Ramona y Ronaldo
por Madrasta do Texto Ruim,
especial para o Jornal GGN

Se tem uma coisa que cansa a minha beleza e a minha paciência é a incapacidade dos companhêro de perceber o potencial para galhofa de determinados assuntos.
Esta semana mesmo descobriram no Twitter a história da Frota K do Metrô de São Paulo, um conjunto de oito trens velhos, remendados e consertados que viviam dando pau – dos oito, quem mais dava problemas era justamente o K-07. O trem cá-ssete. Claro, foi batizado de bilau com prótese.
Outro potencial para galhofa que não deve ser jamais desconsiderado é o caso da doutora Ramona. Gente, geente, geeeeeeeenteeeeeee!!! Temos todos os ingredientes para um dramalhão cubo-mexicano 😉 pra matar de inveja qualquer voo de Glória Perez! Mazó, vá estourar pipocas! Esse texto vai ficar mais divertido! Aproveita e traz o guaraná pra mim, por favor! 😉

Essa novela chamar-se-ia (porque a ocasião IMPLORA por uma mesóclise) Ramona Y Ronaldo. Vou descrever mais ou menos o enredo, pois a grande maioria de vocês está vendo tudo muito distorcido. E vou colocar em parênteses o nome do ator perfeito para interpretar cada personagem. (e a partir de agora, não reparem se o texto sair em portunhol)
Doutora Ramona (Suzana Vieira, ÓBEVEO!) sai de Cuba, uma terrível e cruel ditadura latinoamericana. Graduada em medicina no país caribenho (Cuba também é Caribe, né?), Ramona se muere de saudades de su amante/namorado / marido / esposo Julio Ramiro (Rodrigo Lombardi, que depois de destratar de maneira terrivelmente machista http://entretenimento.r7.com/famosos-e-tv/noticias/sobre-grosseria-de-rodrigo-lombardi-com-reporter-assessora-defende-quem-o-conhece-sabe-que-isso-e-impossivel-20130522.html uma jornalista do Vídeo Show, será amante de Suzaninha na minha novela), que fugiu para Miami, a quintessência da liberdade de expressão e existência, ubicada num paraíso democrático, os Estados Unidos de América.

Ramona é uma mezzo-mocinha-mezzo-vilã. Porque a mocinha mexicana é virgem e burra. Ramona é mulher fria, calculista, sabe usar e abusar das pessoas com sua cara de bondosa-quase-gato-de-botas, mas por suas costas, Ramona suelta una gargalhada sonora de vilã maquiavélica, como A Usurpadora.

Daí que Susaninha Ramona vem para o Brasil para trabalhar como médica. Acaba em Belém do Pará, e cadê Embratur pra se aproveitar desse momento para promover as belezas do Pará uma nuóvela cubo-mexicana deixa pra lá.
Enquanto trabalha no Pará, e deixa sua pobre e inocente filhinha em Havana, Ramona trama seu plano Maquiavélico para voltar aos braços de seu queridoamadodesejado Julio Ramiro. É quando seu caminho cruza com os caminhos de…
Ronaldo (Ricardo Macchi, mais conhecido como Cigano Igor)! El santo castigador brasileño, lo que viene montado en un poderoso cavallo alazano.
Ronaldo é um homem bom, belo, meia idade, garboso e atraente. Casado com Gracinha (Cláudia Raia. Depois do desempenho épico em Salve Jorge, ela ainda deve ter alguma seringa de cosmético na bolsa. Vai que…), ele resuelve ayudar Ramona.
Ramona pide asilo a los Estados Unidos, e descobre ter sido terrivelmente explorada pelo malvado governo brasileiro, apoiador da terrível ditadura cubana.
Quando se percebe traído por Ramona, o terrível e malvado governo brasileiro aciona um de seus terríveis capatazes, o malvado Zé Geraldo, que, em discurso na Câmara, declara a quem quiser ouvir que Ramona é uma devassa e dissimulada (agora é a hora em que todos fazem oooooooohhhhhhh…), que tentou levar alguns homens para a cama e que ingere bebida alcoólica (ajudem, ajudem: oooooooooohhhhhhh).
Ramona faz pouco caso da denooncia, e segue para os Estados Unidos, mas antes anuncia, sob a orientação de Ronaldo, o Bom, que vai processar o governo brasileiro por perdas e danos e piriri e pereré e pororó.
Até aqui foi a parte que todos perceberam como traição à Revolução castrista e viva Fidel e abaixo americanos e cubana traidora enfim, aquela coisa toda.
Agora começa a parte que EU imaginei para o desenrolar da nossa novela cubo-mexicana.
Ao chegar a Miami, Ramona encontra seu amado Juan Ramiro de sunga branca e nos braços de outra linda mujer (como era mesmo o nome daquela menina que em Salve Jorge vivia dizendo votivingajéssica? Então, ela!), e os dois desprezam e abandonam Ramona.
Nossa mezzo-heroína-mezzo-vilã passa dois capítulos chorando e sofrendo com a humilhaçãoo e o desprezo e a perda de sue homem e tal. No terceiro capítulo ocorre a reviravolta. Ramona liga para Ronaldo, o bom, que, supereducado, lamenta muito o ocorrido e oferece seu ouvido para consolo.
Ramona, então, apaixona-se perdidamente por Ronaldo, pois percebe, nesse telefonema, que Ronaldo é o verdadeiro homem de sua vida.
Susaninha digo Ramona volta ao Brasil disposta a roubar seu homem de sua rival Gracinha (gente, que nome maravilhoso! E esse é mesmo o nome da mulher do Caiado! Quando os deuses do zoeirismo de estado confabulam a nosso favor, é uma coisa!) A esta altura do campeonato, já começou a tocar a trilha sonora internacional da novela. A música de contraponto entre Ramona e Gracinha será Make no mistake, he`s mine.
Nesse momento eu passo a bola pra Glória Perez, porque minha criatividade parou por aqui.
Agora vocês imaginem dra Ramona voltando ao Brasil e correndo atrás de Ronaldo Caiado porque quer se casar com ele. De nada.
E pelo amor de Deus, de agora em diante, PAREM DE POLITIZAR TUDO O QUE VOCES VIREM PELA FRENTE!
Beijinhos. No ombro.
Paiva
8 de fevereiro de 2014 1:43 pmQuanta misogenia em um texto
Quanta misogenia em um texto só.
Paiva
8 de fevereiro de 2014 1:43 pmQuanta misogenia em um texto
Quanta misogenia em um texto só.
Bispo da Dama
8 de fevereiro de 2014 1:45 pmVou Ficar no Aguardo
Se o Gunter Zibell gostar é sinal de que o melodrama tem potencial.
Dê
8 de fevereiro de 2014 2:04 pmMorri de sunga branca…. O
Morri de sunga branca…. O arame farpado, digo, Ronaldo Caiado….inicia sua jornada……em fuga disparada, não conseguirá se livrar de Ramona….
Jose Saguy Tenorio
8 de fevereiro de 2014 2:10 pmCabe aqui
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2014-02-07/dem-disponibiliza-a-medica-cubana-motorista-da-camara-e-dinheiro-de-vaquinha.html
Zanchetta
8 de fevereiro de 2014 2:22 pmEu quero saber mesmo quem é a
Eu quero saber mesmo quem é a “Sociedade Mercantil Cubana Comercializadora de Serviços Cubanos”
Quem são seus sócios?
Walker Liberal
8 de fevereiro de 2014 2:22 pmGGN Gossip Mag…
GGN Gossip Mag…
Filipe Rodrigues
8 de fevereiro de 2014 2:47 pmQuem diria, escravocratas
Quem diria, escravocratas preocupados com a suposta “escravidão” dos cubanos.
Os apoiadores da oposição vivem criticando os aumentos do salário mínimo no país.
RVeiga
8 de fevereiro de 2014 3:37 pmDá pra ver a questão de outra
Dá pra ver a questão de outra ótica: quem diria, um governo do partido dos trabalhadores explorando o trabalho precarizado desses profissionais.
Walker Liberal
8 de fevereiro de 2014 2:55 pmIsso e’ Imprensa????
Isso e’ Imprensa????
Walker Liberal
8 de fevereiro de 2014 3:00 pmFalando em novela mexicana,
Falando em novela mexicana, por que nao lembrar do caso Luiz Inacio y Rosemeri?
RVeiga
8 de fevereiro de 2014 3:22 pmVi dizer que a médica está
Vi dizer que a médica está acionando a justiça do trabalho pelos seus direitos trabalhistas. É hora dessa mesma justiça mostrar que é justiça e enquadrar o Mais Médicos.
Walker Liberal
8 de fevereiro de 2014 3:42 pmVeiga, ja colei essa materia
Veiga, ja colei essa materia umas tres vezes aqui no blog, mas de forma nenhuma aparece, se aparecer vai ser la’ pelo quarto ou quinto scrolling.
http://oglobo.globo.com/pais/ministerio-publico-diz-que-medica-cubana-tem-razao-que-salario-deve-ser-pago-na-integra-11524240
O Ministerio Publico do Trabalho, e’ entidade da Republica…
Lucinei
8 de fevereiro de 2014 3:54 pmHaha! Pra mim o melhor foi o
Haha! Pra mim o melhor foi o apelido dado ao Caiado: “estúpido cupido!”
Esses idiotas atormentados pela guerra fria não percebem que não vão ganhar um voto a mais com essa de “cubanização”, “república sindical”, “stalinismo”… Não percebem que a maior e melhor parte da população brasileira não está nem aí pra o que é verdade ou mentira sobre cuba, stalin, coreia… Isso só interessa à direita radical, à esquerda de ipanema e aos idiotas p emerdidos no eterno acerto de contas de DCE.
Ignoram tanta coisa, meu deus! Inclusive a regrinha mais básica do marketing político: voto cativo é cativo; quem te rejeita você esquece; concentre-se nos indecisos; ponto. Mas não: ficam gastando tempo, dinheiro e energia com o voto cativo e com o “outro lado”.
Pablo Oliveira
8 de fevereiro de 2014 5:41 pmE eu achando que liberdade e
E eu achando que liberdade e justiça eram valores absolutos….já vi que para muitos simpatizantes do governo eles só valem para alguns…como o “menino do poste”….já para cubanos desertores….rs!
Ricardo Pereira
9 de fevereiro de 2014 12:23 amPra vc pensar no escuro da sua mente….
O pelourinho carioca e o ódio no SBT
Depois que algum braço da Ku Klux Klan composto por cariocas desmiolados prendeu um rapaz negro pelo pescoço em um poste no Rio de Janeiro, imaginei que o caso iria atiçar o debate sobre a dignidade da molecada pobre nas grandes cidades – que, mais de 20 anos depois da Chacina da Candelária, continua uma peça de ficção científica.
Contudo, a discussão ficou concentrada nas declarações de cunho suíno de uma apresentadora de telejornal do SBT, fazendo apologia ao que aconteceu e conclamando ao justiciamento. Quem já assistiu dois dedos de seu programa percebe que a moça montou um personagem em busca de audiência e testa, periodicamente, os limites do tolerável para executá-lo.
A verborragia dela é tão frágil que contribui mais com a reafirmação de bravatas do que na construção e reconstrução de preconceitos. Outros apresentadores semelhantes usam discursos mais elaborados e, não raro, através de formas mais refinadas, fazem com que o telespectador pense que foi ele mesmo quem chegou sozinho a uma ideia. Quando, em verdade, a ideia foi devidamente implantada. O mérito da apresentadora, contudo, é se expressar muito bem. Portanto, ela vai longe.
Em ambos os casos, são discursos reforçados diariamente que entram em nossos ossos, veias e entranhas e ficam por lá alojados, nos moldando como idiotas.
Esses discursos de ódio transmitidos pela TV têm o agravante de que usam como amplificador em sua luta por audiência a qualquer preço uma concessão pública. Não são provenientes de revista, jornal, internet, enfim, um veículo que usa estrutura e espaço privados, mas – pelo contrário – se fazem valer do espectro público para defenderem o desrespeito aos direitos fundamentais e à Constituição. Programas já saíram do ar por razões semelhantes na Rede TV.
Mas como nem este governo federal nem os que vieram antes dele têm coragem de botar ordem no barraco e questionar concessões que são usadas para veicular mensagens de ódio (que não se resume à emissora supracitada), teremos a manutenção dessa várzea com anuência estatal.
Até porque alguns canais são muito úteis durante as eleições.
A propósito, uma das melhores matérias, curta e grossa, a respeito do caso foi feita pelo site da revista Veja, que muitos de nós, autointitulados à esquerda, adoramos criticar. Foram lá ver a história do rapaz, que é uma desgraça completa. Simples assim.
Há outra coisa que me impressiona nisso tudo. Considerando que tem sido impossível dormir nessa estufa chamada São Paulo, passei a madrugada assistindo trechos de programas de outros jornalistas que, sistematicamente, adotam o discurso espreme-que-sai-sangue. Ela ocupa um espaço em um horário nobre e eles estão em programas que mais se assemelham ao entretenimento do que jornalismo, portanto a cobrança foi maior.
Mas não posso deixar de sentir um certo machismo em algumas críticas direcionadas a ela (“Ah, uma mulher dizendo isso, que absurdo!” ou “Não combina com ela, tão bonita, falar essas baboseiras”) que circularam à exaustão nas redes sociais. Isso não deslegitima as críticas a ela, mas para algumas pessoas ela incomoda não apenas pelo conteúdo que profere mas por tomar o lugar de fala sobre violência que ,em nossa imaginário, foi construído para ser eminentemente masculino.
Descer o sarrafo em uma mulher é mais fácil. Porque tem um rosário de jornalistas que, como ela, fazem apologia à violência ao desrespeito aos direitos humanos que não são criticados da mesma forma.
Enfim, a apresentadora se tornou o que é porque vocaliza uma grande parcela da sociedade mal informada e que foi cultivada na base do medo. Portanto, antes de considerar a sua queda como a solução para todos os males, como também já vi circulando por aí, devemos perguntar como estamos garantindo que seja feito um trabalho de base, via educação, para que a matriz de interpretação do mundo no padrão Casa Grande e Senzala não continue hegemônica.
Pois um negro foi preso a um poste. No Rio de Janeiro. Em 2014.
Não vou dizer que o pessoal extrapola os limites, porque eles não têm limites. Até porque a escravidão formal, se abolida em 1888, continua por aqui.
E a situação deplorável em que hoje se encontra parte da população negra se deve ao fato de que a Lei Áurea não veio acompanhada de políticas para garantir os mesmos direitos aos escravos libertos e seus descendentes. Ao longo dos anos, eles foram cidadãos de segunda classe. A ponto de termos em curso na periferia de cidades um lento genocídio de jovens negros e pobres. Basta verificar o gráfico de mortes violentas por idade e cor de pele.
E entre os mais de 45 mil resgatados da escravidão contemporânea pelo governo federal desde 1995, a presença de negros é maior que a proporção deles na sociedade.
E já que toquei no tema, aproveitando o embalo: como expliquei para um amigo jornalista, a contratação de cubanos pelo programa Mais Médicos não configura trabalho análogo ao de escravo. Testei todas as possibilidades, analisei casos semelhantes e, até agora, não se enquadrou em nenhum dos elementos definidores desse crime.
Se considerarmos que a condição dos médicos cubanos que estão sendo trazidos ao Brasil é de trabalho escravo contemporâneo, como querem fazer crer alguns críticos, também teremos que incluir nessa conta milhões de trabalhadores do agronegócio, da construção civil, dos serviços que recebem salários abaixo do piso ou do mercado. Se quiserem, podemos batalhar para ampliar o conceito e caber isso. Mas depois não reclamem…
Quer envolver o governo brasileiro na brincadeira? Não precisa forçar a mão com os cubanos. Houve libertações de pessoas na produção de coletes para recenseadores do IBGE, em obras do Minha Casa, Minha Vida, do Programa de Aceleração do Crescimento, do Luz para Todos… Casos em que o governo não foi o contratador, mas bem que poderia ser acionado na Justiça por não tomar conta das ações que fomenta.
Ganhar pouco ou mesmo estar em condições precárias de trabalho são coisas diferentes de trabalho escravo. Estampar algo como “trabalho escravo” pode ser útil para dar notoriedade a um argumento, uma vez que é um tema grave e que gera repulsa por parte da sociedade. Mas, por isso mesmo, deve-se tomar muito cuidado ao divulgá-lo, que é o que os jornalistas que cobrem o tema tentam fazer o tempo todo. Saibam que muita coisa fica de fora porque não se sustenta.
Isso não significa que os médicos da ilha que se sintam prejudicados não possam inclusive processar o governo brasileiro diante de eventuais problemas trabalhistas ou tratamento diferenciado de trabalho. Podem e devem.
Agora, é irônico o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO) defender que a situação de uma das médicas do programa era de trabalho escravo e, ao mesmo tempo, afirmar que o sistema nacional de combate à prática comete excessos. Irônico porque, em 22 de maio de 2012, ele foi um dos 29 deputados federais que votaram contra a PEC do Trabalho Escravo, proposta de emenda constitucional que prevê o confisco de propriedades urbanas e rurais em que esse crime for encontrado e é a principal medida legislativa em trâmite para erradicar esse crime. Ela foi aprovada por 360 votos e seguiu para ser discutida no Senado, onde hoje se encontra.
Felipe p Sampaio
8 de fevereiro de 2014 9:00 pmQue decepção nassif
e eu pensava que nassif era um dos pouco blogueiros “progressistas” que tinham um mínimo de bom senso…não vai soltar um comentário sobre as denúncias da medica cubana??? Nada sobre contrato?? Sobre o “salário” ? Sobre o deputado que atacou a vida pessoal dessa mulher?? Que ridículo esses defensores (funcionários??) desse governo
Ricardo Pereira
9 de fevereiro de 2014 12:19 amQue tragedia, né?
Que tal perguntar sobre os pacientes que deixaram de ser atendidos? Que tal perguntar sobre a moral de quem aceita em seu pais assinar um contrato e qdo chega aqui nao o cumpre? Que tal perguntar sobre o que os outros médicos do programa acham da atuaçao desta senhora? Que tal perguntar sobre o uso politico obvio que o ruralista esta fazendo do assunto sabendo que ele é parte do mesmo por ser médico e contrario ao programa. E pra finalizar, se vc é contra o Mais Medicos, pode assinar sua ficha de filiaçao ao partido, ainda dá tempo de concorrer…
Ozzy
8 de fevereiro de 2014 9:49 pmQue bonito. Aguardo o próximo
Que bonito. Aguardo o próximo discurso indignado do Nassif contra algum “assassinato de reputação”.
Zeze Sette
8 de fevereiro de 2014 10:04 pmBora rir um pouco?
Cruz credo, que gente mais mal humorada. Relaxa um pouco, pessoal, o texto e a brincadeira são ótimos.
Ricardo Pereira
9 de fevereiro de 2014 12:11 amAproveitando a deixa…
Podiam convocar o espirito da Hebe Camargo pra consolar a Gracinha…
Neor
9 de fevereiro de 2014 2:05 pmBem a cara da esquerda. Não
Bem a cara da esquerda. Não tendo argumentos válidos para explicar a montanha de absurdos envolvidos nesse “programa”, partem para o deboche e o assassinato de reputação.