4 de junho de 2026

Gilberto Gil na Poli

Um dos melhores discos desconhecidos de Gilberto Gil foi o show ao vivo na Escola Politécnica. Canta, toca e conversa com alunos, naqueles tempos bicudos.

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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2 Comentários
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  1. josé adailton

    28 de dezembro de 2013 1:53 pm

    Ary Barroso

    RUY CASTRO – FOLHA

    Monumento sonoro

    RIO DE JANEIRO – O resultado de 12 anos de trabalho se materializou. A caixa “Ary Barroso – Brasil Brasileiro”, com 20 CDs contendo os 316 fonogramas originais da obra de Ary entre 1928 e 1963 –por Mario Reis, Aracy Cortes, Carmen Miranda, Francisco Alves, Silvio Caldas, Aracy de Almeida, Ciro Monteiro, Dircinha e Linda Batista, Orlando Silva, Jorge Goulart, Elizeth Cardoso, Marlene, muitos mais– estará nas lojas em janeiro.

    A façanha é do pesquisador Omar Jubran, que, em 2000, já tinha nos prestado igual serviço sobre Noel Rosa. Aqui é assim: um homem se encarrega, sozinho e por amor, de uma empreitada que, nos EUA, exigiria uma equipe bancada por uma instituição. Sendo que, no Brasil, os discos antigos não vão para arquivos quando morrem, mas agonizam em sebos, porões, sótãos –sujos, riscados, rachados– ou, com sorte, sobrevivem na coleção de algum abnegado.

    Da obra de Ary, com ou sem parceiros, saíram pelo menos 30 obras-primas, das quais “Aquarela do Brasil”, “Na Baixa do Sapateiro”, “Camisa Amarela”, “Faceira”, “É Luxo Só”, “No Rancho Fundo”, “Na Batucada da Vida”, “Morena Boca de Ouro”, “Os Quindins de Iaiá” e “Boneca de Piche” foram só algumas, e outras tantas que mereciam a mesma glória.

    Há sempre surpresas em integrais como esta. Uma é constatar que Ary, nascido em Minas Gerais, já tinha composto 11 sambas sobre a Bahia antes de homenagear seu Estado natal com “Aquarela Mineira”, em 1950. Outra é que, depois da consagração de “Aquarela do Brasil”, em 1939, Chico Alves só voltaria a gravar Ary em 1948 –Ary brigou com Chico por este ter transformado o “mulato inzoneiro” em “rizoneiro”, que não existe.

    A cultura brasileira deve este monumento sonoro ao MIS-SP e à fábrica NovoDisc, de Manaus. As gravadoras comerciais, coerentes com sua história, não se interessaram.

  2. morallis

    28 de dezembro de 2013 4:44 pm

    Eu felizmente já conhecia,

    Eu felizmente já conhecia, deveria ser lançado como “momento histórico”  para

    gerações  fururas. Dias dificeis.

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