negra e disse que não queria ser tocada por uma “raça ruim”; a PM foi acionada e a mulher presa por racismo
Uma australiana foi presa em Brasília (DF) na noite da última sexta-feira (14) suspeita de agredir e ofender duas funcionárias e uma cliente negras de um salão de beleza da superquadra 115 Sul, além de desacatar o policial militar, também negro, que a conduziu à delegacia. Na delegacia, ela também ofendeu o agente responsável por atender a ocorrência. Parte da situação foi gravada pela recepcionista do local. O caso é investigado pela 1ª DP.
Segundo testemunhas, a suposta agressora tem cerca de 30 anos e entrou no estabelecimento para fazer as unhas do pé. A primeira pessoa que ela ofendeu foi uma manicure, que preferiu não se identificar por se sentir envergonhada. A profissional foi contratada pelo salão há uma semana.
A suposta agressora foi levada para a delegacia e foi transferida neste sábado (15) para a Penitenciária Feminina do Gama (Colmeia). Segundo a Polícia Civil, ela vive regularmente no Brasil há cinco anos e já foi detida por dirigir sob efeito de álcool.
A Polícia Civil informou que mulher foi presa por racismo e não por injúria racial porque disse que não poderia ser atendida pela funcionária negra. Ela cometeu segregação racial ao afirmar que a profissional não poderia executar o serviço por ser de “raça ruim”.
O encaminhamento para a penitenciária da Colmeia comprova que ela foi enquadrada por racismo, segundo a polícia. Se fosse por injúria, ela teria assinado um termo de comparecimento à Justiça e deixaria a delegacia. O crime de racismo é inafiançável. A suspeita pode permanecer presa por até um ano.
“Ela chegou e perguntou se havia alguém que pudesse fazer o pé dela. A recepcionista disse que sim, então ela sentou. Quando ela viu que seria eu, disse que não queria”, lembra a manicure. “Fiquei sem graça. Aí a menina disse que tinha então outra pessoa, e ela respondeu que podia ser a outra, porque ela era um pouco mais clara. Ela disse que eu era escura demais para fazer a unha dela.”
Minutos depois, a suposta agressora teria se incomodado com a presença da manicure e pedido que ela se retirasse. “Ela disse: ‘dá para você se retirar? Sua presença está me incomodando. Eu não quero que você fique perto de mim’. Subi na hora, não conseguia parar de chorar”, conta a profissional.
Dona do salão, Eliete Lima de Carvalho cuidava do cabelo de uma cliente e só percebeu o problema quando viu a manicure chorando. A proprietária subiu as escadas para o banheiro atrás dela para saber o que havia acontecido e, depois, voltou ao salão para exigir que a cliente se desculpasse.
“Ela disse que não ia se desculpar, que não tinha feito nada de errado. E aí começou a falar do trabalho da outra manicure, dizendo que ficou uma porcaria, que não ia pagar. Outra cliente, que é morena, ficou irritada e pediu para ela abaixar o tom, então ela disse ‘eu não sei por que essas pessoas de raça ruim insistem em falar comigo’. Precisei segurar a menina, que queria bater nela”, conta Eliete.
A discussão evoluiu para bate-boca e gritaria. A dona do salão acionou a Polícia Militar, mas a suposta agressora tentou fugir. Eliete afirma que pediu mais uma vez que ela se desculpasse, que a situação poderia ser contornada se ela reconhecesse que errou. “Ela disse que queria ver quem iria prendê-la por isso”, diz a proprietária.
Abordada por um PM negro, a australiana ainda teria gritado para que ele não dirigisse a palavra a ela. A cliente ofendida, as funcionárias, a dona do salão e a cliente de quem ela cuidava, que é advogada, foram para a delegacia prestar depoimento.
Assustada e desconfortável, a manicure que não quis se identificar disse que nunca passou por isso antes. “Ela insistiu que não queria nenhum de nós, pretos, falando com ela. Disse que éramos raça ruim”, conta.
De acordo com os dados mais atualizados disponíveis no site da Secretaria de Segurança Pública, houve 409 crimes raciais em 2012 no DF.
Protesto
Indignada com a situação, Eliete decidiu trabalhar com o cabelo o mais volumoso possível neste sábado. “Não admito funcionário tratar mal cliente, nem cliente tratar mal funcionário. E não admito preconceito, de forma alguma”, afirmou. “Ela me machucou profundamente. Agiu como se fosse melhor por não ser negra ou porque acha que ser manicure é ser inferior. Não aceito.”
No momento da confusão, havia cinco clientes e nove funcionárias no salão – quatro delas, negras. O estabelecimento funciona há dez anos.
Eliete disse ainda que, pela manhã, comentou com as funcionárias que achou absurdo o ocorrido com o jogador Tinga, do Cruzeiro, vítima de racismo durante partida contra o Real Garcilaso, pela Taça Libertadores, no Peru. “Ainda falei que era inadmissível, que esse era o tipo de coisa que eu não conseguia acreditar que ainda existia.”
O episódio de racismo contra o jogador ocorreu na cidade peruana de Huancayo. Tinga, que é negro, entrou no segundo tempo. Sempre que ele tocava na bola, a torcida do time da casa, fazia sons que imitavam um macaco.
Ivan de Union
19 de fevereiro de 2014 2:01 pmAustraliano
Australiano racista?
Novidade…
Edsonmarcon
19 de fevereiro de 2014 3:01 pmnada de novo
Veja o filme “Austrália” com Nicole kidman, Hugh jackman e Brandon Walters ( o garoto Nullah) de 2008.
O garoto vivia se escondedo da polícia, pois ele era mestiço (a mãe foi abusada por brancos) e os “infelizes” mestiços eram retirados de suas famílias para serem criados por religiosos, afinal eles eram o resultado de um “cruzamento” com uma “raça inferior”….
CELSO ORRICO
19 de fevereiro de 2014 5:07 pmEdsonmarcon
se é com a Nicole Kidman, ela é Australiana, tõ dentríssimo..vejo todos os filmes dela, além de muito bonita uma excelente atriz..
Klaus BF
19 de fevereiro de 2014 6:59 pmBotox
“….além de muito bonita uma excelente atriz….”
Concordo, mas antes dos litros de Botox!
Anarquista Lúcida
19 de fevereiro de 2014 8:32 pmArgh! Machismo pouco é bobagem mesmo
.
Klaus BF
19 de fevereiro de 2014 9:00 pmPerdão!
Me desculpe se deu essa conotação. Não foi minha intensão. Uma coisa que não sou é machista.
Anarquista Lúcida
19 de fevereiro de 2014 9:06 pmOK, Klaus, mas pense bem
Se fosse um homem você teria feito esse comentário, centrado na aparência? O machismo está mais disseminado do que a gente pensa, mesmo mulheres muitas vezes dizem coisas e agem como machistas.
Klaus BF
19 de fevereiro de 2014 9:12 pmClaro que teria falado do botox do Michael Douglas também!
Prezada,
É claro que a sua pergunta é pertinente pois não me conhece o bastante para saber como penso. Mas em parte você tem razão. Talvez algum machismo esteja arraigado na minha personalidade que eu nem perceba. Sua observação é válida. Vivendo e aprendendo.
Anarquista Lúcida
19 de fevereiro de 2014 9:14 pmAté com feministas pode acontecer 1 ato eventual de machismo
Nao me excluo nao. Apenas tomo um especial cuidado para evitar.
Abs
Thiago Luiz
19 de fevereiro de 2014 7:40 pmEla não é australiana.
Muita gente acredita que Nicole Kidman e Mel Gibson são australianos na realidade são americanos. Nicole Kidiman nasceu no Hawai, Mel Gibson nasceu no estado de New York.
Ambos foram criados na Austrália e começaram suas carreiras por lá.
http://en.wikipedia.org/wiki/Nicole_Kidman
http://en.wikipedia.org/wiki/Mel_gibson
CELSO ORRICO
19 de fevereiro de 2014 10:15 pmObrigado Thiago..
Obrigado Thiago pela informação, eu sempre soube que ela era Australiana porisso coloquei sua naiconalidade pelo jeito estava mal informado..
peregrino
19 de fevereiro de 2014 2:08 pmque australiana virulenta…
ainda bem que não mordeu ninguém
lclbotelho
19 de fevereiro de 2014 2:10 pmPrezado Nasif
E quando os
Prezado Nasif
E quando os “Nordestinos-Nortistas ” são chamados inpunemente de “Paraíbas”, no Rio de Janeiro ou “Baianos” em São Paulo e ninguém se indigna ?. Hipocrisia subreptícia Safada ?.E o Julgamento da nova partilha dos royalties do petróleo ? Prazo Ad eternum ?.
New7ton
19 de fevereiro de 2014 2:48 pmSou paraibano, natural de
Sou paraibano, natural de João Pessoa, nunca me senti discriminado na Cidade do Rio de Janeiro, onde atualmente resido. Aliás, o Rio de Janeiro é a cidade que recebe a todos sem perguntar de onde veio. Talvez reflexo de ter sido por séculos a capital do País. Inclusive tem um senador paraibano, candidato a Governador, Lindemberg Farias, elegeu governador, Brizola, gaucho. O rio é a cidade menos discriminadora quanto à origem geográfica das pessoas.
Aqui, quem é preterido são os negros moradores das favelas. Entre um negro carioca e um “paraíba” disputando uma vaga de porteiro, o paraíba é que leva, diz-se que os “paraíbas” faltam menos ao serviço, etc.
Concluo com o genial Belchior; “.Nordeste é uma ficção, Nordeste nunca houve, não eu não sou do lugar dos esquecidos não sou da naçao dos condenados não sou do sertão, dos ofendidos, vc sabe bem, conheço o meu lugar….”
Sta. Catarina
19 de fevereiro de 2014 3:55 pmTom
Acho que quando somos chamados de algo como o Sr. Botelho escreve “Paraíbas” ou “Baianos”, temos que ver a intenção. Apelidos pejorativos e/ou apelativos são uma coisa; outra é um apelido que não ofende. Eu por exemplo sou de Santa Catarina e resido em São Bernardo do Campo e muita gente me chama de “gaúcho”. Tá tudo bem. Abraço aos meus amigos dos pampas….
Helio J. Rocha-Pinto
19 de fevereiro de 2014 2:32 pmQue seja julgada e presa.
Que seja julgada e presa.
Daytona
19 de fevereiro de 2014 2:36 pmEssa é fã do Danilo Gentilli
Essa é fã do Danilo Gentilli e seu humorzinho politicamente incorreto.
C. Acácio
19 de fevereiro de 2014 2:37 pmÉ claro que qualquer
É claro que qualquer generalização é perigosa e , muitas vezes , injusta. Mas , se como tese , basear o perfil do povo australiano a partir do comportamento dessa senhora , compreende-se a dizimação dos povos aborígenes na Oceania …
JorgeLuis
19 de fevereiro de 2014 2:39 pmDaí eu pergunto: De que
Daí eu pergunto: De que adianta um crime ser inafiançável, se conseguir um HC é tão fácil?
Klaus BF
19 de fevereiro de 2014 3:12 pmNossas leis
Pois é! Uma colega perguntou a mesma coisa. Inafiansável é que não se pode estipular fiança, o que não impede da impetração de um HC. Vai entender!
Sta. Catarina
19 de fevereiro de 2014 3:50 pmCódigo Processo Penal
É um absurdo. Cadê a revisão do Código de Processo Penal? Não podemos aceitar essa bagunça jurídica que permite, aos que podem pagar, ter essas brechas colocando a (in)justiça brasileira nessa situação de descrédito.
Onde estão o Ministério Público, OAB, Legislativo, Executivo, seja lá quem for, que não abrem uma discussão séria para alteração daquele documento?
CELSO ORRICO
19 de fevereiro de 2014 2:47 pmentonce..
entonce, o que podemos perceber nesse fato além de racismo explícito? a atitude da dona do salão,uma negra, quanto ao procedimento a ser feito nesses casso: pediu que a gringa se desculpasse e com a negativa da mesma chamou a Polícia, bem diferente dos rapazes “diferenciados” da Zona Sul do Rio que amarrou o menor no poste..a cada dia me convenço que a nossa elite investe na barbárie..
Parabéns à dona do salão por essa lição de cidadania..
Stanilaw Calandreli
19 de fevereiro de 2014 2:50 pmCoxinha
Já temos os nossos coxinhas Made in Brazil, agora temos também os importados. Isso cresce como erva ruim.
Klaus BF
19 de fevereiro de 2014 2:58 pmBrasília
Nçao precisa ser australiana. A elite daqui de Brasília é tão quanto racista e preconceituosa.
Tiago M. Bevilaqua
20 de fevereiro de 2014 1:13 amBem lembrado
muito bem lembrado. A imensa maioria fica falando da “gringa” (att as aspas), quando brasileiros podem se comportar da mesma forma.
Edsonmarcon
19 de fevereiro de 2014 3:03 pmPergunta
Como a justiça dá um HC para uma pessoa que cometeu um crime inafiançável tão rápido, enquanto um miserável que rouba para comer passa meses na cadeia sem julgamento?
Sta. Catarina
19 de fevereiro de 2014 3:45 pmConstituição
Conseguimos jogar na sarjeta todo santo dia nossa constituição que reza que “todos são iguais perante a lei”.
Juliano Santos
19 de fevereiro de 2014 4:08 pmOra, caro Edson, dá mesma
Ora, caro Edson, dá mesma forma que dá dois, dois! para banqueiro cujo emissário foi pego no flagra tentando corromper delegado da PF
jns
19 de fevereiro de 2014 3:05 pmUm preconceito puxa o outro
Ontem, uma torcida de futebol achou que podia imitar macacos toda vez que o volante Tinga, do Cruzeiro, encostasse na bola.
Para defender o jogador teve gente dizendo que isso aconteceu logo em um país onde há tantos índios.
Também houve quem se revoltasse porque as críticas vieram de um país menor e mais pobre do que o nosso.
No clássico de domingo próximo, muitos dos que se indignaram com o racismo da torcida peruana chamarão o adversário de Maria ou Franga.
Na semana passada, a professora universitária achou que podia rir daquele a quem apelidou de “Mr. Rodoviária” apenas porque vestia bermuda e camiseta no aeroporto em um dia escaldante de verão no Rio de Janeiro.
No time dos indignados, houve quem achasse que ela não podia rir do homem porque também não era um modelo de beleza para criticar a feiúra alheia.
Quando se soube que ele é um advogado houve quem reagisse aliviado: afinal, ele não era mesmo digno das ofensas.
Racismo, xenofobia, homofobia, classe social aparência… um preconceito vai puxando o outro e, enquanto ele desfila suas mais diversas faces – todas abomináveis, lamentáveis, nojentas e injustificáveis – perdemos todos nós.
Ana Paula Pedrosa
Fonte: http://www.escritosaovento.blogspot.com.br/
jns
19 de fevereiro de 2014 3:49 pm“Hoje é o amanhã que tanto nos preocupava ontem.”
O Preconceito e a Indignação da Torcida Cruzeirense
[video:http://youtu.be/hyGlYGSLknU%5D
[video:http://youtu.be/1eReKIXiJd8%5D
Alexandre Kalil
O racismo que o volante Tinga sofreu no Peru, na derrota por 2 a 1 do Cruzeiro para o Real Garcilaso, na noite desta quarta-feira, ganhou a lamentação do Presidente do rival Atlético-MG.
Alexandre Kalil não perdeu a chance de alfinetar a Raposa, mas se manifestou em solidariedade ao jogador veterano.
“Racismo na Libertadores?… Me tiraram o prazer da derrota do Cruzeiro. Lamentável!”, escreveu o mandatário do Galo, por meio de seu Twitter pessoal, minutos após o fim da partida em Huancayo.
No domingo passado, durante o clássico entre os dois maiores rivais do futebol de Minas Gerais, a torcida do Clube Atlético Mineiro prestou solidariedade a Tinga, atacante do Cruzeiro, que foi recentemente vítima de racismo na Copa Libertadores.
Sem abrir mão da rivalidade e bom humor, junto com o gesto de solidariedade, o grito que se ouviu no Estádio Independência foi: – “Ei Tinga, vai se foder, mas nessa do racismo estamos com voce”.
Parabéns à torcida do Galo que deu um exemplo para todas as torcidas do Brasil. e merece maior destaque que os repetecos e comentários dos lances da rodada do final de semana.
VASCO
FLUMINENSE
GOIÁS
TORCEDORES DO INTERNACIONAL
Thiago Luiz
19 de fevereiro de 2014 3:14 pmCuidado com generalizações.
O caso dessa Australiana pobre de espirito e doente, não pode numca ser atribuido a toda uma nação como eu li em alguns comentários.
Essa meliante deve ser presa, deportada e proibida de entrar no Brasil. Servindo como exemplo a qualquer estrangeiro que venha com essas mesmas atitudes.
Sta. Catarina
19 de fevereiro de 2014 3:42 pmcadeia
Thiago,
concordo com tudo. Entretanto, acho que antes de deportar uma tranqueira desta, precisa passar umas férias na cadeia e pagar uma indenização “indecente” à funcionária. Depois disso, que volte com uma mão na frente e outra atrás para a terrinha dela.
Thiago Luiz
19 de fevereiro de 2014 4:45 pmSta. Catarina, valeu pela lembrança.
Tem razão. Faltou a parte da indenização.
Gilson AS
19 de fevereiro de 2014 3:27 pmNão vou perder muito meu
Não vou perder muito meu tempo comentado este fato.
Mas esta senhora deveria ser processada, cumprir pena, e depois devidamente deportada para o seu país.
Já chega os racista que nós temos.
Outra, eu como negro vou na contra mão de muitos, e acho que o racismo no Brasil está diminuindo, por várias razões que não vou citar agora.
O que esta aumentando é a visibilidade dos atos racistas, o que dá a impressão que o racismo está aumentando.
Há uns 30 anos atrás, os atos racistas eram muito piores, só que não se tinha visibilidade.
Já vi branco da tapa na cara de um balconista negro, só porque segundo o branco, foi mal atendido.
Ah! se fosse comigo ! Mas não dou uma “sorte” dessas.
morallis
19 de fevereiro de 2014 4:18 pmBingo!
Atualmente há reação,
Bingo!
Atualmente há reação, e que tenha cada vez mais.
rocker
19 de fevereiro de 2014 5:19 pmSó o fato das pessoas que
Só o fato das pessoas que assistiram a tudo aquilo terem reagido de forma indignada já é um indicativo claro de que as coisas estão um pouco melhor, sem dúvida.
Fernando Lopes
19 de fevereiro de 2014 3:51 pmHá quem pense que a Austrália é paraíso na terra…
A questão do Apartheid na Austrália já foi discutida antes, se não me engano até neste blog. Eles isolam seu povo aborígene (que tem a pele escura) em reservas em meio a probreza e total isolamento. E em um dos países de maior renda per capita e iDH do mundo existe sim míseria e preconceito.
Como disse outra pessoa acima comentando este assunto não gosto de generalizações mas vale lembrar que os Australianos escondem esta “vergonha” ( de terem em seu território populações não-brancas) e sempre, em qualquer seja a situação, estão aliados aos EUA em suas invasões a países do terceiro mundo ( estavam de braços dados no Iraque, Afganistão Libia e vários outros).
Esta senhora deve permanecer na cadeia e cumprir a pena ( de preferência na mesma cela de criminosas negras e mestiças) e os brasileiros de classe média e alta devem rever a idolatria que tem por este país vendido e racista.
Sta. Catarina
19 de fevereiro de 2014 4:01 pmRacismo
Quando vejo estes atos de racismo contra o negros, imediatamente penso nos grandes negros que tivemos/temos neste nosso planeta água: Martin Luter King, Nelson Mandela, Pelé, Bispo Desmond Tutu, Morgan Freeman, entre tantos outros.
Denegrir uma pessoa pela cor da pele é um absurdo sem limites.
morallis
19 de fevereiro de 2014 5:23 pm“Denegrir pela cor da
“Denegrir pela cor da pele”
Brincadeeeerrra!!?
Aline C Pavia
19 de fevereiro de 2014 5:54 pmTem razão
Denegrir, coitado e judiação deveriam ser palavras banidas do nosso vocabulário.
Anarquista Lúcida
19 de fevereiro de 2014 8:42 pmEtimologia é uma coisa, mas o sentido de palavras nao vem daí.
Nao há motivo para banir palavras por causa da etimologia delas. O sentido de denegrir hoje em dia nao tem nada a ver com negro, judiaçao NUNCA veio de judeu (pelo menos segundo uma professora da UFRJ quando eu uma vez fiz diante dela essa suposiçao: segundo ela vem de judas, nao de judeu) e coitado vem da palavra medieval coita, que significa dor. E, independentemente da etimologia, é o uso que determina o sentido das palavras.
morallis
19 de fevereiro de 2014 9:31 pmCoita medieval? De qual
Coita medieval? De qual origem?
Anarquista Lúcida
19 de fevereiro de 2014 9:39 pmÉ palavra comum em cantigas galaico-portuguesas
Talvez seja de origem provençal, porque a poesia daquela época era muito influenciada pela poesia provençal.
Nao sei te citar de cabeça um poema em que eu já a tenha visto, mas aparece em muitos. Veja no Wikidicionário a relaçao da palavra com os trovadores: http://pt.wiktionary.org/wiki/coita. Melhor ainda aqui: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090603124441AAGF7pW.
morallis
19 de fevereiro de 2014 4:15 pmEsse tipo pessoa não nos faz
Esse tipo pessoa não nos faz falta, ela que passe uns dias em “cana” depois volte para o país dela.
Obs. Certamente o “Leônidas tem uma explicação convincente sobre o ato.
Athos
19 de fevereiro de 2014 4:35 pmQue mane julgar o
Que mane julgar o que…
Revoga o visto e expulsa do país.
Ficar pagando pra lixo ficar preso.
Manda de volta pro buraco de onde saiu.
DanielQuireza
19 de fevereiro de 2014 5:18 pmConcordo.
Concordo.
Klaus BF
19 de fevereiro de 2014 6:36 pmEstrangeiro.
Que pague pelo crime cometido, no entanto, o estatuto do estrangeiro bem como a CF preconiza o tratamento isonômico entre estrangeiro residentes e não residentes. Paixões a parte, que vá embora, razões a dentro, que cumpra-se a lei.
Wendell Santos
19 de fevereiro de 2014 8:25 pmO reacioanarismo mais tacanho
O reacioanarismo mais tacanho está cada vez maior em nosso país gente….
RVeiga
19 de fevereiro de 2014 11:12 pmUhhhhh, que coisa boa! Que
Uhhhhh, que coisa boa! Que fique esse ano no xilindró e se escafeda do Brasil quando for libertada.
Anti racista
9 de julho de 2018 11:24 pm1 ano é pouco pra essa
1 ano é pouco pra essa escoria
Luiz Antonio Antunes Machado
20 de fevereiro de 2014 12:23 amQue mala
Que mala sem alça esta senhora, papelão. No entanto, gente imbecil tem em todos os lugares, conheço por acaso um casal de australianos que é um barato, gente muito boa. Já essa aí vai passar um tempinho no “cafofo” para aprender a não vacilar. What a shame, aussie !
Fabio Passos
20 de fevereiro de 2014 12:37 amAustraliana leitora de veja…
Será que esta australiana é leitora da revista veja?
Deve ser, não?
Tiago M. Bevilaqua
20 de fevereiro de 2014 1:00 amA mania do suposto e do condicional.
Está na moda usar a expressão suposto(a), alem de pôr o verbo no condiional. No caso presente o articulista afirma: “a suposta agressora tem cerca de 30 anos e entrou no estabelecimento para fazer as unhas do pé.” Em seguida se desmente pois informa um fato em que nada há de suposto, mas de um fato. E mais, depois de relatar fatos, ainda insiste: “Minutos depois, a suposta agressora”..
Por favor, aprendam a escrever e não a seguir modinhas.
E mais adiante, “Outra cliente, que é morena,[…] “ Morena? Ou negra?
Ouçco Nat King Cole, que figura em um post. Ele seria um suposto negro?
Sapere Aude
20 de fevereiro de 2014 1:27 amnão
Caro, devo discordar.
É essencial que não se condenem pessoas sem julgamento. Até prova em contrário, TODAS as pessoas devem ser “supotas infratoras, crimonosas, etc”. É questão de se ter um discurso minimamente civilizado.
Quando digo TODOS, são aqueles com quem concordamos e com aqueles que discordamos.
TODOS.
Nilva de Souza
20 de fevereiro de 2014 1:34 amEla é naturalizada brasileira
Ela é naturalizada brasileira e funcionária pública no DF.
Nilva de Souza
20 de fevereiro de 2014 1:37 am17/02/2014 00h25 – Atualizado
17/02/2014 00p5 – Atualizado em 17/02/2014 00p1
Australiana presa por racismo em Brasília é
solta
Mulher chamou uma manicure negra de ‘raça ruim’, diz testemunha.
Ela foi presa em flagrante na sexta-feira (14).
Raquel Morais e Lucas NaniniDo G1, em São Paulo
A australiana presa na noite de sexta-feira (14), suspeita de racismo, obteve um habeas corpus e foi solta neste final de semana.
Ela foi presa em flagrante em Brasília, suspeita de agredir e ofender duas funcionárias e uma cliente negras de um salão de beleza da superquadra 115 Sul, além de desacatar um policial militar, também negro, que a conduziu à delegacia. Ela também teria ofendudo o agente responsável por atender a ocorrência. O caso é investigado pela 1ª DP.
Segundo testemunhas, a suposta agressora tem cerca de 30 anos e entrou no estabelecimento para fazer as unhas do pé. A primeira pessoa que ela ofendeu foi uma manicure, que preferiu não se identificar por se sentir envergonhada. A profissional foi contratada pelo salão há uma semana.
A suposta agressora foi levada para a delegacia e transferida, no sábado (15), para a Penitenciária Feminina do Gama (Colmeia). Segundo a Polícia Civil, ela vive regularmente no Brasil há cinco anos e já foi detida por dirigir sob efeito de álcool.
A Polícia Civil informou que mulher foi presa por racismo e não por injúria racial porque disse que não poderia ser atendida pela funcionária negra. Ela cometeu segregação racial ao afirmar que a profissional não poderia executar o serviço por ser de “raça ruim”.
O encaminhamento para a penitenciária da Colmeia comprova que ela foi enquadrada por racismo, segundo a polícia. Se fosse por injúria, ela teria assinado um termo de comparecimento à Justiça e deixaria a delegacia. O crime de racismo é inafiançável.
“Ela chegou e perguntou se havia alguém que pudesse fazer o pé dela. A recepcionista disse que sim. Então ela sentou. Quando viu que seria eu, disse que não queria”, lembra a manicure. “Fiquei sem graça. Aí a menina disse que tinha então outra pessoa, e ela respondeu que podia ser a outra, porque ela era um pouco mais clara. Ela disse que eu era escura demais para fazer a unha dela.”
Minutos depois, a suposta agressora teria se incomodado com a presença da manicure e pedido que ela se retirasse. “Ela disse: ‘dá para você se retirar? Sua presença está me incomodando. Eu não quero que você fique perto de mim’. Subi na hora, não conseguia parar de chorar”, conta a profissional.
Dona do salão, Eliete Lima de Carvalho cuidava do cabelo de uma cliente e só percebeu o problema quando viu a manicure chorando. A proprietária subiu as escadas para o banheiro atrás dela para saber o que havia acontecido, e, depois, voltou ao salão para exigir que a cliente se desculpasse.
“Ela disse que não ia se desculpar, que não tinha feito nada de errado. E aí começou a falar do trabalho da outra manicure, dizendo que ficou uma porcaria, que não ia pagar. Outra cliente, que é morena, ficou irritada e pediu para ela abaixar o tom, então ela disse ‘eu não sei por que essas pessoas de raça ruim insistem em falar comigo’. Precisei segurar a menina, que queria bater nela”, conta Eliete.
salão (Foto: Raquel Morais/G1)
A discussão evoluiu para bate-boca e gritaria. A dona do salão acionou a Polícia Militar, mas a suposta agressora tentou fugir. Eliete afirma que pediu mais uma vez que ela se desculpasse, que a situação poderia ser contornada se ela reconhecesse que errou. “Ela disse que queria ver quem iria prendê-la por isso”, diz a proprietária.
Abordada por um PM negro, a australiana ainda teria gritado para que ele não dirigisse a palavra a ela. A cliente ofendida, as funcionárias, a dona do salão e a cliente de quem ela cuidava, que é advogada, foram para a delegacia prestar depoimento.
Assustada e desconfortável, a manicure que não quis se identificar disse que nunca passou por isso antes. “Ela insistiu que não queria nenhum de nós, pretos, falando com ela. Disse que éramos raça ruim”, conta.
De acordo com os dados mais atualizados disponíveis no site da Secretaria de Segurança Pública, houve 409 crimes raciais em 2012 no DF.
Protesto
Indignada com a situação, Eliete decidiu trabalhar com o cabelo o mais volumoso possível neste sábado. “Não admito funcionário tratar mal cliente, nem cliente tratar mal funcionário. E não admito preconceito, de forma alguma”, afirmou. “Ela me machucou profundamente. Agiu como se fosse melhor por não ser negra ou porque acha que ser manicure é ser inferior. Não aceito.”
No momento da confusão, havia cinco clientes e nove funcionárias no salão – quatro delas, negras. O estabelecimento funciona há dez anos.
Eliete disse ainda que, pela manhã, comentou com as funcionárias que achou absurdo o ocorrido com o jogador Tinga, do Cruzeiro, vítima de racismo durante partida contra o Real Garcilaso, pela Taça Libertadores, no Peru. “Ainda falei que era inadmissível, que esse era o tipo de coisa que eu não conseguia acreditar que ainda existia.”
O episódio de racismo contra o jogador ocorreu na cidade peruana de Huancayo. Tinga, que é negro, entrou no segundo tempo. Sempre que ele tocava na bola, a torcida do time da casa, fazia sons que imitavam um macaco.
https://www.google.com/search?q=australiana+foi+solta&oq=australiana+foi+solta&aqs=chrome..69i57.6693j0j7&sourceid=chrome&espv=210&es_sm=122&ie=UTF-8
Humorista Negro
20 de fevereiro de 2014 2:36 amDaria uma sentença justa! (e educativa)
Seja lá qual for a eventual pena, condenaria adicionalmente a trabalhar por pelo menos 6 ou 12 meses (ex.como manicure), subordinada a chefes ou patroas negras. Sempre com uma ou duas colegas negras no entorno.
Bem pertinho dela.
Gustavo Pizzollo
18 de fevereiro de 2017 4:42 pmnão achei nada de mais
Enquanto tem gente sendo morta por conta do trafico é estrupo no Brasil as pesssoas ficam preocupadas com o racismo mds o povo do Brasil é muito burro mesmo
Anti Gente Escrota
9 de julho de 2018 11:20 pmRACISTA ESCROTO,SAI DAQUI
RACISTA ESCROTO,SAI DAQUI DESGRAÇA