10 de junho de 2026

A promiscuidade de Brasília: o envolvimento de todos os poderes no caso Master

Por omissão ou conivência, autoridades teriam permitido que o sistema financeiro se tornasse um campo de negócios predatórios

No programa TV GGN 20 Horas da noite de quarta (14), o jornalista Luís Nassif analisou o escândalo do Banco Master, caracterizando-o como um reflexo da desregulação financeira incentivada por órgãos como o Banco Central e a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) nos últimos anos. Nassif descreveu um cenário de promiscuidade institucional, onde a falta de fiscalização permitiu a criação de bolhas especulativas e facilitou atividades ilícitas, como a lavagem de dinheiro.

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O programa também abordou o histórico de abusos da Operação Lava Jato, estabelecendo paralelos entre a destruição de empresas nacionais e a atual fragilidade das instituições brasileiras.

Além disso, Nassif entrevistou o economista Luiz Alberto Melchert, que examinou a geopolítica do petróleo, destacando como o domínio do dólar influencia conflitos internacionais e as estratégias de potências como Estados Unidos, China e Irã. Por fim, entrou em pauta o papel de autoridades públicas que, por omissão ou conivência, teriam permitido que o sistema financeiro se tornasse um campo de negócios predatórios em detrimento da soberania nacional.

O programa TV GGN 20 Horas é transmitido de segunda a sexta-feira, sempre às 20:00 horas, no canal TV GGN, no Youtube. Assista à edição completa abaixo:

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4 Comentários
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  1. Gaspar Alencar

    15 de janeiro de 2026 3:45 pm

    Cara, uma mente investigativa! Parabéns, uma pena que a sociedade esta alijado desse conhecimento!

  2. EVANDRO CONDE

    15 de janeiro de 2026 4:46 pm

    Nassif, CVM é a entidade que “deixou” acontecer o caso Americanas, e que de maneira discretíssima tenta investigar auditorias?

  3. Antonio

    16 de janeiro de 2026 11:41 am

    Promiscuidade : Moraes demora a se pronunciar sobre todo o direito de sua mulher em exercer seu ofício de forma lícita, ao mesmo tempo, que se declararia, desde já, impedido por suspeição de julgar e se pronunciar no processo do Banco Master.
    Assim estaria aliviado dessa pressão e repercussão promovida pela mídia bolsonarista e envolvidos interessados.
    Tem escolhido um caminho de enfrentamento que só prolonga o mal estar e alimenta a dúvida sobre a participação dele nesse imbróglio.

  4. Antonio

    16 de janeiro de 2026 12:55 pm

    Impressionante como a crise de 2008 nos USA, com as pirâmides do Bernard Madoff, proporcionada pela desregulamentação da economia, doutrina neoliberal, ao invés de proporcionar lições positivas para nosso país, veio ensinar e evoluir nossos pilantras na produção desse escândalo financeiro do Master, sem precedentes em nossa história. Isso mostra como a administração Bolsonaro foi tão maléfica e destruidora de nossas instituições. Incrível como boa parte do povo brasileiro ainda não se dá conta como essa ideologia nos fez tal mal. É preciso uma divulgação mais presente e forte desses fatos, para a conscientização geral neste ano decisivo para o rumo da nação.

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