Por junior50
Comentário ao post “Jornal afirma que CIA ajudou Colômbia a matar líderes das Farc“
“Trata-se de uma intromissão muito séria do governo brasileiro, contra nossa luta revolucionária, o fornecimento destas aeronaves” – Raul Reyes, em um comunicado das FARC, 2006/07.
Ele estava certo nesta premonição.
Na madrugada do dia 01/03/2008, o CACOM – 2 da FA Colombiana, após ter seguido eletronicamente (Sigint/GPS – NSA e CIA) por varios dias, uma unidade das FARC, que transitava entre as fronteiras da Colombia/Equador, inclusive em algumas ocasiões ter podido “ouvir” suas comunicações, que confirmaram que o numero 2 das FARC, Raul Reyes, liderava esta coluna, lançou a “Operação Fênix” – para matá-lo.
A Arma utilizada: Super Tucanos A-29B, do Esquadrão 211 “Grifos”, armados com bombas cluster.
Horacio Duarte
24 de dezembro de 2013 12:18 pmNo Afeganistão e
No Afeganistão e principalmente na fronteira com o Paquistão são usados os aviões não tripulados, os Drones, para este serviço, tanto vigilância quanto os assassinatos propriamente ditos. Acho pouco provável que precisem dos Tucanos, a tecnologia vem sendo testada a décadas no oriente médio e ásia. Pelo jeito as farcs não perceberam contra quem estavam lutando.
Horacio
Motta Araujo
24 de dezembro de 2013 12:21 pmVender aviões a um Governo
Vender aviões a um Governo legal é intromissão aonde? A menos que as FARC fossem internacionalmente reconhecidas como forças beligerantes em uma guerra civil, o que não aconteceu.
Em 1932 o Governo de São Paulo tentou adquirir armas na Inglaterra para a luta contra o Governo central e não foi atendido por ser considerado grupo insurgente sem status de biligerante.
Se o Governo da Colombia não adquirisse os Tucanos compraram de outro fornecedor, não foi o avião que definiu essa incursão no Equador, aliás me lembro que foram com helicopteros para pegar os computadores do acampamento de Raul Reys.
Se algum fabricante de aviões for entrar nesse campo não vende avião em lugar nenhum.
junior50
24 de dezembro de 2013 4:50 pmFoi cortado
O Editor “cortou” o restante de meu comentário, que explicitava toda a operação subsequente ao ataque aéreo, quando forças helitransportadas, do exército e da policia nacional, após sanitizarem a area, recuperaram mateirais, computadores, radios multi-band com frequencias atualizadas de outros GTs das FARC, o que possibilitou ataques futuros.
Quanto a Reyes e as FARC, desde o final dos anos 80, não passam de um grupo de narcotraficantes.
RVeiga
24 de dezembro de 2013 12:23 pm> “Trata-se de uma
> “Trata-se de uma intromissão muito séria do governo brasileiro, contra nossa luta revolucionária, o fornecimento destas aeronaves” – Raul Reyes, em um comunicado das FARC, 2006/07.
Uai, a Embraer não vai vender aviões pra governos “reacionários” agora? E sobre a ajuda “revolucionária” de Chávez às FARC… confirmada? Desmentida?
Luiz Antonio Antunes Machado
24 de dezembro de 2013 1:02 pmEmbraer
Intromissão do governo brasileiro ? Ajuda dos universitários: A Embraer não é uma empresa com capital privado também ? Não deve fazer negócios para auferir lucros ? Não é legítimo vender aviões para governos reconhecidos pelo Brasil ? Depois de vendidos , devemos tutelar o uso das mesmas aeronaves ? Não estou entendendo.
leonidas
24 de dezembro de 2013 1:43 pmUé o governo colombiano é uma
Ué o governo colombiano é uma democracia
As FARCS um bando de ladroes homicidas e traficantes que há muito tempo perdeu a essencia que os criou
A Embraer fornecer avioes esta corretissimo
Cada uma que a gente lê…rsrsrs