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O Som do Grupo Violado de Santa Bárbara do Oeste-SP
O Grupo Violado, fundado em 2006, promove o resgate de músicas de raiz, atualizando os clássicos e promovendo um novo olhar para a música do campo.

O Grupo Violado é formado por Fernando Tal (voz), Antonio Amaral Freire (voz e violão), Filipe Rozinelli (baixolão), Guilherme Argentão (bateria e percussão) e Bruno Paparoti, o maestro da Orquestra de Violeiros de Americana que, influenciado pelo pai e o tio – formam a dupla Guaíra e Guaíba – toca a viola caipira desde os 8 anos de idade.
A Volta do Boiadeiro
Chico Mineiro
Moreninha Linda
jns
4 de fevereiro de 2014 3:48 pm‘A breguice tomou conta’
Renato Vivacqua
Irreverente, às vezes cáustico, Vivacqua afirma que a MPB de hoje ‘é lastimável’. E o motivo é um só: ‘A breguice tomou conta dos compositores que só produzem, com raras exceções, músicas ruins, velhos bolerões com letras indigentes’.
‘Eu hoje a defino como lastimável. Não sou um radical como José Ramos Tinhorão, que para mim é o melhor pesquisador brasileiro e o que melhor escreve. Mas não chego a ser radical como ele que prefere, por exemplo, Tonico e Tinoco a Tom Jobim. Eu não chego a isso. Mas houve uma época, devido às dificuldades de se gravar um disco, que existia uma seleção natural. O processo de gravação era muito caro. Hoje em dia, diante da tecnologia, todo mundo grava. Houve uma época em que o bolero dominava o Brasil e havia muita crítica sobre isso. Mas hoje em dia está acontecendo a mesma coisa. A música dita sertaneja nada mais é do que um bolerão da pior espécie. Não sou contra os boleros. Nós temos aí o prêmio Sharp dado a Pena Branca e Xavantinho. Se você ligar a TV no Canal 2, aos domingos, no programa da Inezita Barroso, verá a música realmente caipira de raiz. Não são essas dores de cotovelo. A música sertaneja de hoje é de fossa.’
http://www.renatovivacqua.com/o-purgatorio-da-musica-popular-brasileira-entrevista-com-renato-vivacqua.html
http://www.renatovivacqua.com/quem-e-renato-vivacqua.html