20 de maio de 2026

Decisão que determina desocupação da UnB é suspensa

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Jornal GGN – A Justiça Federal suspendeu por 15 dias a decisão que determinava a desocupação das instalações da Universidade de Brasília (UnB). O desembargador Jirair Meguerian aceitou recursos do Ministério Público Federal, dizendo ser prudente esperar mais tempo pela desocupação, já que a nova reitora da instituição tomou posse ontem (24).

Os estudantes ocupam 15 áreas da universidade desde o dia 31 de outubro, em protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, antiga PEC 241. O MPF disse que acompanha a mobilização e que irá mediar uma solução pacífica.

A decisão de desocupar a instituição foi proferida no começo da semana pelo juiz Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara da Justiça Federal. Professores da UnB criticaram a ação, dizendo que o processo era “flagrantemente viciado”.

Já os advogados que representaram os estudantes disseram que o magistrado é conhecido por “decisões de direita, parciais e instrumentais para interesses políticos.”

Nesta quinta (24), foi empossada reitora da UnB a professora Márcia Abrahão Moura, que prometeu dialogar com a comunidade acadêmica sobre a ocupação e também sobre a greve dos trabalhadores técnico-administrativos.

“A universidade é feita por pessoas que sabem dialogar e são muito bem preparadas, sejam estudantes, técnicos ou docentes. Sempre resolvemos as questões internas com diálogo, desde que a universidade foi fundada. Não é agora que não vamos resolver”, afirmou.

Leia mais: Globo distorce ‘aulões’ na ocupação da Universidade de Brasília

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2 Comentários
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  1. Orlando Soares Varêda

    25 de novembro de 2016 4:38 pm

     
     
    Esse juizeco de merda é

     

     

    Esse juizeco de merda é parente daquela advogada Cata Preta da PqP? Aquela envolvida com o não menos juizeco moro do interior do Paraná.  A senhorra Catta, dizia-se, era especialista ligada ao moro, encarregada de arrumar delator para ser premiado pela “operação lava-bunda do moro da Guantánamo paranaense. Seria a Catta Pretta, digo, afrodescendentte, irmã desse juizeco de Itajiba, ops, de Brasília. Alguém saberia dizer?….

    Orlando

  2. Maria Luisa

    25 de novembro de 2016 6:24 pm

    Ao CNJ com carinho

    “Já os advogados que representaram os estudantes disseram que o magistrado é conhecido por “decisões de direita, parciais e instrumentais para interesses políticos.”

    Se até a argumentação dos advogados evidenciou o que é o Juiz Itagiba Catta Preta Neto, ele vai continuar agindo assim, sem ser chamado pelo CNJ ?

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