5 de junho de 2026

No Rio, homem é acorrentado nu em poste após ser agredido

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Do Estadão

Rapaz é agredido e acorrentado nu a poste no Rio

Mulher que socorreu o homem divulgou o caso na internet e foi criticada

03 de fevereiro de 2014 | 20h 21

FÁBIO GRELLET – Agência Estado

Um rapaz foi agredido, deixado nu e preso com uma trava de bicicleta a um poste, no Flamengo (zona sul do Rio), na noite da última sexta-feira, 31. Os bombeiros foram chamados e precisaram usar um maçarico para libertar o rapaz, encaminhado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro. A mulher que socorreu o rapaz divulgou o caso na internet e foi criticada porque ele, negro, seria integrante de uma gangue que pratica assaltos na zona sul. O rapaz estava sem documentos, segundo os bombeiros, e o caso não chegou a ser registrado na polícia.

“Fizemos uma reunião, para discutir justamente a segurança na região, que terminou por volta das 22h30 da sexta. Um amigo estava indo embora quando me ligou e contou ter encontrado esse rapaz preso no poste, ferido e nu. Eu fui até lá, chamei os bombeiros e aguardei o atendimento. O rapaz estava nervoso e mal conseguia falar, mas contou ter sido agredido por um grupo que estava de moto e fugiu”, narra a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello, que socorreu o rapaz.

“Os bombeiros chegaram e socorreram o rapaz, mas eu não acompanhei mais o caso. Quando divulguei as fotos na internet, muita gente veio dizer que ele é ladrão, que tinha que ser punido mesmo. Os furtos na região (do Flamengo) aumentaram muito, eu sei disso, mas não sei quem é o rapaz. Se houver cometido algum crime, quem deve prender é a polícia. Não é possível que as pessoas queiram fazer justiça com as próprias mãos”, diz Yvonne, fundadora de uma ONG que atende crianças e adolescentes moradores de áreas de risco. “Não importa quem é a pessoa, não tem cabimento deixar preso num poste. Eu faria a mesma coisa ainda que fosse um cachorro, um gato, qualquer bicho”, afirma.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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22 Comentários
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  1. Antonio C.

    4 de fevereiro de 2014 9:21 pm

    Comentário.

    Até agora, eu temo gente de bem, não bandidos

  2. Xandão

    4 de fevereiro de 2014 9:23 pm

    A Yvonne é uma figura

    A Yvonne é uma figura conhecida aqui no Rio. Ela trabalhava com os menores da Candelária que foram chacinados em 1993, e foi a primeira a chegar lá depois da barbárie. Hoje, ela atende crianças do complexo de favelas da Maré, outro lugar barra pesada. Ela é rica e poderia estar dando rolezinhos em Miami, mas optou por tentar melhorar a cidade partida, como diria o Zuenir. Falou o obvio: uma sociedade sã não pode usar o olho por olho, dente por dente. O lado dito civilizado da sociedade deveria cobrar mais policiamento, mais celeridade e sucesso nas investigações e, acima de tudo, deveria cobrar o fim da desigualdade que é uma vergonha nacional. Quem sabe aí os pitboyzinhos não poderiam arranjar outra coisa pra fazer?

  3. Athos

    4 de fevereiro de 2014 9:49 pm

    Errata:
    Rapaz não, um
    Errata:
    Rapaz não, um assaltante.

    Acho que vc não estão acompanhando o que está acontecendo na zona sul do Rio.
    A situação não está boa não.

    1. Fernanda-RJ

      5 de fevereiro de 2014 2:34 am

      Errata da errata

      Assaltante não, um ser humano. 

      Acho que você nunca ouviu falar de direitos humanos. Tenho certeza de que eles (ainda) valem na “tão sofrida” zona sul do Rio.

        

  4. Gilson AS

    4 de fevereiro de 2014 10:09 pm

    A noticia correta deveria ser

    A noticia correta deveria ser assim : Homem negro e acorrentado nu num tronco, ops ! poste.

    Não estou defendendo o ladrão, mas qualquer “semelhança não é mera coincidência”.

    Se as pessoas começarem aplaudir esse tipo de atitude, é melhor os moradores da zona sul do RJ, contratar Charles Bronson, ou pelo menos a sua alma.

     

     

     

    1. André LB

      4 de fevereiro de 2014 11:32 pm

        Até se fosse homossexual vá

        Até se fosse homossexual vá lá, não é mesmo?

  5. Luiz Eduardo Brandão

    4 de fevereiro de 2014 10:19 pm

    Uma pessoa batuta

    A Yvonne é uma pessoa batuta, de uma família tradicional, donos entre outras coisas da cadeia de hotéis Othon, nome de seu fundador, Othon Bezerra de Mello.

    Observem a foto que ela tirou: qualquer semelhança com os tempos da escravidão será mera coincidência?

    O link da ONG que ela criou e dirige:

    http://projetouere.org.br/conheca/

     

  6. -Charlie-

    4 de fevereiro de 2014 11:28 pm

    Ao estudar Teoria Geral do

    Ao estudar Teoria Geral do Processo, o acadêmico de Direito aprende que nos primórdios da civilização existia a vingança privada. Ou seja, se você me fez mal, me causou prejuízo, cabia apenas a mim ir atrás de você e “reparar o dano”.

    Esse sistema causava uma série de inconvenientes, pois cabia ao ofendido definir o castigo e executar a “pena”. Além de serem cometidas injustiças na dosagem da “pena” (comumente era apenas vingança), fatalmente os mais fracos não conseguiam reparar seus prejuízos perante os mais ricos, pois não tinham força para atingí-los.

    Daí o modelo da justiça privada resultou na “lei do mais forte”, em que os mais ricos faziam o que bem entendiam, sem prestar contas a ninguém. Tal situação gerava enorme agitação e falta de estabilidade sociais.

    Para acabar com esse modelo, o Estado passou a exercer com exclusividade a juris dictio, ou Jurisdição, que etimologicamente significa nada mais do que dizer o direito. Ou seja, o Estado tomou para si a tarefa de dizer quem está certo e quem está errado, além de definir a pena do culpado. Além disso, o Estado também tomou para si o monopólio do uso da força, cabendo somente a ele a execução das sentenças. Com esse modelo, extinguiu-se o status anterior.

    Só que, para esse modelo funcionar, as pessoas precisam acreditar nas instituições e acatar suas decisões. Só assim elas abrem mão de “fazer justiça”. 

    No Brasil, a cada dia que passa vemos mais notícias de pessoas do povo agredindo, linchando, matando bandidos (ou supostos bandidos). Por que isso ocorre?

    Porque as pessoas sabem que criminosos não ficam presos. Estupradores, assaltantes, homicidas, quando são condenados, recebem penas baixas, ridiculamente baixas. E ainda tem direito a rápida progressão de regime, ocasião em que voltam às ruas para cometer mais crimes. 

    “Macarrao” sequestrou, torturou e matou Eliza Samúdio. Pegou 15 anos de cadeia. Ao cumprir 2/5 da pena, tem direito à progressão de regime. A lei lhe dá esse direito. Considerando que ele foi preso em 2010, será solto em 2016, a tempo de assisitir às Olimpíadas no Rio, numa boa.

    Isso porque estamos falando de homicídio. Se falarmos de roubo (o popular “assalto”) e estupro, os criminosos ficam ainda menos tempo presos.

    Pergunto: isso é justo? Está sendo feita Justiça? Se alguém aqui do blog tiver a filha sequestrada, torturada e assassinada, essa pessoa vai ficar satisfeita em ver o assassino andando livremente após seis anos?

    Os políticos e juristas desse país estão brincando com o Estado, com a estabilidade das instituições. Com essa legislação leniente, estão provocando a insatisfação  popular, e a população está reagindo, fazendo “justiça com as próprias mãos”. Isso é péssimo, estamos regredindo séculos em matéria de civilização. Criminosos estão apanhando e morrendo, mas inocentes, confundidos com criminosos, também estão.

    Espero que nossos legisladores não esperem um deles ser enforcado em algum poste, pela turba ensandecida e sedenta por “justiça”, para resolverem reformar nosso sistema penal.

    Os casos aumentam cada dia. Não vê quem não quer.

     

  7. Nilva de Souza

    4 de fevereiro de 2014 11:44 pm

    Menino negro é espancado e

    Menino negro é espancado e amarrado nu em poste na zona sul do Rio

     / 

    Negro amarrado a poste

     

    Por Douglas Belchior

     

    Nu, orelha cortada com faca, marcas de espancamento no corpo, amarrado pelo pescoço em um poste na Avenida Rui Barbosa, no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Assim foi encontrado um adolescente negro, “acusado” de praticar furtos na zona sul carioca.

    A situação foi relatada por Yvonne Bezerra, ativista de direitos humanos no Rio, através das redes sociais e teria ocorrido na noite da sexta-feira 31.

    Depois de ter sido socorrido pelos bombeiros, que removeram a trava de bicicleta que o prendia, o adolescente contou ter sido abordado por três homens que se denominaram “Os Justiceiros” e usavam motos. Em nome da “justiça”, o trio espancou o jovem com uma facada na orelha. Depois, tiraram a sua roupa e o amarraram ao poste.

    O Brasil mestiço e a carne mais barata do mercado

     

    Poderia aqui discorrer sobre os vários significados da cena forte, inadmissível e ao mesmo tempo banal e naturalizada apresentada pela foto acima. Nossa realidade é tão perversa que não seria exagero dizer que esse adolescente “teve sorte”. Afinal, os grupos de extermínio aqui denominados “justiceiros” (quase sempre compostos por policiais e ex-policiais) não costumam ser tão bondosos. Seu modus operandi é outro: matar e, se possível, sumir com o corpo.

    Não por acaso, é exatamente o perfil deste garoto, jovem e negro, o alvo prioritário da violência no país, em uma absurda proporção de 7 para cada 10 vítimas de assassinatos, conforme já relatei aqui diversas vezes.

    Mas o sentimento de repulsa à naturalização racista da violência dirigida ao corpo negro foi mais bem relatado nos parágrafos que encontrei no BLOG do Controversias:

    “Dia 2 de fevereiro, dia de Iemanjá. Enquanto o samba acontecia na Pedra do Sal, a poucos quilômetros dali, no bairro do Flamengo, puseram um negro nu preso pelo pescoço num pelourinho improvisado. Ele estava assaltando pessoas (ou foi o que disse quem publicou a foto). Pra servir de exemplo aos pretos ladrões. Recentemente, um caso semelhante aconteceu na praia.

    Esse jovem não estava na Pedra do Sal ouvindo a alta poesia da música negra, tomando cerveja e conversando com seus amigos sobre o trabalho do mestrado porque tenha um delírio malévolo de assaltar pessoas, fruto de uma natureza mais maligna ou menos humana que qualquer pessoa, mas porque não existe espaço objetivo para dignidade e felicidade de todos no projeto capitalista, racista e violento de país que dirige o Brasil. Sem entender isso, não se entende nada e, facilmente, até mesmo sem perceber, se cai no colo dos fascistas.

    Não existe vacina política histórica, nada está garantido e nada está assegurado; a humanidade se reinventa todos os dias. Repúdio absoluto e urgência de responder isso à altura. Não pode deixar naturalizar de jeito nenhum. Peço a todos que façam chegar a todas as organizações políticas, mandatos, movimentos e entidades democráticas de que tenham conhecimento.”

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=PrhciNo0Uh8%5D

    http://negrobelchior.cartacapital.com.br/2014/02/04/menino-negro-e-espancado-e-amarrado-nu-em-poste-na-zona-sul-do-rio/

     

     

  8. Ricardo S

    4 de fevereiro de 2014 11:47 pm

     
    Apresentadora de telejornal

     

    Apresentadora de telejornal do sbt defende de forma demagógica os “vingadores”, incentivando irresponsavelmente a população a praticar justiça pelas próprias mãos.

    http://www.youtube.com/watch?v=unVIpQHLDwE

     

    A televisão brasileira está passando dos limites, o governo liberou geral. Tudo é permitido. Todas as baixarias, violência, criminalidade exposta diariamente às crianças, imoralidades, charlatanismo, o desrespeito ao próximo. A qualidade cultural dos programas é cada vez mais baixa, o jornalismo a cada dia mais manipulador e tendencioso. Se nada for feito, onde isso vai parar?

    1. André LB

      5 de fevereiro de 2014 12:30 am

        Em guerra civil. “Para onde

        Em guerra civil. “Para onde o Brasil for, irá a América do Sul”.

      1. Ed Döer

        5 de fevereiro de 2014 1:48 am

        O México estaria na

        O México estaria na dianteira, creio.

  9. Maria Carvalho

    5 de fevereiro de 2014 12:35 am

    Os valores…

    Nem sei mais “onde estou”, o que pensar, o que dizer!

    Ainda, há pouco, li a notícia sobre as consequências do achicalhe sofrido pela senhora “doadora” de leite materno.

    Mais essa…

    Tem momentos em que digo, para mim mesma, que não mais quero saber sobre o que acontece por aqui.

     

  10. will

    5 de fevereiro de 2014 12:47 am

    evidente
    Qualquer crime que tenha feito, ser linchado desse jeto pode até corrigir;
    Mas a única certeza é a volta no tempo…
    No tempo da escravidão. Lamentável.

  11. Leo V

    5 de fevereiro de 2014 1:43 am

    Olha, estou surpreso com os

    Olha, estou surpreso com os comentários de reprovação aos “justiceiros”, já que semana passada não faltaram comentários a favor do fuzilamento de manifestante feito por policiais.

  12. Jorge Moraes

    5 de fevereiro de 2014 2:13 am

    Os ecos da escravidão

    A escravidão que vitimou milhões de negros continua dizimando-os. 

    Não me parece razoável imaginar que a forma assumida pelos inadmissíveis maus-tratos contra o rapaz nada tenha a ver com o processo de acumulação do capital conhecido por trabalho escravo de africanos negros transplantados para as Américas (a maioria para o Brasil).

    Os apetrechos e o modus “torturandi”, com o nítido propósito de “dar lição” em tudo lembra a escravidão, que, nunca é demais repetir, forjou fortunas e mais fortunas que hoje se exibem em sites empresariais belíssimos, com “missões, valores e sustentatibilidades” compatíveis com as suas limpissimas mãos. 

    Há vítimas sociais. Contabilizar atos de delinquência e mesmo de crimes de maior envergadura sem ter em conta o absurdamente desigual ponto de partida entre grupos sociais e étnicos (no caso brasileiro, isso é muito pronunciado), ocultando o processo que engendrou a acumulação pode não parecer, mas equivale, de alguma forma, a tentativa de tapar o sol com uma peneira.

     

     

  13. mauricio moreira

    5 de fevereiro de 2014 2:28 am

    Aterro do Flamengo, Catete e arredores

    Aterro do Flamengo, Catete e arredores, regiao que ha muito e refem de gangs de jovens viciados em crack que praticam roubos e aterrorizam moradores, onde ja existe um informal toque de recolher apos as 10h da noite.

    A total ausencia de policiamento, que so acontece quando tem manifestacoes no palacio do Cabral em Laranjeiras, bairro vizinho, tem feito com que essas gangs fiquem cada vez mais ousadas.

    Nao me importa se ele e branco,amarelo, negro ou lilas com pintas verdes, o que importa e que e um viciado que esta roubando e ameacando pessoas, que deveria estar sob os cuidados do estado, que simplesmente ignora essa questao o que faz com que a esta mesma sociedade de uma resposta ao problema.

    Cada vez mais as pessoas estarao se mobilizando para resolver questoes que as afligem, esta e uma nova realidade, queiram ou nao, quanto aos  apoiadores, beneficiarios e servientes ao grande estado, sinto muito !!

  14. MThereza

    5 de fevereiro de 2014 3:20 am

    ao tranformar o  julgamento 

    ao tranformar o  julgamento  da AP 470 num espetáculo de sadismo e despotismo, ultrapassando todos os limites de consideração à lei e às normas de civilidade, o stf deu a senha para que cada um faça a justiça como bem entender, contra quem quiser, da maneira que mais satisfaça sua sanha “justiceira”. Voltamos ao tempo do olho por olho, dente por dente, respaldados pela mais alta corte do país. O “outro” será sempre um diferente, uma ameaça potencial, que posso e devo esmagar para salvar minha tribo. E tribo, cada um tem  a sua.

    Não discuto os níveis de violência nas grandes e médias cidades (e até em alguma pequenas), nem que a ausência do Estado, durante longos anos, tenha participação no situação atual. Mas, a ausênca do Estado se dá muito antes que os atos de violência civil sejam cometidos. A violência do Estado, por meio de suas polícias, mal treinadas, sem nenhuma noção de direitos de cidadania, mal pagas, estressadas,  preparadas desde sempre para defender as pessoas de bens (obrigada, prof. Hariovaldo), nunca teve limites para  perseguir e matar moradores de periferia, como antes eram os escravos, os rebeldes por qualquer causa, os que ousaram desafiar o ststus quo.

    Mas nada justifica que se promovam punições “privadas”. Exceto a descrença nas leis e na justiça que se já  era grande, mas ainda respitável,  agora virou letra morta e enterrada. Muitas vezes tememos mais a polícia, com sua imensa arbitrariedade, do que os próprios bandidos. Esses ainda podem ser pegos e presos. A polícia está revestida de  autoridade e age em nome da sociedade.

     

  15. autonomo

    5 de fevereiro de 2014 11:53 am

    A sorte do governo é não ter

    A sorte do governo é não ter um adversário com o talento para o palanque, de um Janio ou Adhemar.

    Perderia fragorosamente as eleições.

    Não tem a menor sensibilidade para compreender os verdadeiros dramas da população.

    A segurança se tornou um flagelo para pobres,médios e ricos.

    Em muitos comentarios deste post fica a impressão erronea de que se trata de um ajuste de contas entre pobres e ricos.

    Não é verdade.

    Os pobres sofrem tanto ou mais pela falta de uma politica seria para a segurança.

    São assaltados nos onibus, nas ruas, em seus trabalhos.

    E o assalto é uma violencia muito grave, que esta se banalizando.

    A justiça com as proprias mãos é o estagio final de uma crise institucional grave.

    Um plano para resolver os problemas de segurança abrangeria varios setores da sociedade, educação,  leis, justiça, policia, penitenciarias, etc.

    Mas nada é feito em profundidade.

    Não temos mais lideres politicos com a visão, coragem e amplo apoio publico para mudar o quadro atual.

    A situação ja esta chegando ao caos, com bandos atacando hospitais, foruns, escolas, delegacias, bombardeando bancos, como nos idos tempos dos gansteres americanos.

    E se nada for feito para sairmos desta calamidade, brevemente, tenho certeza, milhões de pessoas começarão a gritar pela volta dos militares ao poder.

    Alguem duvida?

  16. Juliano Santos

    5 de fevereiro de 2014 12:40 pm

    Esse é um caso em que todos

    Esse é um caso em que todos estão errados. O rapaz comete furtos e roubos. O estado não faz um policiamento eficiente na área, que conheço bem. E os justiceiros, contra a lei, fazem “justiça” com as próprias mãos, sem esquecer de humilhar o rapaz. 

    Todos erram com motivos. O rapaz pelas razões que a Ivone disse. O estado porque enfrenta o problema da migração do tráfico, repremido pelas UPPs, para outros crimes. E os justiceiros porque “fazem o que o estado não está fazendo”. E os que aplaudem tal coisa estão abalados por seguidos assaltos.

    Cabe ao pessoal lúcido e de bom senso da sociedade não entrar no jogo de querer defender um dos lados incondionalmente para jogar toda a culpa num só. Ao contrário do facista com orelha de burro aqui embaixo, cidadão que é cidadão não vai querer que no Rio agora surjam milícias civis, falanges armadas de justiceiros.

    A culpa é todos, mas quem tem que começar já agora a impedir que isso se torne realidade é o governo do estado. Alô Cabral! Alô Beltrame! 

  17. Jair Fonseca

    5 de fevereiro de 2014 4:22 pm

    Canção de Caetano Veloso, de

    Canção de Caetano Veloso, de muitos anos atrás, mas atual: “O cu do mundo”. 

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=d9GgASG6NBY%5D

     

  18. tiao

    5 de fevereiro de 2014 8:11 pm

    ” O ser humano é bom,o que

    ” O ser humano é bom,o que estraga é ser humano.”

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