5 de junho de 2026

Ativista brasileira do Greenpeace chega ao Brasil

Brasília – A brasileira Ana Paula Maciel, integrante do Greenpeace Internacional, chegou ao Brasil neste sábado (28). Ela foi libertada 100 dias após o protesto que desencadeou a prisão dela e de outros ativistas do grupo pelas autoridades russas. De São Paulo ela vai ainda hoje para Porto Alegre, onde passará o réveillon com a família.
 
Depois de anistiados, Ana Paula e os demais 25 integrantes do grupo de nacionalidade não russa dependiam de uma autorização do Serviço Federal de Imigração para deixar o país, já que foram tirados de águas internacionais e levados presos pela Guarda Costeira.
 
Antes de embarcar para o Brasil, Ana Paula disse que deixava a Rússia da mesma maneira como entrou, de cabeça erguida e com a consciência limpa. “Temos a convicção de que fizemos o bem para proteger o planeta para esta e as futuras gerações. É uma vergonha um país permitir que tamanha injustiça tenha acontecido para defender os interesses das empresas de petróleo”, declarou Ana Paula Maciel.
 
Ela também disse que estava ansiosa por retornar ao Brasil, mas não poderia falar em final feliz enquanto o Ártico continuar derretendo, a Amazônia se reduzindo, os oceanos se envenenando. “Eu tomei uma atitude e assumi os riscos por enxergar a urgência de mudar os rumos da humanidade. Há muito trabalho pela frente e precisamos de toda a ajuda possível dos que se importam e acreditam em nosso trabalho”, disse Ana Paula.
 
Com informações do Greenpeace
 
 

Redação

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2 Comentários
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  1. YRD

    28 de dezembro de 2013 2:48 pm

    Agente da CIA

    É o petróleo, idiota !

    Esta pessoa foi protestar na ZEE – Zona Econômica Exclusiva da Rússia, que resolveu fazer valer seus direitos sobre a região.

    E o Alaska ?

  2. Eduardo B

    28 de dezembro de 2013 4:35 pm

    Essa moça precisa nos

    Essa moça precisa nos explicar porque os desastres ambientais das empresas ocidentais, que são muito piores e mais frequentes, importam mais do que desafiar soberania da Rússia sobre a porção ideal de oceano ártico que lhe cabe.

    Cadê a preocupação com o Equador, com a Nigéria, com o Alaska, com o golfo onde a BP fez a pior lambança da história?

    Natureza intocada lá, atividade econômica aqui? É esse o balanço?

    O fracking pode, tá limpo? É melhor que um poço normal cuja teconologia é bem melhor dominada?

    “Militância ecológica” nos olhos dos russos é refreso? Para quem?

    E porque a defesa do meio ambiente sumiu do discurso da “militante” e foi substituído pelo da “liberdade de expressão”, bem na linha da campanha midiática corrosiva ocidental?

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