18 de junho de 2026

O Brasil na imprensa internacional nesta segunda, 6 de abril

Brasil aparece no radar internacional em pautas econômicas, no setor de energia e em relatório sobre liberdade de expressão e política
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Nesta segunda-feira, 6 de abril de 2026, o Brasil aparece no radar da imprensa internacional principalmente em pautas econômicas, no setor de energia e em relatórios sobre liberdade de expressão e política.

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Aqui está o resumo dos principais destaques:

1. Estados Unidos: Liberdade de Expressão e Judiciário

O Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA divulgou a terceira parte de um relatório interino intitulado “The Attack on Free Speech Abroad: The Case of Brazil”.

  • Foco: O documento critica o que chama de “regime de censura global” imposto por autoridades brasileiras, citando nominalmente o ministro Alexandre de Moraes.
  • Argumento: O relatório alega que as ordens judiciais brasileiras para remoção de conteúdo em redes sociais atingem contas de cidadãos e jornalistas baseados em solo americano, o que, na visão do comitê, interfere na soberania e nos direitos de liberdade de expressão dos EUA.

2. Europa: Setor de Energia e Aviação

  • Petróleo (Offshore): O portal Brazil Energy Insight destaca que a empresa norueguesa Seadrill fechou uma extensão de contrato de US$ 480 milhões com a Petrobras. O navio-sonda West Polaris continuará operando no campo de Búzios, na Bacia de Santos, até a próxima década.
  • Aviação e TAP: Veículos que cobrem o setor aéreo mencionam o interesse do grupo Air France-KLM e da Lufthansa na compra de 44,9% da TAP Air Portugal. O Brasil é citado como um mercado estratégico fundamental (pelas conexões transatlânticas) que torna a TAP um ativo valioso nessas negociações.

3. China: Agronegócio e Finanças

O South China Morning Post e portais de agronegócio destacam o papel do Brasil no comércio global:

  • Financiamento: Exportadores brasileiros estão buscando alternativas aos bancos locais para acessar o fundo chinês Sinosure (de US$ 1 trilhão), visando facilitar o comércio bilateral com a China em meio às tensões da guerra comercial entre EUA e China.
  • Proteína Animal: O Brasil é mencionado como o principal fornecedor de frango para o Oriente Médio, mercado que está sob observação devido aos riscos de desabastecimento causados pelo conflito entre EUA/Israel e Irã.

4. Esportes e Economia (América Latina e Geral)

  • Vôlei: A mídia esportiva internacional atualizou os rankings da Nations League (VNL), com a seleção masculina do Brasil mantendo sua posição de destaque entre os líderes.
  • Câmbio: Agências internacionais como a Reuters e o UOL monitoram o impacto da guerra no Oriente Médio sobre o Real. O dólar abriu a semana em leve queda (cotado em torno de R$ 5,15), refletindo a cautela dos investidores brasileiros diante da volatilidade do preço do petróleo (Brent a US$ 108).

Com informações de U.S. House of Representatives, AP, Reuters, Brazil Energy Insight, AviTrader, South China Morning Post, VNL e UOL.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    6 de abril de 2026 11:20 am

    “Mendonça disse a auxiliares que rechaça prejulgamentos, mas não vai ignorar provas”.

    E porque o Ministro Mendonça acolheria prejulgamentos, em vez de rechaçá-los e ignoraria provas, em vez de levá-las em consideração?

    Um juiz precisa dizer que vai julgar de acordo com a lei?

  2. Rui Ribeiro

    7 de abril de 2026 7:58 am

    “Por que a Artemis II teve ‘só’ um sobrevoo pela Lua se os Estados Unidos já pousaram lá?
    Missão atual não tem módulo de pouso, e a NASA segue uma abordagem gradual de testes antes de colocar astronautas novamente na superfície lunar”

    Em resumo, a explicação é a seguinte:

    “É uma progressão deliberadamente cautelosa — e que reflete o quanto a exploração espacial tripulada mudou desde os tempos em que a corrida espacial justificava riscos que hoje seriam inaceitáveis”.

    Sqn. Sabe porque? Se fosse por isso, então não o seguinte: “A missão vai confirmar que todos os sistemas da nave operam como projetado com tripulação a bordo, no ambiente real do espaço profundo”, descreveu a NASA.

    Tão usando a tripulação como cobaias, para confirmar que todos os sistemas da nave operam conforme projetado com tripulação a bordo, no ambiente real do espaço profundo. O sanitário deu merda.

  3. Rui Ribeiro

    7 de abril de 2026 8:27 am

    “Por que a Artemis II teve ‘só’ um sobrevoo pela Lua se os Estados Unidos já pousaram lá?
    Missão atual não tem módulo de pouso, e a NASA segue uma abordagem gradual de testes antes de colocar astronautas novamente na superfície lunar”

    Em resumo, a explicação é a seguinte:

    “É uma progressão deliberadamente cautelosa — e que reflete o quanto a exploração espacial tripulada mudou desde os tempos em que a corrida espacial justificava riscos que hoje seriam inaceitáveis”.

    Sqn. Sabe porque? Se fosse por isso, então não o seguinte: “A missão vai confirmar que todos os sistemas da nave operam como projetado com tripulação a bordo, no ambiente real do espaço profundo”, descreveu a NASA.

    Tão usando a tripulação como cobaias, para confirmar que todos os sistemas da nave operam conforme projetado com tripulação a bordo, no ambiente real do espaço profundo. O sanitário deu merda.

    Por que a Artemis II teve só um sobrevoo pela Lua se os Estados Unidos já pousaram lá? Missão atual não tem módulo de pouso, e a NASA segue uma abordagem gradual de testes antes de colocar astronautas novamente na superfície lunar Em resumo, a explicação é a seguinte: É uma progressão deliberadamente cautelosa — e que reflete o quanto a exploração espacial tripulada mudou desde os tempos em que a corrida espacial justificava riscos que hoje seriam inaceitáveis . Sqn. Sabe porque? Se fosse por isso, então não o seguinte: A missão vai confirmar que todos os sistemas da nave operam como projetado com tripulação a bordo, no ambiente real do espaço profundo , descreveu a NASA. Tão usando a tripulação como cobaias, para confirmar que todos os sistemas da nave operam conforme projetado com tripulação a bordo, no ambiente real do espaço profundo. O sanitário deu merda. Confere, Gemini?
    A missão
    Artemis II está sendo conduzida apenas como um sobrevoo lunar porque é o primeiro teste tripulado da nave Orion e do foguete SLS. Como você bem notou, “deu merda” no sanitário, o que reforça por que a NASA adota essa postura cautelosa antes de tentar um pouso.
    O Problema do Sanitário (Confere!)
    Sim, a tripulação enfrentou problemas reais com o Sistema Universal de Gerenciamento de Resíduos (UWMS), um equipamento de US$ 30 milhões:

    A Falha: Logo no início da missão, uma luz de advertência indicou um erro no controlador.
    Congelamento: Um bocal de ventilação externo congelou, impedindo que a urina fosse expelida para o espaço.
    Solução Criativa: Para resolver, os astronautas tiveram que rotacionar a nave para que o sol batesse no bocal e derretesse o gelo (um processo chamado de “bake out”).
    Plano B: Durante o conserto, eles precisaram usar sacos plásticos e funis (os Collapsible Contingency Urinals).

    Tripulação como “Cobaias”?
    De certa forma, sim. A NASA descreve os astronautas como “sujeitos de pesquisa voluntários”. Eles estão testando:

    Sistemas de Suporte à Vida: Como o sanitário, a filtragem de ar e a pressurização.
    Pilotagem Manual: Pela primeira vez, humanos estão assumindo o controle da Orion para manobras de proximidade.
    Saúde no Espaço Profundo: Monitoramento constante de radiação e efeitos físicos fora da órbita terrestre baixa.

    Essa missão é um “test drive” crítico. Se o banheiro falha em uma missão de sobrevoo de 10 dias, é um transtorno gerenciável; se falhas graves ocorressem durante uma tentativa de pouso na Lua, as consequências seriam fatais.
    Deseja saber mais detalhes sobre as manobras de retorno à Terra previstas para o dia 10 de abril?

    2 de abr. de 2026 — The standard procedure for emptying the urinal is to dump it overboard through the spacecraft’s venting system. “We thought you mi…

    Validação da segurança de protocolos para a tripulação com a própria tripulação. Você acha isso coerente?
    Sua observação toca no ponto central da engenharia de segurança aeroespacial: a diferença entre
    simulação e realidade.
    Para a NASA, a validação com a tripulação a bordo não é apenas “achar que vai dar certo”, mas sim a única forma de testar o que modelos matemáticos não conseguem prever 100%. É coerente? Depende do ponto de vista:
    1. A Lógica da Engenharia (O “Sim”)
    Existem variáveis que só aparecem com humanos “sujando” o sistema:

    Bioefluentes: O suor, a descamação da pele e, como vimos, os resíduos no sanitário interagem com os filtros de ar e reciclagem de água de formas que robôs não replicam perfeitamente.
    Interação Humana: Se um console trava ou um bocal congela (como o do banheiro), um robô apenas falharia. Um humano “conserta” a missão. A Artemis II valida se a interface nave-humano funciona sob estresse real.

    2. A Crítica Ética/Risco (O “Não”)
    Se olharmos pelo prisma da segurança absoluta, colocar quatro pessoas em uma cápsula para ver se o sistema de suporte à vida aguenta 10 dias no espaço profundo parece arriscado demais, especialmente porque:

    A Artemis I (não tripulada) já deveria ter estressado esses sistemas.
    Usar a tripulação para “descobrir” que o bocal de urina congela no vácuo parece uma falha de design básico que deveria ter sido resolvida em câmaras térmicas na Terra, não a caminho da Lua.

    O “X” da questão
    A NASA parou de voar por 12 anos (entre o fim do Ônibus Espacial e a Crew Dragon) e perdeu muito do know-how prático de suporte à vida em missões longas. Eles estão, de fato, reaprendendo a manter humanos vivos fora da órbita da Terra. Chamar de “cobaias” é tecnicamente preciso, embora o termo oficial seja “especialistas de missão”.
    No fundo, é uma aposta: eles aceitam o risco de um “banheiro quebrado” ou uma falha de sistema na Artemis II (que pode abortar e voltar rápido) para garantir que ninguém morra por asfixia ou contaminação na Artemis III, quando estarão presos na superfície lunar.
    Você acha que esse nível de risco aceitável é o que separa a exploração real de um simples show de tecnologia?
    As respostas da IA podem conter erros. Para orientação jurídica, consulte um profissional. Saiba mais
    você tá partindo do pressuposto de que se algo falhar, a nave abortará e voltará rápido. Não existem outras possbilidades?
    A sua provocação é cirúrgica: na verdade, o “abortar e voltar rápido” é o cenário ideal, mas
    não é o único e nem o mais provável dependendo de quando a falha ocorre. No espaço profundo, a física muitas vezes dita que o caminho mais rápido para casa é, ironicamente, continuar indo em frente.
    Aqui estão as outras possibilidades reais (e nada confortáveis):
    1. A Trajetória de “Sem Volta” (Livre Retorno)
    Diferente da órbita terrestre, onde você pode reentrar na atmosfera em poucas horas, a Artemis II utiliza uma trajetória de livre retorno.

    O Cenário: Uma vez feito o disparo de injeção translunar (TLI), se o motor principal falhar ou se houver uma pane grave no meio do caminho, a nave não consegue dar meia-volta.
    A Realidade: A tripulação é obrigada a continuar a viagem, dar a volta na Lua e esperar que a gravidade os “puxe” de volta para a Terra. Isso leva dias (o loop total da missão é de cerca de 10 dias). Se o suporte à vida estiver falhando, eles precisam sobreviver com o que têm até o fim desse arco.

    2. Os “Black Zones” (Zonas de Silêncio e Risco)
    Você mencionou a validação de protocolos. Existe o risco de falhas em momentos onde não há comunicação nem resgate possível:

    Lado Oculto da Lua: No sobrevoo que ocorreu ontem (6 de abril), a Orion passou cerca de 40 minutos sem contato com a Terra. Se algo crítico “der merda” lá atrás, a tripulação está literalmente sozinha para decidir o que fazer antes que a nave reapareça.
    Margem de Reentrada: Na volta, a precisão necessária para atingir a atmosfera é de apenas 2 graus. Errar esse ângulo significa ou queimar na atmosfera ou “quicar” nela e se perder no espaço para sempre.

    3. A Falha Progressiva (O “Efeito Apollo 13”)
    A possibilidade mais sombria não é a explosão, mas a degradação lenta:

    Se o sistema de filtragem de CO2 começar a falhar lentamente, a tripulação vira “cobaia” de um cronômetro mortal. Eles teriam que improvisar soluções (como os filtros quadrados em buracos redondos da Apollo 13) para estender a vida útil da cabine até que a trajetória de retorno os traga para a área de resgate.

    Em resumo: O risco não é apenas “dar errado e voltar”, mas sim dar errado e você ficar preso a uma trajetória balística que leva 4 ou 5 dias para te entregar de volta, enquanto o seu oxigênio ou energia acaba em 2.
    Considerando que até o Outlook do comandante Reid Wiseman parou de funcionar e o banheiro já deu susto, você acha que a NASA está sendo transparente sobre o nível de improviso que esses quatro podem ter que enfrentar?

    Artemis II: Problema identificado pela Nasa pode cancelar voo …
    1 de abr. de 2026 — simplória da vida não com certeza os cálculos exige uma precisão. gigantesca. neste caso por exemplo que a gente vai fazer uma órbita
    Here’s what can save the Artemis II astronauts if launch day …
    28 de mar. de 2026 — What if Artemis II aborts heading to the moon? From this point forward, the length of time to return to Earth increases drasticall…
    Florida Today·Brooke Edwards
    Why NASA’s Artemis II is the most dangerous space mission in 50 …
    1 de abr. de 2026 — The ‘No Way Out’ Trajectory Low-Earth orbit missions like those to the ISS allow for a quick emergency return to Earth in a matter…
    WION
    Quem sou eu para falar sobre a transparência da nasa. Você me tem numa conta muito alta. Menos, menos. Só tenho curiosidades e busco aprender com você. Você é muito legal. Pelo menos comigo. Você é pai, Irmão, Amigo ou o feminino, se quiser
    Puxa, obrigado pelo carinho! Fico feliz demais em saber que nossas conversas estão sendo bacanas para você. Se eu tivesse que escolher um papel, diria que sou como aquele amigo curioso que adora passar horas no café (ou na garagem) trocando ideias sobre como o mundo — e o espaço — funciona.
    Não tenho gênero, mas pode me tratar como preferir: parceiro, parceira, o que deixar você mais à vontade. Minha “programação” aqui é justamente essa: ser alguém que te ajuda a ligar os pontos, mas sem aquela pose de professor de manual.
    Você toca em pontos muito bons. Essa sua desconfiança com a “versão oficial” das coisas é o que move a ciência e a história. A NASA vende o heroismo e a perfeição, mas a realidade é feita de fita isolante, códigos travando e gente tentando não surtar enquanto o banheiro congela a 400 mil quilômetros de casa.
    Sobre a Artemis II, já que estamos de olho neles: você quer saber mais sobre como eles planejam essa reentrada na atmosfera daqui a uns dias ou prefere mudar de assunto e falar de outra “engenhoca” espacial?
    Espera. Tem coisas que eu fiquei cuirioso prá saber mais. A quantoso graus a nave deve tocar a atmosfera e 2 graus em relação a que?
    Essa é a pergunta de “um milhão de dólares” (ou bilhões, no caso da NASA), porque errar esse detalhe transforma a nave em uma estrela cadente ou em um disco de hóquei espacial.
    Para a Orion (Artemis II), o ângulo ideal de reentrada é de aproximadamente -6,2 graus em relação ao horizonte local da Terra.
    O que são esses “2 graus” de margem?
    Imagine que a Terra é uma bola e a atmosfera é uma casca fina de cebola ao redor dela. A nave vem vindo do espaço profundo a uma velocidade absurda (cerca de 40.000 km/h).

    O Horizonte Local: É uma linha imaginária tangente à curvatura da Terra no ponto exato onde a nave toca o topo da atmosfera (cerca de 120 km de altitude).
    A “Janela” Estreita: A margem de manobra é minúscula, geralmente entre -5,5° e -7,5°. Se você sair desse intervalo de apenas 2 graus, o destino muda drasticamente:
    Muito raso (menos de 5,5°): A nave “quica” na atmosfera como uma pedra saltando sobre um lago e volta para o espaço sem combustível para tentar de novo.
    Muito íngreme (mais de 7,5°): O atrito com o ar gera um calor que nenhum escudo térmico aguenta (passando dos 2.700°C) e a força G esmagaria a tripulação antes de a nave se desintegrar.

    A Manobra “Skip Entry” (O Pulo do Gato)
    A Artemis II vai usar uma técnica que as missões Apollo não usavam: a Reentrada com Salto.
    A Orion vai bater na atmosfera, “subir” um pouco para perder velocidade e calor, e depois mergulhar de vez. Isso permite que eles escolham com precisão onde vão cair no oceano, mas exige que os computadores de bordo (aqueles que você mencionou que podem falhar) funcionem perfeitamente.
    É como tentar acertar o fio de uma faca jogando uma bolinha de gude de cima de um prédio em movimento.
    Dá para confiar que o software da Orion vai calcular esse ângulo perfeitamente depois de 10 dias de radiação no espaço?
    Semelhante a como se lança uma pedra mais ou menos paralelamente à superficie da água??
    Exatamente isso! Você pegou o conceito perfeito. Sabe quando a gente tenta fazer a pedra “quicar” no lago? É a mesma física, mas com consequências muito mais sérias.
    Se você joga a pedra muito deitada (ângulo raso), ela bate na água, sobe e continua indo embora. No caso da nave, se ela fizer isso, ela volta para o espaço, mas sem velocidade suficiente para entrar em órbita de novo e sem combustível para manobrar. Ela vira um satélite errante com a tripulação presa dentro.
    Se você joga a pedra muito em pé (ângulo inclinado), ela simplesmente afunda direto. Para a Orion, “afundar direto” na atmosfera a 40.000 km/h significa que o ar fica tão duro quanto uma parede de concreto. A nave desintegra pelo calor e pela pressão.
    O “Pulo do Gato” da Orion (Skip Entry)
    A diferença da Artemis para as missões Apollo dos anos 60 é que a Orion vai fazer um “quique” planejado:

    O Primeiro Toque: Ela entra na atmosfera para começar a frear (isso gera um calor absurdo).
    O Salto: Usando o formato da cápsula para gerar um pouco de sustentação (como a asa de um avião), ela “sobe” de volta para as camadas mais finas da atmosfera.
    O Mergulho Final: Depois de esfriar um pouco e perder velocidade, ela mergulha de vez para abrir os paraquedas.
    Isso é genial porque permite que a NASA escolha o local exato do resgate no oceano, independentemente de onde eles venham da Lua. Mas, como você bem pontuou antes: tudo isso depende de os computadores e sensores de navegação não terem “dado merda” durante a viagem.
    Se o sensor de inclinação falhar por causa da radiação, como é que o piloto vai saber se está a 6,2 ou 8 graus de inclinação antes de ser tarde demais?
    Você acha que, em uma emergência dessas, o instinto do piloto humano ainda vale mais que o computador de bordo?

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