Na noite de quarta-feira, 21 de janeiro, durante o programa TV GGN 20 Horas [assista abaixo], a doutora em direito internacional pela USP e professora da PUC-SP, Eliani Silva, trouxe à tona uma discussão crescente nos Estados Unidos: a saúde de Donald Trump. Segundo a especialista, há uma percepção ampliada de que Trump estaria “demenciado”, apresentando sinais como o “Sundowning”, caracterizado por aumento da belicosidade e falta de clareza após o anoitecer, além de surtos no Truth Social com publicações em massa.
Sundowning (ou síndrome do pôr do sol) é um fenômeno comum em pessoas com demência, especialmente Alzheimer, caracterizado pelo agravamento de sintomas como confusão, agitação, ansiedade e irritabilidade no final da tarde e à noite, quando a luz diminui.
“Seria necessário que houvesse uma discussão pública, clareza e transparência com relação aos exames que ele tem feito, porque ele tem apresentado sinais de demência”, disse a professora.
Na entrevista ao jornalista Luís Nassif, Eliani Silva ressaltou que a preocupação com a saúde de Trump levanta questões sobre a responsabilidade daqueles que o cercam ao dar seguimento a decisões consideradas inconstitucionais, ilegais e abusivas. A situação é comparada à “decadência do império”, onde as instituições não conseguem conter um líder que age de forma “alucinada”, impactando a governança e a estabilidade global.
A entrevista também abordou as reações internacionais às ações de Trump, como a humilhação da Europa e a questão da Groenlândia. A especialista destacou que a União Europeia, inicialmente mais dialogante, tem adotado medidas econômicas mais efetivas, como a suspensão de acordos comerciais e investigações por coerção, em resposta à postura do ex-presidente.
Essas reações, impulsionadas pelo lobby econômico e pela busca por previsibilidade nos mercados, demonstram uma reorganização da geopolítica global. A análise de Eliani Silva sugere que o comportamento de Trump não só desestabiliza mercados, mas também impulsiona a busca por novas alianças e o fortalecimento de instituições para conter o poder dos Estados Unidos, evidenciando uma perda de hegemonia.
Assista à entrevista completa abaixo:
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Carlos
23 de janeiro de 2026 7:47 amAlerta para “sinais”? Sério?
Vou falar o sinal mais óbvio da demência deste sujeito: É de extrema direita!
Precisa mais?
Carlos
23 de janeiro de 2026 7:55 amInsisto na relação íntima da demência com pertencer a extrema direita e puxo exemplo brasileiro; a procissão do lesado nikolas do nada para lugar nenhum.
Criticam e demonizam o comunismo, mas ao criar a “coluna nikolas” não copiam a Coluna Prestes?
Embusteiros!