Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, relator da Lava Jato, determinou que a entrega de cópias de delações da Odebrecht, que não vieram a público na íntegra, seja entregue a políticos que solicitaram acesso com uma marca d’água nas páginas. A ideia é facilitar a identificação de possíveis vazadores. É a primeira vez, após 3 anos de operação Lava Jato, que um magistrado toda alguma atitude para prevenir vazamentos.
Segundo reportagem de O Globo, a decisão de Fachin atende a um pedido feito pelo advogado que defende vários políticos, entre eles o ex-ministro Geddel Vieira Lima.
“(…) ele [Fachin] determinou uma nova medida de segurança: as cópias a que eles terão acesso deverão trazer um marca d’água para inibir vazamentos ou, ao menos, facilitar a identificação de vazadores. Caso não cumpram com o dever do sigilo, alertou Fachin, poderão ser punidos.”
“Para o cumprimento desta decisão, deverá a Secretaria (Judiciária do STF), quando solicitada pela defesa técnica, providenciar a extração de cópia das referidas peças, apondo-lhe marca d’água que viabilize o controle do sigilo imposto nos referidos autos, cientificando-lhe do dever de garantir a restrição da publicidade imposta sobre os documentos”, escreveu Fachin.
Além de Geddel, pediram acesso às delações o ex-ministro Jaques Wagner (PT), o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB), e o vice-governador João Leão (PP), entre outros. Todos representados por Gamil Föppel. Ele terá acesso à delação de 14 executivos da Odebrecht, incluindo Marcelo Odebrecht, Alenxadrinho Alencar, Emílio Odebrecht e outros.
Lucinei
11 de dezembro de 2017 1:12 pm1) acabou a munição contra
1) acabou a munição contra Lula e PT, PT, PT;
2) “estancar essa porra” “vai bem”.
Jorge Luis
11 de dezembro de 2017 1:15 pmMas o que a imprensa publica
Mas o que a imprensa publica é o texto, não as folhas físicas. Qual o problema em ter um digitador para transcrever os textos ou usar um software OCR para escanear as páginas? Apenas eventuais cópias de documentos (recibos, notas fiscais, comprovantes, etc) é que ficariam impedidos de serem publicados, mas isso não faz diferença nenhuma.
Andre Araujo
11 de dezembro de 2017 1:26 pmNão vai funcionar. O
Não vai funcionar. O vazamento é essencial à Lava Jato, a aliança com a MIDIA é o instrumento central
da operação e essa aliança depende do vazamento sistematico. O vazador não vai mandar a pagina com linha d´agua para a revista, basta enviar o miolo do assunto, pode ser até por whatsapp, não vejo em que essa providencia vai impedir o vazamento.
Milton Murilo
11 de dezembro de 2017 3:03 pmNão vai funcionar.
Além do evidenciado por André há que se notar que muitos vazamentos, ao que corre na rede, se dá por obra e graça de informantes de dentro das instituições.
Esse conluio com a mídia é peça central da assim chamada lavajato.
E, como também já foi dito a munição contra os suspeitos de sempre acabou.
Apenas jogo de cena para o distinto público.
É hora de dar um certo ar de cumprimento ao marco legal.
Romanelli
11 de dezembro de 2017 1:37 pmO dia que o BRASIL voltar a
O dia que o BRASIL voltar a ser uma democracia uma das primeiras providências é pensar o que fazer com este Poder Judiciário FORA DE CONTROLE.
Um Poder Judiciário que atrasa ritos ..golpista ..que da medo ..responsável DIRETAMENTE por manter 40% dos presos sem julgamento ..um que pede vistas a perde de vista ,,que não dá satisfação ..que faz proselitismo político na maior CARA DE PAU.
Um Judiciário que antes de respeitar as leis estabelcidas e a Constituição do páis, permite com que seus membros deem interpretações fora da risca e INVENTEM regras ao seu interesse.
Judiciário de mandato vitalício (como pode, até os 75) ..comandado por NABABOS de direitos exclusivos ..de conchavos, golpista ..um que com este desenho JAMAIS o brasileiro saberá o que significa a CIDADANIA e a isonomia entre os seus.
Vdd é que essa turma precisa ser ENQUADRADA e ter prazo pra prestar contas ..contas por exemplo no caso do impeach (golpe) dado a um presidente eleito cujo mérito sequer foi analisado.
em tempo – e as novas regras que fixam mandatos, digamos de OITO ANOS (igual ao imprestável senado) deverá valer pros togados de agora tb (Gilmar Toffoli FUx etc) uma vêz que estes não tem direito adquirido, mas sim perspectiva de direito como interpretação recente dos próprios çupremos pros potenciais aposentados.
Antonio Idevano dos Santos
11 de dezembro de 2017 2:31 pmSalsicha
Nosso judiciário e nosso ministérrio público poderiam ser colocados na máquina de fazer salsicha, teríamos um produto de má qualidade, porém, faria um malefício menor do que faz hoje.
Edy
11 de dezembro de 2017 1:42 pmSe souberem a resposta,
Se souberem a resposta, poderiam explicar como a marca d’água facilitaria a identificação?
Um exemplo do passo-a-passo de como isso funcionaria seria ideal.
Bruno Cabral
11 de dezembro de 2017 1:50 pm14 pedidos, 14 marcas diferentes
Entao se a imprensa publicar alguma copia de pagina, é só ver qual a marca dagua e com ela quem retirou o processo.
Note que nada impede de editar a imagem com um photoshop da vida e RETIRAR a marca dagua ou copiar o texto digitando novamente
Agora que isso nao vai inibir vazamento dentro da PF, do MPF e da PGR, nao vai mesmo
mcn
11 de dezembro de 2017 2:13 pmÉ importante, mas insuficiente
O ideal seria criminalizar o ato de vazamento de informações judiciais sigilosas, penalizando o magistrado, o promotor ou o advogado da parte beneficiada.
Vazamento para veículos de mídia é um tipo de corrupção. O processo que sofreu vazamento deveria ser anulado e retornar à 1ª instância com outro juiz. Aliás, deveria ser permitido ao réu recusar um juiz suspeito.
Antonio Idevano dos Santos
11 de dezembro de 2017 2:25 pmQual a razão ?
Será que algum vazamento atingiu alguém da laia dele ?
Gilson AS
11 de dezembro de 2017 2:27 pmAgora ?
Moro já deu recado
Agora ?
Moro já deu recado que vai vazar,meter o pé.
peregrino
11 de dezembro de 2017 2:51 pmmais da automação besta…
que só vai gerar mais despesas e facilidades para maior contaminação das peças……………………
se não partirem pra cima dos que se benefiam dos vazamentos, toda e qualquer outra medida preventiva que for implantada se autodestruirá de imediato
impressionante como nunca se interessam por buscar a verdade doa a quem doer……………..
certíssimo, o mcn: vazou, começa tudo de novo sem valorar nada do que foi vazado
Orlando Soares Varêda
11 de dezembro de 2017 3:15 pmClaro que esse juizeco
Claro que esse juizeco covarde e hipócrita está jogando para a plateia alienada que lhe dá audiência. Ele sabe muito bem que faz parte de um ridículo circo de “faz de conta.”
Não percamos tempo com isso, pois, não somos jumentos pra comer milho na mão desses hipócritas.
Abraço a todos e desejo muitas mudanças, as quais, nos leve a substituir essa corja de velhos decrépitos e mentirosos, no ano que se aproxima.
Orlando
Sergio Brasil
11 de dezembro de 2017 3:23 pmMais uma BOBAJADA do PIOR
Mais uma BOBAJADA do PIOR Judiciário do mundo. Basta digitar essas porcarias de “acordo” e transmitir para a imprensa como já é praxe. Se quiser transmitir e repercutir o documento original tem UM MILHÃO de programas na rede, inclusive GRATUITOS que retiram marca d’agua de documentos. Eu queto é saber quando esse judiciario vagabundo vai processar um certo juiz de coritiba pelo crime CONTRA A SEGURANÇA NACIONAL de divulgação de grampos contra a presidencia da republica. Quando um certo CNJ e o CNMP irão processar DD e outros procuradores da republica por estarem na surdina fazendo acordos pouco republicanos com criminosos como foi provado por DURAN. Fachin e esse judiciario golpista que vão catar coquinho!
João de Paiva
11 de dezembro de 2017 3:42 pmEsse pusilânime quer os holofotes para si
Se juntarmos Fachin, Barroso, Rosa Weber, Dias Toffoli, Luiz Fux, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes, todos eles, nã valem um ‘peido seco’, para lembrar célebre expressão usada pelo Jornalista e Escritor Fernando de Morais, para resumir o que pensava a respeito de certo “historiador” tucano, de nome Marco Antonio Villa.
Roberto Monteiro
11 de dezembro de 2017 4:13 pmAgora, conta a piada do papagaio.
De onde menos se espera, daí é que não sai nada. Cada uma. Marca dágua, em tempos de inteligência artificial. Quem sabe colocarm o selo do imperados com cera e marca do anel real?
Luís Henrique Donadio
11 de dezembro de 2017 4:26 pmO título da matéria é
O título da matéria é enganoso. Achei que algum ministro do supremo tivesse tomado uma atitude contra os vazamentos já acontecidos, cometidos por otoridades da justiça de piso, do meganhistério público ou das diversas puliças.
Mas não, trata-se de uma medida contra possíveis vazamentos futuros por parte de réus nos processos. E ainda por cima, como muitos já aventaram, uma medida provavelmente inócua.
Jorge Fernandes
11 de dezembro de 2017 5:33 pmAo assumir
Lula deve demitir todo o judiciario, mpf e pf
Jorge Luis
11 de dezembro de 2017 5:55 pmLula será eleito presidente,
Lula será eleito presidente, não führer.
José Adailton Viana ribeiro
11 de dezembro de 2017 6:39 pmUnião
Lula eleito aprovará com o apoio dos deputados golpistas a lei de abuso de autoridade e a lei de regulamentação da mídia. Facinho, facinho.Elementar caro Watson.Para a plebe nada disso fará diferença.Nossos objetos de desejo independe de supostos penduricalhos constitucionais.Enquanto isso a corte se diverte.
Jackson da Viola
11 de dezembro de 2017 6:49 pmVão, inclusive…..
por a tal “marca aquatica” em gravação de audio, video e fotografia ; )
Podia ser até uma boa ideia……..antes da invenção da fotografia, la pela metade do seculo 19…………
Aristoteles Coelho
11 de dezembro de 2017 9:58 pmAinda não caiu a ficha do
Ainda não caiu a ficha do Fachin, o inocente ainda acha que esta no controle, ah! coitado! Quem julga e condena é o continuum Midia-Vazadores, a Fachin e seus inuteis companheiros decorativos cabe apenas homologar as sentenças da mídia, que naturalmente emanam da metrópole, o Big Brother do Norte.
AMORAIZA
12 de dezembro de 2017 12:11 amAtitude enérgica
Em vez de tomar essa atitude tão drástica o ministro poderia ter tomado um cafezinho.
Faria o mesmo efeito.
Alvaro Tadeu
12 de dezembro de 2017 12:34 pmUm militante político…
Foi nos anos colloridos. Sua Alteza, Rosane Collor, recebeu um dinheirão da extinta LBA de forma ilegal. Foi através do Banco do Brasil e a documentação precisava ser arquivada. Claro, estava sob sigilo bancário. O militante que arquivou, leu e indignou-se. Salários congelados, contas atrasadas e ele vendo aquela pouca vergonha. Copiou a documentação (época da Xerox) e entregou para a diretoria do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro. Foi um belo escândalo, rendeu algumas manchetes dos jornais mais reacionários do país, O Globo y compris. O Banco do Brasil não tinha provas contra ninguém, mas o suspeito número um era o militante sindical, rapaz de uns 25 anos. Ele foi demitido por justa causa, mas sem provas formais, eram só desconfianças. O sindicato, durante dois anos, pagou-lhe os salários, com aprovação de todos os associados. Dois anos depois, a demissão foi anulada e ele voltou às atividades bancárias. Mas no início dos anos 90, ainda havia juízes do trabalho com “aquilo roxo”. Hoje, suas santidades, digo, suas excelências têm “aquilo cor-de-rosa”. Eita Brasil, quanto mais o tempo passa, pior fica. Até elegeram Tiririca, que envergonhado com a m….que fez, disse que desistiu de concorrer à reeleição. So o tempo dirá.