5 de junho de 2026

Europa denuncia violência de colonos na Cisjordânia e cobra ação de Israel

Cisjordânia - via Icarabe

13 países europeus, incluindo França e Reino Unido, condenam ataques de colonos israelenses na Cisjordânia.
Milhares de incidentes violentos foram registrados, com mortes e deslocamento de palestinos na região.
Chefe militar israelense e União Europeia pedem responsabilização e medidas para conter a violência.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Países europeus elevaram o tom contra o aumento da violência de colonos israelenses na Cisjordânia, denunciando o que classificaram como uma escalada de “terror de colonos” contra comunidades palestinas.

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Segundo o site Al Arabiya, representantes de 13 países condenaram os ataques recentes e cobraram que Israel responsabilize os envolvidos. Segundo os diplomatas, a violência tem resultado em mortes e na criação de um ambiente coercitivo que força palestinos a abandonarem suas casas. Entre os países que assinam o comunicado estão França, Reino Unido e Canadá.

O posicionamento ocorre em meio a um aumento consistente de ataques. Dados recentes apontam que milhares de incidentes foram registrados nos últimos meses, muitos deles com pouca ou nenhuma responsabilização legal.

Além das agressões diretas, autoridades europeias destacam que a violência está frequentemente associada à expansão de assentamentos israelenses — considerados ilegais sob o direito internacional — e à disputa por território na região.

A pressão internacional também se reflete em posicionamentos institucionais mais amplos. A União Europeia já havia classificado como “inaceitável” o nível de violência praticado por colonos e cobrado medidas concretas do governo israelense para proteger civis palestinos e garantir responsabilização.

Relatórios de organismos internacionais apontam que esse cenário não é isolado. Um levantamento das Nações Unidas indica que mais de 36 mil palestinos foram deslocados na Cisjordânia em um ano, em um contexto marcado pela intensificação da violência e pela expansão de assentamentos.

Para diplomatas europeus, a escalada atual ameaça não apenas a segurança imediata da população civil, mas também as perspectivas de uma solução negociada para o conflito israelo-palestino.

Mesmo dentro de Israel, há sinais de preocupação. O chefe das Forças Armadas israelenses classificou o aumento dos ataques de colonos como “moral e eticamente inaceitável”, indicando tensões internas sobre a condução da segurança na região.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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  1. Rui Ribeiro

    21 de março de 2026 12:29 pm

    Irã é o único país que se levanta contra o expansionismo dos assentamentos $ionistas nas Cisjordânia. É por isso que U$A e U$rael estão massacrando a população iraniana.

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