Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Maria Luisa
14 de março de 2018 6:00 pmNão paga as mensalidades
Não paga as mensalidades porque o dinheiro foi para pagamentos no Congresso para que não se abrissem nenhum inquérito contra ele, além dos gastos incessantes com pesquisas, propaganda, midia…….
antonio lobo
14 de março de 2018 6:12 pmÉ verdade, mas é bom lembrar
É verdade, mas é bom lembrar que a Dilma teve 4 anos para ratificar e não o fez. O acordo foi assinado pelo Sergio Resende, entao ministro do MCT, em 2010
Andre Rs T
14 de março de 2018 10:15 pmFoi Dilma não.
Foi Dilma nao. O acordo dependia de aprovação no Congresso. O veto fez parte das pautas bombas contra Dilma.
“(…) A luta política parece gostar de primar pela mediocridade. Diante da possibilidade de participar de um projeto de pesquisa tecnológica, que estimula a indústria nacional a desenvolver equipamentos de grande valor agregado, um deputado prefere a quebra de um acordo internacional em vias de implantação.
https://jornalggn.com.br/fora-pauta/deputado-do-psb-veta-acordo-cientifico-brasil-eso
Helio J. Rocha-Pinto
14 de março de 2018 6:10 pmNota da Sociedade Astronômica Brasileira
Sobre a saída do Brasil do Consórcio ESO, vale também considerar a nota da SAB.
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Nota sobre Comunicado ESO
Desde a assinatura do acordo entre o então MCT e o ESO (European Southern Observatory), no final de 2010, a comunidade astronômica brasileira vinha usufruindo do direito de pedir tempo de telescópio em todos os instrumentos da organização e de acesso, como observadores, às reuniões dos diversos comitês do ESO. Numa demonstração da maturidade cientifica da comunidade, obtivemos taxas de aprovação dos pedidos semelhantes às dos países europeus, inclusive com projetos de longo prazo e grande número de noites, como igualmente tempo de telescópio no concorrido ALMA. Além disso, a adesão abriria um mercado potencial de centenas de milhões de dólares para as indústrias brasileiras, com asconsequências óbvias para a geração de empregos e aquisição de alta tecnologia.
Num comunicado divulgado em 12/03/2018, o ESO estabelece que, tendo em vistaa situação econômico-financeira por que passa o país, ficam temporariamente suspensas as participações brasileiras na instituição, que serão retomadas uma vez que o governo de nosso país se engaje efetivamente no caminho da adesão ao ESO.
A participação de universidades brasileiras nos consórcios internacionais visando a construção de instrumentos de fronteira para a instituição ESO, como NIRPS, HIRES e MOSAIC prosseguirão normalmente, sem nenhum prejuízo ou interrupção.
O comunicado do ESO ressalta que o ESO COUNCIL votou por unanimidade seu apoio no sentido de que o Brasil faça parte do consórcio no devido tempo. Nesse contexto, a Sociedade Astronômica Brasileira está em contato contínuo com o MCTIC, na busca conjunta por uma forma realista para a efetivação e assinaturado acordo de adesão.
Luis Armidoro
14 de março de 2018 6:51 pmTemer não é só sem moral
Temer não é só sem moral naquela cara feia de ladrão, é sem noção também
Sujeito miserável
Verdade Eterna
15 de março de 2018 11:27 amAdorei CUJO O
Adorei CUJO O