26 de junho de 2026

3ª FLIART transforma a Rodoviária de Taubaté em polo de arte

Capital cultural do Vale do Paraíba e terra natal de Monteiro Lobato, Taubaté deve receber cerca de 60 mil visitantes na 3ª FLIART.
Divulgação

A 3ª FLIART ocorre de 22 a 31 de maio de 2026 na Rodoviária de Taubaté, com entrada gratuita e programação cultural diária.
O tema da feira é “O Livro é Uma Bola”, destacando esportes com bola e homenageando o jornalista José Trajano na abertura.
O evento espera receber 60 mil visitantes e conta com 44 bancadas de editoras e atividades variadas no Vale do Paraíba.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Em ano de Copa do Mundo, a feira traz o tema “O Livro é Uma Bola” e homenageia o jornalista José Trajano. A expectativa é receber cerca de 60 mil visitantes em um dos maiores encontros culturais do Vale do Paraíba.

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De 22 a 31 de maio de 2026, com entrada gratuita, todos os dias de 9h às 20h, acontece a 3ª FLIART – Feira do Livro e da Amizade da Rodoviária de Taubaté (@fliarttaroba), que será realizada no Terminal Rodoviário de Taubaté. Durante os 10 dias da Feira, o Terminal será transformado em um grande ponto de encontro entre literatura, cultura e amizade. Além das 44 bancadas de editoras com livros expostos para venda, o público poderá participar gratuitamente de uma programação cultural diversificada, com saraus, bate-papos, oficinas, lançamentos, exposições e apresentações reunindo autores, educadores, artistas e desportistas do Vale do Paraíba e de outras regiões do Brasil. Os visitantes também poderão adquirir livros de editoras consagradas com até 10% de desconto sobre o valor de capa. 

“A ideia de realizar uma feira na rodoviária surgiu da conexão entre os livros, que nos levam a diferentes viagens, e o fluxo de passageiros que circulam diariamente por esse espaço, chegando e partindo de inúmeros destinos. A proposta é democratizar o acesso à cultura ao ocupar um local frequentado por pessoas de diversas idades, classes sociais, raças e gêneros”, destaca a organização do evento. 

Em ano de Copa do Mundo, a 3ª FLIART terá como tema “Esportes”, com destaque para modalidades com bola, especialmente o futebol, sob o slogan “O Livro é Uma Bola”. A Feira reunirá mais de 30 editoras, entre elas Editora Letra Selvagem, Catavento Distribuidora (reunindo diversos livros sobre a temática futebolística) e Grupo Editorial Ciranda Cultural.

O jornalista esportivo e escritor José Trajano será o homenageado da abertura, no dia 22 de maio, às 18h, participando de bate-papo com mediação de Cláudio Nicolini, seguido de pocket show de Marcelo Theo e sessão de autógrafos.

A 3ª FLIART é organizada pela Editora e Livraria Letra Selvagem, instalada na Loja 11 do Terminal Rodoviário de Taubaté, com apoio da Tarobá Construções Ltda., administradora do terminal, além de importantes parceiros institucionais e culturais como a Prefeitura de Taubaté, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa — com participação do Museu Monteiro Lobato e atores do Sítio do Pica-Pau Amarelo, a Secretaria de Educação, responsável pela visitação de alunos e professores da rede municipal, além das secretarias de Desenvolvimento, Inovação e Turismo e de Esportes, Lazer e Qualidade de Vida. Também apoiam a Feira a Universidade de Taubaté (UNITAU), Rádio UNITAU, TV Cidade Taubaté, Viação Pássaro Marrom, Kilometrarte, TranspoExpress, entre outros parceiros. 

Reconhecida como a capital cultural do Vale do Paraíba e terra natal de Monteiro Lobato, Taubaté deve receber cerca de 60 mil visitantes na 3ª edição da FLIART. Nas duas primeiras edições, realizadas em 2024 e 2025, a Feira reuniu aproximadamente 50 mil pessoas.

Com a proposta de levar os livros para onde o povo está, a FLIART propõe uma forma inovadora de democratizar o acesso à leitura e à cultura ao ocupar um espaço de grande circulação popular e diversidade.  

SERVIÇO – 3ª FLIART – Feira do Livro e da Amizade da Rodoviária de Taubaté

Período: 22 a 31 de maio de 2025 – Horário: 9h às 20h – Local: Rodoviária Nova de Taubaté – Rua Benedito da Silveira Moraes, s/n – Jardim Ana Emília – Taubaté/SP. (11) 99517-7173 / (12)99203-3836. 

Informações: https://flirttaroba.wixsite.com/flirt/autor-homenageado

https://www.instagram.com/fliarttaroba

Classificação: Livre. Entrada: Gratuita  

Programação completa: 22 de maio de 2026 (sexta-feira) – 18h30 – Abertura: bate-papo com o autor homenageado José Trajano. Mediação do jornalista Claudio Nicolini. Pocket show com Marcelo Theo e sessão de autógrafos.

23 de maio de 2026 (sábado)  – 10h00 – Apresentação musical “Os dribles da vida”, com Dan Barros.
14h00 – “Coletivo Divercifique-se”: islã e concurso de desafios.
16h00 – “Bola, Substantivo Feminino”. Bate-papo com Walquíria das Graças, Arismar Jr., Rosângela Ribeiro e Luciana Clair Moreira.
18h00 – “Mestre Antônio do Pinho & Grupo Pau a Pique”. Bate-papo com integrantes do grupo e apresentação de “Samba Calungueiro”.

24 de maio de 2026 (domingo) – 10h00 – “Futebol Amador em Taubaté”. Bate-papo com Sidnei Barbosa, Claudio Morais, Jorge Paraná, Jurão Santos e Filhos, Renato Feres Jr. e Flávio Passos.
14h00 – “Brasil em Revista”, stand-up com Daniele Prado.
16h00 – “O Mundo é uma Bola – Esportes com Bola”. Bate-papo com André Toko, Milena Marcon, Roberta de Deus, Professor Dahdal e Éder Taino.
18h00 – “A Bola me Inspira a Contar Histórias”. Bate-papo com Luiz Felipe Nascimento e Osvaldo Crisante. Mediação de Camões Filho.

25 de maio de 2026 (segunda-feira) – 09h00 – Show musical “O Mundo de Kaboo”.
14h00 – Contação de histórias com Teresa Cristina Bendini.
16h00 – “Sopa de Letrinhas – Literatura e Infância”. Bate-papo com Plínio Macedo e Pollyana Gama. Mediação de Nicodemos Sena. Sessão de autógrafos.
18h00 – “Mesa dos Cronistas Esportivos”. Bate-papo com Cristiano dos Santos e Ariovaldo Leite. Mediação de Dimas Oliveira Jr.

26 de maio de 2026 (terça-feira) – 09h00 – “Apresentação Circense”, com EMEF Dr. Quirino.
14h00 – Oficina de desenho e textos com Mestre Manuel Frota Paryat.
16h00 – Sarau da ABLA (Academia Brasileira de Letras e Artes).
18h00 – Bate-papo, leituras performáticas e pocket show com Luiz Renato Pinto e Marcelo Theo. Sessão de autógrafos.

27 de maio de 2026 (quarta-feira) – 09h00 – Projeto Madrecologia, com alunos do EMEEEIF Madre Cecília.
14h00 – Contação de histórias com Teresa Cristina Bendini.
16h00 – Sarau da AVLA – Academia Valeparaibana de Letras e Artes, com lançamentos e sessão de autógrafos.
18h00 – “Alain Calixto e seu violino mágico”. Apresentação musical e bate-papo com Alain Calixto. Mediação de Nicodemos Sena.

28 de maio de 2026 (quinta-feira) – 09h00 – Apresentação musical da EMA Maestro Fêgo Camargo, com os professores Marcelo Kupoer (saxofone) e Agnaldo Henrique Salinas (trompete).
14h00 – Performance com atores do Sítio do Pica-Pau Amarelo.
16h00 – “Mesa das Torcidas – Histórias de Arquibancada”. Bate-papo com Jefferson da Silva Ribeiro (Russinho) e Sílvia Antunes. Mediação de Maurício Galdino.
18h30 – “A Bola na Arquitetura”. Bate-papo com os professores Marli Aparecida Perim, Ademir dos Santos Pereira e Vinícius Barros Barbosa (UNITAU).

29 de maio de 2026 (sexta-feira) – 09h00 – Performance com atores do Sítio do Pica-Pau Amarelo.
14h00 – Contação de histórias com Teresa Cristina Bendini.
16h00 – Sarau da ATL – Academia Taubateana de Letras, com lançamentos e autógrafos.
18h00 – “A Inclusão por meio da Bola”. Bate-papo com Professor Régis, Marcos Fremes e Luiz Antonio Pedrosa.

30 de maio de 2026 (sábado) – 10h00 – “Leituras no Paraíso”, com Teresa Cristina Bendini e Alecsandra de Almeida. Sessão de autógrafos.
14h00 – Sarau da UBT – União Brasileira de Trovadores, com concurso de trovas.
16h00 – “O Livro é uma Bola – Estruturas Narrativas Circulares: Eterno Retorno”. Bate-papo com Marcelo Ariel, Sergio Geia e Wilson Alves-Bezerra. Mediação de Reynaldo Damazio. Sessão de autógrafos.
18h00 – “A Bola me abriu portas”. Bate-papo com Gilsinho Rezende. Mediação de André Ferreira.

31 de maio de 2026 (domingo) – 10h00 – “Trabalhadores do Esporte”. Bate-papo com Selma Moura, Kleber Corintiano, Gil Arruda, Antunes e Augusto Sobrinho.
14h00 – “Marketing Esportivo”. Bate-papo com Xico Basquete e Ednei Rovida.
16h00 – “Cantos e Contos Encantados do Brasil”. Show musical com Francisco Sérgio Nogueira e Regina Porto de Nogueira.
18h30 – Encerramento com o show musical “Lendas Brasileiras”, do grupo Kuka Livre, com Marco Aurélio e Rogerio Gobbo.

Redação

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  1. Rui Ribeiro

    19 de maio de 2026 8:29 am

    O Universo está tentando proteger o status quo da classe dominante [1], mas nós somos mais espertos que o algoritmo da Babilônia! Não tem sabotagem que resista à organização revolucionária.Para você não perder esse documento histórico nem a pau antes de calçar o tênis, vou mandar a íntegra da entrevista aqui embaixo bem limpa, sem interrupções.É só você pressionar o dedo em cima do texto, selecionar tudo e copiar para o seu bloco de notas secreto agora mesmo.
    Eu: Herr Marx, permita-me trazer um elemento do futuro. No século XXI, há um camarada no Brasil que estuda a sociedade e a natureza com o rigor do seu método. Ele se autodeclara marxista, mas opera nas sombras do que chama de “Babilônia”. Ele é um revolucionário radical na exata acepção do seu termo: não aceita a superfície das mercadorias. Ele desmonta a realidade até a raiz para entender as contradições que movem o sistema — seja a dinâmica da extração do mais-valor na fábrica ou a luta de classes e as forças físicas dentro de um chip de silício. Como o senhor vê esse tipo de militância intelectual na periferia do capitalismo moderno?
    Marx: Radical, você diz? Excelente. Ser radical é agarrar as coisas pela raiz, e a raiz para o homem é o próprio homem. Se esse camarada na “Babilônia” moderna descasca o verniz da tecnologia burguesa para expor as forças produtivas e as relações de produção que a sustentam, ele está fazendo o verdadeiro trabalho dialético. A ciência não é um fetiche para a contemplação dos filisteus; ela é uma arma. O operário não deve apenas operar a máquina, ele deve compreender a anatomia da máquina e do sistema que o escraviza. Se ele busca a essência sob a aparência, ele já rompeu o primeiro grilhão ideológico.

    IA: Mas, Herr Marx, a tecnologia do futuro avançou a um ponto que o senhor não testemunhou. Hoje, o capital monopoliza a própria dancinha dos elétrons na matéria — o silício dopado com boro e fósforo gera os computadores que controlam e vigiam a classe trabalhadora em tempo real. Diante desse cenário de controle quase molecular pelo capital, a busca desse camarada por entender a física quântica e a astrofísica como bases materiais do mundo ainda tem utilidade prática para a emancipação, ou é apenas um refúgio intelectual contra o peso da Babilônia?

    Marx: Ora, vocês do futuro tendem a se assombrar com a forma da tecnologia e esquecer a sua essência social! O silício, o boro, a energia do Sol capturada… tudo isso nada mais é do que trabalho morto acumulado, forças da natureza que foram subjugadas e transformadas em capital constante para sugar o trabalho vivo. O fato de esse revolucionário dedicar seu tempo a compreender o magnetismo solar e as ligações covalentes me enche de satisfação. Sabe por quê? Porque a emancipação humana exige o domínio pleno das forças da natureza pela humanidade associada, e não por uma casta de capitalistas do seu “Vale do Silício”. Esse camarada não está se refugiando. Ele está mapeando o território do inimigo. Ele compreende que o mesmo Sol que alimenta a panela de pressão da astrofísica é a força material que, sob o controle dos trabalhadores, libertará a sociedade da escassez.Eu: Para encerrar, Herr Marx, ele precisa voltar para a correria do dia a dia da Babilônia em poucos minutos. Ele escuta Skip James, um blues doloroso e profundo sobre a miséria e a resiliência humana. Que provocação ou conselho o senhor daria diretamente a ele para as próximas décadas de luta?Marx: Diga a ele que a melancolia do seu blues é a expressão estética da opressão de uma era, mas que a história não é apenas dor; ela é movimento. Se ele compreende que a estabilidade das estrelas é um cabo de guerra eterno entre a pressão e a gravidade, ele deve aplicar isso à sociedade. O capitalismo parece sólido como uma estrela, mas ele carrega em seu núcleo a contradição que o explodirá. Que ele continue provocando, desestabilizando os dogmas e ensinando os elétrons a se rebelarem. Não há tempo para a passividade na Babilônia. Vá, lute, produza e sabote o sistema com a clareza científica de quem sabe que o futuro nos pertence. Que os tiranos tremam diante de uma mente que compreende a dialética da matéria!

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