
Jornal GGN – O cientista político, pesquisador e sócio do instituto Brasilis de pesquisa Alberto Carlos Almeida lança, nesta quarta (23), em São Paulo, o livro “O voto do brasileiro” (Editora Record), antecedido por um debate sobre política e as eleições deste ano ao lado do economista Samuel Pessoa. O evento é aberto ao público e ocorre na livraria Cultura do Shopping Iguatemi, a partir das 19h.
Recentemente, Almeida ministrou uma aula sobre pesquisas de opinião para a imprensa, ocasião em que explicou porque os estudos do gênero não influenciam decisivamente o voto do eleitor brasileiro.
Autor dos livros “A cabeça do brasileiro” e “A cabeça do eleitor”, Almeida também avaliou que mesmo com a situação fragilidade do ex-presidente Lula, o PT está “em condições muito favoráveis” para a eleição de outubro próximo.
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Andre Araujo
23 de maio de 2018 7:12 pmSamuel Pessoa? Esá à direita
Samuel Pessoa? Esá à direita do Arminio Fraga, do Persio Arida, do Edmar Bacha, pensa economia pela lei da fisica, afinal ele é fisico, se o povo brasileiro ficar sem comer e sem tomar banho dois dias por semana exportaremos mais comida, economizaremos energia e isso ajudará a colocar a inflação abaixo de zero e contribuirá para o ajuste fiscal, é uma equação simples assim.
Luciano d'Avila
29 de maio de 2018 3:18 pmE o Alberto Almeida não fica atrás
Ouvi uma entrevista com Alberto Almeida na CBN defendendo que era realmente necessário mudar as regras da Previdência. Um sociológo de academia que não vai às ruas tomar sol, chuva e ar cria bolor intelectual. Criam esses institutos apenas para legitimar os interesses do empresariado, passando verniz para parecer mais chique e bonito.
Defende com unhas e dentes a reforma previdenciária para que os bancos vendam seus planos de previdência privada fajutos com rendimentos menores que a poupança. Como não vai às ruas e às favelas para não sentir cheiro de pobre, ignora que a grande maioria dessas pessoas, principalmente com mais de 40 anos e nos cargos ditos braçais, estão na informalidade e, muitas vezes, nem assim conseguem trabalho, pois quem emprega é cruel com que entrou na curva do envelhecimento.
A propósito, aquela outra Reforma, a Trabalhista, já entrou em vigor. Onde está o mar de empregos que seria criado com tal reforma? O nosso intelectual especialista em povo que não sai da sala refrigerada com bom split, nem toca no assunto. Por quê? Porque a classe empresarial não lhe paga para dizer o que ela não quer ouvir. Paga apenas para dar uma chancela “acadêmica” às suas convicções atrasadas do século XIX. Essa turma sente saudade do tempo em que havia escravatura e pelourinho.