Por Ronaldo Bicalho
O ano de 2013 foi um ano de mudanças importantes na política energética nacional. Assistimos a implementação da MP 579 que deu uma verdadeira guinada econômica no setor elétrico, desenhando um novo cenário muito mais complexo e nebuloso para o setor. Já no setor de óleo e gás, este foi um ano difícil, mas com um balanço positivo. A realização das três rodadas de licitação sinalizou para uma política mais favorável para o setor que reafirmou a perspectiva de crescimento.
No programa Infopetro do Canal GEE, o professor Edmar de Almeida faz uma balanço do setor energético brasileiro em 2013.
INFOPETRO – RETROSPECTIVA 2013 – Setor Elétrico no Brasil
http://youtu.be/M8PfDrcUKgs]
INFOPETRO – Retrospectiva 2013 – Indústria do Petróleo no Brasil
[video:http://youtu.be/bT4KHwZIROI
Postagem Relacionada:
Setor de energia no Brasil: O balanço de 2013
Para acessar ao Canal GEE clique no banner abaixo

hc.coelho
27 de janeiro de 2014 3:08 pmConversa fiada
Houve uma redução de tarifas. Pronto. Ótimo, muito bom para e economia e para o meu bolso. Se havia 30% indevido porque mantê-lo na tarifa.
Ah!!! mas se tiraram da tarifa a parcela do meu bolso e de todos e da industria, que ajudava a financiar a expansão da malha como ficamos? Ficamos melhor porque eu não devo dar o meu dinheiro para ajudar o financiamento de um setor além dos impostos que pago, em qualquer produto, e ainda mais os 40% que incide todo mês na minha conta mensal de luz. Ótimo.
Mas a Dilma vai ter que tirar dinheiro do tesouro para cobrir esta falta. Nunca. Não há este item no orçamento, tutu para uma vaquinha do governo para ajudar os empresário do setor. O governo não era doido para fazer isso. Já chega a denoneração dos automóveis devido ao importante fator de criar empregos. Senão todo mundo queria, os produtores de feijão, de arroz, de sandalia havaiana, etc, ou eles se recusariam a expandir a produção sem este festivo e dado tutu do tesouro. Nem o governo, nenhum governo, diria o seguinte: vou deixar de cobrar dos consumidores e deixa que eu pago. Nem na Noruega. Isto é devolução de imposto e nem Cuba faz isso.
Conclusão, a turma estava aconstumada a vender um produto mais caro e obrigatório e estava muito satisfeito. ainda que no futuro a redução de energia represente um incentivo para maior consumo e talvez um maior lucro deles, eles perdem a boca atual e ficam bravos. O “ativo” caiu de preço. O governo de minas perdeu esta boca de 40% sobre os 30% indevido mas muito bom e tem que chorar mesmo, mas nós nunca. Será que é por isso que o pig luta tanto pela inflação mais alta, faz sentido. Nem quero maior preço da gasolina, não quero financiar a minha querida Petrobrás, que vai muito bem obrigado,a menos que ela faça um pedido específico, como fez o Genoino.
O grande problema destes analistas é o humor da bolsa de valores já que como um todo os negócios diminuiram de valor? Suas consultorias valem menos. Problema deles. Se o aço dobrar de valor a bolsa acha ótimo e as ações sobem de preço, e o mercado ficaria de ótimo humor, mas eu detestaria. E seria um desastre para o país. Dane-se a bolsa. E que estes consultores sejam mais honestos.
Athos
27 de janeiro de 2014 3:13 pmEstamos vivendo um apagão.
É
Estamos vivendo um apagão.
É bom o Governo se movimentar e iniciar mais nucleares pra garantir.
Se crescer… a conta não vai fechar.
Ivan Bispo
27 de janeiro de 2014 3:45 pmDesperdício de energia
Em 2013 o desperdício continuou no setor hidrelétrico: veja o vídeo http://oglobo.globo.com/economia/setor-energetico-polui-30-mais-gera-meia-itaipu-de-desperdicio-por-ano-11407063#ixzz2rXHCqQ8c
Gardenal
27 de janeiro de 2014 6:39 pmO bom é que quando
O bom é que quando confrontamos a retropesctiva do período com as previsões dos jabours, leitoas e olavos da vida, NADA SE CONCRETIZOU. É o que basta.