10 de junho de 2026

Abaixo assinado: Um Teatro Municipal para a ópera Leopoldina

Jorge Antunes compôs a ópera Leopoldina e tenta, a todo custo, trazer a estréia para o Teatro Municipal de São Paulo.
Acervo Jorge Antunes

Jorge Antunes, pioneiro da música eletroacústica no Brasil, compôs a ópera Leopoldina em Paris entre 2020 e 2021.
A estreia da ópera, prevista para o Bicentenário da Independência, foi adiada pela pandemia e falta de interesse dos teatros.
Antunes busca apoio para que o Teatro Municipal de São Paulo programe a estreia mundial da ópera Leopoldina.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O maestro Jorge Antunes é um jovem de 84 anos. Pioneiro da música eletroacústica no Brasil, doutor em música pela Sorbonne, compositor, regente, pesquisador e professor emérito da Universidade de Brasilia.

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Tem uma carreira marcada pelo pioneirismo. Foi o primeiro brasileiro a compor música eletrônica, nos anos 60. Fundou o Laboratório de Música Eletroacústica da UnB. E foi um dos introdutores do sintetizador e da computação musical no país. Houve quem o comparasse a Karlheinz Stockhausen e Pierre Boulez,

Foi precursor do grande Gilberto Mendes, seu colega de Santos.

Suas experiência integravam música, teatro e discurso, com composições como manifesto social. Houve quem o taxasse de Che Guevara com computador.

Agora, Jorge Antunes compôs a ópera Leopoldina e tenta, a todo custo, trazer a estréia para o Teatro Municipal de São Paulo.

Recebi esse recado dele:

“Eu compus Leopoldina em 2020-2021 em Paris, graças ao Prêmio Icatu de Artes 2020.

O projeto tinha como meta a estreia da ópera nas comemorações do Bicentenário da Independência. Mas com a pandemia, teatros se fecharam e suas programações ficaram represadas. O desinteresse pela minha ópera foi o que vimos em seguida.

Tenho esperança de que, com o apoio explícito de nossa comunidade musical o TMSP possa enfim se interessar em programar a estreia mundial de Leopoldina.

Obrigado.

Um abraço, com votos de um Feliz 2026 para você e sua família.

Jorge Antunes”

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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5 Comentários
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  1. Gaspar Alencar

    22 de janeiro de 2026 1:04 pm

    Sufrágio realizado com sucesso!

  2. Fernando do Amaral

    23 de janeiro de 2026 3:05 am

    Assinado está!

  3. Karen

    23 de janeiro de 2026 5:23 pm

    Não seria mais apropriado estrear no TMRJ?

    1. Anônimo

      25 de janeiro de 2026 7:39 am

      Nos dois teatros pelo menos estreia em um e vai para o outro e vice versa

  4. Anônimo

    25 de janeiro de 2026 7:38 am

    O Theatro Mvnicipal de São Paulo precisa abrir suas portas a produções deste tipo. Há também a agenda do teatro que este ano está cheia e com poucas operas….acho que ainda há espaço para esta opera ser intercalada na agenda do teatro é questão poderá ser mais facilmente agendada no ano que vem

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