17 de junho de 2026

O Cantador do Brasil e o Ministro do Canadá

O que haveria em comum entre os dois personagens do título?

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Segundo Rolando Boldrin, “o cantador brasileiro é aquele que se apresenta por todo o nosso país, de norte a sul e de leste a oeste, cantando sem se preocupar com seu canto; que sempre dispensou estudos de música e nunca se interessou com a colocação ou emissão perfeita de sua voz, porque a preocupação maior do cantador vai muito além do canto. O cantador se preocupa apenas em passar a mensagem que está contida na letra de sua música. O verdadeiro cantador não é procurado pela grande mídia impressa, falada ou televisão, pois que ele, o cantador, vive afastado do modismo urbano; ao contrário, foge dele.”

E foi um desses cantadores, o Palmeira, da dupla Palmeira e Biá, que em 1955 compôs a música “Disco Voador”, um clássico da nossa Música Sertaneja. A letra se inicia com um desejo: “Tomara que seja verdade que exista mesmo disco voador”; e segue descrevendo as maldades que as cabeças pensantes da humanidade têm criado, e pede a intervenção desses possíveis alienígenas para colocar a vida na Terra em um caminho de mais amor e justiça.

Quase cinquenta anos depois da gravação dessa música, no dia 6 de janeiro de 2014, o ex ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, participou em uma entrevista na TV Russa, canal RT, quando expôs suas idéias sobre OVNIs.

Paul afirma que temos vários alienígenas vivendo entre nós, talvez 80 espécies, que vão desde “short grays”, normalmente vistos nos desenhos animados, aos “Nordic blondes” e “tall whites” que podem tranquilamente passar por humanos.

Afora a informação das espécies e suas origens, Paul inova o discurso sobre os extraterrestres, quando fala de seus objetivos, e de suas preocupações para com o destino do nosso planeta:

Eles odeiam nossas armas nucleares, e por isso aumentaram sua presença entre nós. Poderiam interferir, mas estão presos a um código de conduta que não os permite, a não ser quando convidados.

Algo terrível deve acontecer se não mudarmos nossa conduta. O universo é uma unidade, e o uso de armas nucleares na Terra traria consequências desastrosas não apenas para nós, mas para todos os seres do cosmo. Eles estão preocupados porque somos estúpidos o suficiente para fazer uso dessas armas.

Esses extraterrestres aceitaram, de início, que os humanos tivessem o direito de administrar o planeta Terra, agora não estão mais satisfeitos com a incapacidade que demonstramos para tal tarefa.

Nós passamos muito tempo lutando um contra o outro, gastamos muito dinheiro com orçamentos militares, porém gastamos muito aquém do necessário para alimentar os pobres, ou cuidar dos desabrigados e doentes. Poluímos nossas águas e nosso ar e adoramos brincar com essas exóticas armas termonucleares ou atômicas, que têm um efeito devastador sobre a nossa terra e ao nosso cosmo, e eles não gostam disso.

Em matéria de tecnologia estamos anos-luz atrás deles, e muito do KnowHow que temos aprendemos com eles, o que poderia ser muito mais, especialmente no campo da agricultura e da medicina, se fossemos mais pacíficos.

Algumas pessoas estão mais interessadas em obter tecnologia militar, o que é um equívoco, e isto é uma das coisas que teremos que mudar. Como?

Trabalhando todos juntos.

Veja a entrevista do ex Ministro e o artigo de Travis Gettys aqui.

http://www.youtube.com/watch?v=-oVNIb6ydjw

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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2 Comentários
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  1. Assis Ribeiro

    9 de janeiro de 2014 10:09 am

    Delícia de texto

    .

  2. Alan Carvalho

    9 de janeiro de 2014 11:32 am

    O dia em que a terra parou.

    Este texto é o argumento do filme O dia em que a terra parou (1951), de Robert Wise. Interessante enquanto ficção e uma tremenda bobagem enquanto realidade.

    http://www.imdb.com/title/tt0043456/?ref_=fn_al_tt_2

     

     

     

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