
Jornal GGN – Nesta quinta (17), a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) defendeu o cumprimento do teto salarial dos funcionários públicos sem o acúmulo de benefícios que ultrapassem o limite estabelecido pela Constituição Federal.
“Teto é teto”, disse a senadora, que é relatora da Comissão do Extrateto. Criada na semana passada, o objetivo da comissão é estabelecer propostas para acabar com os supersalários do funcionalismo públicos, aqueles que ultrapassam o teto de R$ 33,7 mil.
Hoje, os integrantes da Comissão se reuniram com Rodrigo Janot, Procurador-Geral da República. Ontem, eles estiveram com Carmén Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, com Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e também com o presidente Michel Temer.
Segundo a senadora, a Comissão pretende regular a diferença entre o subsídio e verba indenizatória (benefícios extras) e acabar com o efeito cascata, que vincula os salários dos ministro do STF a de desembargadores, procuradores, juízes e conselheiros.
Além disso, o colegiado irá analisar as exceções, como médicos, magistério e ministro do Tribunal Superior Eleitoral, que podem receber acima dos R$ 33,7 mil.
Alex Cardoso
17 de novembro de 2016 6:50 pmMais uma da série “As
Mais uma da série “As mentiras que gostamos de ouvir.”
Andre Araujo
17 de novembro de 2016 7:02 pmO problema não são os
O problema não são os salarios, são os “auxilios” e sobre esses a Senadora nada falou.
A questão do efeito cascata NÃO é o problema porque todos ja bateram no teto, o problema é o resto.
Paulo Cezar
17 de novembro de 2016 7:41 pm“Segundo a senadora, a
“Segundo a senadora, a Comissão pretende regular a diferença entre o subsídio e verba indenizatória (benefícios extras)”
Acredito que a senadora contemplou os “auxilios” em sua fala…
ze sergio
17 de novembro de 2016 8:32 pmo problema…
O problema não é o salário? 30 mil reais por mês? Quantas profissões em final de carreira proprocionam tal salário na iniciativa privada? E depois se transformarão em pensões e aposentadorias no mesmo nível. O prblema brasileiro é muito simples. Um país inteiro financiando sua elite pública. Cidades, estados, autarquias, estatais, universidades, Federação atolados em folha de pagamento e pensões que consomem 90, 100, 130% da sua arrecadação. E agora esrtão minuciosamente procurando onde cortar excessos? Brasil, vamos parar de tanta imbecilidade. Já deu.
Andre Araujo
17 de novembro de 2016 9:01 pmNão estou concordando com o
Não estou concordando com o teto que já é muito alto, nos EUA juizes e promotores não ganham isso.
Estou dizendo que o projeto da Senadora Abreu esta mirando em alvo errado e desviando do maior problem dos supersalarios, a cascata não é o problema maior e sim os “auxilios” que mais que dobram o teto.
Veri
18 de novembro de 2016 12:01 pmA solução é aumentar os salários na iniciativa privada
O problema do Brasil não são os baixos salários e, consequentemente, os altos lucros, não os altos salários.
A solução não é reduzir os salários da setor público, é elevar os salários na iniciativa privada.
emerson57
17 de novembro de 2016 7:26 pmhipersalários+penduricalhos
E no mouro, não vai nada?
José Eduardo de Camargo
17 de novembro de 2016 7:57 pmJuízes e promotores não vão
Juízes e promotores não vão gostar nada de ter seus supersalários reduzidos!
Rui Ribeiro
17 de novembro de 2016 8:14 pmSeria melhor ainda acabar com os sub-salários no setor privado
Seria bom nivelar pela média: nem supersalários de marajás nem sub-salários de párias.
rdmaestri
17 de novembro de 2016 9:09 pmUma boa alíquota máxima em torno de 80% no IR?
Que tal a sugestão?
Andre Araujo
17 de novembro de 2016 9:25 pmO setor privado é regulado
O setor privado é regulado pela economia competitiva, a lei determina apenas o minimo, é assim em todo o mundo.
Rui Ribeiro
18 de novembro de 2016 10:53 amO nível salarial depende também da cooperação entre os operários
O valor dos salários depende não apenas da competitividade da economia, mas também da correlação de forças entre a burguesia e o proletariado. Se os trabalhadores cooperarem entre si em vez de competirem uns com os outros, a tendência é aumentar seu poder de barganha e, em consequencia, seus salários. Por outro lado, se os trabalhadores copetirem entre si, em vez de cooperarem uns com os outros, eles se enfraquecem e seu poder de barganha diminui, diminuindo seus salários.
Quanto menores os salários dos trabalhadores, menores os custos de produção e, quanto menores os custos de produção, menores os preços dos produtos e serviços, tornando-os mais competitivos.
Resumindo, o valor do salário é determinado pela oferta e procura no mercado de trabalho tanto quanto pelo nível de união e de organização da classe trabalhadora. Se o valor dos salários fosse determinado unicamente pela lei da oferta e da procura, ele seria mais desvalorizado do que é.
MarFig
17 de novembro de 2016 11:40 pmEmbromation.
Embromation.
drigoeira
18 de novembro de 2016 10:02 amComo diz o meu pai:
O bode está na sala.
Neste governo o bode sempre estará na sala.
Milton Murilo
18 de novembro de 2016 10:27 amComissão e os supersalários
Está mais do que que na hora de botar ordem na casa.
Deveriam fixar uma relação entre o salário mínimo e os salários públicos. Tipo 30 x o mínimo para os chefes dos tres poderes e 20 para o teto dos demais.
Benefícios extra-salários de qualquer tip e outros quaisquer só os vigentes para todos os demais trabalhadores.
Mas esperar isso dos 300 no congresso é demais.
CHRISTINE RIBEIRO MIRANDA
27 de setembro de 2020 9:58 amse ossuir cargo vitalicio não deve acabar comsalarios elevados ,inclusive a pge-rj , procuradores desde 1989 pensiostas devem ter aumento salarial porque a inflação subiu.