4 de junho de 2026

Delegado da PF diz que só é verdadeira notícia que sai no jornal, por Luis Nassif

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A Folha foi buscar em Curitiba, um delegado especializado em crimes cibernéticos, que dá a receita para averiguar a veracidade da notícia: conferir se ela saiu em grandes jornais.

As notícias falsas de maior impacto da última década surgiram nos jornais. Exemplo:

* o grampo sem áudio, da conversa entre Gilmar Mendes e o ex-senador Demóstenes Torres, capa da Veja, e que custou a cabeça do delegado Paulo Lacerda;

* o suposto grampo em uma sala do Supremo;

* os dólares de Cuba, que teriam sido transportados em garrafas de rum para a sede do PT em São Paulo;

* o financiamento das FARCs para candidatos a prefeito, capa de Veja;

* a ficha falsa de Dilma, furo da Folha.

* o lobista que não conseguiu um financiamento de R$ 7 bilhões do BNDES para uma empresa de fundo de quintal, alegando que teria se recusado a pagar R$ 5 milhões em propinas.

Por outro lado, as seguintes notícias verdadeiras só saíram em veículos alternativas, blogs e portais.

* a comprovação da falsificação do grampo no Supremo;

* o questionamento da veracidade do grampo sem áudio;

* o desmentido dos tais dólares de Cuba;

* o desmascaramento dos tais dólares das FARCs;

* o desmascaramento da ficha falsa de Dilma;

* o furo de que o tal lobista dos R$ 5 milhões havia saído há um mês da cadeia;

* a denúncia dos parentes de procuradores que atuam como advogados nas delações da Lava Jato;

* os inquéritos contra a Globo no caso FIFA;

* as denúncias de corruptos que foram liberados sem explicação pela forçava tarefa da Lava Jato.

Se houvesse essa tal Lei do Fakenews, a opinião pública não teria sido informada desses episódios, a imprensa que atua na contra-corrente não teria esclarecido temas relevantes. À esta altura, estaria ocorrendo com cada blogueiro independente o mesmo que aconteceu com o blogueiro que teve a casa invadida por ordem de Sérgio Moro, e foi conduzido coercitivamente até a Polícia Federal.

Pergunto: é sério o que propõe o delegado?

Leia a matéria aqui.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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48 Comentários
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  1. alexis

    15 de janeiro de 2018 10:46 am

    Preguiça

    Preguiça de fazer o trabalho investigativo. Quase não existe no Brasil, nem nas policias estaduais nem na federal.Uma pena.

    1. Alan Souza

      15 de janeiro de 2018 12:46 pm

      Como funciona

      Na Polícia Federal: quebra de sigilo indiscriminada, de telefones, e-mails, whatsapp, tudo que o alvo use pra se comunicar. Busca e apreensão de tudo do alvo, documentos, computadores, livros, recibo da padaria, em todos os lugares possíveis. Aí são pinçadas frases, mensagens e documentos úteis pra se criar uma versão de culpa do alvo em alguma coisa.

      Nas Polícias Civis: se for pobre descem a porrada no sujeito até ele confessar a autoria do incêndio de Roma. Se for rico usam a estratégia da PF.

  2. vera lucia venturini

    15 de janeiro de 2018 11:12 am

    Ai é que está. Como pode uma

    Ai é que está. Como pode uma lei de censura como a fakenews ser proposta e discutida por um orgão com poder de polícia ou com poder de Justiça. A sociedade como um todo, através de entidades representativas, tem que participar desta discussão. Está na cara que querem estabelecer a censura nas redes sociais e como sempre no Brasil, defendendo os interesses economicos da elite da grande mídia.

    Quem é esse meganha para determinar o que é a “verdade”? Quem é esse cretino para determinar a verdade que eu quero conhecer?

  3. Rui Ribeiro

    15 de janeiro de 2018 11:13 am

    Se o jornal não noticia a notícia, então ela é mentirosa

    O paralisação do Brasil em 28 de abril de 2017 não foi verdadeira, já que a imprensa oficial não a noticiou.

  4. cspimentel

    15 de janeiro de 2018 11:29 am

    Sim, é sério. No sentido que

    Sim, é sério. No sentido que a “verdade” é o discurso dos grupos hegemônicos. 

  5. Marcos V

    15 de janeiro de 2018 11:31 am

    O pior de tudo…

    é pensar que o povo, através dos seus impostos,  paga o salários dos meganhas e futuros ” censores “….

    Nós sustentamos a ópera-bufa e , como disse  Cazuza,  ” fiquei na porta estacionando os carros …”

  6. ROBERTO FERREIRA DA COSTA

    15 de janeiro de 2018 11:37 am

    Diga-me o que pensa e te direi quem és!

    A afirmativa do delegadeco só vem confirmar o que venho dizendo desde 1983 (data em que entrei na polícia): a vasta maioria dos Delegados de Polícia são uns completos imbecis, sem cultura, semi-analfabetos, com péssimo caráter, corrompidos e alienados. 

    1. Alan Souza

      15 de janeiro de 2018 12:41 pm

      Um erro recorrente nosso

      Achar que esse delegado diz o que diz por desinformação, burrice, despreparo ou coisa parecida.

      Pelo contrário, esse é o metodismo da Direita: pegaram um cara cujas ideias servem à Direita, dão destaque a ele e o apresentam como autoridade no assunto e aí o cara ganha espaço nacional pra defender algo que é útil à Direita.

      Isso é fruto de planejamento de longo prazo, de método,de trabalho inteligente, elaborado e estruturado. A ideia pode ser uma merda em si, mas isso não quer dizer que eles da Direita não estejam agindo com inteligência. Não é por acaso que o Aécio, que nunca trabalhou na vida nem sequer produziu uma única ideia boa pro país ou ao menos original, era tido como o “mais preparado” até pouco tempo atrás. Não por acaso uma nulidade como Serra se firmou como nome nacional. Tudo foi planejamento a longo prazo da Direita.

      É o mesmo que digo dos Procuradores e Juízes/Desembargadores da Lava-Jato: achar que eles são burros, despreparados ou o que seja é tolice. Eles agem com inteligência e método, apoiados pela mídia, pra fazer o serviço da Direita.

      Quando o Barroso, do STF, diz que a reforma da Previdência é necessária porque os servidores públicos “sugam” verba dos segurados do INSS, ele sabe que está falando uma mentira. Mas ele mente não por desconhecimento ou despreparo, é por método e planejadamente, a serviço da Direita.

      1. AMORAIZA

        15 de janeiro de 2018 1:52 pm

        Hoje eu vou discordar de você

        O sistema, que não é  nem direita e nem esquerda,  serve -se  do que convém ao momento político,  mas,  como o que interessa mesmo é a manutenção do poder, normalmente ele faz triunfar nulidades.

        As nulidades, além de não terem a exata noção de si mesmas, possuem enorme vaidade e deslumbramento com a fama e o poder.

        Esse delegado, as nossas equipes jurídicas lavajateiras entre as demais em superiores instâncias, bem como a maioria de nossos políticos, que têm grande capacidade quantitativa e nenhuma capacidade qualitativa, ou seja, nem alcance e nem discernimento sobre as consequências de seus atos, se adequam perfeitamente ao sistema.

         

      2. jose antonio santos

        15 de janeiro de 2018 7:25 pm

        de acordo

        Concordo com voce. 

        É o mesmo que achar que o nazismo e fascismo sairam da cabeça alucinada de Hitler e Mussolini.

        Teve muita gente desde os primodios para dar “forma” a esses regimes.

        Por aqui aconteceu o mesmo, com a diferença que as “melhores cabeças” estão nos EUA, Europa.

         

         

  7. Juliano Santos

    15 de janeiro de 2018 11:37 am

    É sério, porque eles querem

    É sério, porque eles querem instituir o estado de exceção a sério no Brasil. Já avançou em muitas coisas, falta agora censurar a imprensa alternativa

  8. Somebody

    15 de janeiro de 2018 11:38 am

    Nassif Nassif… Esperava

    Nassif Nassif… Esperava algo diferente? O seu delegado (e a totalidade da população brasileira) foi treinado desde criança para acreditar cegamente nos jornais e TV brasileiros.

    Porquê você acha que os seus militares no tempo da ditadura deram tanta importância para a criação de uma rede de TV de alcance nacional? Controle meu caro.

  9. Vladimir

    15 de janeiro de 2018 11:41 am

    É mais uma fake news do

    É mais uma fake news do jornal do rato. Não sabemos nem se o cara é delegado,nem mesmo se o cara existe.Se é de Curitiba ou se Curitiba existe.

    Situação ridícula: A informação que deveria ser pilar mestre da democracia virou isso: O jornal do rato.

  10. Jackson da Viola

    15 de janeiro de 2018 11:44 am

    O xis da questão…….

    Ao pedir mais poderes na investigação, o delegado diz reconhecer que toda quebra de sigilo, mesmo que autorizada, é uma “violação de um direito”. Mas, argumenta, a sociedade tem que dar crédito às autoridades

    Mais um do judiciario “pedindo mais poder”……

    Na atual conjuntura, dar credito as otoridades que passam o dia fabricando “fake news”, so sendo babaca a um ponto inimaginavel…..

    Sendo que se um fulano quer postar “fake news” via robôs, basta um bom vpn (tem gratuitos mas são menos seguros) ou rede Tor e boa sorte ao delegado para encontrar o gajo……ja o para  o “quem eles trabalham” vira missão impossivel…..

  11. Luciano Prado

    15 de janeiro de 2018 11:45 am

    A melhor lei contra notícias
    A melhor lei contra notícias falsas é aquela que democratiza os meios de comunicação, com amplo direito ao contraditório.
    O monopólio ou oligopólio da imprensa é aberração. E se presta à criação de rebanhos obedientes e submissos ao berrante.

    1. Serhio

      15 de janeiro de 2018 12:07 pm

      Concordo e acrescento:
      Concordo e acrescento: Garantia a sigilo da fonte nada mais é que garantia de salvo conduto a, geralmente, um bandido associado a uma empresa de comunicsção visando prejudicar outros bandidos (eliminar concorrentes)

      1. Alvaro Tadeu

        15 de janeiro de 2018 3:22 pm

        Sigiço da fonte.

        Eu ainda defendo o sigilo da fonte. Mas, como toda a lei, deve ter limites legais para impedir manipulações. “Fontes do Palácio disseram isso e aquilo”, tudo bem, mas se a notícia fizer acusações ou for potencialmente falsa, o repórter torna-se responsável pela informação e tem de prová-la. Assim, mantém-se o sigilo da fonte e se impede que picaretas exercendo a função de jornalistas inventem mentiras.

  12. naldo

    15 de janeiro de 2018 11:46 am

    E ainda acfreditam que esse

    E ainda acfreditam que esse tal lei é de boa fé,

     

    faz tempo que os velhos jornais, desacreditados, ridicularizam os veiculos de internet, não se lembram de uma propaganda em que colocavam um macaco ou adolescentes maliciosos como blogueiros? Isso vem de longe, se não convencem na lábia usam o porrete. 

  13. Serhio

    15 de janeiro de 2018 11:49 am

    Aí que o bicho pega.
    Chamar
    Aí que o bicho pega.
    Chamar Rodrigo Janot de trapalhão e afoito ao invés de criminoso, é fake news.
    Aceitar sem critica ou simplesmente apontar a suspeita de crime o que Miller chama de lambança e que lhe rendeu alguns milhoes é fake news.
    Aceitar que se publique artigo no site que trate fitoterapia e tratamento com canabinoides a homeopatia e florais de bach, também é fake news.
    Creio que a imprensa, em geral, é supervalorizada. Como se fossem guardiões de algo alem do que o proprio bolso

    1. Serhio

      15 de janeiro de 2018 2:35 pm

      “aceitar sem critica OU
      “aceitar sem critica OU simplesmente” substitua OU por “ao invés de”

  14. Jorge Luis

    15 de janeiro de 2018 12:00 pm

    Será que o tal delegado já

    Será que o tal delegado já experimentou o gosto do boi com genes de tomate, o famoso Boimate da Veja?

  15. Lucio Vieira

    15 de janeiro de 2018 12:03 pm

    É a tolice da FSP de 15/01? Em 17/01 será esquecida

    Não sendo fake news eu já dúvido pois alguém que seja especialista em ver crimes na internet considerar algo de forma tão ingênua é pouco possível. Mais provável é ter havido uma edição de sua fala para favorecer o jornal. Certa parcela da grande imprensa vai morrendo, no mundo é até por culpa de sua perda de credibilidade

  16. vera lucia venturini

    15 de janeiro de 2018 12:04 pm

    Falando em verdade, sugiro a

    Falando em verdade, sugiro a publicação pelo blog da excelente entrevista que o novo presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Manuel de Queirós Pereira Calças, concedeu ao Anuário da Justiça São Paulo. Difere totalmente da entrevista publicada pelo Estadão na semana passada. 

    Como o desembargador que, como presidente do Tribunal o representa como instituição, não iria apresentar opinião tão diversa em entrevistas próximas será que houve manipulação do Estadão? Fakenews?

  17. Rei

    15 de janeiro de 2018 12:09 pm

    Difícil descobrir a motivação e quem está por trás???

    Triste ver um assunto tão importante sendo confiado a um completo asno. Além de repetir obviedades que não levam a lugar algum… o delegado lança essa pérola:

    “A MOTIVAÇÃO DO CARA VOCÊ DIFICILMENTE CONSEGUE IDENTIFICAR… PARA QUEM ELE TRABALHA” 

    Nossa, delegado… de 200 milhões de brasileiros conseguiram colocar como delegado o único idiota que não consegue descobrir quem está por trás de cada “fakenews”.

    Acho que eu nunca vi um “fakenews” onde não ficasse 100% ÓBVIO quais eram as motivações e quem estava por trás da notícia… aliás as páginas de “fakenews” lançam dezenas de notícias combatendo as mesmas pessoas e promovendo as mesmas pessoas… nem precisa ser muito esperto, delegado.

    Esse aí é o verdadeiro “Xeroque Romes”.

  18. Fábio de Oliveira Ribeiro

    15 de janeiro de 2018 12:10 pm

    Quando um jornal noticiar que

    Quando um jornal noticiar que o referido Delegado recebeu propina de traficantes, extorquiu dinheiro de empresários ou se tornou sócio majoritário de um negócio criminoso (casa de prostituição, desmanche de carros, boca-de-fumo ou transportadora especialziada em drogas ilícitas) ele certamente mudará de idéia.

    Não, isso não é verdade. A imprensa só publicou mentiras! – dirá ele.

    Ha, ha, ha…

    Babaca federal, da pior espécie.

    Estamos em 2018, mas ele quer ser delegado do DOPS nos anos 1950. 

    1. Luiz (o outro)

      15 de janeiro de 2018 2:08 pm

      Comentário preciso

      O melhor comentário sobre o assunto. 

  19. Serhio

    15 de janeiro de 2018 12:15 pm

    Selecionar quais comentários
    Selecionar quais comentários serão lidos ou não pela audiência do site também é manipulação e cabe no sentido mais amplo de fakenews.
    Se for ver bem, essa maré de determinados orgãos e da imprensa estabelecida contra fakenews, é briga pela perda do monopolio de manipular pessoas com a chegada da internet

  20. jose adailton v ribeiro

    15 de janeiro de 2018 12:32 pm

    Quantidade versus qualidade

    Já há muito sabemos que a grande imprensa tem seus inúmeros  defeitos, Quantos a redes sociais que de início surgiram como um fio de esperança, degenerou de vez a confiabilidade da mídia como um todo.

  21. Renato Lazzari

    15 de janeiro de 2018 12:37 pm

    Corpo de texto é corpo de delito

    A matéria na Folha devia trazer o aviso: informe publicitário.

    “A Folha diz que se a Folha diz, é verdade. Quem atesta é o delegado oficial.”

    Agora, sério mesmo: e alguém que bate o olho numa manchete, seja passando na frente de banca de jornal, na revista Veja que alguém joga mecânica e automaticamente em sua mesa de trabalho às segundas feiras ou mesmo numa entradinha rápida no site do Estadão, vai pesquisar no Google se aquilo é falso ou verdadeiro? Ou mais importante ainda: quanto ou o que daquilo que está publicado é verdade. Quantas vezes não se publica manchetes e lides ambíguas, apontando para um lado e com o corpo de texto para outro? E as aspas? Como diz o Zé Roberto Toledo, do OESP, sobre o “jornalismo declaratório”, do qual o OESP não se orgulha mas confessamente pratica:

    Editor: – “Fulano disse isso?!”

    Repórter: – “Bem… exatamente isso, não.”

    E: – “Mas poderia ter dito?”

    R: – “Sim, poderia ter dito, rs…”

    E: – “Aspas nele, então.”

    Precisaria acabar com esse mal caráter dos jornalistas que trabalham para essas grandes (grandes?) empresas como OESP, Abril, Folha, Globo… E se isso acontecesse apenas com jornalista, tava bom. Mas e médico que opera sem necessidade? Advogado que joga nas duas pontas? Guarda que deixa passar o crime do corruptor?

  22. Flavio Martins e Nascimento

    15 de janeiro de 2018 12:49 pm

    O curriculum do

    O curriculum do moço:

    Demetrius Gonzaga de Oliveira

    Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba. Delegado de Polícia Civil no Estado do Paraná. Já desempenhou as funções de Chefe da Assessoria Jurídica da Secretaria de Segurança – SESP; Chefe do Núcleo de Informática da SESP; Sub-Coordenador e Chefe da Central de Inteligência da SESP; Chefe da Agência de Inteligência da Polícia Civil. Atualmente exerce a função de Delegado Titular do Núcleo de Combate aos Cibercrimes do Paraná – NUCIBER. Professor de Pós Graduação em Direito Criminal na área de Direito Informático do Centro Universitário de Curitiba – UNICURITIBA, da União Dinâmica de Faculdades Cataratas – UDC. Especialista de Gestão em Segurança Pública pela Escola Superior de Polícia Civil do Paraná. Colaborador da Diretoria de Inteligência da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos – SESGE, do Ministério da Justiça, tendo atuado, na área de Defesa e Segurança Cibernética durante a Copa das Confederações e Jornada Mundial da Juventude. Mestrando em Informática no segmento de Forense Computacional pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – Campus Curitiba. Coordenador Estadual do Instituto Brasileiro de Inteligência Criminal no Paraná.

    Informações coletadas do Lattes em 08/09/2017

     

    Como ‘um dos maiores especialistas’, segundo a Foia, o delegado tem uma atuação até que, diriamos, bastante acanhada. Convenhamos: a situação parece que não anda muito favorável aos jornalões, não! Mas ainda é só uma impressão. 

    1. AMORAIZA

      15 de janeiro de 2018 1:36 pm

      Curriculum Paraná

      Reservando meu respeito aos demais graduados, mas curriculum de “otoridades judiciais e policiais do Paraná”, estão mais pra “capivaras”, como se pode observar na prática.

       

  23. Serhio

    15 de janeiro de 2018 12:55 pm

    Cqd
    Cqd

  24. Paulo Dantas

    15 de janeiro de 2018 1:38 pm

    Sr. Nassif

    Sr. Nassif , o senhor é mau.

  25. Fabio !

    15 de janeiro de 2018 1:39 pm

    Não tem vergonha na cara

    Esqueceu de incluir na sua lista  a sonegação fiscal da Globo por trambiques na compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo , e o posterior desaparecimento do processo na REceita Federal ; episódio também denunciado pelos BLOGs SUJOS , nos termos usados por José Serra ; que aliás , é outra figura que passaria em branco se não fosse o trabalho dos blogs independentes. O livro PRIVATARIA TUCANA foi mantido a distância pela grande mídia , e só ganhou grande destaque nos blogs independentes . 

    Se depender desse delegado , você tem que perguntar a Marco Antonio Villa , REinaldo Azevedo , Diogo Mainardi e Eliane Cantanhede o que deve saber . E eu quero é distância dessa turma . 

  26. Francisco Kieling

    15 de janeiro de 2018 2:01 pm

    A grande ilusão a ser
    A grande ilusão a ser desnudada é a de que a imprensa é “meio” de comunicação. (Que se encontra entre as partes, entre o fato e o público. Age como transmissora de um conteúdo produzido na sociedada, repassando informações de interesse geral).
    Isso é falso! A imprensa é parte, não meio.
    A produção da pauta, do conteúdo, da ênfase, do discurso, enfim, situa os diferentes grupos comunicacionais ao lado ou mais próximos de um ou outro polo dos conflitos que conformam a sociedade.
    A grande mídia, assim como a emergente mídia digital, assume posição, produz conteúdo em conformidade com suas agendas públicas – ou privadas.
    Nessa luta pela construção de uma pauta de discussão pública, muita interpretação é equivocada, muito conteúdo é falso.
    A distinção entre equívocos e mentiras em muitos casos é tênue, em outros é flagrante.
    Querer barrar o debate sobre ela antes das posições estarem colocadas será, de fato, uma forma de censurar o diálogo. Quem tem condições de sustentar uma banca de advogados num contexto desses? Qual “parte” se beneficiaria desse quadro?

  27. Jackson da Viola

    15 de janeiro de 2018 2:07 pm

    Achei a a imagem “bonitinha”……

    1. AMORAIZA

      15 de janeiro de 2018 3:57 pm

      O retrato de uma tese
       

      Que eloquência!

  28. Frederico69

    15 de janeiro de 2018 2:31 pm

    estamos mal de delegado, que desgraça!

    melhor parar por aqui, antes que a coisa fique realmente vergonhosa!

  29. Maria Luisa

    15 de janeiro de 2018 2:45 pm

    Ele deve fazer parte da

    Ele deve fazer parte da aquela turma do Ricardo Teixeira que dizia que “se não saiu no Jornal Nacional não existe”. Para saber como se dão passam as coisas entre partes da elite brasileira. 

    Alias, tudo isso faz pensar no livro 1984 de George Orwell, que além de tratar da questão da liberdade individual também trata da post-verdade, do que interessa ao governo ou imprensa e o que não interessa e, portanto, não é divulgado. E o que não é noticiado não existe…

  30. Serhio

    15 de janeiro de 2018 2:54 pm

    A proposito, as agencias de
    A proposito, as agencias de factchecking tambem manipulam. Lembro de uma que fez um fact checking de algumas declaraçoes de Lula. Nao lembro exatamente, mas pegavam um detalhe da declaraçao (que no geral fazia todo sentido) para sapecar o selo de declaraçao falsa ou “verdade relativa”
    Mais ou menos, nao lembro do fato, como se ele dissesse que tirou 40 milhoes da miseria e agencia colocava como falso ou relativo: Foram 36 milhoes.
    Isso sem contar adverbiaçao, adjetivaçao e construçao de manchetes.
    Em termos de ego e auto valorização, jornalistas só perdem ou empatam com juízes. Poucos se salvam. Em ambos os casos

  31. Alvaro Tadeu

    15 de janeiro de 2018 3:34 pm

    duas notícias.

    Aos catorze anos, indignado com certas notícias do ex-jornal “Notícias Populares”, editado pelo grupo Folha e hoje morto e enterrado, resolvi anotar as manchetes a caminho da escola. Peguei um caderno velho, separava uma caneta para um acesso rápido e anotava. Terminou o ano letivo, não passava mais pela banca, esqueci. Mas duas manchetes ficaram na memória: 1. “Seres de outro planeta visitarão a Terra em outubro”.

    Fanático por SciFi, troquei o dinheiro do refrigerante e comprei o jornal. Essa era a manchete, a “notícia” continuava na página X. Cheguei na escola e fui à página X. O texto: Fulana de tal, maior astróloga da Argentina, afirmou que seres de outro planeta visitarão a Terra em outubro (era maio). Ela já previu a ascensão de Perón e Vargas aos governos de Argentina e Brasil respectivamente e a morte de Kennedy”. Naturalmente, nenhum alienígena pousou na Terra cinco meses depois.

    Essa mentira é difícil de provar, e se a astróloga existisse e falou aquilo? Mas a outra notícia, era fácil. Manchete do NP: “Povo foge do Vampiro!”. Abaixo da manchete, uma foto de uma multidão correndo de alguma coisa. Fazia semanas que o jornal falava sobre um vampiro na Vila Ré, Zona Leste de São Paulo. Essa mentira, ao contrário da outra, era facilmente verificável.

  32. Marcos Antônio

    15 de janeiro de 2018 4:10 pm

    Chega a ser ingênua uma

    Chega a ser ingênua uma afirmação destas!

    Perderam a noção do ridículo…

    Botar a mão no fogo pela grande mídia, é se queimar…

    Estamos assistindo a isso…

    Cada formiguinha dando a sua contribuição no golpe…

    Cada macaco no seu galho, cada qual com seu objetivo:

    Os financistas, bilionários vão ficar com as estatais.

    Políticos e agentes públicos ficarão com propina e o prestigio da venda das estatais.

    Juízes ganharão vagas em tribunais superiores e ganhos salariais e muito.prestigio junto aos padrinhos políticos!

    A classe média vai ficar com a violência nas ruas e os dramas sociais, além de pagar muito imposto, é claro!

    Mas, todos querem contribuir para o golpe!

    Talvez acreditam que haverá um país no fim disso tudo no qual eles poderão desfrutar do que conseguirão!

    Haverá um pais no qual eles poderão desfrutar isso?

    Será que eles já se perguntaram isso?

    Na China o governo é obcecado pelo crescimento, por que senão cai…

    No Brasil isso ainda não foi entendido!

    2018 não é 1964!

    Velhas formulas não funcionarão!

  33. Jose fernandes

    15 de janeiro de 2018 5:03 pm

    Qui feitiço
    Uma peste mesmo essa perseguição..há arrependimento de ter deixado a valorização da carreira destes deixando quando se lia soh nas propinas…. Precisa urgente de uma lei contra esses abusos..

  34. Jorge Fernandes

    15 de janeiro de 2018 5:42 pm

    Esse delegado

    fez parte da equipe que até hoje não descobriu que o traficante, assassino e ladrão é o dono do heliPÓptero com 450 kgs de pasta de cocaína

  35. Avelino de Oliveira

    15 de janeiro de 2018 7:12 pm

    Caro Nassif
    Não há inocencia

    Caro Nassif

    Não há inocencia nessa PF. isso é o que se espera, que eles digam. Afinal são cumplices.

    Canalhas, golpistas, entreguistas e traidores.

    Saudações

  36. Regina Maria de Souza

    16 de janeiro de 2018 10:17 am

    Perguntam nos comentários se

    Perguntam nos comentários se a afirmação do diretor da PF é séria. Claro que é, e vai ser o conceito que tentará implementar, A postos para a resistência, portanto. Aliás, a delegada Erika Marena passa bem? – tem gente que não passa desde 2 de outubro.

  37. Mário Mendonça

    16 de janeiro de 2018 11:35 am

    Prezado Mouro
    Bom dia 
    O

    Prezado Mouro

    Bom dia 

    O Petismo merece, afinal, são republicanos e acreditam que no Brasil há democracia !!!

    Viva Nicolas Maduro, que mandou a Direita Golpista da Venezuela as favas !!!

    Abração

  38. Roberto Sidnei

    16 de janeiro de 2018 12:34 pm

    verdadeiro ou falso

    Saiu no jornal: “verdadeiro

    Não saiu no jornal: “falso”

     

    por isso me preocupa tanto a ausencia “do nada”, nem mesmo comentários na “grande midia” a respeito da decisão do TRF2 de penhorar o triplex.

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