Está na hora dos veículos de imprensa se debruçarem sobre um código de ética mínimo. Tem-se um modelo de jornalismo que está sendo destruído pelas redes sociais, pelas informações desestruturadas, pelas fake news, pela irresponsabilidade no uso do off e dos assassinatos de reputação.
Mas insiste-se em combater esse desgaste recorrendo ao mesmo estilo irresponsável das redes sociais, sem nenhum compromisso com dados, com fontes, com fatos, apenas atrás de likes. E a falta de compromissos com a lógica e com os fatos é meio caminho andado para o exercício do lobby.
É o que faz Malu Gaspar, com o seu Watergate que acabou no Irajá, agora sacrificando a reputação de um funcionário de carreira do Banco Central com base em deduções superficiais, que comprometem até a medula a reputação do jornalismo.
Aqui, sua última versão. Não mais a de que a convocação do Diretor de Fiscalização do Banco Central para uma acareação com um diretor do BRB, visava intimidá-lo. Na última versão, o diretor de fiscalização passa a ser cúmplice do Banco Master em uma jogada articulada pelos advogados do Master.
| Malu Gaspar | |
|---|---|
| Depois de conseguir o envio da investigação sobre o Master para o Supremo Tribunal Federal e a decretação de sigilo absoluto no caso, a próxima etapa da estratégia de defesa do banco já está em andamento. O objetivo é minar a credibilidade do Banco Central e desmontar o trabalho que levou à liquidação do Master para revertê-la e, no limite, quem sabe até receber algum tipo de ressarcimento. | Não há uma fonte, uma explicação jurídica embasando a afirmação. É mero desconfiômetro ligado. |
| O plano já foi desenhado pelos advogados do Master nas manifestações feitas tanto ao próprio Supremo como ao Tribunal de Contas da União, no processo em que o ministro Jhonatan de Jesus pediu esclarecimentos ao BC sobre a “decisão extrema” de liquidar o banco de Vorcaro. | Mistura um Ministro do TCU, indicado pelo PL (partido por trás do Banco Master) com o BC. Não há nenhuma comprovação, nenhuma dica, nenhum indício de que há o tal plano desenhado pelos advogados do Master. |
| Para que o estratagema dê certo, porém, é preciso criar fatos para justificar uma decisão de Toffoli contra os diretores e técnicos do BC. O histórico do ministro autoriza supor que ele tem chance de prosperarDesde que embarcou no jatinho de um amigo empresário junto com o advogado de um dos investigados no caso para ir a Lima assistir a final da Libertadores, Toffoli vem seguindo à risca o script da defesa. | O jatinho não era do advogado. Ambos eram caronas de terceiros. E acertos obscuros são realizados em locais sigilosos, não em viagens para assistir jogo do Palmeiras.É uma ilação ridícula. |
| Primeira informação útil: a liquidação foi decidida com a aprovação unânime da diretoria colegiada do BC, incluindo o voto sim do presidente, Gabriel Galipolo, que em princípio não precisava se manifestar, já que os outros oito diretores eram a favor. A responsabilidade, portanto, é de toda a cúpula da autarquia.E ainda: de todos, quem mais resistiu à ideia da liquidação foi o próprio Ailton Aquino, da fiscalização. Internamente no BC e no sistema financeiro, Aquino era visto como um aliado do Master. | O diretor que, segundo Gaspar, é visto como aliado do Master, votou pela liquidação do banco.Ela acusa um funcionário de carreira, de ficha limpa, de “aliado do Master”, baseado em fontes em off (se é que existem). |
| Registros do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), sustentado por recursos dos próprios bancos, mostram que houve 38 comunicados oficiais sobre os riscos de liquidez, furos no balanço do Master e outras questões que deveriam levar a uma ação mais contundente do órgão regulatório.Quase todos os alertas eram dirigidos à área de Aquino, e muitos foram feitos em reuniões presenciais. Duas pessoas que participaram desses encontros me relataram que a atitude do diretor era sempre a de minimizar os problemas – que foram só se agravando ao longo do tempo. | Confira a malícia.Todos os alertas eram produzidos pela área de Aquino, que era diretor de fiscalização.Mas, segundo Gaspar, “quase todos os alertas eram dirigidos à área de Aquino”, como se fossem alertas externos, não considerados pela diretoria de fiscalização. |
| Foi no processo de análise dessa operação que outra diretoria, a de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução, encontrou as fraudes nos contratos de crédito consignado que avalizaram o repasse de R$ 12, 2 bilhões do BRB para o Master pela venda da carteira, antes mesmo da fusão dos dois bancos.A partir daí deu-se um racha interno, com a área de Renato Gomes propondo intervir no Master e a de Aquino tentando encontrar uma solução que permitisse ao banco seguir operando. Portanto, o integrante do BC que mais conhece as fraudes e seu mecanismo não é Aquino, e sim Gomes, que até já terminou o mandato. | Conclusão forçada. Em processos dessa natureza, o objetivo maior é impedir impactos sobre o sistema financeiro como um todo. A saída mais lógica é propor medidas que permitam a venda do banco com problemas para outro, que absorva os passivos. A intervenção sempre é o último passo.Quando constatado o repasse de RF$ 12,2 bilhões do BRB para o Master, viu-se que o único caminho seria a liquidação.O fato de haver um diretor a favor da intervenção não o torna mais conhecedor do caso que o outro. |
| Os depoimentos ainda não foram marcados, mas há uma tensão entre os técnicos do BC sobre a possibilidade de serem chamados a depor, por temerem sofrer algum tipo de intimidação. | Poderia escrever: há um alívio entre os técnicos do BC sobre a possibilidade de serem esclarecidas as prováveis interferências em seu trabalho. Teria o mesmo valor que a afirmação ao lado. |
| Enquanto esse embate interno se dava, em julho de 2025, ocorreu uma reunião em que o ministro do STF Alexandre de Moraes pediu a Galipolo pelo Master. Moraes, cuja mulher tem um contrato de prestação de serviços jurídicos de R$ 130 milhões com o banco, disse gostar de Vorcaro e recorreu a um argumento muito usado à época – o de que o banqueiro vinha sendo perseguido pelos grandes que não queriam concorrência. Ao ser informado por Galípolo de que o BC havia descoberto as fraudes, Moraes recuou e disse que tudo precisava ser investigado. | Finalmente, admitiu o que outros jornalistas já haviam revelado. |
| Dois dias antes de a liquidação ser decretada e Vorcaro ser preso, o dono do Master pediu para antecipar uma reunião com Aquino para dizer que tinha encontrado compradores para seu banco, um consórcio entre a financeira Fictor e um fundo árabe que ele nunca soube qual era.Depois da prisão na área de embarque do aeroporto de Guarulhos, o registro da reunião foi usado pela defesa de Vorcaro para argumentar que ele tinha avisado ao BC que viajaria para Dubai e que portanto não poderia estar fugindo. O ofício com o registro, assinado por Aquino, foi fundamental para que Vorcaro fosse tirado da cadeia e enviado à prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica. | Ai Vorcaro vai até o Aquino e diz que encontrou um comprador para seu banco. Toda reunião tem um registro. Teria registro se a reunião fosse com qualquer outro diretor do BC.Gaspar utiliza o ofício para insinuar cumplicidade de Aquino. |
| Se queria mesmo entender como foi feito o trabalho dos técnicos da autarquia, Toffoli deveria ter convocado ao menos os dois diretores – e não apenas o mais próximo de Vorcaro. Diante desse quadro, os representantes legais do BC acusaram o risco de “armadilhas processuais” e pediram o cancelamento da acareação. | Mentira! Ela coloca o questionamento dos representantes legais do BC – sobre a possibilidade do diretor ser colocado no mesmo nível dos acusados – para insinuar que o questionamento foi sobre a suposta imparcialidade do diretor. |
Vamos aplicar o método Malu Gaspar para interpretar o jornalismo de Malu Gaspar.
- A tese que se espalhou pelas redes é que a ofensiva contra Alexandre de Moraes é comandada por coronéis da Faria Lima, justamente para reduzir a ofensiva da PF sobre os crimes cometidos por instituições de lá.
- Pela legislação (Lei 4.595, Lei 13.506/2017 e normas do CMN), o BC tem o dever legal de comunicar o Ministério Público quando surgem indícios de crime, compartilhar informações com PF e MPF mediante requisição ou cooperação formal.
- Portanto, foi o trabalho da Diretoria de Fiscalização que permitiu a Operação Colossus – a primeira ofensiva séria da Polícia Federal sobre a máquina de lavar dinheiro da Faria Lima.
- Estender os ataques à Difis (Diretoria de Fiscalização do BC) se encaixa bem nessa estratégia.
jossimar
29 de dezembro de 2025 1:53 pmEssa pseudo jornalista vai continuar solta? Se ficar, será porque os ministros do STF estão com medo da globo?
JULIO CESAR DOS SANTOS
30 de dezembro de 2025 8:52 pmVocês estão apagando os comentários que criticam a reportagem ou é impressão minha? Já fiz três comentários respeitosos mas contrários à posição da GGN e apontei meus argumentos. Gostaria de saber porque não aparecem mais.
A propósito, acho muito exagerado essa defesa irrestrita ao STF, indo contra o que o próprio Kakay pareceiro de vocês (e do próprio STF) apontou, que o caso de “mulheres de ministros” fazendo lobby no supremo já é um problema antigo.
Gostaria de perguntar se vocês acham normal um escritório de advocacia de uma advogada mediocre (que não possui grandes casos) e que tem apenas 4 funcionários (todos parentes do Alexandre) receber 130 milhões de reais. É crime? Não. Mas é estranho e MERECE SIM ser investigado. O fato de o Sr Alexandre de Moraes ter salvado a democracia não o torna imune de críticas ou de investigações.
Jicxjo
29 de dezembro de 2025 3:15 pmNassif, várias reportagens do ICL meses atrás denunciavam esse diretor de fiscalização do BC, como alinhado com Vorcaro e com o Centrão. Segundo os relatos, ele era favorável à aquisição pelo BRB, que supostamente só foi vetada em razão da atuação de outro diretor, Renato Gomes, cujo fim de mandato, também segundo o ICL, era aguardado ansiosamente por Vorcaro, que previa tempos mais calmos no BC. Ademais, quando houve o veto à aquisição, o Centrão tentou aprovar uma lei para afastar diretores do BC, que não foi adiante.
Dentro desse quadro é que leio a convocação do tal Ailton por Toffoli: para desmascarar Vorcaro e o presidente do BRB, com o diretor salvando a própria pele (lavagem de biografia), ou, se insistir na defesa dos fiscalizados (rabo preso por algum motivo), também virar investigado, quiçá preso.
E por que a insistência com que a mídia estava atacando a acareação, com o discurso de intimidação do BC? Três hipóteses:
1- Atacar o STF como um todo, com qualquer tese, colocando a corte como órgão no bolso do Master, para continuar a pressão sobre Moraes, conforme desejo inconfesso da Faria Lima para fortalecer a extrema-direita:
2- Criar ruído na liquidação do Master, e por tabela no pagamento aos investidores, para assim retardar os aportes dos bancões que serão necessários para recompor o patrimônio do fundo garantidor;
3- Cooptar o tal diretor de fiscalização que, se as reportagens do ICL estiverem corretas, mostrou ser sensível aos interesses dos fiscalizados, e que poderá facilmente servir a um novo senhor (rei morto, rei posto). Logo, ele não pode ficar vulnerável a essa acareação, em que pode ser arrastado em definitivo para o escândalo pelos outros dois. Deixaria de ser útil e chantageável (“te salvamos no STF, agora vc trabalha para a gente”).
Luis Nassif
29 de dezembro de 2025 5:11 pmHá rumores de degravações do celular do diretor do Master que poderiam comprometer o auditor. Então, a tese de que a convocação do auditor foi por cumplicidade com o Master não se sustenta.
Jicxjo
29 de dezembro de 2025 6:25 pmNão sei se entendi direito sua resposta; estaria sendo preparada alguma forma de chantagem sobre ele na acareação? Mas, se esse auditor/diretor de fiscalização do BC agiu então corretamente (ao contrário do que havia reportado o ICL), tentando preservar a instituição financeira de forma legítima antes da descoberta da fraude dos 12 bi com o BRB, o que isso mudaria na cúpula do BC como um todo?
Sugiro um bate-papo aqui no GGN com o Luís Costa Pinto e a Deborah Magagna, que foram os jornalistas do ICL que mais estavam a par do caso Master até a liquidação. Talvez algumas peças se encaixem melhor. Abs
Jose
30 de dezembro de 2025 8:58 pmMalu, a Rainha da Falsa Acusacao, virou moda, na Lava Jato ate um reitor se suicidou ao ser falsamente acusado, ai um ato que deveria ser crime hefiondo mas que a falsa acusacao foi banalizada, vira rainha quem acusa falsamente
aaronzinho schwartizinho
29 de dezembro de 2025 3:58 pmTUDO ESTÁ FICANDO INCONTROLÁVEL AFF,QUEM MANDOU DESESTRUTURAR O ESTADO E DEIXAREM CONTROLAREM O DINHEIRO DO BRASIL,PRECISA TER UM NÍVEL BOM DE INSTITUCIOMALIDADE SE NÃO VIRA ZONA,AFF !!!
Ernestogmv
29 de dezembro de 2025 4:23 pmAinda não entendi porque o TCU resolveu pedir explicações ao BC. O chamado Tribunal de Contas da União é apenas um serviço de contabilidade do Senado, que fiscaliza a contabilidade do governo. De Tribunal só tem o nome, ali não tem nenhum juiz.
E se o BC não quiser responder? O TCU vai fazer o quê?
José de Almeida Bispo
29 de dezembro de 2025 4:42 pmUma pausazinha pra “ensinar pai-nosso a vigario”(é compreensível os cuidados com o serpentário). Mas… siga o dinheiro, Nassif.
A repetição do condenável antijornalismo segue a lógica da bufunfa. Às favas com a ética e a vergonha na cara. Tábua de afogados. Conceito? Nada! Lucro imediato é tudo. E, repito: às favas com a velha e decantada ética jornalista. Pis-to-la-gem.
Christian Fernandes
30 de dezembro de 2025 1:41 amMalu Gasparzinho, a da fonte camarada.
RENATO ANTONIO LEONE
30 de dezembro de 2025 8:44 amPropositadamente, tanto Gaspar como Gaspari (Élio) afirmam que o Master tinha um contrato de $ 130 milhões com a esposa de Moraes – o que é mentira: o contrato é com a empresa. É clara a intenção desses pseudojornalistas de mancharem reputações
JULIO CESAR DOS SANTOS
30 de dezembro de 2025 6:16 pmE como você explica esse contrato considerando que o escritório da Sra Vivi de Moraes é minúsculo e inexpressivo no meio do direito? O que embasa esse valor se não a influência do Sr Alexandre de Moraes? Isso precisa ser explicado, os indícios são bastante claros e a suspeita é justa. Até o Sr. Kakay já falou em vídeo com o próprio Nassif que os escritórios de advocacia “das mulheres dos ministros” são um problema. Mas vocês preferem “fingir que não viram” ou mudar de assunto atacando a jornalista.
GGN e Nassif estão perdendo a minha admiração com essa cobertura. O Jornal do Brasil têm se portado muito melhor indagando o caso com ceticismo e curiosidade, e não com ideologia cega.
Luis Nassif
30 de dezembro de 2025 8:50 pmTem dois ângulos a se analisar O primeiro, os abusos dos ministros do stf . O segundo, o fato de que depende deles a continuidade do combate a lavagem de dinheiro na Faria lima e as emendas secretas. Por isso não se deve analisar os ataques apenas de um ângulo
JULIO CESAR DOS SANTOS
30 de dezembro de 2025 9:06 pmAmpliar os ângulos é sempre a forma mais sofisticada de se analisar, a tese de vocês de que há um conluio da grande mídia com o mercado financeiro me soa como uma cortina de fumaça.
Parece ser aquela estratégia de ditar as regras do debate, mudar de assunto; quando por si só o fato de a Vivi de Moraes, uma advogada medíocre estar ganhando 129 milhões do Banco Master, (E NINGUEM NEGOU O CONTRATO) enquanto a mulher do Toffoli ser sócia do Walfrido Warde, também advogado do Banco Master (que tem todo o meu respeito como advogado e intelectual – gosto muito dele e ele está no seu papel de advogado, o estranho aqui é o envolvimento da mulher de Toffoli), e a mulher de Kassio Nunes Marques também ser advogada do Grupo Master, são todos fatos muito estranhos (informações do querido Luis Costa Pinto) ainda mais defronte à estranha condução do caso pelo Ministro Toffoli.
RENATO ANTONIO LEONE
30 de dezembro de 2025 8:46 amPropositadamente, tanto Gaspar como Gaspari (Élio) afirmam que o Master tinha um contrato de $ 130 milhões com a esposa de Moraes – o que é mentira: o contrato é com a empresa. É clara a intenção desses pseudojornalistas de mancharem reputações.
Marcelo.Jotaaa
30 de dezembro de 2025 11:17 amO sistema de justiça está chegando perto daqueles q corromperam_na e q corrompem a informação,isto se chama medo e a melhor defesa deles é o ataque e intimidação AFF,sem mais muito obg ggeneee !!!
JULIO CESAR DOS SANTOS
30 de dezembro de 2025 6:13 pmE como você explica esse contrato considerando que o escritório da Sra Vivi de Moraes é minúsculo e inexpressivo no meio do direito? O que embasa esse valor se não a influência do Sr Alexandre de Moraes? Isso precisa ser explicado, os indícios são bastante claros e a suspeita é justa. Até o Sr. Kakay já falou em vídeo com o próprio Nassif que os escritórios de advocacia “das mulheres dos ministros” são um problema. Mas vocês preferem “fingir que não viram” ou mudar de assunto atacando a jornalista.
GGN e Nassif estão perdendo a minha admiração com essa cobertura. O Jornal do Brasil têm se portado muito melhor indagando o caso com ceticismo e curiosidade, e não com ideologia cega.
Paulo Dantas
30 de dezembro de 2025 2:18 pmO sr Vorcaro tinha restrição de sair do Brasil ? Senão não seria fuga.
Outra matéria aqui falou em “fugir sem autorização da Justiça” …
O Globo segue com história da reunião com ata como se fosse algo ilegal.
Flavio
31 de dezembro de 2025 5:54 amNassif, que considero o melhor jornalista investigativo do país, diz tudo quando informa neste artigo:
“Pela legislação (Lei 4.595, Lei 13.506/2017 e normas do CMN), o BC tem o dever legal de comunicar o Ministério Público quando surgem indícios de crime, compartilhar informações com PF e MPF mediante requisição ou cooperação formal.
Portanto, foi o trabalho da Diretoria de Fiscalização que permitiu a Operação Colossus – a primeira ofensiva séria da Polícia Federal sobre a máquina de lavar dinheiro da Faria Lima.
Estender os ataques à Difis (Diretoria de Fiscalização do BC) se encaixa bem nessa estratégia”.
Portanto, é de conhecimento público o nome da jornalista que está por trás dessa “estratégia” na defesa dos interesses da Faria Lima. O resto é tentativa de confundir ou até anular as investigações que levaram à suspeição de lavagem de dinheiro do banco Master.
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
31 de dezembro de 2025 7:30 amSerá que as fontes da gasparzinho vieram do esgoto global ou da Faria Lama?i
Lênin and The Ulianovs
31 de dezembro de 2025 8:19 amJornalismo é a terceira profissão mais antiga do mundo, mas tem a natureza da primeira.
É um modelo de negócio, onde a “ética” reivindicada em código mínimo pelo autor já se impõe como sofisma.
Código mínimo?
Como assim.
As redes sociais não são irresponsáveis, são modelos diferentes, onde a suposta verdade factual (também uma ficção jornalística) não importa.
A disputa é por esse monopólio de engajamento, pela mentira, nunca pelo esclarecimento.
Exceções? Há, claro, mas confirmam a regra. Só isso.
A moça tem seus motivos, a empresa idem, os clientes idem.
Não é uma questão ética ou moral é disputa pela hegemonia da narrativa e da narrativa do que será hegemônico.
O editor insiste em divisar o mundo entre bandidos e mocinhos.
STF?
É e será o que sempre foi: o verniz jurídico do domínio dos ricos sobre os pobres.
Sempre.
Ainda que, ocasionalmente, um ou outro juiz faça parecer que sua toga é capa de super herói.
Criar caos para vender a paz…jogo antigo da quarta profissão mais antiga.
O operador de direito.
Carlos Sergio
31 de dezembro de 2025 11:38 amTudo um jogo de retóricas. Como existe muita gente boa ,de ambos os lados,mestres na articulação e para complicar bilhões envolvidos e o jogo de poderes. O máximo que posso fazer é ler atentamente tudo que me chega de escritos de gente do mesmo calibre. Até agora a narrativa de Nassif não me convence ,muita gente boa da esquerda que respeito não bate com a retórica acima.
Oscar Müller
1 de janeiro de 2026 4:19 pmUma hipótese:
Se eu arrumo uma daquelas carteirinhas vagabundas de jornalista (hoje em dia é coisa fácil de obter) e faço um daqueles videos por IA, com um apresentador de tvjornal, com o texto:
Fontes seguras e confiáveis do círculo íntimo da Malu Gaspar revelou em off que ela sempre soube que a afirmação sobre o banco master era mentirosa, e só deu a notícia falsa, pq foi chantageada pela facção a que pertence, com a ameaça de exporem casos de pedofilia envolvendo ela, e um ex-amante que habitualmente frequentava com ela casas de swing, onde havia farto consumo de cocaína e outras drogas, etc, etc…
Seria dela a obrigação de provar que não?