4 de junho de 2026

O rock progressivo italiano da Premiata Forneria Marconi

Por morallis

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Dentre as bandas Italianas, talvez a melhor! Não? Essa discussão é antiga, mas certamente sendo do “time” de cima, sobravam.

Premiata Forneria Marconi — PFM, para os intimos.

http://youtu.be/8lz-Hp4Jb_U height:480 align:center]

[video:http://youtu.be/esHEPt41Sjc height:480 align:center

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9 Comentários
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  1. morallis

    20 de janeiro de 2014 9:46 pm

    Rs..A fornada premiada da

    Rs..A fornada premiada da “Padaria Marconi”..e ela ainda existe!

  2. Ulisses s

    20 de janeiro de 2014 10:20 pm

    Ela está vindo ao Brasil

    para um show de rock progressivo no Rio em Fevereiroem fevereiro.

    Para os apaixonados pelo rock progressivo recomendo também o Violeta de Outono, considerado um dos melhores grupos brasileiros na ativa

    Para quem não conhece, seu som é um progressivo tipo Pink Floyd, embora sua versão de Tomorrow Never Knows dos Beatles (LP Revolver) seja melhor que a original.

    http://www.youtube.com/watch?v=vvk49x9rLM8

     

    http://whiplash.net/materias/agenda/194235-premiataforneriamarconi.html#.Ut2fyRC5fIU

      ◄  ► Agenda | Premiata Forneria Marconi

    01/02/14 – Premiata Forneria Marconi (Rio de Janeiro – RJ)

    Postado por Diego Camara | Fonte: Território da Música | Acessos: 549    

    Local: Tenda CCBB – Rio de Janeiro/RJ
    Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro
    Horário: 21:00hrs

    Show parte da Mostra Internacional de Rock Progressivo.
    Mais informações serão reveladas em breve.

    Ingressos:
    R$10,00 (inteira)
    R$5,00 (meia)

    Informações: (21) 3808-2020

    Fonte: 01/02/14 – Premiata Forneria Marconi (Rio de Janeiro – RJ) http://whiplash.net/materias/agenda/194235-premiataforneriamarconi.html#.Ut2fyRC5fIU#ixzz2qynO1HCF

     

  3. Ulisses s

    20 de janeiro de 2014 10:49 pm

    MOSTRA INTERNACIONAL DE ROCK PROGRESSIVO

    Para quem é do Rio de Janeiro ou vizinho!

    http://culturabancodobrasil.com.br/portal/eventos/musica/mostra-internacional-de-rock-progressivo

     

    sobre o evento

    Encontro de bandas com personalidades da área, em um intercâmbio cultural rico em álbuns conceituais, vocalizações pouco usuais, sintetizadores, instrumentos eletrônicos, música clássica, virtuosismo e letras que abordam temas como ficção científica, fantasia, guerra, amor, loucura e história.

     

    >> Dia 17/01 – sexta
    Quaterna Requiem – RJ, BRA

     

    >> Dia 18/01 – sábado
    Carl Palmer – Inglaterra

     

    >> Dia 19/01 –  domingo
    Tempus Fugit – RJ, BRA

     

    >> Dia 24/01 – sexta
    Dialeto – SP, BRA

     

    >> Dia 25/01 – sábado
    Violeta de Outono – SP, BRA

     

    >> Dia 26/01 – domingo
    Calix – MG, BRA

     

    >> Dia 31/01 – sexta
    Terreno Baldio – SP, BRA

     

    >> Dia 01/02 – sábado
    PFM (Premiata Forneria Marconi) – Milão, ITA

     

     

     

    MAIS SOBRE AS BANDAS

     

    CALIX

    Com 10 anos de carreira, o Calix tem dois CDs lançados “Canções de Beurin” (2000) e “A Roda” (2002), que venderam mais de 10 mil cópias.

    A banda já recebeu importantes prêmios na categoria de rock progressivo (como o de banda revelação, melhor cd e melhor show nacional de 2000), tendo tocado ao lado do Focus, uma das bandas mais significativas na história do rock progressivo mundial e no Rio Art Rock Festival (Rio de Janeiro), ao lado do grupo italiano “Il Baleto Di Bronzo”.

    Entre 2893 inscritos de todo o Brasil, o grupo ficou entre os 24 classificados para o prêmio Visa MPB Compositores, realizado no primeiro semestre de 2003, comprovando a sua versatilidade.

    Atualmente a banda trabalha no lançamento do DVD “Cálix Ao Vivo”, lançado em junho de 2007.

    As músicas do grupo, que já recebeu também reconhecimento internacional, com CDs distribuídos na Europa, Ásia, América Latina, Estados Unidos.

     

     

     

    CARL PALMER – SHOW “CARL PALMER´s ELP LEGACY – Celebrating the Music of Emerson Lake & Palmer”

    Carl Frederick Kendall Palmer nasceu em Birmingham, Inglaterra, em 20 de março de 1950. Um dos maiores bateristas do rock, integrou algumas das bandas mais memoráveis da música, incluindo Atomic Rooster, The Crazy World Of Arthur Brown, Asia e Emerson, Lake & Palmer.

    Aos 18 anos, substituindo o baterista Drachen Theaker, Carl Palmer juntou-se com o Crazy World of Arthur Brown. Após os ensaios breves, partiu em uma turnê árdua EUA ao lado de lendas do mundo do rock, incluindo Grateful Dead, Jimi Hendrix, Premier Cast of Hair, Iron Butterfly e outros. Pressões contínuas, problemas de gestão, problemas de saúde e conflitos de personalidade contribuíram para a saída de Carl, juntamente com o tecladista Vincent Crane, que retornaram ao Reino Unido para formar o Atomic Rooster.

    Foi com Atomic Rooster que Carl Palmer obteve seu primeiro sucesso real como um membro fundador da banda. Mídia e fãs imediatamente abraçaram Crane, Palmer e o baixista/vocalista Nick Graham. A cena de rock progressivo do final dos anos 60 estava prosperando. Seu álbum de estreia, Atomic Rooster, atingiu a posição 49 no Reino Unido. Alimentado por seus solos de bateria brilhantes, a reputação de Palmer cresceu como um baterista com uma habilidade fenomenal e velocidade vertiginosa.

    Na primavera de 1970, Carl Palmer aceitou o convite e se juntou à banda que o tecladista Keith Emerson estava formando com o baixista Greg Lake, ex-King Crimson. Apelidado imediatamente pelos meios de comunicação como um “supergrupo”, Emerson, Lake and Palmer (ELP) entrou na arena musical com grandes expectativas. No mês seguinte, o grupo terminou o seu auto-intitulado álbum de estreia, que foi lançado em novembro. Instantaneamente bem sucedido, ele subiu para o Top 5 na Inglaterra e no Top 20 nos Estados Unidos. O clássico single “Lucky Man” se tornou um hit e seu show no palco rapidamente se tornou uma lenda. O álbum de 1971, Tarkus, foi para o 1º lugar nas paradas do Reino Unido e Top 10 na América. Quando lançado, o álbum também se tornou um grande sucesso. Cansada de um ano extenuante corrida quatro que tinha visto o lançamento de cinco álbuns, assim como incontáveis turnês, a banda decidiu fazer uma pausa para explorar outros projetos e para recarregar sua criatividade.

    À procura de novos horizontes para além ELP, Carl Palmer formou sua própria banda, PM, mas o sucesso iludiu a banda, que se separou pouco depois.

    A oportunidade bateu novamente para Carl Palmer quando o manager Brian Lane, aproximou-se dele em 1981. O grupo Asia nasceu e explodiu nas paradas, direito para o primeiro lugar. Mais de 7 milhões de cópias do álbum foram vendidas em todo o mundo. Ao longo do caminho, singles como “Heat Of The Moment”, “Only Time Will Tell”, “Wildest Dreams” e “Sole Survivor” dominaram as paradas por meses. Depois de uma turnê cansativa de 18 meses, o Asia seguiu com seu segundo álbum, “Alpha”, que gerou dois hits, “Don’t Cry” e “The Smile Has Left Your Eyes.” Com as inevitáveis pressões que acompanham esse sucesso fenomenal, vieram sinais de que a banda estava começando a desmoronar. Mais tarde, em 1989, a bandeira da Ásia foi levantada novamente.

    Em 1991, Carl Palmer lançou seu tão esperado e antológico disco “Do Ya Wanna Play, Carl?”. A coleção apresentou maiores gravações de Palmer com ELP, Asia, Atomic Rooster e mais várias faixas raras e nunca antes lançadas.

    Em 2006, a banda de Carl Palmer, também formada por Paul Bielatowicz (guitarras) e Simon Fitzpatrick (baixo), fez uma turnê de grande sucesso nos EUA e continua a se apresentar por todo o mundo. O grupo também embarcou em uma turnê de 29 shows pelo Canadá, EUA e América do Sul. A banda registrou o concerto em DVD e três aclamados CDs ao vivo: Vol 1., Vol. 2 e Vol. 3.

    Em 2006, Carl também aconteceu a tão aguardada reunião dos integrantes originais da banda Asia, com Steve Howe, Geoff Downes e John Wetton. A banda já fez cinco turnês mundiais e gravou dois novos álbuns de estúdio, “Phoenix”, lançado por Fronteiras e EMI Records em 2008, e “Omega”, lançado em 2010.

    Em julho de 2010, Palmer também participou de uma reunião do ELP, apresentada para 30 mil pessoas no High Voltage Festival, em Londres.

    Essa é a segunda vez que Carl Palmer se apresenta no Brasil (e a primeira no Rio de Janeiro). Em novembro de 2010, o músico fez única apresentação, em São Paulo.

     

     

     

    DIALETO

    Dialeto é uma banda paulistana de Art-Rock / Prog-Rock composta atualmente por Nelson Coelho (Zero, Sotaque, AkiraS) na guitarra; Miguel Angel (Durex, Sotaque, Okotô) na Bateria; Jorge Pescara (Zero, Ithamara Koorax, Dom Um Romão, Eumir Deodato, etc) no baixo touchstyle e Rainer Tankred Pappon (Central Scrutinizer Band) na guitarra.

    Formado em 1987 por Nelson, Miguel e com Andrei Ivanovic no baixo fretless, o trio retomou as atividades em 2006, após longo hiato, tendo boa acolhida da crítica especializada, tanto no Brasil quanto no exterior, aos seus dois primeiros álbuns, “Will Exist Forever”, de 2008, e “Chromatic Freedom”, de 2010.
    Em 2012, o Dialeto passa a contar com nova formação, agora com Jorge Pescara, que introduz na música da banda o seu baixo do tipo Touchstyle. A banda passa também a se dedicar à música exclusivamente instrumental, embora ainda mantenha em seu repertório músicas dos períodos anteriores.

    Com a nova formação, o trio lança internacionalmente em 2013 o álbum “The Last Tribe” pela conceituada gravadora americana Moonjune Records, selo que abriga grandes nomes, como Allan Holdsworth, Soft Machine Legacy entre outros.
    Nas apresentações ao vivo, a partir de 2014, o Dialeto conta também com a participação e apoio do guitarrista Rainer Tankred Pappon (Central Scrutinizer Band).

    A música do Dialeto é construída a partir das referências culturais do rock progressivo, do hard rock, do jazz rock e da música folclórica oriental. Sua música intensa, muitas vezes imprevisível e misteriosa, recheada de improvisos instrumentais pouco convencionais e com sonoridades que nos remetem a lugares distantes e imaginários, constitui-se em um verdadeiro desafio sensorial aos ouvintes mais acostumados às canções do rock e pop tradicionais.

    Músicos: Nelson Coelho (guitarra), Jorge Pescara (touchguitar), Miguel Angel (bateria) e Rainer Tankres Pappon (guitarra).

     

     

     

    PFM (PREMIATA FORNERIA MARCONI)

    Durante o final dos anos 60 e início dos anos 70, a Premiata Forneria Marconi (PFM) se apresentou por toda a Itália com o nome de “I Quelli”. Seu primeiro álbum, “Storia di un Minuto”, foi lançado com o nome atual da banda, Premiata Forneria Marconi. Logo em seguida atacaram com o álbum “Per un Amico”, que chamou a atenção do músico inglês Greg Lake, do Emerson, Lake & Palmer, que os convidou para visitar Londres. Durante essa visita, a banda conheceu Pete Sinfield (King Crimson, Roxy Music). Sinfield estava tão surpreso e entusiasmado com a banda que decidiu escrever letras e produzi-los. O resultado dessa colaboração foi “Photos of Ghost”, de 1973. Devido às dificuldades que a imprensa britânica estava tendo com o nome do grupo, foi então reduzido para PFM.

    O grupo lançou o terceiro álbum, “L’isola di Niente”, em 1974, sendo seguido no mesmo ano por outro álbum, intitulado “The world became the world”. Em meados dos anos 70, lançam o álbum ao vivo “Cook”, na reedição para mercado norte-americano. Depois de uma extensa turnê e uma pequena pausa, a PFM lança “Chocolate Kings”, primeiro álbum com versão inglesa para as músicas em italiano. Encerram a década de 70, a mais produtiva e criativa da banda, com “Jet Lag” e “Passpartù”. Neste período, fazem também várias apresentações pela Europa, Estados Unidos. A banda sofre algumas modificações: em 1979, o virtuoso violinista Mauro Pagani deixa a banda, tendo um encontro-concerto com Fabrizio De André com quem haviam tocado no “I Quelli”.

    No início dos anos 80, quem deixa a banda é Flavio Premoli. O PFM grava ao longo da década mais quatro álbuns e, depois de 17 anos, Premoli retorna ao PFM no álbum “Ulisse”.

    No início de 2000, a PFM lança o álbum “Serendipity”. Com a troca de seu manager, em 2002, a banda volta a fazer uma turnê intercontinental, retornando também ao Japão, após longos 25 anos. A banda segue até os dias de hoje, lançando alguns álbuns de estúdio e ao vivo, sendo o álbum “Live in Roma”, seu mais recente trabalho.

    Atualmente, a banda tem em sua formação, os originais Franco Mussida (guitarra e vocais), Patric Djivas (baixo e guitarra) e Franz Di Cioccio (bateria e vocais), acompanhados dos músicos Lucio Fabbri (violino e teclados), Roberto Gualdi (percussão) e Alessandro Scaglione (teclados).

     

     

     

     

    QUATERNA RÉQUIEM

    Formado atualmente por Formação Quaterna Réquiem: Elisa Wiermann (teclados, composições e arranjos), Cláudio Dantas (bateria acústica e eletrônica e arranjos), Roberto Crivano (guitarras), Kleber Vogel (violino elétrico) e Jorge Mathias (baixo), o grupo foi criado a partir do interesse dos irmãos Elisa Wiermann e Cláudio Dantas pela música de câmara e pelo rock progressivo.

    Com uma discografia bastante difundida em todo o mundo, o grupo vem recebendo enaltecedoras críticas da imprensa especializada internacional como: HARMONIE e BIG BANG (França), ARITILLUS (Espanha), BACKGROUND MAGAZINE e SI MUSIC (Holanda), MARQUEE (Japão), PAPERLATE e ARLEQUINS (Itália), SRM (Alemanha), ART-ROCK (Polônia), CYCLONE (Canadá), PROGNETIK (Noruega) e MUSIC PEOPLE (Coréia do Sul), dentre outros veículos.

    Após várias formações, iniciou no final de 89 uma série de apresentações no Rio de Janeiro e, em julho de 1990, gravou seu primeiro LP “Velha Gravura”. Em 1994, gravou o seu segundo álbum, “Quasímodo”. Estes dois discos foram distribuídos em lojas especializadas no Brasil, Argentina, França, Itália, Estados Unidos, Holanda, Japão, Espanha, Coréia do Sul, Chile, antiga União Soviética, Polônia, etc.

    Em 1999, é lançado o primeiro disco ao vivo, “LIVRE”, registrado em show no Teatro Scala, Rio de Janeiro. Em agosto de 2004, o grupo se reuniu para a realização show no Rio de Janeiro em comemoração aos seus 15 anos de trajetória. Este show, lançado em DVD, faz um apanhado de toda a carreira do grupo.

    Em final de 2012, lançou seu atual projeto fonográfico “O Arquiteto”, que recebeu texto crítico de agradecimento de Oscar Niemeyer, impresso na capa do CD.

     

     

     

    TEMPUS FUGIT

    Formada atualmente por André Mello (teclados e vocal), Marquinhos dos Santos (baixo elétrico e contrabaixo acústico), Ary Moura (bateria e percussão) e Henrique Simões (guitarra, violão e backing vocal), o nome Tempus Fugit foi inspirado no título de uma das canções da banda Yes, de quem André Mello (teclados e voz) sempre foi fã.

    Em 1997, o selo brasileiro PC Mellody adotou a banda para lançamento do seu primeiro CD, Tales From a Forgotten World. O trabalho ganhou enorme reputação no Japão, Europa e EUA.

    Em 1998, foi lançado pela Rock Symphony The Official Bootleg – Feb 98, CD que registra o último show realizado com a primeira formação da banda. Em 1999, com um novo integrante, a Tempus Fugit entrou novamente em estúdio e gravou seu 2º CD, “The Dawn After The Storm”. Em dezembro do mesmo ano, a banda realizou um show histórico em Buenos Aires (Argentina) juntamente com Anekdoten, Nexus e outras atrações locais no 1º Festival de Rock Progressivo de Buenos Aires, considerado um dos melhores shows de Rock Progressivo da Argentina de todos os tempos.

    Em setembro de 2000, a banda se apresentou no Prog Fest 2000 em Los Angeles (EUA). Foi a primeira banda sul-americana a participar do festival, considerado um dos maiores do mundo.

    Em 2007, a banda relançou seu CD de estreia, Tales From a Forgotten World Extended & Remastered Edition, pelo novo selo Masque Records, comemorando 10 anos de trajetória. O álbum obteve excelentes críticas no Brasil e no exterior. Em 2008, foi lançado pela Masque Records, Chessboard, o terceiro CD da banda.

    O próximo projeto da banda é a gravação de um DVD. No momento, estão trabalhando no relançamento de The Dawn After the Storm, álbum que completa 15 anos em 2014. Ainda para 2014, está previsto o lançamento do quarto CD de estúdio da banda.

     

     

     

    TERRENO BALDIO

    Considerado por muitos como o “Gentle Giant” brasileiro, o Terreno Baldio foi formado no início dos anos 70 e teve sua estreia em 1975 com um álbum homônimo, lançado pela gravadora Pirata com a tiragem de 3 mil cópias.

    O grupo lançou mais um álbum, “Além das Lendas Brasileiras”, antes de encerrar suas atividades, em 1978. A banda ainda voltaria a se reunir em 1993 para regravar o primeiro LP.

    Depois de mais de três décadas de seu lançamento original, em 1976, a gravadora niteroiense Rock Symphony e o grupo paulista Terreno Baldio relançam o primeiro disco, que ainda era inédito em CD.

    Terreno Baldio também ficou internacionalmente conhecido por reportagens no Japão, Europa, EUA, etc.

    A atual formação do Terreno Baldio é: João Kurk (vocais), Mozart Mello (guitarra) e Roberto Lazzarini (teclados), integrantes da formação original, além de Edson Ghilardi (bateria), Geraldo Vieira (contrabaixo) e Cássio Poleto (violino).

     

     

     

    VIOLETA DE OUTONO

    A banda Violeta de Outono foi formada em 1984 em São Paulo, Brasil, por Fabio Golfetti, Angelo Pastorello e Claudio Souza, moldando sua própria sonoridade ao misturar as tendências correntes na época com a psicodelia de Pink Floyd/Beatles e, rapidamente, ganhou a atenção de público e mídia. Ao longo de mais de 25 anos de estrada, a banda se manteve paralela ao mainstream, obtendo uma reputação cult e reconhecimento internacional. Seus concertos são conhecidos pela atmosfera hipnótica e sons espaciais, que se tornaram a marca registrada da banda. Seu primeiro LP homônimo, de 1987, marcado por uma psicodelia envolta em sombras, conseguiu a proeza de angariar fãs de rock progressivo e dos estilos pós-punk e dark/gótico.

    Muitos anos e álbuns depois, o Violeta de Outono lançou “Volume 7”, em 2007, um novo marco para o som do grupo, com influências de rock, jazz, pop e um pouco da cena inglesa de Canterbury da década de 1970. Também desse período é o DVD “Seventh Brings Return – A Tribute to Syd Barrett”, lançado na Inglaterra pelo selo Voiceprint.

    O fundador do Violeta de Outono, Fabio Golfetti, é atualmente o guitarrista da renomada banda psicodélica GONG, liderada por Daevid Allen – Fabio excursionou Reino Unido, Europa e Japão com GONG, em 2012, e também está gravando um novo álbum com a banda para lançamento e nova tourné, em 2014.

    Em 2012, o Violeta de Outono lançou seu novo CD, “Espectro”, que ganhou recepção calorosa tanto no Brasil quanto no exterior. Com o seu estilo melódico e bem elaborado, o grupo está conquistando um crescente reconhecimento dos ouvintes e da imprensa musical. A formação atual conta com Fabio Golfetti (guitarra & vocal), Gabriel Costa (baixo), José Luiz Dinola (bateria) e Fernando Cardoso (órgão, piano & synth).

     

  4. Luiz Antonio Antunes Machado

    20 de janeiro de 2014 11:35 pm

    Boa lembrança

    O meu álbum favorito deles sempre foi “Chocolate kings”. Bem anos setenta, a música que embalava os fãs de rock progressivo da época, junto com King Crimson, Eloy, Emerson Lake and Palmer, Yes, Gentle Giant e outros.

  5. Ivanisa Teitelroit Martins

    21 de janeiro de 2014 12:12 am

    rock progressivo, uma das minhas preferencias

    Morallis, bem lembrado! Ha muito tempo nao os ouvia.

     

  6. Tamára Baranov

    21 de janeiro de 2014 7:07 am

    Para os jovens, o rock

    Para muitos, o rock progressivo sempre foi música de velho: chata e enfadonha. PFM provou que o rock progressivo não é nada disso e já com o primeiro álbum ‘Storia di un Minuto’ mostrou toda a competência e virtuosismo de seus músicos. Os anos pesam até para os artistas, talvez mais para eles do que para nós simples mortais. O tímido Franco Mussida está com artrite, e em certos momentos dos shows pede ao tecladista que estique seus dedos. Mesmo assim, arrasa e comove. Seu domínio do violão clássico já não possui a mesma habilidade, maculada pelos problemas de não ser mais jovem, mas a sensibilidade continua infindável. Ainda brilha com sua guitarra chorosa e o quanto de história da boa música tem debaixo dos cabelos já brancos. Certamente é o amor à música que move a banda. Para os velhinhos do ‘Premiata Forneria Marconi’ a música é uma celebração.

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=Jidobnbro-I align:center]

    1. evandro condé de lima

      21 de janeiro de 2014 10:46 am

      A propósito de sua frase

      A propósito de sua frase sobre o tempo e em se tratando de rock progressivo ( os saudosistas saberão quem é):

       

      1. morallis

        21 de janeiro de 2014 5:34 pm

        O Greg (bufallo) Lake , o

        O Greg (bufallo) Lake , o tempo passou. Apenas para constar,

        o pessoal do prog-rock lá do final dos 60 e  começo dos 70

        eram  grandes tiradores de “sarro” quanto as criticas e criticos

        que se irritavam pelo rebuscamento temático e sonoro das 

        bandas. Há várias pérolas retiradas de entrevistas, juro que

        postarei assim que revirar minhas velhas revistas.

  7. Jorge Leite Pinto

    21 de janeiro de 2014 11:57 am

    Estive no Rio, no CCBB (onde

    Estive no Rio, no CCBB (onde a banda vai tocar dia 1 de fevereiro) e confirmei o que não acreditava: a banda vai realmente se apresentar ali. E eu não poderei assistir, pois tenho compromissos em Vitória, onde moro. Acho até que os ingressos já estão esgotados, com preços baratinhos: 10 mérréis (é mole?).

    Pra mim, é uma das 5 melhores do prog/rock, junto com G.Giant, J.Tull, Genesis (com Peter G.) e Yes.

    Também gosto muito do “Terreno Baldio”, que tocará dia 31/1.

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