
Aloysio de Oliveira (30/12/1914 – 20/2/1995) fundou o conjunto “Bando da Lua”, em 1931, que acompanhou a cantora Carmen Miranda. Sempre trabalhou para fazer a nossa música – o Samba, particularmente – ser aceita nos Estados Unidos. Produziu discos históricos no advento e no desenvolvimento da Bossa Nova. Criou a selo “Elenco”, um marco de excelência e qualidade.
Presto homenagem a este talentoso artista com suas músicas em parceria com Tom Jobim.
ed. não logado
30 de dezembro de 2013 11:18 pmGrandes
Grande e pioneiro Aloysio, que continuou moderno com o apoio aos novos.
Boa, grande Laura!
Laura Macedo
31 de dezembro de 2013 3:10 pmValeu, Ed!
Deixo mais uma da
Valeu, Ed!
Deixo mais uma da dupla Aloysio e Tom Jobim: “Samba torto” # Menescal e Liane Grisi
Um Ano Novo de muita PAZ, SAÚDE e tudo mais que seu coração almeja.
Abraços.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=dto7KQKEgOI%5D
ed. não logado
1 de janeiro de 2014 3:39 pmPra nós, Laura
Obrigado pelos ótimos Roberto, Liane e Samba Torto e pelos seus votos que com certeza valerão pra nós.
Abs e tudo de bom para mais esta rodada em volta do Sol.
E as próximas!
Paulo Gurgel Carlos da Silva
31 de dezembro de 2013 2:36 pmAloysio de Oliveira
Em minha adolescência um disco que me impressionou profundamente foi o LP “Caymmi visita Tom”. Depois de ouvi-lo em minha radiola portátil, iniciei uma carreira de fã assumido da música popular brasileira.
Lançado em 1964, pela gravadora Elenco, o disco registrava um encontro musical da família Caymmi (Dorival, a esposa Stella Maris e os filhos Nana, Danilo e Dori) com o maestro Antonio Carlos Jobim, na residência deste último.
O LP vinha com uma capa em preto e branco (como eram todas as capas dos discos da Elenco), imitando neste caso um recorte de jornal cuja notícia central era a visita da família Caymmi ao maestro carioca.
Foi idéia de Aloysio de Oliveira, o dono da gravadora, trocar a artificialidade da gravação em estúdio pela espontaneidade de uma reunião musical em ambiente famíliar. Uma fórmula que deu certo e ainda produziu um disco antológico. Figura esta obra na relação dos “100 discos fundamentais da MPB” que Luiz Américo divulga em seu website.
Do repertório do disco faziam parte “Saudades da Bahia” e “…Das rosas”, de Dorival Caymmi, e “Só tinha de ser com você” e “Inútil paisagem”, de Tom Jobim e Aloysio de Oliveira, entre outras canções.
http://blogdopg.blogspot.com.br/2008/08/dorival-caymmi-1914-2008.html
Laura Macedo
31 de dezembro de 2013 10:15 pmExcelente contribuição
Paulo Gurgel,
Grata pela excelente contribuição ao post e parabéns pelo seu blog. O Aloysio de Oliveira, realmente, inovou em vários aspectos e um deles foram, sem dúvida, as capas da gravadora “Elenco”. O disco “Caymmi visita Tom” é um delicioso exemplo em todos os sentidos. Além dos participantes citados por você, contou também com o auxílio luxuoso do baterista Dom Um Romão (faixas 1 e 2). Nas demais faixas o grande baterista Edison Machado e do contrabaixista Sérgio Barroso. Só feras!
Deixo o link para audição do disco completo, caso outros leitores tenham interesse em ouvir.
Abraços.
Paulo Gurgel Carlos da Silva
31 de dezembro de 2013 2:43 pmPresunto e ovos
A diferença entre envolvimento e comprometimento é como um café com ovos e presunto: a galinha foi envolvida e o porco foi comprometido. Martina Navratilova
RemeneguesAloysio de Oliveira empregou esta palavra em sua versão para a língua portuguesa do fox-trot “Chattanooga Choo Choo”. Essa versão foi gravada por Carmen Miranda com o acompanhamento do Bando da Lua e do violonista Garoto, em 1941. E “remenegues” é o aportuguesamento que Aloysio criou para a expressão ham and eggs (presunto e ovos). VÍDEO (…)E você pega o trem na Pennsylvania Stationàs três horas e talpouco a pouco vai saindo da capitalToma um cafezinho e tira uma pestanae come “remenegues” lá em Carolina. http://blogdopg.blogspot.com.br/2010/09/presunto-e-ovos.html
Gregório Macedo
31 de dezembro de 2013 9:04 pmRemenegues
Essa foi de primeira, Paulo. Detalhes saborosos da MPB.
Laura Macedo
31 de dezembro de 2013 10:25 pmAssino embaixo
Pois é, Gregório, o Paulo Gurgel arrasou nos comentários.
Beijos.
Laura Macedo
31 de dezembro de 2013 10:23 pmAnexando o vídeo
Para facilitar a audição estou anexando o vídeo enviado.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=E7F28K9Glsg%5D
ed. não logado
1 de janeiro de 2014 4:07 pmSalta um remenéééguis!
Os “remenegues” me levaram aos anos 50 (êpa!) quando após um cineminha (Metro e quetais) íamos todos lanchar no Bob’s um hot dog com “hot fudge” ou shake e era fácil ouvir os caixas gritarem entrementes: “salta um reeemeneeguii!”…
Diz a lenda que o dono perdeu a cadeia numa aposta de pôquer.
Valeu, abs