Jornal GGN – O Japão não deve atravessar mais um afrouxamento monetário e sua política econômica deve ser mantida, com as estimativas otimistas de inflação. O anúncio foi o presidente do banco central local, Haruhiko Kuroda.
Segundo ele, os preços têm caminhado para a meta de inflação e as economias internacionais, mesmo que lentamente, têm se recuperado. Não haverá, ainda de acordo com o líder da autoridade monetária, a necessidade de estímulos para compensar o impacto do aumento de impostos sobre vendas, previsto para entrar em vigor em abril de 2014.
A desvalorização do iene tem ajudado o Japão a recolocar sua economia e uma década e meia de deflação nos trilhos. A inflação tem se mantido nos 2% e os preços em alta de até 1,2% em relação a 2012. Ainda há uma certa desconfiança dos analistas em relação ao aumento da inflação no país, mas os membros do BC estão confiantes na conquista da meta estabelecida pelo governo.
O compromisso de elevar a base monetária a um ritmo anual de até 70 trilhões de ienes ((US$ 673 bilhões) também foi reafirmado, por meio de compras de ativos. E a inflação ao consumidor deve atingir os 1,3% já no ano fiscal que começa em abril, podendo chegar a 1,9% já no início de 2015.
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