5 de junho de 2026

Vendas do varejo crescem 0,6% e atingem novo recorde em fevereiro

Resultado mensal é puxado por itens essenciais como alimentos e farmácias; setor acumula 21 bimestres consecutivos de crescimento anual
Foto de Eduardo Soares na Unsplash

Vendas do varejo brasileiro cresceram 0,6% em fevereiro, atingindo recorde histórico desde 2000, segundo IBGE.
No primeiro bimestre de 2026, comércio varejista cresceu 1,5% frente a 2025, com 21 meses consecutivos de alta.
Setores como livros e combustíveis cresceram, enquanto vestuário e móveis registraram queda em fevereiro no varejo.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

As vendas do comércio varejista brasileiro cresceram 0,6% em fevereiro na comparação com janeiro e atingiram um novo recorde da série histórica, iniciada em 2000, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

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O resultado reforça a trajetória recente de recuperação da atividade, após a alta de 0,4% registrada em janeiro, e indica um início de ano com desempenho positivo no consumo das famílias.

Com o avanço de fevereiro, o setor renovou o patamar máximo já alcançado no mês anterior, consolidando uma sequência majoritariamente positiva nos últimos meses — com apenas um resultado negativo recente, em dezembro de 2025.

No primeiro bimestre de 2026, o comércio varejista acumulou crescimento de 1,5% frente ao mesmo período do ano anterior, registrando o 21º resultado positivo consecutivo nessa base de comparação.

Quatro das oito categorias investigadas apresentaram crescimento das vendas em fevereiro: Livros, jornais, revistas e papelaria (2,4%), Combustíveis e lubrificantes (1,7%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,1%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,3%).

As quedas ficaram por conta de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,7%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%), Tecidos, vestuário e calçados (-0,3%) e Móveis e eletrodomésticos (-0,1%).

Na comparação com fevereiro de 2025, o varejo registrou alta de 0,2%, evidenciando um ritmo mais moderado de crescimento no acumulado anual.

Neste caso, cinco das oito atividades pesquisadas sofreram queda nas vendas: Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-5,3%), Tecidos, vestuário e calçados (-5,0%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-4,1%), Móveis e eletrodomésticos (-1,2%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,2%).

Por outro lado, o indicador geral foi puxado por três atividades que apresentaram resultados positivos: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,1%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,5%) e Equipamentos e material para escritório informática e comunicação (0,2%).

Já o chamado varejo ampliado — que inclui veículos, material de construção e atacado alimentício — cresceu 1,0% na comparação mensal, também atingindo o maior nível da série histórica.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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