Por Laura Macedo

Valdemar Henrique, nos seus 90 anos de existência, construiu uma das obras mais expressivas da Música Brasileira – tanto em qualidade e estilo -, já que se situa entre as vertentes da música popular e erudita.
Teve a sensibilidade de integrar elementos fundamentais, como as culturas do branco, índio e negro, síntese da formação do povo brasileiro, refletindo-os em sua obra. O Brasil precisa, cada vez mais, redescobrir/referenciar a obra de Valdemar Henrique. Post completo aqui.
1- “Minha terra” (Valdemar Henrique) # Francisco Alves (voz) / Lírio Panicalli (piano) / Eduardo Patané (violino). Disco Odeon (912680B), 1946.
2- Reportagem sobre a história e obra de Valdemar Henrique.
3- Reportagem sobre algumas curiosidades da vida de Valdemar Henrique.
4- “Rolinha” (Valdemar Henrique) # Jorge Fernandes (voz) / Valdemar Henrique (piano). Disco Odeon (12426B), 1943/1944.
5- “Foi boto Sinhá!…” (Valdemar Henrique/Antônio Tavernard) # Gastão Formenti. Disco Odeon (33807B), 1934.
6- “Meu último luar’ (Valdemar Henrique) # Dalva de Oliveira.
7- “Abaluaiê” (Valdemar Henrique) # Quinteto Abanã: Negravat (voz), Giovani Di Ganzá (violão), Renato Antunes (violoncelo), João Nascimento (atabaque), Douglas Lima (agogô).
8- “Tamba tajá” (Valdemar Henrique) # Fafá de Belém. Gravação de 1976.
Gregório Macedo
16 de fevereiro de 2014 10:08 pmO acervo de Valdemar Henrique
Valdemar Henrique, que acabo de conhecer, é realmente merecedor da homenagem. Deixou para a posteridade um acervo composto de 1.500 peças, é autor de um poema fantástico sobre o Brasil – ‘Minha terra’ -, que por muito tempo foi tido como hino nacional. O acervo de Valdemar deve ser tratado da forma como ele tratava suas canções: ele pouco se ausentava de casa, e vivia a dizer: “Não vou a festas para não deixar as canções esperando”. Isso, sim, é que é amor à arte!
Beijos.
Laura Macedo
17 de fevereiro de 2014 12:48 amNota máxima pra você, também
Gregório,
Fico super feliz quando um leitor (e você é super especial) passa a conhecer e admirar um compositor, cantor, maestro… , que não conhecia. É fantástico! Isso compensa o trabalho, super prazeroso, que fazemos em prol da divulgação dos nossos talentosos artistas.
Na entrevista concedida ao Sérgio Cabral (citada no post) quando perguntado como se sentia sendo escolhido como tema de monografia da FUNARTE, ele revela surpresa e gratidão. Na época ele foi o único compositor vivo merecedor de tal homenagem. Ele era de uma simplicidade franciscana.
Não só o homenageado merece a nota máxima. Você também pelo excelente comentário (um pouco de “nepotismo”, entre um casal, merece um bom desconto, não é mesm? rsrsrsrs).
Beijos.