4 de junho de 2026

Os números do crédito imobiliário da Caixa em 2013

Sugerido por Roberto São Paulo 

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Da Caixa

 
Famílias do Minha Casa Minha Vida que ganham até R$ 1,6 mil foram destaque nas contratações
 
A Caixa Econômica Federal atingiu, em 2013, R$ 134,9 bilhões em contratações do crédito imobiliário. O volume ultrapassou a previsão de R$ 130 bilhões para o ano. A quantidade de financiamentos também superou a média dos anos anteriores. Em 2013, o número de contratos foi superior a 1,9 milhão, enquanto em 2012, foram firmados 1,2 milhão. Nos últimos três anos, foram mais de R$ 300 bilhões em crédito para compra da casa própria concedidos somente pelo banco.  
 
O Minha Casa Minha Vida (MCMV) encerrou o ano com 3 milhões e 240 mil unidades contratadas, desde o lançamento do programa. Deste total, 2 milhões e 240 mil moradias foram pelo MCMV2. Somente em 2013, foram contratadas 900 mil unidades.

 
Para o vice-presidente de Habitação da CAIXA, José Urbano Duarte, o recorde histórico no financiamento a casa própria se deve a melhoria das condições para que os brasileiros adquiram um imóvel. “A estabilidade econômica somada ao aumento da renda e melhores condições de financiamento – taxas de juros menores, prazos maiores, além de maior simplicidade operacional – tem permitido um maior acesso ao credito para compra do imóvel desejado. Para 2014, a previsão é de que o crédito imobiliário continue crescendo, devendo ficar entre 10 e 20% maior do que no ano passado”, destaca o vice-presidente.
 
Do montante aplicado no último ano, 65% foi destinado à aquisição de imóveis novos e 35% para imóveis usados. No total, foram R$ 61,64 bilhões em aplicações com recursos da poupança (SBPE), mais de 50% de tudo o que foi feito no mercado, R$ 41,22 bilhões pelas linhas que utilizam recursos do FGTS e R$ 20,47 bilhões de recursos do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial) e demais fontes somaram R$ 11,57 bilhões. Os financiamentos para aquisição ou construção de imóveis individuais corresponderam a R$ 79,12 bilhões e os financiamentos para a produção de imóveis atingiram R$ 55,83 bilhões. O financiamento direto à produção vem apresentando crescimento significativo nos últimos anos, saindo de 14% do total do crédito imobiliário do banco, em 2007, para 41% do total aplicado em 2013.
 
A participação da CAIXA no mercado financiamento de imóveis ficou em 69% ao final de 2013. Com relação à idade dos mutuários, mais de 35% dos financiamentos foram concedidos a clientes com menos de 30 anos. Já a faixa etária de 31 a 45 anos correspondeu a 45% dos contratos do crédito imobiliário no último ano. A inadimplência dos financiamentos imobiliários manteve-se baixa, com índice de 1,47%, inferior ao índice de 1,54% do fechamento do primeiro semestre.
 
MCMV PARA FAMÍLIAS COM RENDA DE ATÉ R$ 1,6 MIL
 
Até o final de 2013, o Minha Casa Minha Vida entregou mais 1,5 milhão de moradias. Deste total, 812 mil unidades (53%) foram para pessoas com renda familiar de até R$ 1.600, sendo 459 mil unidades da faixa 1 e 353 mil da faixa 2.

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10 Comentários
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  1. Athos

    28 de janeiro de 2014 7:29 pm

    Só tem uma coisa, se vc

    Só tem uma coisa, se vc quiser  vender um imóvel avaliado em 100 mil por 80 mil a CEF não vai te financiar com os juros do programa.

    Se for pra vender pra pobre, tem que ser coisa pra pobre.

     

    Parece inacreditável mas posso dar um exemplo prático se alguém solicitar.

    1. Franklin Caetano de Freitas

      28 de janeiro de 2014 8:28 pm

      Athos

      De o exemplo.

      1. Athos

        28 de janeiro de 2014 9:28 pm

        Bom, minha empresa vendeu um

        Bom, minha empresa vendeu um empreendimento pelo TETO do MCMV. 

        Preço médio de R$170mil, que é inferior ao TETO do MCMV.

         

        Foi tudo vendido com anuência da CEF pelo MCMV.

        Na hora de assinar com a CEF, o empreendimento não pode ser enquadrado no programa porque a CEF havaliou o imóvel em R$220mil.

        Ou seja, se o produto oferecido fosse uma porcaria, se fosse havaliado em R$150mil, poderia ser vendido pelo MCMV. Como o imóvel é bom e foi vendido BARATO para a nova classe C, não pode ser MCMV.

         

        Tivemos que chamar todo mundo e assinar novos contratos pq o imóvel é bom demais pro MCMV. MAs O PREÇO COBRADO está dentro do MCMV.

         

        Sacou?

         

        Priori Angeli em São Bernardo

        1. Franklin Caetano de Freitas

          28 de janeiro de 2014 9:40 pm

          Sacanagem

          Obrigado Athos. Este tipo de coisa não pode acontecer. O programa Minha Casa Minha Vida é excelente. Tenho muitos amigos que conseguiram suas casas nesse programa, agora é preciso ajustes é preciso melhorar o programa. Isso aí é sacagem.

        2. ruyacquaviva

          29 de janeiro de 2014 3:04 am

          Athos, essa regra existe para

          Athos, essa regra existe para evitar lavagem de dinheiro e cobranças “por fora”.

          O valor cobrado tem que se aproximar da avaliação. Se o imóvel tem um valor real muito maior do que o cobrado pode estar havendo um acerto de valores “por fora” e o programa não pode permitir isso por questões legais.

          Negociações com valores muito acima ou muito abaixo do valor real é indício de lavagem de dinheiro.

          Não estou dizendo que o negócio que vocÊ está citando tenha uma desproporção tão grande que justifique essas suspeitas, mas quando as normas são definidas é difícil encontrar limites de valores que separem com precisão as situações suspeitas das que são normais. Muitas vezes na dúvida os setores jurídicos do governo e dos bancos optam por cláusulas mais restritivas por preucaução, produzindo distorções.

           

          1. Athos

            29 de janeiro de 2014 5:17 pm

            Mais ou menos Ruy. Eu sei que

            Mais ou menos Ruy. Eu sei que a CEF é um banco e que quanto mais caro for, mais seguro é o negócio para o banco. É assim por definição.

            Mas a questão é que isso está segurando e até mesmo puxando a qualidade dos imóveis para baixo.

             

            Outra coisa é que a CEF NÃO financia 100%. Só no 0 a 3.

            Então o empreendimento em questão, custava 170 mas a CEF iria financiar 170 menos 20% que é o que financio aqui diretamente.

            E sobre lavagem, não procede pq o dinheiro é todo carimbado. A CEF acompanha o empreendimento desde muito antes do lançamento. Vai lá no lançamento. Sabe quem são os sócios. Sabe que não é fraude.

             

             

            Enfim, só queria mostrar aqui esta distorção do mercado. Isso, diga-se de passagem, não é problema da CEF. É problema do Governo.

            O Governo deveria GARANTIR os financiamentos do MCMV. Isso liberaria um pouco a qualidade.

    2. Roberto São Paulo-SP 2014

      29 de janeiro de 2014 11:15 am

      LIMITES DE FINANCIAMENTO

      Creio que os limites de financiamento e a avaliação do valor do imóvel realizada pela CAIXA tem por objetivo evitar eventuais fraudes, já que o  Programa Minha Casa Minha Vida além de subsidiar até 96% do valor do imóvel, oferece taxas de juros muito abaixo das praticadas pelo mercado.

      Em tese,  caso do preço de venda  do imóvel seja maior do que o valor avaliado pela CAIXA haveria falta de garantia em relação ao valor financiado,

      e no caso de imóveis com preço de vendo  imóvel abaixo do valor avaliado pela caixa, poderia estar havendo um pagamento por fora do contrato para poder aproveitar os benefícios do Programa Minha Casa Minha Vida, como os subsídios, as baixas taxas de juros, e a suspensão temporária dos pagamentos das prestações em caso de desemprego.

       

      No  Programa Minha Casa Minha Vida

      Quem tem renda familiar de até R$ 1.600,00 por mês paga uma prestação que não pode passar de 5% da renda da família, e o Governo subsidia até 96% do valor do imóvel. O prazo para pagar a moradia nessa faixa de renda é de dez anos.

      As famílias com renda entre R$ 1.600,00 e R$ 5 mil por mês também recebem apoio do Governo para adquirir sua moradia, porque sabemos o esforço que cada uma faz no dia a dia para conquistar uma vida melhor. Muitas dessas famílias são formadas por jovens casais que estão começando a vida, que batalham por um futuro melhor e que não têm medo de correr atrás dos seus sonhos. Por isso, para as famílias que ganham de R$ 1.600,00 até R$ 3.275,00, o Minha Casa, Minha Vida dá um subsídio que pode chegar a R$ 25 mil dependendo da renda – seguindo o critério de quanto menor a renda, maior o subsídio. Como o juro do programa é baixo, a partir de 4,5% ao ano mais a TR, as prestações ficam de um valor que elas conseguem pagar todo mês. Certamente, uma prestação muito menor que o aluguel mensal que pagariam.

      O Governo apoia também as famílias com renda entre R$ 3.275,00 e R$ 5 mil oferecendo uma taxa de juros mais baixa e pagando parte do seguro.

       

  2. Roberto São Paulo-SP 2014

    29 de janeiro de 2014 10:24 am

    Minha Casa Minha Vida

    Minha Casa Minha Vida: 1,5 milhão de famílias já conquistaram a casa própria
    “O esforço das famílias e o apoio do governo fazem do sonho da casa própria uma realidade”
    27/01/2014- Empresa Brasil de Comunicação (EBC)—Café com a Presidenta

    Além das casas já entregues, o Minha Casa Minha Vida tem mais 1,7 milhão de casas contratadas em todo o Brasil. No total, o governo já investiu R$ 200 bilhões no Minha Casa Minha Vida. No Café com a Presidenta de hoje, Dilma Rousseff lembrou as regras do programa que está transformando a vida das famílias brasileiras.
    Transcrição

    Apresentador: Olá, você, em todo o Brasil, eu sou o Max Gonçalves e começa agora mais um Café com a Presidenta Dilma. Bom dia, presidenta!
    Presidenta: Bom dia, Max! E bom dia para você que nos acompanha hoje no Café!

    Apresentador: Presidenta, a gente sempre conversa aqui no Café sobre o sonho da casa própria. Com o Minha Casa Minha Vida, esse sonho virou realidade para muitos brasileiros. Então, conta para a gente, presidenta, como está o Minha Casa Minha Vida.
    Presidenta: Olha, Max, o Minha Casa Minha Vida está transformando a vida de muitas famílias brasileiras, trazendo conforto, segurança que só a casa própria é capaz de nos oferecer. Veja, Max, que mais de 1,5 milhão de famílias já receberam as chaves e estão lá morando em uma casa ou em um apartamento que elas conquistaram com o apoio do Minha Casa Minha Vida. Isso mesmo, Max, o Minha Casa Minha Vida já ajudou mais de 1,5 milhão de famílias brasileiras a realizar o sonho de mudar para uma casa própria. Agora, eu quero dizer que logo, logo vai ter muito mais gente realizando esse sonho, sabe por que, Max? Porque, além dessas casas que foram entregues, nós já contratamos a construção de mais 1,7 milhão de casas por todo o Brasil.

    Apresentador: É muita casa, presidenta!
    Presidenta: É muita casa mesmo, Max. Só no meu governo, nós contratamos até agora a construção de 2,240 milhões de casas, muitas delas até já foram entregues. Mas não paramos por aí, não, Max. Até o final de 2014 nós vamos contratar mais 510 mil casas e cumprir a nossa meta de 2,750 milhões de casas contratadas até 2014, portanto, somente no meu governo. Esses números, Max, mostram para a gente o enorme sucesso do Minha Casa Minha Vida, que é o maior programa habitacional que esse país já teve e um dos maiores do mundo. O principal disso tudo, Max, é que, por trás desses números, estão milhões de pessoas, milhões de famílias que nunca conseguiram comprar a casa própria. Agora, elas estão tendo a oportunidade de fazer um financiamento com uma prestação que cabe no bolso. Isso é uma grande conquista. Nesses números estão, sobretudo, as famílias de renda mais baixa, Max, aquelas que tinham imensa dificuldade para comprar uma casa, pois sua renda não permitia suportar um valor de mercado das casas e apartamentos do Brasil. Com o Minha Casa Minha Vida, essas famílias estão recebendo um subsídio, ou seja, um auxílio do governo, que está bancando uma parte importante do valor da casa. Todo esse esforço do meu governo é para que as pessoas, Max, possam realizar o maior dos sonhos de qualquer família, de qualquer pessoa, que é ter o seu lugar para morar. É um esforço do governo e também das famílias, que batalharam muito por essa conquista.

    Apresentador: Então vamos lembrar as regras do Minha Casa Minha Vida, presidenta. Quem pode participar do programa?
    Presidenta: Olha só, o Minha Casa Minha Vida financia casas e apartamentos para as famílias brasileiras com renda de até R$ 5 mil por mês. Sabe, Max, as condições do financiamento variam de acordo com a renda da família, porque a gente dá um apoio maior a quem precisa mais, a quem tem mais dificuldade de comprar a sua casa própria. Então, Max, quem tem renda familiar de até R$ 1.600,00 por mês vai pagar uma prestação de 5% da renda. Veja só, Max, a prestação não pode passar de 5% da renda da família, então o governo paga até 96% do valor do imóvel. Essa parte é o que a gente falou agora há pouco que se chamava subsídio. O prazo para pagar a casa nessa faixa de renda é de dez anos.

    Apresentador: Com essas condições, presidenta, até quem tem uma renda menor consegue comprar a casa própria.
    Presidenta: Ah, consegue sim, Max. Com o Minha Casa Minha Vida, comprar a casa própria ficou ainda mais fácil para quem ganha menos. Olha aqui o caso da Janaína Nunes de Assis, que tem 24 anos, mora lá em Rio Claro, em São Paulo. A Janaína é faxineira, Max, e cuida sozinha de três filhos: o Fábio, o Tiago e a Luana. Ela contou para a gente que ela vivia apertada para pagar o aluguel, já foi até despejada. E, para sobreviver, tinha que se virar, porque ganha apenas R$ 500,00 por mês. A vida da Janaína deu uma virada total em julho do ano passado, quando ela conquistou a casa própria pelo Minha Casa Minha Vida lá na cidade de Rio Claro. Hoje, ela mora em uma casa com dois quartos, sala, cozinha e banheiro. E mais e melhor é que a casa é dela. Está toda satisfeita, porque paga uma prestação de R$ 27,50, que cabe no seu bolso pela sua casa própria. Comprou pelo Minha Casa Melhor, mesa com quatro cadeiras, sofá, cama para ela e para as crianças, armário de cozinha e TV. Ela agora pode criar os filhos em paz, porque tem a casa garantida para toda a vida.

    Apresentador: Que coisa boa, presidenta! Agora, quem ganha um pouco mais também pode participar do Minha Casa Minha Vida?
    Presidenta: Claro que pode, Max. O Minha Casa Minha Vida financia casas e apartamentos também para as famílias com renda entre R$ 1.600,00 e R$ 5 mil por mês. Essas famílias, mesmo com uma renda um pouco maior, também tinham dificuldade para conseguir um financiamento com uma prestação que coubesse no bolso. Ou pior, às vezes, sequer conseguiam crédito em um banco para comprar a sua casa. Nós decidimos apoiar essas famílias, porque sabemos o esforço que cada uma dessas famílias faz no dia a dia para sobreviver e conquistar uma vida melhor. Muitas dessas famílias, sabe, Max, são formadas por jovens casais que estão começando a vida, que batalham por um futuro melhor e que não têm medo de correr atrás dos seus sonhos. Então, Max, para as famílias que ganham até R$ 3.275,00, o Minha Casa Minha Vida dá um subsídio que pode chegar a R$ 25 mil dependendo da renda – naquele critério: quanto menor a renda, maior o subsídio. Como o juro do programa é baixo, Max, a partir de 4,5% ao ano mais a TR, as prestações ficam de um tamanho que elas conseguem pagar todo mês. Certamente, uma prestação muito menor que o aluguel mensal que elas teriam de pagar. Com o esforço da família e a ajuda do governo dá para comprar uma casa nova, o que sempre é um orgulho para a gente, para cada um de nós, não é, Max, para ti, para mim, para todos nós é um orgulho ter uma casa própria.

    Apresentador: É sim, presidenta. Para quem está começando a vida é um apoio e tanto.
    Presidenta: É isso aí, Max. Veja, por exemplo, a história do Tubias e da Miralva Cunha, lá de Salvador, na Bahia. O Tubias tem 33 anos e a Miralva, 29. Eles são casados e têm um filho de sete anos, o Rafaelzinho. Os dois trabalham, ela como operadora de caixa e ele como agente de bagagem no aeroporto. Juntos, eles têm uma renda de R$ 1.900,00, mas eles não conseguiam financiar a casa própria sem estourar o orçamento. Então, Max, o casal morava em uma casa bem pequena, de um quarto só, que um parente emprestou até que eles conseguissem comprar um cantinho só deles. Com o Minha Casa Minha Vida, eles viram que era possível financiar a casa própria para criar o Rafael com mais conforto e viver a sua vida em paz. Então, o Tubias e a Miralva conseguiram um ótimo financiamento para um apartamento novinho do Minha Casa Minha Vida. O apartamento tem dois quartos, fica em um condomínio fechado, tem um parquinho para o Rafael brincar. Sem o subsídio do Minha Casa Minha Vida, a prestação da casa do Tobias e da Miralva seria muito alta para a renda deles e não permitiria que eles obtivessem um financiamento aprovado em um banco para esse imóvel que era o sonho deles. Com o subsídio do Minha Casa Minha Vida, deu para fechar a conta, Max, eles puderam comprar o apartamento deles e a vida do casal, Max, ficou muito melhor.

    Apresentador: Muito bom, presidenta! Para a gente terminar de explicar as regras do Minha Casa Minha Vida, como é o financiamento para quem ganha de R$ 3.275,00 até R$ 5 mil?
    Presidenta: Olha, Max, o governo apoia também as famílias com renda entre R$ 3.275,00 e R$ 5 mil oferecendo uma taxa de juros mais baixa e pagando parte do seguro. Isso ajuda bastante e pode ser decisivo para uma família realizar seu sonho da casa própria. O governo está junto das famílias para apoiá-las no grande esforço que fazem para ter uma vida melhor, uma vida digna, com mais conforto e segurança e realizar seus sonhos. Para muitas famílias, Max, o sonho da casa própria era um sonho dificílimo de alcançar. Aí, nós fizemos o Minha Casa Minha Vida e fizemos dele uma das prioridades do nosso governo. Sabemos que os brasileiros e as brasileiras trabalham duro, batalham todos os dias e merecem realizar seus sonhos com a parceria do governo. É para isso, Max, que nós já investimos cerca de R$ 200 bilhões no Minha Casa Minha Vida. Esse é um investimento que estimula a economia, movimenta a construção civil e gera mais empregos, além, Max, é claro, de garantir para os brasileiros e as brasileiras mais pobres uma vida muito digna. Mas vale a pena, sobretudo, Max, porque é um investimento para o bem-estar de todas as famílias do Brasil que precisam. O esforço das famílias e o apoio do governo fazem do sonho da casa própria uma realidade.

    Apresentador: Com certeza, presidenta! Agora, infelizmente, o nosso tempo chegou ao fim. Muito obrigado por mais esse Café.
    Presidenta: Olha, Max, obrigada a você. Uma boa semana, um abraço para os nossos ouvintes e até a semana que vem!

    Apresentador: Você que nos ouve pode acessar o Café com a Presidenta na internet, o endereço é http://www.cafe.ebc.com.br. Nós voltamos na próxima segunda-feira. Até lá!

    URL:
    http://cafe.ebc.com.br/cafe/arquivo/minha-casa-minha-vida-2

  3. Roberto São Paulo-SP 2014

    29 de janeiro de 2014 10:55 am

    Programa Minha Casa Minha Vida

    LIMITES DE FINANCIAMENTO
    O valor do imóvel corresponde ao maior valor entre a venda e a compra e depende da avaliação da CAIXA e do que você pode pagar por mês:
    Imóvel até R$ 190 mil: no Distrito Federal ou em municípios das regiões metropolitanas ou equivalentes dos estados do RJ e SP;
    Imóvel até R$ 170 mil: em municípios com população igual ou superior a um milhão ou em municípios-sede de capitais estaduais;
    Imóvel até R$ 145 mil: em municípios com população igual ou superior a 250 mil ou integrantes de regiões metropolitanas ou equivalentes, inclusive, da Região Integrada do Distrito Federal e Entorno – RIDE;
    Imóvel até R$ 115 mil: em municípios com população igual ou superior a 50 mil;
    Imóvel até R$ 90 mil: para demais regiões.

    COMPRA DE IMÓVEL NOVO
    Caixa Econômica Federal

    Financiamento com até 30 anos para pagar. Parece sonho, mas é verdade.
    Com o Programa Minha Casa Minha Vida você pode comprar sua casa nova.
    COMO FUNCIONA
    Você faz a simulação para saber quanto vai precisar para comprar seu imóvel;
    Depois, confere a documentação que deverá levar à CAIXA para pedir o financiamento;
    A CAIXA recebe e analisa a sua documentação, e, após a aprovação do seu cadastro, mostra para você as condições permitidas para a compra do seu imóvel, como, por exemplo, possibilidade de usar o FGTS, o valor de financiamento, a prestação e o prazo para pagar;
    Depois da aprovação do seu cadastro, a CAIXA faz a avaliação do seu imóvel, e você assina o contrato.
    Você terá cobertura pelo Fundo Garantidor de Habitação Popular (FGHAB) em caso de morte ou invalidez permanente (MIP), danos físicos no imóvel (DFI), perda temporária de renda.

    O QUE VOCÊ PRECISA PARA COMPRAR SEU IMÓVEL:

    Ter mais de 18 anos ou ser emancipado com 16 anos completos;
     Ser brasileiro ou possuir visto permanente no país;
     Possuir capacidade civil e de pagamento;
     Não ter nome em cadastros de devedores, como SERASA e CSPC;
    O imóvel deve ser novo*;
    Não ter recebido desconto em financiamento habitacional anterior;
    Não ser proprietário, cessionário ou não ter compromisso de compra de outro imóvel residencial urbano, concluído ou em construção, independente do percentual de propriedade, em um dos locais abaixo:
    no município de domicílio, incluindo os limítrofes e integrantes da mesma região metropolitana;
    no município de exercício de ocupação principal, incluindo os limítrofes e integrantes da mesma região metropolitana;
    no município onde pretende fixar residência.

    Não possuir financiamento habitacional ativo, nas condições estabelecidas para o Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em qualquer parte do País;
    Não ser titular de direito de aquisição de imóvel residencial urbano, concluído ou em construção, onde mora nem onde pretenda morar, inclusive arrendamento;
    A prestação não pode ser maior que 30% da sua renda familiar mensal bruta;
    Sua renda familiar bruta deve ser até R$ 5.000,00 por mês;
    O imóvel deve ser utilizado para sua moradia;
    Não ter sido beneficiado no PMCMV;
    A garantia do seu financiamento é a alienação fiduciária** do imóvel.
    (*) Imóvel novo: é aquele construído ou em fase de construção a partir de 26 MAR 2009 e que tenha: até 180 dias da expedição do “habite-se” ou documento equivalente, expedido por órgão municipal competente emitido a partir de 26.03.2009 ou que tenha ultrapassado 180 dias, mas não foi habitado ou alienado ou doado.
    (**) A alienação fiduciária funciona assim: O bem é dado como garantia de pagamento ao financiamento feito com a CAIXA, mas você usa o bem até o fim do pagamento do financiamento.

    VANTAGENS DE FINANCIAMENTO
    Financiamento no Sistema Financeiro de Habitação (SFH);
    Até 30 anos para pagar;
    Utilização do seu FGTS como parte do pagamento do imóvel ;
    Taxa de juros a partir de 5%;
    Redução na taxa de juros de 0,5% para quem possui conta ativa ou inativa com saldo do FGTS e que tenha 36 contribuições sob o regime do FGTS;
    Desconto para famílias com renda bruta até R$ 3.275,00;
    O Fundo Garantidor de Habitação Popular (FGHAB):
    reduz o custo final do financiamento habitacional;
    garante o pagamento da prestação mensal em caso de desemprego e redução temporária da capacidade de pagamento;
    assume o saldo devedor do financiamento imobiliário, em caso de morte e invalidez permanente;
    assume as despesas de recuperação relativas a danos físicos ao imóvel conforme condições estabelecidas no FGHAB.

    O QUE VOCÊ PAGA
    Até a contratação
    Taxa de avaliação da proposta de 1,5% sobre o valor do financiamento, no ato da assinatura do contrato;
    Primeiras contribuições ao FGHAB.
    Durante o financiamento
    Parcela de amortização e juros;
    Contribuições ao FGHAB;
    Taxa de administração, de R$ 25,00 se renda bruta familiar mensal superior a R$ 3.275,00.
    Atualização monetária anual calculada, a cada aniversário do contrato, sobre o saldo devedor.

    LIMITES DE RENDA FAMILIAR BRUTA MENSAL
    De R$ 465,00 a R$ 5.000,00: para imóveis nos municípios das regiões metropolitanas ou equivalentes, municípios-sede de capitais estaduais ou municípios com população igual ou superior a 250 mil.
     De R$ 465,00 a R$ 4.300,00: nos demais municípios.
    LIMITES DE FINANCIAMENTO
    O valor do imóvel corresponde ao maior valor entre a venda e a compra e depende da avaliação da CAIXA e do que você pode pagar por mês:
    Imóvel até R$ 190 mil: no Distrito Federal ou em municípios das regiões metropolitanas ou equivalentes dos estados do RJ e SP;
    Imóvel até R$ 170 mil: em municípios com população igual ou superior a um milhão ou em municípios-sede de capitais estaduais;
    Imóvel até R$ 145 mil: em municípios com população igual ou superior a 250 mil ou integrantes de regiões metropolitanas ou equivalentes, inclusive, da Região Integrada do Distrito Federal e Entorno – RIDE;
    Imóvel até R$ 115 mil: em municípios com população igual ou superior a 50 mil;
    Imóvel até R$ 90 mil: para demais regiões.

    URL:

    http://www.caixa.gov.br/novo_habitacao/minha_casa/compra/mcmv/habitacao_urbana/fam_renda_5.000.00/aquisicao_de_imovel_novo/index.asp

  4. Roberto São Paulo-SP 2014

    29 de janeiro de 2014 11:18 am

    No Programa Minha Casa Minha Vida

    Quem tem renda familiar de até R$ 1.600,00 por mês paga uma prestação que não pode passar de 5% da renda da família, e o Governo subsidia até 96% do valor do imóvel. O prazo para pagar a moradia nessa faixa de renda é de dez anos.

    As famílias com renda entre R$ 1.600,00 e R$ 5 mil por mês também recebem apoio do Governo para adquirir sua moradia, porque sabemos o esforço que cada uma faz no dia a dia para conquistar uma vida melhor. Muitas dessas famílias são formadas por jovens casais que estão começando a vida, que batalham por um futuro melhor e que não têm medo de correr atrás dos seus sonhos. Por isso, para as famílias que ganham de R$ 1.600,00 até R$ 3.275,00, o Minha Casa, Minha Vida dá um subsídio que pode chegar a R$ 25 mil dependendo da renda – seguindo o critério de quanto menor a renda, maior o subsídio. Como o juro do programa é baixo, a partir de 4,5% ao ano mais a TR, as prestações ficam de um valor que elas conseguem pagar todo mês. Certamente, uma prestação muito menor que o aluguel mensal que pagariam.

    O Governo apoia também as famílias com renda entre R$ 3.275,00 e R$ 5 mil oferecendo uma taxa de juros mais baixa e pagando parte do seguro.

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