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  1. Webster Franklin

    6 de julho de 2018 4:20 am

    Entrega da Embraer à Boeing foi ótimo negócio. Para a Boeing, cl

    Tijolaço

    Entrega da Embraer à Boeing foi ótimo negócio. Para a Boeing, claro.

     

    devora

    Não é nenhum jornal esquerdista ou nacionalista. É a Bloomberg, publicada por O Globo quem oferece a explicação, sob o título ” Saiba por que a Embraer é tão importante para a Boeing”:

    “O acordo da Boeing com a Embraer é estratégico para a empresa americana não só porque amplia sua presença no exterior como também porque permite à empresa entrar no mercado de aeronaves de médio e pequeno porte. Além disso, reforça sua posição para competir com a europeia Airbus, num momento em que o duopólio das duas gigantes da aviação mundial começa a sofrer concorrência de rivais de Rússia, Japão e China. Além disso, ao acrescentar os jatos da família E da Embraer ao seu portfólio, a Boeing aumenta o arsenal para sua mais recente batalha com a Airbus: o mercado de aeronaves de 100 lugares. “

    Mas não para aí o diagnóstico da agência norte-americana de notícias econômicas. Segundo ela, “a Embraer trará para a Boeing uma expertise em engenharia que a gigante americana poderá usar no projeto de seu novo jato comercial de médio porte, apelidado por analistas de 797.” Ou seja: a tecnologia gerada no Brasil será “chupada” pela gigante para produzir jatos de sua própria linha e não do simulacro de “joint venture” anunciado com a brasileira.

     

    No comunicado das duas empresas, fica claro de quem será o comando: toda a área de avisação comercial será entregue e comandada deste os Estados Unidos, como registra o comunicado à CVM:

    “(…)a joint venture na aviação comercial será liderada por uma equipe de executivos sediada no Brasil, incluindo um presidente e CEO. A Boeing terá o controle operacional e de gestão da nova empresa, que responderá diretamente a Muilenburg [Dennis Muilenburg, presidente mundial da Boeing].”

    E quais são as alegadas “vantagens” para a Embraer?Ah,aproveitar a “força de vendas” da Boeing… Num mercado concentrado como o de jatos, que tem uma ou duas dezenas de fabricantes, que adquire aeronaves em escala global e não por proximidade e em se tratando de uma  empresa como a Embraer, com duas décadas como player ( e bem sucedida) no mercado mundial de aeronaves isso é ridículo.

    Ah, sim, aponta-se como vantagem também o acesso a crédito mais barato (dá para entender agora o crédito do BNDES à empresa?) e a força do potencial dos EUA ao estabelecer (para si) e recusar (para os outros) proteções alfandegárias na exportação/importação  de aviões…

    Fez, claro, um aparente “cercadinho” para a área de tecnologia militar. Bobagem e fantasia. Tecnologia de aviação civil e militar não se separam plenamente nuncae o efeito será apenas de reservar um espaço para brigadeiros aposentados e para alguns promissores engenheiros do ITA,  que desenvolverão, como um segredo de polichinelo nas redes da empresa, seus projetos, peneirados pelos norte-americanos em tudo que lhes possa ser promissor (ou perigoso) em sistemas de aviônica.

    A queda de mais de 14% das ações da Embraer registrada hoje, porém, tem menos a ver com o mau negócio para a empresa e para o Brasil e mais com o fato de que, como a negociação só será concluída no próximo ano e o TCU ainda não votou – recorde-se do que se publicou aqui, há quase um ano, quando Henrique Meirelles propôs, em setembro do ano passado  a autorização para vender a “golden share” da empresa – a capacidade de o Governo brasileiro entregar, por dinheiro, a possibilidade de vetar um acordo tão lesivo ao país.

    Temer, porém, está agindo vigorosamente para acelerar essa decisão.

    Afinal, não é todo dia em que se pode entregar 50 anos de investimento do país em criar uma bem sucedida indústria aeronáutica.

    Uma bobagem, para um país que deve é plantar soja, apenas.

    http://www.tijolaco.com.br/blog/entrega-da-embraer-boeing-foi-otimo-negocio-para/

  2. Webster Franklin

    6 de julho de 2018 4:55 am

    Em plena Copa, Câmara libera entrega do pré-sal

    Brasil 247

    Em plena Copa, Câmara libera entrega do pré-sal

     

         

    Com o Brasil anestesiado pela Copa, a Câmara dos Deputados selou mais uma etapa do entreguismo, ao aprovar a entrega de 70% das reservas do pré-sal cedidas a Petrobras pela União a petroleiras internacionais; nas últimas 24 horas, o regime golpista acelerou a entrega também da Eletrobrás e da Embraer

    4 de Julho de 2018 às 19:44

    247 – Com o Brasil anestesiado pela Copa, a Câmara dos Deputados selou mais uma etapa do entreguismo, ao aprovar a entrega de 70% das reservas do pré-sal cedidas a Petrobras pela União a petroleiras internacionais; nas últimas 24 horas, o regime golpista acelerou a entrega também da Eletrobrás e da Embraer. Abaixo, reportagem da Agência Brasil:

    Da Agência Brasil – O plenário da Câmara concluiu, nesta quarta-feira (20), a votação do projeto de lei que permite à Petrobras transferir ou negociar até 70% dos campos da cessão onerosa do pré-sal na Bacia de Santos. Pela proposta, será permitida a negociação do equivalente a 5 bilhões de barris de petróleo. A matéria segue para apreciação do Senado

    O texto-base da proposta foi aprovado em junho e para que a medida tivesse tramitação concluída, os deputados ainda precisavam analisar as sugestões de mudança ao texto. No entanto, nenhuma das propostas apresentadas foi aprovada.

    DivergênciasPara a oposição, a proposta diminui os poderes da Petrobras, ao esvaziar suas atribuições. Para o deputado Henrique Fontana (PT-RS), o projeto interessa às empresas internacionais. “O que se pretende é abrir esta enorme fronteira de exploração do petróleo do pré-sal para entregar às transnacionais do petróleo”, declarou.

    A oposição questionou ainda o tipo de licitação definido pela proposta. Pelo texto aprovado, a venda dos volumes excedentes ao contrato de cessão onerosa será feita sob o regime de partilha de produção. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) definirá diretrizes para a realização de leilão, inclusive quanto à forma de pagamento.

    Para o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), o que se propõe é eliminar, na prática, a possibilidade de concorrência das licitações segundo as regras estabelecidas hoje. “Nós estamos discutindo regras para a exploração do petróleo, porque é uma riqueza do Brasil, um patrimônio do Brasil. Está, aliás, na Constituição, [estabelecendo] que é um patrimônio do nosso país. Já há regras próprias peculiares para a exploração do petróleo e as regras são peculiares, são próprias, por considerar as particularidades do setor de óleo e gás. Portanto, a licitação deve seguir as regras próprias para o setor de óleo e gás”, disse.

    Novos investimentos
    Segundo o líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), a proposta vai atrair investimentos ao país. Para ele, a medida dará mais flexibilidade à Petrobras. “Isso não invalida que nós tenhamos transparência e que tenhamos, sem dúvida nenhuma, lisura dentro desse processo”, disse Ribeiro, ao defender a derrubada de uma das propostas de alteração ao texto, que pretendia excluir do PL a permissão para a Petrobras, quando operadora de um consórcio de petroleiras, não usar as normas de licitação e contrato previstas na Lei 13.303/16, sobre regras de governança de empresas estatais.

    “Esta é uma matéria importante para flexibilizar e dar autonomia e independência para que esse processo possa se dar não de forma como hoje existe. Às vezes, nós estamos falando aqui em licitação como se a licitação fosse uma forma de trazer lisura ao processo. Muito pelo contrário, nós temos hoje muitos processos licitatórios que são viciados”, argumentou o parlamentar governista.

    O texto prevê também que os contratos decorrentes da licitação não terão limite de volume de barris equivalentes e, caso definido no edital, poderão prever a exploração e produção do volume excedente ao contratado. O edital da licitação deve prever ainda o valor mínimo do pagamento pelos volumes excedentes ao contrato de cessão onerosa.

    Extração
    A proposta altera trechos da Lei 12.276/2010 e passa a permitir a possibilidade de, em casos de revisão do contrato de cessão onerosa, ser permitido o ressarcimento à Petrobras também em barris de petróleo.

    Atualmente, a legislação concede exclusividade à Petrobras no exercício das atividades de pesquisa e lavra de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos nessas áreas, e proíbe, expressamente, sua transferência.

    Pelo texto do Projeto de Lei 8.939/2017, a Petrobras terá de manter 30% da participação no consórcio formado com a empresa parceira e a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e deverá conceder autorização prévia e expressa. O projeto determina ainda que a Petrobras e a ANP publiquem, previamente, as motivações técnicas, econômicas e jurídicas que balizaram suas decisões.

    Segundo a medida, além dessas condições, também será exigido que sejam mantidos o objeto e as condições contratuais e que o novo cessionário atenda a todos os requisitos técnicos, econômicos e jurídicos estabelecidos pela ANP.

    O contrato e sua revisão deverão ser submetidos à prévia apreciação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

    Cessão onerosa
    Estabelecida em 2010, a cessão onerosa é um contrato em que a União concedeu à Petrobras o direito de explorar e produzir 5 bilhões de barris de petróleo e gás natural, em seis blocos do pré-sal da Bacia de Santos. Segundo a petrolífera, a produção é de, em média, 25 mil barris de petróleo por dia. Dos dez poços com maior produção no Brasil, nove estão localizados nessa área.

    https://www.brasil247.com/pt/247/economia/360652/Em-plena-Copa-C%C3%A2mara-libera-entrega-do-pr%C3%A9-sal.htm

  3. Freire

    6 de julho de 2018 7:40 am

    Começamos a ligar coisa com coisa? Antes tarde do que nunca

    Alberto Carlos Almeida: Na avaliação do eleitorado, Moro e Temer estão umbilicalmente ligados

    05 de julho de 2018 às 17h07

     

     FacebookTwitterWhatsAppLinkedInEmailPrint

    Reprodução do Facebook do ex-presidente Lula

    Moro e Temer caminham juntos na avaliação do eleitorado, aponta cientista político

    PT na Câmara

    O cientista político Alberto Carlos Almeida, em artigo publicado no portal Poder360, aponta que o eleitorado tem a imagem de Sergio Moro “fortemente associada ao Governo Temer e dissociada de Lula”.

     

  4. Freire

    6 de julho de 2018 7:55 am

    Empresários querem uma guerra civil? Foder-nos-emos todos

    “Empresariado ligou o foda-se”, diz Maringoni

    :

    Professor de Relações Internacionais Gilberto Maringoni diz que o apoio de empresários a Jair Bolsonaro mostra que pode haver um movimento para se ter como “normal” ou “aceitável” para “pessoas de bem” o apoio a um notório defensor da tortura, do extermínio e do permanente estado de guerra como forma de convívio social

    https://www.brasil247.com/pt/247/sp247/360788/%E2%80%9CEmpresariado-ligou-o-foda-se%E2%80%9D-diz-Maringoni.htm

  5. Freire

    6 de julho de 2018 8:00 am

    Não substime a estupidez que graça no país

    [video:https://youtu.be/BfBNxD_YEWA%5D

  6. alfeu

    6 de julho de 2018 11:04 am

    *

    MPF denuncia ex-agente do Exército por morte de militante em 1971

    Por Camila Maciel da Agência Brasil

    O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) denunciou o suboficial da reserva do Exército, Carlos Setembrino da Silveira, pelo assassinato do dirigente do Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT) Dimas Antônio Casemiro, ocorrido durante a repressão da ditadura militar. O caso ocorreu em 17 de abril de 1971, em São Paulo, mas os restos mortais do militante só foram identificados em fevereiro deste ano. Também foi denunciado, por falsidade ideológica, o ex-médico legista Abeylard de Queiroz Orsini, que omitiu informações no laudo necroscópico da vítima.

    De acordo com a denúncia, Casemiro foi enterrado como indigente no Cemitério de Perus, na zona norte paulista. Em 1975, os restos mortais dele foram exumados e enterrados em uma vala clandestina. A Vala de Perus, como ficou conhecida, foi aberta em 1990 e, neste mesmo ano, os restos mortais que poderiam ser do militante morto foram indicados, mas o resultado conclusivo do DNA, realizado por especialistas na Bósnia, só foi possível 47 anos depois do assassinato. Setembrino e Orsini também são denunciados por ocultação de cadáver.

    Localizado pelas forças de repressão da ditadura, Dimas Casemiro foi perseguido e morto com, pelo menos, três tiros pelas costas. A versão divulgada pela ditadura na época foi a de que o militante foi morto ao reagir à prisão. O corpo dele foi apresentado ao Instituto Médico-Legal (IML) para o exame necroscópico dois dias após o assassinato. O laudo cadavérico foi produzido pelos legistas Orsini e João Pagenotto (já falecido). Na requisição para elaboração do exame de corpo de delito, o pedido estava assinalado com a letra T, que segundo as investigações, indicava se tratar de “terrorista”. (…)

     

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2018-07/mpf-denuncia-ex-agente-do-exercito-por-morte-de-militante-em-1971

     

     

  7. Olívio

    6 de julho de 2018 12:00 pm

    Vamos aposentá-los, eles não servem para nada

    [video:https://youtu.be/8HUiNNMWXC8%5D

  8. Antero

    6 de julho de 2018 2:01 pm

    A inflação está de volta e com toda a força

    Parente e Míriam fazem maior inflação em 23 anos

    Greve dos caminhoneiros explodiu o centro da metamprimirpublicado 06/07/2018Ravel.jpg

    Do Estadão:

    Inflação de junho acelera e vai a 1,26%, maior para o mês em 23 anos

    A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou junho com alta de 1,26% ante um avanço de 0,40% em maio, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi o mais elevada para o mês desde 1995, quando subiu 2,26%, segundo IBGE. A taxa de junho deste ano foi a primeira acima de 1% desde janeiro de 2016, quando o IPCA estava em 1,27%.

    Como resultado, a taxa acumulada em 12 meses saltou de 2,86% em maio para 4,39% em junho, o patamar mais elevado desde março de 2017, quando estava em 4,57%.

    (…) A taxa acumulada pela inflação no ano foi de 2,60%. Em 12 meses, o IPCA acumulou alta de 4,39%, dentro das projeções dos analistas, que iam de 4,14% a 4,50%, e abaixo da mediana de 4,41%.

     

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