Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Gunter Zibell - SP
3 de fevereiro de 2014 5:21 amHunted: the terror facing gay people in Russia – video
Clip do documentario do Channel 4 sobre violencia anti-gay na Russia.
http://www.channel4.com/news/hunted-russia-gay-dispatches-channel-4-video
Fiódor Andrade
3 de fevereiro de 2014 6:11 amO agradecimento de Deborah Prates a Lewandowski
[video:https://www.youtube.com/watch?v=DzLBwd2RtUY align:center]
https://jornalggn.com.br/noticia/lewandowski-da-liminar-a-advogada-cega-contra-ato-de-barbosa
https://jornalggn.com.br/noticia/barbosa-nega-peticao-em-papel-de-advogada-cega
https://jornalggn.com.br/noticia/cnj-nega-pedido-de-peticao-em-papel-a-advogada-cega
[video:https://www.youtube.com/watch?v=axA3zoP5WxM&feature=c4-overview&list=UUR5UipEqqM1fdA74Pk7P_EA align:center]
Gilberto .
3 de fevereiro de 2014 10:56 am70 anos de Henfil
Do O Tempo Com Henfil, HQ nunca foi tão brasileira
Genial cartunista, jornalista, quadrinista e ativista político mineiro faria 70 anos no próximo dia 5 de fevereiro
Henrique de Souza Filho nasceu em Ribeirão das Neves, em Minas Gerais, em 1944, e neste 5 de fevereiro completaria 70 anos, se, em 4 de janeiro de 1988, a Aids contraída em uma sessão de transfusão de sangue, que ele necessitava por ser hemofílico, não o tivesse derrubado. Ele foi um dos mais inventivos, politizados e geniais mestres do quadrinho brasileiro. Usou como poucos a sua arte para lutar contra a ditadura e em favor de campanhas políticas, como a Anistia e as Diretas Já! (inclusive, criando este slogan). E se você ainda não ligou o nome à importância de seu apelido, trata-se de Henfil, o criador de personagens como os Fradinhos, Cumprido e Baixim, Graúna, Bode Orelana e Capitão Zeferino, que deixou sua marca em todas as gerações de artistas dos quadrinhos que vieram depois dele.
No Rio um evento marcará a data: 70 anos de Henfil – Morro, Mas Meu Desenho Fica homenageia o artista com um debate que reúne personalidades como o ator e diretor Paulo Betti, o cartunista Chico Caruso, o jornalista Tárik de Souza e o artista Nelsinho Rodrigues. No mesmo evento, a organização Henfil – Educação e Sustentabilidade, em parceira com o Instituto Henfil, do Rio de Janeiro, lançará no Museu da República as edições 4, 5, 6, 7 e 31 da Coleção Fradim, originalmente publicada entre 1971 e 1980.
Segundo informações da assessoria do Henfil – Educação e Sustentabilidade, os editores estão em um esforço conjunto para lançar todas as edições restantes – de 31, já foram lançadas 12 – até março.
Legado. Henfil publicou seus primeiros desenhos na “Revista Alterosas”, em 1964, e no “Diário de Minas”, em 1965. Mas só passou a ficar nacionalmente conhecido por volta de 1967, quando, simultaneamente, seu trabalho começou a ser publicado no “Jornal dos Sports”, do Rio de Janeiro, e em colaborações para as revistas “Placar”, “Visão”, “Realidade” e “O Cruzeiro”. Em 1969, se mudou para o Rio. Com a criação de “O Pasquim” e seus trabalhos sendo também publicados pelo “Jornal do Brasil”, deu-se início à fase mais importante de sua carreira, a qual deixou marcas na cultura brasileira.
Gual, um dos criadores do Prêmio HQ MIX e estudioso dos quadrinhos, fala sobre o impacto que foi ver o trabalho de Henfil pela primeira vez. “Eu não encontrava um grito de desafio contra a ditadura militar e a realidade nacional. Faltava um novo traço. Um traço com a energia e a dinâmica daquela época. Um traço com a nossa cara. Faltava uma voz rebelde e aguda para mexer nos tabus e feridas sociais. Um dia, folheando ‘O Pasquim’, encontrei nos desenhos do Henfil mais do que desejava. Ali estava uma virada de página. Um novo capítulo nos quadrinhos, charges e cartuns mundiais. Mais tarde, fui entender que era mais do que isso: Henfil era um gênio da raça!”
A cartunista Laerte Coutinho fala de como o conheceu e também da sua importância para a própria geração. “Já havia me encontrado com o Henfil, se não me engano em um Salão do Humor de Piracicaba. Mas em 1975, quando preparávamos um trabalho onde vários cartunistas desenhariam pombas, tive um contato mais próximo. Ele me ajudou demais com a turma do ‘Pasquim’, que era o epicentro do que era produzido no Brasil”.
Nilson Adelino Azevedo, cartunista, teve com ele uma longa e próxima convivência, desde jovem. Foi convidado a dividir o mitológico apartamento em Higienópolis, onde morou ao lado de Glauco, Laerte e Angeli. Transitaram por lá a mais variada gama de artistas, retornados do exílio, e todo o rol de personagens da época. Viviam em uma espécie de comuna, onde eram alimentados para o desenho e para a vida pelo já ícone Henfil.
Para Nilson, a importância de Henfil está associada a um momento em que o humor passou a ter uma capacidade de influenciar a vida dos brasileiros. “‘O Pasquim’ passou a representar tudo que a ditadura era contra, e isso não seria nada se a população não tivesse correspondido. E o Henfil foi o cara que ajudou a firmar isso, com o sucesso dos Fradinhos. A consciência política levou o humor a interferir na realidade”, afirma o cartunista, na visão de quem Henfil era workaholic, já que realizou publicações, revistas, livros, programas de TV, cinema.
Os Fradinhos são um capítulo à parte na carreira de Henfil. São um ato político importantíssimo para a época, que falava diretamente à hipocrisia da sociedade brasileira e, ainda hoje, nos faz rir de nós mesmos, o que dá a impressão de terem sido criados no ano passado.
Mas Henfil não era cartunista de um personagem só. Sobre isso, é o Gual quem detalha: “Com os Fradinhos, Henfil cutucou o nosso atraso cultural e falsa moral. Com a Graúna, trouxe a nossa dura realidade. Com as charges futebolísticas, cheias de sequências quadrinhísticas, apresenta o espírito do brasileiro. Outros personagens, como Ubaldo, Cabôco Mamadô, Tamanduá, Orelhão e os demais, representam a nova visão do brasileiro de ‘Casa-Grande & Senzala’. Nunca nossas HQs tinham sido tão brasileiras!”.
Causo
Conta-se que, quando Henfil decidiu matar os Fradinhos, a redação do “Pasquim” se reuniu com ele para fazê-lo mudar de ideia. O mesmo teria ocorrido no “Jornal do Brasil” em relação à Graúna.
O que falam dele
“Henfil me embalou. Me fez pensar criticamente quando eu ainda era jovem. Seu traço é incrível. Toda a minha admiração.”
Lourenço Mutarelli, Quadrinista e Escritor
“Henfil tinha uma frase que dizia o seguinte: ‘Quando o fascismo ou uma Ditadura quer se estabelecer plenamente, a primeira atitude é tentar calar os humoristas’. Este pensamento nunca esteve tão atual, haja visto o fato de hoje o humor estar na berlinda”.
Duke, Cartunista
“Henfil foi um quadrinista fenomenal. Suas histórias eram subversivas não só pelo conteúdo, mas também pela forma. Seu traço rápido e fluido e o uso do branco da página como elemento narrativo rompiam com os padrões vigentes”.
Afonso Andrade, Coordenador de Quadrinhos da FMC
“Henfil foi um gênio, que combinou um traço extremamente original, inconfundível, com um humor implacável, frequentemente negro, não deixando pedra sobre pedra da hipocrisia moral, política e social que cimenta nossa sociedade.”
Jose Geraldo Couto, Jornalista
“O Henfil é um cara que tem muito o que ensinar para o cenário atual de humor gráfico e cartunismo: ele não fazia humor a favor. Também não buscava agradar, ou preservar-se de que lhe impingissem tal e tal rótulo. Ele sabia que os ideólogos são bestas fascistas, de qualquer lado que estejam do prisma político. Era um artista e um pensador.
Rafael Campos Rocha, Quadrinista, criador de “Deus, essa Gostosa”
“Salão de Humor de Piracicaba, 1977. Eu, com 15 anos de idade e meu primeiro desenho publicado debaixo do braço. Homérica fila de autógrafos do Henfil. Mantive-me sempre no fim da fila, deixando todos passarem minha frente.
Não queria um autógrafo, queria mostrar meu trabalho. Um Henfil cansado sacou a caneta, mas eu o interrompi. ‘Queria uma opinião sua sobre minha charge’. Ele olhou com muito carinho e me devolveu o jornal: ‘Vou te dar uma dica’, disse ele. ‘Jamais volte a pedir a opinião de um colega de trabalho’. Tocou meu ombro com carinho e se foi. Fiquei lá parado, olhando meu desenho impresso com o olhar que, até então, não tinha depositado. Como um dogma. Mestre Henfil em sua melhor forma”.
Francisco Marcatti, Quadrinista
Gilberto .
3 de fevereiro de 2014 11:11 amOs 100 anos de Carlitos
‘Carlitos Repórter’, primeiro filme do personagem de Chaplin, completa 100 anos
Produção de 1914 trazia o embrião do que seria desenvolvido mais tarde pelo ator e diretor
31 de janeiro de 2014 | 21h 30 Luiz Zanin Oricchio – O Estado de S. Paulo
Mal reconhecemos o personagem neste que é tido como seu primeiro filme e que agora completa o centenário. Making a Living (Ganhando a Vida, 1914) é o primeiro trabalho de Chaplin na produtora Keystone, de Mack Sennett, e foi realizado por um ator de vaudeville que pouco ou nada conhecia de cinema. Tudo era novidade para Chaplin.
[video:http://youtu.be/RjsaKUEiuWI%5D
E nem sempre novidade bem-vinda. Charlie Chaplin, formado na comédia, tinha ido a Los Angeles com pretensões de se tornar ator dramático. Shakespeare era sua meta. E foi nessa ilusão que embarcou a convite de Sennett. Logo descobriu que se tornaria ator das comédias rasgadas do estúdio. Não tinha noção do que era o cinema. Para ele, um filme era como um teatro filmado e ficou surpreso que as cenas fossem filmadas fora de ordem para apenas na montagem tomarem a forma cronológica do enredo.
Neste primeiro filme, cujo título em português é Carlitos Repórter, para aproveitar a fama do personagem surgido apenas depois, vemos Chaplin com um bigodinho caído entre os lábios e não aquele famoso “quadradinho” debaixo do nariz que, dizem, inspirou Hitler quando o ditador deixou crescer o seu. As roupas também são outras e até elegantes se comparadas aos andrajos posteriores do vagabundo.
Na história, Chaplin faz uma espécie de atravessador. Deseja ingressar no jornalismo e, para tal, segue um repórter e, quando este consegue um furo, Carlitos (vá lá, vamos chamá-lo assim) se apropria da notícia. Isso, além de tentar roubar-lhe a namorada. É, no fundo, um mau-caráter. Aliás, a Keystone era conhecida por suas comédias pesadas. Talvez hoje elas não fossem aprovadas diante da dupla moral do politicamente correto vigente. Tanto assim que Richard Attenborough, em Chaplin, ao reproduzir a vida do artista, atenuou o conteúdo desses primeiros filmes de que ele participava. Não que fossem indecentes. Nada disso, mas eram mais diretos, digamos assim, até meio agressivos. Neles, seus personagens não eram exatamente o que se poderia chamar de tipos exemplares. Bêbado, inconveniente, lúbrico, desonesto com frequência, o personagem de Chaplin ainda estava muito distante daquele outro que nos habituamos a amar, uma mistura de lirismo e esperteza. Haveria ainda um longo percurso para chegar a ele.
Mas já no filme seguinte, também de 1914, já vemos outro Chaplin, rapidamente amadurecido para o trabalho com a câmera e vestido de maneira muito parecida ao personagem que o consagraria. Como isso se deu? Há versões.
Numa delas, Chaplin ficara muito deprimido com o resultado de Carlitos Repórter. Em seu livro de memórias faz autocrítica: “Eu era canhestro”, escreve, sem meias-palavras. Confessa que estraga todas as gags ao antecipá-las, roubando ao público a surpresa que acompanha o riso. Mas, além disso, acusa o diretor Henry Lehrman de haver descartado suas melhores cenas na montagem. O próprio Sennett, teria lhe dito com franqueza que no próximo trabalho seria bom fazer melhor, “senão…”.
Desse modo, era um Chaplin deprimido e pensando nos rumos de sua carreira que estava reunido com seus colegas de estúdio, preparando-se para o próximo projeto. Tinha ar tão desamparado que, mesmo no ambiente ultracompetitivo de Los Angeles, começavam a sentir pena do “inglesinho”. Como sabemos, o “inglesinho” tinha algumas coisas a mostrar e começou a fazê-lo já em Mabel’s Strange Predicament, conhecido entre nós comoCarlitos no Hotel. Aqui, ele é um bêbado incômodo, que estaciona no lobby de um hotel e importuna hóspedes, em especial as do sexo feminino. Mas o que chama atenção são seus trajes, desta vez bem parecidos ao Carlitos clássico.
Segundo um dos seus parceiros da época, o comediante Chester Conklin, o insight de Chaplin nasceu naquele momento de depressão em que duvidava da viabilidade de sua carreira no cinema. Segundo diz Conklin em seu depoimento ao livro de Sennett e Shipp,King of Comedy, Chaplin teria lhe confidenciado a intenção de abandonar a carreira no cinema, mal iniciada ainda. “É tudo muito rápido. Jamais farei sucesso nesse meio”, disse. Em meio a essa deprê, Chaplin pôs-se a andar pelo quarto do hotel, enquanto seus companheiros jogavam cartas. Numa súbita inspiração, pediu para provar um par de calças de um deles, que estavam penduradas num cabide e era muitos números acima do seu. Vestiu também uma casaca que, ao contrário, era apertada a ponto de não abotoar. Achou também um bigode postiço, recortou-o até que virasse um retângulo e colou-o em cima do lábio. Encontrou um chapéu-coco e uma bengala engraçada. Vestiu um par de sapatos também muito grandes e ensaiou uns passos com os pés virados para fora. Nesse ponto, o jogo de cartas havia cessado e seus parceiros não paravam de rir. Nascia ali o personagem, ou alguém que muito se aproximava dele. Este, pelo menos, é o depoimento de Conklin.
Um gênio como Chaplin era, sem dúvida, capaz de encontrar soluções rápidas, e em aparência mágicas, para suas dificuldades. Por isso mesmo era gênio. Mas é fato também que as pessoas tendem a mitificar o passado, em especial quando conviveram com seres excepcionais.
De acordo com a biógrafa Joyce Milton (Contraditório Vagabundo, Ed. Ática, 1996), o mais provável é que a construção do personagem tenha se dado de maneira progressiva, e bebido em experiências anteriores do comediante. Diz a biógrafa que Chaplin teria contado ao seu filho Charles Jr. que usara calças e sapatos fora do tamanho, e um chapéu-coco diminuto, ao substituir um comediante num espetáculo em que fazia o papel de porteiro. O andar de pato teria sido inspirado num homem que tomava conta dos cavalos na entrada de um pub londrino – uma espécie de flanelinha da época. Outros truques fariam parte do repertório usual da companhia de Karno, na qual o jovem Chaplin se empregara e com a qual fizera a turnê americana entre 1912-1914 que acabara chamando a atenção de Sennett.
De qualquer forma, de um repente só ou aos poucos, Chaplin tirara da cartola esse personagem que, segundo ele mesmo, expressava uma espécie de “nobreza maltrapilha”. Alguém sem um tostão no bolso, vestido de farrapos, mas que procura preservar sua dignidade diante de uma sociedade agressiva. De certa forma, era a história do próprio Chaplin. Como disse um crítico, Chaplin não foi o primeiro cineasta a retratar a miséria, mas foi o primeiro a tê-la sentido em sua carne.
A partir desse ponto de viragem, o personagem, e seu autor, foram progredindo de maneira exponencial. Já não havia qualquer motivo para seus colegas lamentarem a má sorte do inglesinho. Ele viera para ficar e seus companheiros, que se julgavam superiores, seriam lembrados no futuro apenas por terem convivido e trabalhado com ele.
A partir de então o progresso vem em velocidade e qualidade vertiginosas. A tal ponto que logo a Keystone se torna pequena para Chaplin. Com o fim do contrato, outra companhia, a Essanay, compra seu passe. Chaplin escreve, dirige e interpreta vários filmes, entre os quais O Vagabundo (1916), feito já em outra companhia, a Mutual. Neste, os traços de Carlitos se tornam definitivos – isto é, aqueles que conhecemos de suas obras posteriores e mais famosas, em longas-metragens como O Garoto, Tempos Modernos, Luzes da Cidade.
Em 1916, quando O Vagabundo é lançado, estão fixados os traços físicos, o vestuário, os gestos e, sobretudo, uma atitude diante da vida que, elementos somados, iriam cativar para sempre os fãs do cinema. De personagem um tanto malévolo dos primeiros trabalhos, Carlitos torna-se ambíguo como o antigo menino pobre sentia que deveria ser diante da impiedosa sociedade da época, e de todas as épocas, enfim. Com esperteza, mas sem perder a ternura jamais.
José Carlos Lima
3 de fevereiro de 2014 11:45 amNey Matogrosso e Maria Alcina – Bigorrilho
[video:http://www.youtube.com/watch?v=kFmIgdzKRPQ%5D
José Carlos Lima
3 de fevereiro de 2014 11:56 amO Ney está Nu
[video:http://www.youtube.com/watch?v=oc4To2Z-tWo%5D
[video:http://www.youtube.com/watch?v=Et1K5HSxkPQ%5D
Ney Matogrosso concede entrevista para Lilian Pacce, no Programa GNT Fashion.
O artista acompanha a apresentadora na Exposição Cápsula do Tempo e comenta seus figurinos e outras curiosidades.
O programa especial conta ainda com depoimentos de Ivete Sangalo e Lino Villaventura.
Jair Fonseca
3 de fevereiro de 2014 1:14 pmEduardo Coutinho
Dados interessantes e pouco conhecidos de Eduardo Coutinho: nos final dos anos 50 participou de um programa de perguntas-e-respostas na TV sobre Charlie Chaplin. Respondeu a tudo e com o dinheiro que ganhou foi pra Paris, onde estudou cinema. Na volta ao Brasil em 1960 juntou-se ao CPC da UNE e aos jovens fundadores do Cinema Novo. Abaixo, Coutinho improvisa no papel de um intelectual subversivo em Câncer, filme marginal de Glauber Rocha, de 1968.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=KwOzL2J7QL4%5D
Motta Araujo
3 de fevereiro de 2014 2:06 pmhttp://www.youtube.com/watch?
http://www.youtube.com/watch?v=pz_x-Yu15Bw
JO STAFFORD em uma impecavel BLUE MOON, cantora simbolo dos anos 40.
Indignado
3 de fevereiro de 2014 4:33 pmSó Deus nos salva. Você acredita nele?
Tamára Baranov
3 de fevereiro de 2014 4:59 pmBoris Karloff, o eterno Frankenstein
Por Tamára Baranov – Rio Claro/SP
Boris Karloff (William Henry Pratt)
(Dulwich, Londres, 23 de novembro de 1887 – Sussex, 02 de fevereiro de 1969)
Para os aficionados de filmes de terror, Boris Karloff não precisa de apresentações. O filme ‘Frankenstein’ de 1931, dirigido por James Whale, ainda considerado como a versão cinematográfica definitiva do conto clássico de Mary Shelley, fez do desconhecido ator Boris Karloff uma estrela. Debaixo de grossa maquiagem, sufocado por próteses e usando pesados sapatos recheados de asfalto para criar uma andar oscilante foi criado um ícone do terror que impulsionou a já sólida carreira de 20 anos de Karloff. Ironicamente, o papel de Frankenstein, criatura atormentada e confusa, nunca foi esperado para ser nada mais do que um papel ‘descartável’, mas a atuação de Karloff brilhou e foi criada uma imagem icônica. E uma estrela nasceu. A carreira de Karloff durou quase 50 anos em mais de 150 filmes, que vão desde a era dos filmes mudos até os dias de efervescência cultural da cidade de Londres durante a segunda metade dos anos 1960 assegurando a ele a reputação de ‘The King of Horror’.
‘Frankenstein’ foi lançado em 1931, baseado no livro de Mary Shelley, e dirigido por James Whale. O papel de Frankenstein chegou a ser oferecido ao ator Bela Lugosi, intérprete do personagem ‘Drácula’, que o recusou por não poder criar sua própria maquiagem para o personagem, além dele não ter falas durante todo o filme. O filme não se baseou exatamente no livro original, mas numa peça dos anos de 1920 atribuída à Peggy Webling, que mudou o texto da autora literária Mary Shelley.
‘The Ghoul’ de 1933 é um raríssimo filme dirigido por T. Hayes Hunter. Ficou perdido por 31 anos até que, em 1969, em Nova Iorque, foi achada uma cópia e o filme foi lançado recentemente nos EUA.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=A_O8E05BPDo align:center]
Valdez
4 de fevereiro de 2014 12:57 amBird, you’re happy? por Tom Gauld